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1.11.10

Só um estado civil poderá salvar os cristãos do oriente (1)

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Entrevista com Samir Khalil, jesuíta e especialista em Islã
Por Robert Cheaib 
CIDADE DO VATICANO, domingo, 31 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – Os cristãos no Oriente Médio não são vítimas de uma perseguição sistemática, mas sua vida e seus direitos sofrem uma discriminação similar a uma lenta eutanásia, que está apagando pouco a pouco sua presença milenar na região.
A assembleia especial do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio teve uma responsabilidade crucial em propor um remédio para este fenômeno, que o arcebispo caldeu de Kirkuk, Dom Louis Sako, define de “hemorragia dos cristãos do Oriente Médio”.
Nesta entrevista a ZENIT, o padre Samir Khalil, especialista em Islã e história do Oriente Médio, oferece um quadro histórico-religioso da situação atual na região, analisa os desafios mais urgentes e propõe algumas possíveis soluções concretas.
ZENIT: O aspecto geopolítico da presença cristã no Oriente Médio é o decisivo para sua permanência ali?
Samir Khalil: Não há dúvida de que sendo uma minoria que não supera 10% da população do Oriente Médio – enquanto que a grande maioria é de religião muçulmana – nossa existência depende do consentimento desta maioria, sobretudo porque o Islã se concebe como Estado e religião. E dado que há mais de 30 anos a grande maioria dos Estados do Oriente Médio adotou um ponto de vista islamista na realidade estatal, onde a religião decide todos os detalhes da vida cotidiana, social e política, está claro que nestas condições nossa situação depende da boa vontade dos muçulmanos e do sistema islâmico. Não há que se surpreender, então, se a questão tem ocupado uma grande relevância. 
ZENIT: O senhor é de origem egípcia, mas vive no Líbano e é especialista em Islã. Como é sua relação com os muçulmanos?
Samir Khalil: Faço uma distinção entre os muçulmanos tomados singularmente e os sistemas islâmicos, simplesmente porque com os muçulmanos tomados singularmente é possível instaurar um belíssimo diálogo e um intercâmbio cultural e religioso.
Permita-me contar um episódio que confirma isso: há alguns dias me contactou no Skype um muçulmano sunita do norte do Líbano, a quem encontrei casualmente em um voo há um mês. Nosso diálogo se concentrou na Trindade e na oração. Durante a conversa, ele me disse: “doutor, gostaria de lhe apresentar minha esposa”. No Oriente, este gesto quer dizer que você já forma parte da família. Portanto, o muçulmano tomado singularmente – paradoxalmente – é muito mais próximo de nós, cristãos orientais, que um cidadão europeu. Há um sentido religioso que nos assemelha e une.
Mas se temos de falar do islamismo, o discurso muda radicalmente, porque se trata de um projeto político de fundo religioso. Como cristãos orientais, gostaríamos de ser tratados simplesmente como cidadãos com uma Constituição que transcendesse todas as religiões. Mas na maior parte dos casos, em nossos países, a Constituição baseia-se essencialmente – quando não totalmente – na lei islâmica. Este é nosso problema. À parte poucos casos como o Líbano, os Estados inclusive constitucionalmente laicos, como seria o caso da Tunísia, da Síria ou da Turquia, são culturalmente países islâmicos e privilegiam os cidadãos de religião muçulmana. 
ZENIT: Qual é o eixo principal do crescimento do islamismo político e do fundamentalismo islâmico?
Samir Khalil: Por um lado há uma onda islamista que nasce no início dos anos 70. A partir de 1973, aconteceu um fenômeno econômico em seguida da guerra entre Israel e os países árabes, que viu o preço do petróleo quadruplicar em poucos meses. Assim, os países petrolíferos depararam com uma montanha de petrodólares. A Arábia Saudita, não sabendo o que fazer com esta imensa fortuna, empregou uma parte ampla dela na construção de mesquitas e escolas islâmicas. A Arábia Saudita financiou os Irmãos Muçulmanos no Egito e seu projeto era claro: islamizar a sociedade egípcia porque não era bastante muçulmana. Depois, fez a mesma operação em todos os países do Oriente Médio. Assim, no início dos anos 80, os Irmãos Muçulmanos converteram-se em tão numerosos que começaram a ser considerados um perigo na Síria. O presidente sírio Hafiz al-Asad os subjugou com força.
A Indonésia, há um par de décadas, era considerada um paraíso da liberdade religiosa em um país muçulmano. Muitos sacerdotes eram ex-convertidos do Islã. Agora este fenômeno é impossível. O mesmo na Nigéria: na última década, o número de províncias que aplicam a lei islâmica aumentou de 4 para 12. A Europa, com quase 5% de muçulmanos, sente-se invadida e ameaçada. 
Assim, a chanceler alemã, Angela Merkel, lançou um alarme há poucos dias, anunciando o fracasso do modelo de integração, porque são precisamente eles os que não querem integrar. Por que não se integram? Porque têm um projeto religioso, enquanto que os Estados nos que vivem têm projetos nacionais não religiosos.
ZENIT: Frente a esta situação tão complexa e crítica, que fez o Sínodo dos Bispos e o que pretende fazer?
Samir Khalil: Nós, cristãos do Oriente, vivemos no meio deste fenômeno em curso, onde o Islã ganha terreno dia após dia, até o ponto de que na Liga Árabe o primeiro tema é sempre este: como enfrentar o islamismo. E o Sínodo dedicou particular atenção à relação com o Islã. As sessões sinodais se perguntam sobre por que as pessoas deixam sua própria terra. No mundo árabe, não há perseguição contra os cristãos, mas há discriminação. Os cristãos não são tratados da mesma foram que os muçulmanos. Estes são cidadãos normais destinatários das leis. Os demais, constitucionalmente são cidadãos, mas concretamente as leis – já que estão feitas a partir do sistema muçulmano – deixam aos cristãos uma condição de desvantagem. Além disso, a liberdade de consciência é inexistente, existe só a tolerância, que consiste em suportar que o cristianismo permaneça na terra islâmica, mas com muitas limitações. Por outro lado, não é possível deixar o Islã por outra religião. Essas questões estiveram no centro da atenção dos padres sinodais.
ZENIT: Há um caminho de saída?
Samir Khalil: Só há um, apontar para certos conceitos compartilhados, como o de “cidadania” ou o de “pertença árabe”, ambos reconhecidos por grande parte dos muçulmanos. Os movimentos que promoveram estes valores no início do século XX tiveram tanto êxito porque levavam consigo um sopro de novidade que convidava a sair da visão tribal. Mas ultimamente esta visão tem sido entrincheirada e substituída pelo conceito de Umma (a nação) islâmica. Durante a presidência de Nasser, até a metade dos anos 70, o conceito era a Umma al-Arabiyya [a nação árabe], mas da metade dos anos 70 em diante prevaleceu o conceito da Umma al-Islamiyya [a nação islâmica], que não deixa espaço para os não muçulmanos. A solução é tentar propor, muçulmanos e cristãos, um conceito moderno de Estado, não só no âmbito político, mas também no cultural. 
ZENIT: Como fazer para que essa proposta seja factível?
Samir Khalil: Precisamente aqui entra a proposta do Sínodo para o Oriente Médio: não se trata de fazer um projeto cristão, e muito menos um projeto dos cristãos ou para os cristãos, porque assim refletimos como se fôssemos uma minoria que tenta se proteger. Nós não tentamos nos proteger. O que dizemos reflete a palavra também de muitos muçulmanos, que reconhecem como nós que a nação árabe está mal porque sofre de uma falência no exercício da democracia, na distribuição das riquezas, no estabelecimento da justiça social e de um Estado de direito, na reforma do sistema de saúde. 
O Islã é muito sensível a essas dimensões. A liberdade de consciência e de expressão é desejada por muitos. Isso não porque as pessoas querem se afastar do Islã, mas porque querem viver o Islã de modo mais pessoal. No mundo islâmico, há um sentido de modernidade e de liberdade que não se atreve a se manifestar. Um cristão pode escrever criticando seu patriarca ou bispo, enquanto que é difícil que um muçulmano o faça. Não porque alguém em particular o proíba, mas porque a própria cultura impede. Os imames são os ulemás [os doutos] e seu saber não se discute. Reafirmo que com essas propostas não se trata de fazer os muçulmanos menos muçulmanos ou os cristãos menos cristãos, mas dizer que a fé é uma questão pessoal, ainda que tenha sua dimensão social, e que cada um deve viver a própria fé como lhe vem inspirada por Deus.
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24.10.10

Esclavagismo islâmico: a catástrofe humanitária esquecida

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« De siècle en siècle, l’esclavage est devenu un fait musulman, s’inscrivant profondément dans les habitudes »
Au terme d’une longue enquête, Malek Chebel dresse un constat accablant : l’esclavage a été et reste un fait musulman.
(…) Ce n’est pas le vocabulaire qui manque en terre d’Islam pour parler de l’esclavage. Cette richesse sémantique tranche avec le mutisme qui entoure le phénomène. Un mutisme d’autant plus choquant, aux yeux de Malek Chebel, que l’esclavage a pris des dimensions considérables tout au long de l’histoire de cette région du monde et qu’il reste très présent dans le quotidien de centaines de millions de gens.
C’est pour briser ce silence assourdissant que l’anthropologue algérien s’est livré à une longue enquête. Le constat final est accablant : «À Brunei, au Yémen, dans les pays du Sahel, chez les Touaregs, en Libye, dans le Sahel tunisien, en Égypte, en Arabie, en Mésopotamie, au Soudan ou à Djibouti, il n’est pas un lieu gagné par l’islam où ne se soit jamais pratiqué le commerce d’esclaves.» (…)
Une bonne part de la main-d’œuvre servile utilisée dans le monde arabe venait d’Afrique subsaharienne – en Tunisie, le même mot, abîd, désigne indistinctement l’esclave et le Noir… - et tout particulièrement du Sahel, de l’Éthiopie ainsi que de la côte orientale du continent. Mais les Balkans et les steppes de l’Asie centrale furent également d’importants bassins pourvoyeurs.
Combien furent-ils ? Malek Chebel estime à plus de 20 millions le « volume total de l’esclavage en terres arabes et musulmanes ». Ce nombre englobe aussi bien les captifs de guerre slaves, les concubines et les domestiques circassiennes, que les domestiques noirs achetés à des négriers ou razziés dans les villages du Sahel, les marins chrétiens capturés par les corsaires barbaresques en Méditerranée.
Les négriers arabes auraient donc fait « mieux » que leurs homologues européens. Les uns ont, il est vrai, sévi pendant quatorze siècles, contre moins de quatre pour les autres.
Faut-il chercher dans le Coran la cause du mal ? Le livre, certes, accepte que la condition de sujétion des esclaves par rapport aux maîtres soit maintenue en l’état. Car l’islam est né dans une région du monde où l’esclavage était quasiment un mode de production.(…)
Vivement encouragé en théorie, l’affranchissement n’a guère été suivi en pratique. De siècle en siècle, l’esclavage est devenu un fait musulman, s’inscrivant profondément dans les habitudes. Pourtant, c’est un sujet dont on ne parle pas. (…)
Le pire est peut-être dans l’impact que l’esclavage a eu sur les mœurs politiques du monde arabe. Dans un livre récent, l’universitaire marocain Mohammed Ennaji explique en quoi il a fondé le rapport au pouvoir et donc l’absolutisme qui est encore souvent la règle dans cette partie du monde.
Une fois le livre de Malek Chebel – dont, curieusement, les médias ont peu parlé – fermé, on ne voit plus la civilisation islamique de la même façon.

Malek Chebel : Islam et esclavage, un tabou bien gardé

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Intifada disfarçada

Um autor do Le Figaro observa, muito justamente, que a violência a que se assistiu esta semana em França não foi obra das organizações que se manifestaram contra a reforma da segurança social de Sarkozy, mas sim de bandos de indivíduos residentes em bairros sociais ― beneficiários, portanto, do apoio do estado francês ―, alguns emigrantes, muitos descendentes de emigrantes que desprezam a cultura francesa e a civilização ocidental, cultura que os põe na escola, civilização que, num gesto suicida, os acolhe e subsidia.
Se os autores destas acções de guerrilha urbana forem, na sua maioria, como se pensa, muçulmanos, essas acções têm um nome: intifada ou insurreição islâmica. Mais não são que os primeiros episódios de uma guerra civil que eclodirá quando os muçulmanos forem suficientemente numerosos para se sentirem confiantes de que sairão vencedores de um conflito mais generalizado e devastador, com outras armas.

Veja-se:
http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/01/efeitos-corrosivos.html
http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/01/efeito-corrosivo-macedonia.html
http://nadadistoenovo.blogspot.com/2009/12/os-minaretes-e-o-adhan.html
http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/02/diagnostico-exposicao-e-plano-para-opor.html
http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/01/minaretes-no-al-andalus.html

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Tous les lycéens ne sont évidemment pas des casseurs. Mais les casseurs de ces derniers jours- et ce mercredi matin encore, dans le centre de Lyon - sont bel et bien des lycéens. Ceux-là viennent, majoritairement, des cités-ghettos. Les encapuchonnés ne défilent pas pour défendre la retraite à 60 ans, ni même le système de protection sociale qui a pu attirer leurs parents ou leurs grands-parents. Ils ont là pour en découdre avec la République, sa culture et ses symboles les plus visibles: les forces de l'ordre, les écoles. C'est ainsi qu'un collège a été incendié au Mans. Les scènes de guérillas urbaines qu'ils reproduisent ressemblent beaucoup aux images d'intifadas des jeunes palestiniens s'affrontant aux forces israéliennes. Comparaison n'est pas raison, mais il y a, dans ces insurrections ethniques d'une jeunesse de culture souvent musulmane, le même rejet d'un Etat vu comme colonisateur et oppresseur. Les ensauvagés, chaque fois plus intrépides et organisés, rappellent l'échec de leur intégration.
Ces razzias contredisent les berceuses qui assurent que la France maîtrise son immigration de peuplement. "L'intégration fonctionne", assure par exemple l'ancienne plume de Jean-Pierre Raffarin à Matignon, Hakim El Karoui (Le Monde, 10-11 octobre). Il y a bien sûr de nombreuses réussites qui devraient être davantage valorisées. Mais la France est, n'en déplaise aux bien-pensants, le seul pays d'Europe à connaître de telles fractures identitaires, qui séparent désormais la jeunesse et dérivent de plus en plus en affrontements civils. L'Allemagne, qui vient de reconnaître l'échec de son approche multiculturelle, n'est pas pour autant confrontée à ces explosions de haine et, en fait, de racisme anti-Français. Il est donc urgent d'ouvrir les yeux sur cette réalité, que beaucoup cherchent à nier à mesure qu'elle devient plus visible. Ce qui s'observe chez ces voyous, c'est un refus de s'intégrer dans une société qu'ils rejettent culturellement. C'est à ce défi que doit s'atteler la République.
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23.10.10

Julgamento de Wilders: testemunho de Simon Admiraal

Video da leitura do testemunho de Simon Admiraal ― arabista e estudioso holandês do islão, com uma investigação académica em curso sobre os discursos dos clérigos islâmicos na Holanda ―, no processo contra Geert Wilders.
Como se observa no Gates of Vienna, onde encontrámos estes videos, a leitura pública e transmissão televisiva deste testemunho pode ter um efeito esclarecedor considerável na opinião pública holandesa, a quem são servidos, em doses maciças, como um pouco por todo o mundo ocidental, os refrães do costume: "O islão é uma religião de paz", "o islão é uma religião como as outras", etc.
Veja os videos e divulgue-os.
No Gates of Vienna encontra ainda a transcrição do testemunho, na íntegra.


Discurso de bispo libanês alegadamente purgado pelo Vaticano

Quem chama a atenção para este facto é Sandro Magister, observador atento e bem intencionado do que se passa no Vaticano.

O discurso do bispo da Antioquia dos Sírios Raboula Antoine Beylouni ao Sínodo para o Médio Oriente foi publicado integralmente na página do site da Santa Sé dedicada ao Sínodo (em francês, no original), mas substancialmente purgado no Osservatore Romano. Curiosamente, as partes purgadas (infra a negrito) ― talvez por razões de espaço ― são as potencialmente mais polémicas, mas também as mais instrutivas sobre a condição cristã no Médio Oriente.

Ficamos a saber que os bispos orientais sabem muito bem o sarilho em que estão metidos e que se não falam mais vezes com toda a franqueza é, simplesmente, com medo de represálias por parte dos muçulmanos, não tanto sobre si próprios ― afinal, ao seguir o chamamento de Deus para o sacerdócio, deram a vida a Cristo ―, mas sobre os seus rebanhos.

Ficamos ainda com a impressão de que o Vaticano está empenhado em não ferir a sensibilidade muçulmana, um caminho compreensível ― dada a tendência que os muçulmanos têm para se atirar aos pescoços, literalmente, dos não-muçulmanos em situação mais vulnerável; mas perigoso, porque a única via para encontrar uma solução para a questão das relações com o islão é através de um conhecimento cabal do que é o islão, através do conhecimento das fontes e da teologia islâmica e não dos discursos dos muçulmanos para consumo dos ocidentais. No fundo, uma concretização do aforismo joanino "A Verdade libertar-vos-á" Jo 8:32

Concluo, no seguimento do conselho do bispo Beylouni, tal como se encontra no último parágrafo do texto infra, apelando à Virgem Maria: Mater Eclesiæ, ora pro nobis.
LA MADRE DI DIO E L’ISLAM
di Raboula Antoine Beylouni
In Libano abbiamo un comitato nazionale per il dialogo islamo-cristiano da diversi anni. Esisteva anche una commissione episcopale, istituita in seguito all’assemblea dei patriarchi e dei vescovi cattolici in Libano, incaricata del dialogo islamo-cristiano. È stata soppressa ultimamente per conferire maggiore importanza all’altro comitato; per di più non aveva ottenuto risultati tangibili.
Talvolta vengono portati avanti in diversi luoghi vari dialoghi nei paesi arabi, come ad esempio quello del Qatar in cui l’emiro stesso invita, a sue spese, personalità di diversi paesi delle tre religioni: cristiana, musulmana ed ebraica. In Libano, alcuni canali televisivi come “Télé-lumière” e “Noursat” trasmettono programmi sul dialogo islamo-cristiano. Spesso viene scelto un tema e ogni parte lo spiega e lo interpreta secondo la sua religione. Queste trasmissioni sono di solito molto istruttive.
Vorrei con questo intervento richiamare l’attenzione sui punti che rendono difficili e spesso inefficaci questi incontri o dialoghi. Ovviamente non si discute sui dogmi, ma anche gli altri temi d’ordine pratico e sociale sono difficilmente affrontabili quando sono inseriti nel Corano o nella Sunna.
Ecco le difficoltà con cui ci confrontiamo.
Il Corano inculca al musulmano l’orgoglio di possedere la sola religione vera e completa, religione insegnata dal più grande profeta, poiché è l’ultimo venuto. Il musulmano fa parte della nazione privilegiata e parla la lingua di Dio, la lingua del paradiso, l’arabo. Per questo affronta il dialogo con questa superiorità e con la certezza della vittoria.
Il Corano, che si suppone scritto da Dio stesso da cima a fondo, dà lo stesso valore a tutto ciò che vi è scritto: il dogma come qualunque altra legge o pratica.

Nel Corano non c’è uguaglianza tra uomo e donna, né nel matrimonio stesso in cui l’uomo può avere più donne e divorziare a suo piacimento, né nell’eredità in cui l’uomo ha diritto a una doppia parte, né nella testimonianza davanti ai giudici in cui la voce dell’uomo equivale a quella di due donne ecc.
Il Corano permette al musulmano di nascondere la verità al cristiano e di parlare e agire in contrasto con ciò che pensa e crede.
Nel Corano vi sono versetti contraddittori e versetti annullati da altri, cosa che permette al musulmano di usare l’uno o l’altro a suo vantaggio; così può considerare il cristiano umile, pio e credente in Dio ma anche considerarlo empio, rinnegato e idolatra.
Il Corano dà al musulmano il diritto di giudicare i cristiani e di ucciderli con la jihad (guerra santa). Ordina di imporre la religione con la forza, con la spada. La storia delle invasioni lo testimonia. Per questo i musulmani non riconoscono la libertà religiosa, né per loro né per gli altri. Non stupisce vedere tutti i paesi arabi e musulmani rifiutarsi di applicare integralmente i “Diritti umani” sanciti dalle Nazioni Unite.
Di fronte a tutti questi divieti e simili argomenti dobbiamo eliminare il dialogo? No, sicuramente no. Ma occorre scegliere i temi da affrontare e gli interlocutori cristiani capaci e ben formati, coraggiosi e pii, saggi e prudenti, che dicano la verità con chiarezza e convinzione.
Deploriamo talvolta alcuni dialoghi in televisione in cui l’interlocutore cristiano non è all’altezza del compito e non riesce a esprimere tutta la bellezza e la spiritualità della religione cristiana, cosa che scandalizza gli ascoltatori. Peggio ancora, talvolta ci sono interlocutori del clero che, nel dialogo, per guadagnarsi la simpatia del musulmano chiamano Maometto profeta e aggiungono la famosa invocazione musulmana spesso ripetuta “Salla lahou alayhi wa sallam” (che la pace e la benedizione di Dio siano su di lui).
Per concludere suggerisco quanto segue.
Dato che il Corano ha parlato bene della Vergine Maria, insistendo sulla verginità perpetua e sulla sua concezione miracolosa e unica, che ci ha dato Cristo, e dato che i musulmani la considerano molto e chiedono la sua intercessione, dobbiamo ricorrere a lei in ogni dialogo e in ogni incontro con i musulmani. Essendo la Madre di tutti, Ella ci guiderà nei nostri rapporti con i musulmani per mostrare loro il vero volto di suo Figlio Gesù, Redentore del genere umano.
Voglia Dio che la festa dell’Annunciazione, dichiarata in Libano festa nazionale per i cristiani e i musulmani, divenga festa nazionale anche negli altri paesi arabi.
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Autoridades britânicas forçam retirada de exaustor devido ao cheiro a bacon

Autoridades dhimmi aplicam a sharia.

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Em Shaw Heat, Manchester, um dono de um café teve que retirar o exaustor devido ao cheiro de bacon que ofendia as células olfativas e as crenças religiosas dos muçulmanos que por ali passavam. Parece anedota mas não é. De facto, os filhos de Alá, conseguiram forçar o dono do café a remover o exaustor. Os oficiais da Câmara local actuaram contra Beverley Akciecek, 49, depois de lhe terem dito que os vizinhos muçulmanos sentiam-se "fisicamente doentes" devido ao "mau odor" do bacon frito. Isto tudo num país que está repleto até ao vómito de burqas, barbas talibans, kebabs, balandraus sujos e mau cheirosos, mesquitas e minaretes. Um inglês teve a coragem, nos dias que correm é preciso ter coragem, de escrever e publicar a sua revolta:
"Enough is enough , if these people do not like what we eat in this country - or anything else for that matter then why don't they just P*SS OFF"
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16.10.10

Lições a retirar do processo contra Wilders

Os defensores da liberdade e os opositores à islamização do Ocidente respiram de alívio perante a decisão do Ministério Público holandês de retirar todas as acusações feitas a Geert Wilders e que sobre ele pendem num processo a decorrer num tribunal de Amesterdão.

A notícia é positiva, mas não inspira grandes celebrações.
Em primeiro lugar, o processo ainda não está concluído: prossegue para a semana com as alegações da defesa; e a última palavra caberá, naturalmente, aos juízes, o que, dados os diversos incidentes aqui divulgados ― os quais permitem duvidar da imparcialidade do colectivo de juízes que julga Wilders ―, deixa tudo em aberto.

Em segundo lugar, este processo não tem nada de tranquilizador, desde logo porque nunca deveria ter ocorrido. O Ministério Público, que agora retirou todas as acusações, não queria abrir o processo. A ordem para o fazer veio de um tribunal, ao que parece sensível às pressões políticas do anterior ministro da justiça.

Finalmente, mesmo presumindo que os juízes vão absolver Wilders de todas as acusações, o simples facto de que este processo tenha tido lugar é altamente corrosivo para a liberdade de expressão, em geral, e para a crítica ao islão, em particular.
O simples facto de um cidadão se poder ver envolvido num processo deste tipo, com tudo o que lhe está associado ― detenções, intimações, interrogatórios, apresentações perante a polícia, despesas exorbitantes com advogados, exposição pública com devassa da privacidade (com claros riscos de segurança, uma vez que, ficando a conhecer-se a sua identidade, o acusado fica à mercê do zelo religioso dos defensores do islão e sujeito à acção dos executores da sharia, arriscando-se a ter o mesmo miserável fim de Theo van Gogh, vítima da sharia em solo holandês) ―, a simples existência de um processo judicial para casos destes já tem, para o cidadão comum, um efeito fortemente dissuasor de qualquer acção crítica face ao islão.
Vejam-se, a este propósito, as palavras de Fjordman, no Gates of Vienna, a respeito de um outro caso ocorrido na Holanda, o do caricaturista Gregorius Nekshot:
«[T]he entire process is (...) is deliberately calculated to intimidate the natives — the “persons of Dutch background” — and only them.

This technique [is] well-known to totalitarian states. It induces more fear and apathy than straightforward draconian laws, because citizens are compelled to live in a state of continuous anxiety. It’s a very effective tool of control.»
Da mesma entrada, leia-se o que tem para dizer a este respeito El Inglés:
«Lionheart in the UK and Nekschot in the Netherlands are two notable examples of this technique. Citizens are picked up for the most nebulous of thought crimes — “hate speech”, “incitement to ethnic hatred”, “hets mot folkgrupp”, etc. — held for a while, interrogated, and then released with a possible charge pending. They are forced to retain counsel, endure repeated questioning, and undergo stressful official bureaucratic procedures while their case drags on for years.

Then suddenly all the charges are dropped: “You’re free to go, mate, but I’d watch my step if I was you.”»
Para além do mais, continua a haver muitas razões para preocupação, nomeadamente processos semelhantes ao de Wilders em curso contra outros cidadãos europeus, como é o caso de Elisabeth Sabaditsch-Wolff, na Áustria.

Convém, finalmente, não esquecer que estamos perante uma ameaça político-religiosa milenar, que não depõe a espada senão temporariamente, enquanto recobra energias para prosseguir a missão estabelecida por Mafoma no Alcorão:
Alcorão 8:39: «Combatei-os [aos incrédulos] até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. (...)»

Alcorão 9:29: «Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem [se] abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya

Alcorão 9:123: «Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes.» 

e pelas suas palavras e conduta, exemplo a emular por todos os muçulmanos piedosos:
Muslim (1:33) - the Messenger of Allah said: I have been commanded to fight against people till they testify that there is no god but Allah, that Muhammad is the messenger of Allah

Bukhari (8:387) Allah's Apostle said, "I have been ordered to fight the people till they say: 'None has the right to be worshipped but Allah

Muslim (1:149) - "Abu Dharr reported: I said: Messenger of Allah, which of the deeds is the best? He (the Holy Prophet) replied: Belief in Allah and Jihad in His cause..."
Muslim (20:4645) - "...He (the Messenger of Allah) did that and said: There is another act which elevates the position of a man in Paradise to a grade one hundred (higher), and the elevation between one grade and the other is equal to the height of the heaven from the earth. He (Abu Sa'id) said: What is that act? He replied: Jihad in the way of Allah! Jihad in the way of Allah!"
Tradução (do inglês):
Só os progressistas holandeses é que continuam abertos a outras culturas:
«Muito interessante: um matadouro islâmico.»

15.10.10

«Islã: 270 milhões de cadáveres em 1400 anos

Não importa o quanto se seja simpático com um golpista, ele vai se aproveitar da pessoa. Não há acordo com a ética dualista. Em resumo, a política, ética e lógica islâmicas não podem fazer parte de nossa civilização. O Islã não se deixa assimilar, ele domina. Não existe nunca esta história de "conviver" com o Islã.
Entrevista realizada pela Frontpage Magazine a Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI). O objetivo do CSPI é ensinar a doutrina do Islã através de seus livros e ele já produziu uma série com este enfoque. O sr. Warner não escreveu a série do CSPI, mas atua como agente para o grupo de estudiosos que são os autores.

12.10.10

Dhimmitude nos EUA

Quando um não-muçulmano vive sob domínio islâmico deve evitar, a todo o custo, fazer o que quer que seja que possa ofender um muçulmano individualmente, ou a religião islâmica, uma vez que essa ofensa pode significar para o muçulmano uma ruptura do pacto de submissão a que os não-muçulmanos judeus e cristãos estão sujeitos, e deixá-los sem a "protecção" que os muçulmanos se obrigam prestar-lhes contra a cobiça e concupiscência de si mesmos.

Eis um exemplo de como esse estatuto de submissão à sensibilidade islâmica já cavou tão fundo no país e na classe profissional de quem seria de esperar uma defesa firme da liberdade de expressão ― falo dos jornalistas norte-americanos, os quais, mesmo sem se encontrarem sob domínio formal do islão, tudo fazem para não ofender os muçulmanos, até ao ridículo de si mesmos.

Veja este desenho da autoria de caricaturista Wiley Miller, que publica uma caricatura semanalmente no Washington Post, desenho não publicado por este jornal devido ao risco de ofender os muçulmanos:

Pelos vistos, passou a ser tão ofensivo desenhar Mafoma como não o desenhar.

Via Elder of Zion.

10.10.10

Sharia de facto nos tribunais alemães

A notícia destaca as vantagens da aplicação da sharia nos tribunais alemães na resolução de situações que resultam do modus vivendi islâmico, o qual acaba por requerer soluções provenientes da mesma origem.

Julgo que este é o caminho errado por várias razões: a primeira consiste no incentivo às práticas que levaram ao problemas apresentados em tribunal, neste caso a poligamia; a segunda, prende-se com o facto da existência de duas leis de facto ser corrosiva para uma nação; a terceira, relaciona-se com a tendência para vermos a sharia a aplicar-se em cada vez mais situações.

Em conclusão, ficamos a saber que a Alemanha está num estádio de islamização mais avançado do que julgávamos.

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A leading law professor has contradicted Chancellor Angela Merkel’s statement that Sharia law was not practiced in Germany, saying a variety of Sharia-based rulings were being made all the time.
“We have been practising Islamic law for years, and that is a good thing,” Hilmar Krüger, professor for foreign private law at Cologne University, told Der Spiegel magazine.

Family and inheritance rulings were often made according to Sharia law, he said, listing a range of examples.

Women who are in polygamous marriages legal in their countries of origin can make claims of their husbands in Germany regardless of the fact that their marriages would not be lawful here. They can claim maintenance from their husbands and a share of an eventual inheritance, said Krüger.

German judges often refer to Sharia, as the Federal Social Court in Kassel did a few years ago when it supported the claim of a second wife for a share of her dead husband’s pension payments, which his first wife wanted to keep all to herself. The judge ruled they should share the pension.

In another case, the Administrative Appeals Court in Koblenz granted the second wife of an Iraqi living in Germany, the right to stay in the country. She had already been married to him and living in Germany for five years, after which the court said it would not be fair to send her to Iraq alone.

A judge in Cologne ruled that an Iranian man should repay his wife’s dowry of 600 gold coins to her after their divorce – referring to the Sharia which is followed in Iran.

Erlangen lawyer and Islam scholar Mathias Rohe told the magazine that the use of laws from various countries was an expression of globalisation. “We use Islamic law just as we use French law,” he said.

While Canada, for example, does not recognise any foreign laws, the German legal structure allows some to be upheld – as long as they do not contradict the constitution.
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9.10.10

Ataque a mesquita

Aparentemente, o ataque à bomba que matou 20 pessoas ontem, no Afeganistão, foi obra dos taliban.
Lendo esta notícia da CNN, podemos verificar até que ponto as cúpulas militares norte-americanas internalizaram as linhas de força da propaganda islâmica posta a circular nos EUA logo no dia 12/09/2001 pelo inefável G. W. Bush, numa clara demonstração de dhimmitude:

"Blast at mosque kills provincial governor in northern Afghanistan," by Ivan Watson for CNN, October 8
Kabul, Afghanistan (CNN) -- An anti-insurgent provincial governor who had survived Taliban assassination attempts was among 20 people who died Friday in an explosion at a northern Afghan mosque during prayers, a government official said.
The blast in Afghanistan's Takhar province killed Kunduz provincial governor Mohammad Omar, who recently sounded an alarm about the threat of insurgents during an interview with CNN.
The bombing also wounded 35 others, with most of those killed and injured engaged in prayer, said Afghan Interior Ministry spokesman Zamarai Bashari.
The NATO-led command condemned the attack, saying that "it's unconscionable that anyone would attack a mosque."
"It's clear the insurgents have no respect for the most holy of Islamic places," said U.S. Navy Rear Adm. Greg Smith, spokesman for NATO's International Security Assistance Force, or ISAF.
The U.S. Embassy in Kabul deplored the act, saying "whoever was responsible" for striking a house of worship "has demonstrated a clear lack of disregard for the Afghan people and for the peaceful religion they practice."
The mosque was bloodied and its roof was shattered, eyewitness Mujib Rahman said, but there were different early accounts on how the strike was carried out.
Gen. Daoud Daoud, commander of the Afghan Interior Ministry's northern zone, said a suicide attacker apparently sitting next to the governor detonated a bomb.
Omar, who was a Pashtun, had survived several assassination attempts by the Taliban, and his brother was slain a few months ago....
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8.10.10

O Cardeal dos Escravos

E que tal reinstituir esta ordem? Não apenas para libertar o número incalculável de escravos que ainda existem no dar-al-islam, mas para organizar a resistência contra os que, caso nos recusemos a submetermo-nos aos islão, nos pretendem impor um estatuto de cidadãos de segunda-classe?

Leia mais sobre esclavagismo no islão e sobre a conversão ao islão como modo de evitar ser atacado militarmente e como alternativa a uma vida como cidadão de segunda-classe (dhimmi).

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FotoA história da Cristandade está cheia de ordens religiosas curiosas e efémeras, mas poucas terão conjugado estes dois fatores da mesma forma que os Frères Armés du Sahara.

Recuperando o nobre legado de ordens militares como os templários ou os hospitaleiros, os frades armados do Sahara tinham, contudo, um objetivo particularmente honroso, combater o negócio da escravatura que assolava aquela zona do continente africano.

A ordem nasce por iniciativa de um feroz anti-esclavagista e grande figura da Igreja no século XIX, o Cardeal Charles Martial Allemand Lavigerie, Arcebispo de Cartago e de Argel e Primaz de África.

Estudioso e amigo dos pobres, Lavigerie (1825-1892) apaixonou-se por África e pelo Oriente, aceitando a sé de Argel para desenvolver a sua missão de trabalhar com os mais pobres.

Imagem
A necessidade de manter o equilíbrio religioso naquela colónia francesa, onde o Islão era a religião institucional, levou-o a agir de forma cautelosa, mas ainda assim foi capaz de ajudar incontáveis órfãos, que acolhia em aldeias que formava para o efeito. Nenhum era batizado a não ser que o pedisse ou que, sendo ainda criança, estivesse em perigo de vida, e os locais aceitaram-no sem contestação.
Os frades armados do Sahara foram criados em 1890 com o objectivo expresso de combater o negócio dos escravos, libertar os escravos que encontrassem, hospedar viajantes e auxiliar de todas as formas possíveis, inclusivamente pelo ensino, as populações locais.

FotoAo todo, 22 homens aceitaram o repto. Poucos para fazer uma verdadeira diferença, mas ainda assim o suficiente para que as autoridades questionassem o facto de existir no seu território aquilo que parecia ser o exército privado de um bispo. Sob pressão, a ordem foi desmantelada dois anos mais tarde.

Para a história fica mais este registo que abona em favor da Igreja no que diz respeito à luta pelos direitos humanos em África, e fotografias que ficarão para sempre no álbum dos episódios mais estranhos, e até românticos, do Cristianismo.
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7.10.10

Campanha contra proposta da Conferência Islâmica

A Missão Portas Abertas tem em curso uma campanha de defesa da Liberdade Religiosa, mais concretamente de oposição à proposta que a Organização da Conferência Islâmica (OIC) pretende fazer aprovar na Assembleia Geral da ONU em Dezembro próximo.
A proposta, que, de acordo com os proponentes, visa combater a "difamação das religiões", destina-se, na verdade, a proibir as críticas ao islão; a defender os supostos direitos de uma religião ou de um grupo, em prejuízo dos direitos individuais.
Segundo informa a campanha, esta resolução: dá aos governos o poder para determinar quais as visões religiosas que podem ou não podem ser expressas em cada país; dá ao Estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas “inaceitáveis”; torna a perseguição legal; visa criminalizar palavras e acções consideradas contrárias a uma religião; tem o poder de estabelecer legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfémia ou, por outro lado, proíbem críticas à religião».
Procure mais informação no sítio da campanha.
Assine a petição e divulgue a iniciativa.
Esquecia-me do mais importante: reze pelos cristãos perseguidos (e, já agora, pela unidade dos cristãos).

6.10.10

Decisão de julgar Wilders teve interferência política

A decisão de julgar Wilders resultou da interferência directa do ministro da Justiça cessante Ernst Hirsch Ballin. Ballin deu ordens ao Ministério Público holandês para avançar com o caso, apesar daquela estrutura ter decidido não o fazer. Vem também a lume informação contida em trocas de correspondência electrónica entre procuradores, a qual revela um elevado grau de entusiasmo dos procuradores com a conclusão de um parecer jurídico, segundo o qual haveria bases para avançar com a acusação.
O julgamento de Wilders assume, com estas notícias e com o desenrolar dos acontecimentos na sala de julgamento, contornos marcadamente políticos.

from De Telegraaf:
Hirsch Ballin was consulted over the trial
by Johan van den Dongen
Outgoing Minister Ernst Hirsch Ballin (Justice) was personally involved at a very early stage in the decision-making on whether or not to prosecute Geert Wilders.
This is evidenced by internal e-mail correspondence from 2008, between the public prosecutor’s office in The Hague (the head of the OM) and the public prosecutor in Amsterdam.
The information has quite a bit of piquancy, because in our country the justice minister habitually keeps a necessary distance to prevent exposing the OM to changing political influences. In addition, with this information a different light is shed on the role of Hirsch Ballin as one of the fiercest CDA opponents of tolerating the support of Wilders’ PVV [for a new coalition government].
On March 14, 2008, the prosecutor-general and the prosecutor in Amsterdam emailed each other on the advice of Rick Lawson, professor of European Law at the University of Leiden. Lawson was asked by the OM for a mapping on whether prosecuting of Wilders would have a chance. On the last page of his ten pages of analysis, Lawson concluded that it is “well-founded to prosecute Wilders”.
This opinion was received with cheers by both prosecutors, as can be established from the email correspondence: “What a superb piece!!!!” And: “Monday there will be a meeting with the Minister of Justice about this advice. We will try with all we have to provide as much input as possible to Harm Brouwer (OM chief) for this conversation. Everything is welcome.”
Wilders’ lawyer Bram Moszkowicz is stunned by the internal information. “From this it shows that not only that at the highest ministerial level the possible prosecution of my client was discussed, but moreover that there has been a substantive degree of political involvement in the decision to prosecute.”
Despite Lawson’s analysis, the prosecutor decided not to prosecute Wilders. The court, however, later ordered it to do so.
According to a spokeswoman for OM, there is nothing strange about the involvement of Hirsch Ballin. “In cases with a social impact, it is very common for the OM to discusses and exchange views with the minister. He is politically responsible for the OM and is regularly called to Parliament to explain why something will or will not be prosecuted. Also, when it concerns a prominent politician. The law provides that if the Minister disagrees with the OM, he may give a directive for an alternative action, which in this case has not happened.”

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Julgamento de Wilders: 2º dia

O segundo dia do julgamento de Gert Wilders consistiu na apreciação e deliberação do incidente de recusa de um dos juízes do colectivo que julga o político holandês, o qual afirmara, na véspera, perante a decisão do réu de não responder às perguntas que lhe sejam colocadas durante o julgamento, em pleno exercício dos seus direitos, que «Wilders é conhecido por fazer afirmações polémicas e depois se recusar a discuti-las». Deste modo, o juiz dá a entender que pretendia discutir com Wilders o conteúdo das suas afirmações, em tribunal, em lugar de fazer o que é a sua função: determinar se Wilders violou alguma lei. Segundo o advogado de Wilders, Bram Moszkowicz, quem quer discutir com Wilders que o faça no parlamento ou nos media, não em tribunal.

O incidente de recusa acabou por ser indeferido, sob a alegação de que «as palavras usadas pelo juiz no primeiro dia do julgamento foram infelizes e deram uma impressão errada». Ainda bem que o juiz que apreciou o incidente de recusa conhece as verdadeiras intenções do colega; nós, não versados nos segredos do Direito, só lhe conhecemos as palavras, e delas, bem ou mal escolhidas, ficamos com a impressão de que o meritíssimo que julga Wilders não é imparcial.
Continuaremos as seguir o caso.

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The Amsterdam district court rejected a request by Freedom Party Leader Geert Wilders, who is on trial for inciting hatred and insulting Muslims, to replace the judges hearing his case because they may be prejudiced.
“There are no weighty indications that the judges have given the impression of being prejudiced,” Judge Frans Bauduin, who was brought in to rule on the impartiality question, said at the court today. The trial, which was halted yesterday, will continue with the current judges tomorrow at 9 a.m. local time.
Presiding Judge Jan Moors yesterday, on the first day of the trial, told Wilders the court “reads newspapers and watches television” and that Wilders has been blamed by others for being “good in taking a stand and then avoiding a discussion.” By choosing not to testify “it seems you’re doing that today as well.”
Wilders, who has agreed to support the country’s new minority government, challenged the impartiality of the three- judge panel because of what Moors said, claiming “a fair trial isn’t possible anymore.”
“The words used by the presiding judge in that last sentence were chosen unfortunately,” Bauduin said. “They’ve given the requestor a wrong impression.”
Wilders, 47, is being prosecuted after complaints following a 2007 Dutch newspaper editorial he wrote that called the Koran “fascist” and compared it to Adolf Hitler’s book Mein Kampf. A year later, he released the movie “Fitna,” in which he calls on Muslims to rip out “hate-preaching” verses from the book.
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4.10.10

Conformidade com a sharia em França

Urinar sobre o Alcorão e queimá-lo será crime em França?

Embora considere o Alcorão um livro perverso e odioso, não me parece que queimá-lo traga qualquer vantagem. O melhor é mesmo lê-lo e ficar a conhecer a religião que tem como objectivo primeiro impor o seu domínio em todo o mundo, segundo o próprio livro e a tradição que teve nele e na vida de Mafoma a sua origem. Se tem dúvidas quanto a esta intenção,  veja esta citação de uma fonte muçulmana: http://www.tafsir.com/default.asp?sid=%202&tid=%205035.

Independentemente do mau gosto do acto, tal como considero de mau gosto o Piss Christ, será que é base para detenção, investigação e procedimento criminal?

Parece-me que a aplicação da sharia está num avançado estado entre nós e que as nossas elites políticas e policiais estão num estado de total dhimmitude, fazendo tudo para aplacar a ira dos nossos donos muçulmanos.

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Quoi que l’on pense de l’acte, on cherchera en vain pourquoi cet individu devrait être entendu par la police judiciaire. Brûler et uriner sur le coran serait-il devenu un  délit en France ? La police serait-elle devenue le bras séculier de l’inquisition musulmane ? C’est en tout cas ce que semblent croire les autorités musulmanes qui, poussant le bouchon du fascisme religieux toujours un peu plus avant, ont alerté les services de police et entendent porter plainte.
Vidéo intégrale (1 heure) : http://www.ubest1.com/user/NiZuB_BlaBla/video/23298
Les autorités musulmanes viennent de dénoncer une vidéo postée ce week-end sur Internet montrant un homme déchirant, brûlant et urinant sur le Coran. Utilisant le pseudo de Caliméro, son auteur présumé habiterait Bischheim, une commune en périphérie de Strasbourg. Selon nos informations, il serait actuellement entendu par la police judiciaire.
«J’ai découvert la vidéo ce matin après une alerte Google, explique Abdelaziz Choukri, Délégué Général de la Grande Mosquée de Strasbourg. Je suis allé la voir, j’ai trouvé des liens et des commentaires. J’ai également trouvé le numéro de son auteur présumé.» Contacté, ce dernier aurait «répondu qu’il avait fait la vidéo ce week-end mais que c’est une amie qui l’a mise en ligne, explique Abdelaziz Choukri. Il m’a dit qu’il faisait ce qu’il voulait et qu’en France on pouvait brûler un livre, même Winnie l’Ourson.» Les autorités musulmanes devraient rapidement déposer plainte.
Sur la vidéo, l’homme utilise notamment un stylo de la gendarmerie pour dessiner un terroriste musulman sur un avion en papier réalisé avec une page du Coran. L’objet symbolise l’attentat du World trade Center, le 11 septembre 2001. Il brûle également le livre saint avant d’éteindre les flammes en urinant dessus.
Source : 20 minutes
Signalé par R.H.
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