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27.10.10

Artigos históricos sobre a Batalha de Lepanto

... e outros temas da relação entre o islão e o civilização cristã.
Turchi ed Europa: Battaglia di Lepanto 1571
Il Senato veneto: "Non virtus, non arma, non duces, sed Maria Rosarii victores nos fecit" ("Non il valore, non le armi, non i condottieri, ma la Madonna del Rosario ci ha fatto vincitori").

Turks and Europe: The Battle of Lepanto 1571

The Venetian Senate: "It was neither the generals nor battalions nor arms that brought us victory; but it was Our Lady of the Rosary."
Documento inserimento livello
VEDI 01. Pio V, campione della cristianità contro l'Islam - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   *   
VEDI 02. Misure difensive contro l'Islam - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   *   
VEDI 03. Il sultano Selim II e la conquista di Cipro - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   **   
VEDI 04. Pio V e la estenuante trattativa per la costituzione della Lega - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   ***   
VEDI 05. Marcantonio Colonna generalissimo della flotta pontificia - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   *   
VEDI 06. Le lunghe trattative per costituire la Lega - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   ***   
VEDI 07. Mentre Spagna e Venezia litigano, a Cipro si muore - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   ***   
VEDI 08. Interminabili difficoltà, infine la santa Lega: 27 maggio 1571 - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   ***   
VEDI 09. Inizia la preparazione, proseguono le incomprensioni - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   **   
VEDI 10. La vittoria navale di Lepanto - Ludwig von PASTOR

21/07/2007   **   
VEDI 11. San Pio V contro i Turchi - Ludwig von PASTOR

22/07/2007   *   
VEDI 12. Giubilo a Roma - Ludwig von PASTOR

22/07/2007   **   
VEDI 13. San Pio V incita alla Crociata - Ludwig von PASTOR

22/07/2007   **   
VEDI 14. Portata e significato della vittoria - Ludwig von PASTOR

22/07/2007   *   
VEDI 15. La vittoria di Lepanto nelle lettere e nell'arte - Ludwig von PASTOR

22/07/2007   **   
VEDI 7 ottobre 1571. La vittoria di Lepanto, una data per l'Occidente libero - Rodolfo RIDOLFI

28/07/2007   *   
VEDI Anche la Chiesa festeggia le vittorie sull'Islam - Paolo GRANZOTTO

20/07/2007   *   
VEDI Bertinotti e Santa Maria della Vittoria - Antonio SOCCI

20/07/2007   *   
VEDI Cronaca della battaglia di Lepanto - Julius EBNOETHER

21/07/2007   *   
VEDI Cronaca della battaglia di Lepanto 1571

28/07/2007   *   
VEDI Europa-Islam, a Lepanto persero in due - Marco MESCHINI

28/07/2007   *   
VEDI Il declino di una tradizione militare. Aristocratici italiani e guerre europee. 1560-1800 - Francesco PAPPALARDO

01/11/2005   **   
VEDI Il papa di Lepanto: Pio V - Rino CAMMILLERI

09/01/2006   *   
VEDI La battaglia del 1571

01/11/2005   *   
VEDI La battaglia di Lepanto - Marco TANGHERONI

27/05/2005   **   
VEDI La croce e la mezzaluna. Lepanto 7 ottobre 1571 - Arrigo PETACCO

28/07/2007   *   
VEDI Le forze dei contendenti nella battaglia di Lepanto

01/11/2005   *   
VEDI Lepanto - Gilbert Keith CHESTERTON

06/10/2007   *   
VEDI Lepanto - Gilbert Keith CHESTERTON

07/10/2007   *   
VEDI Lepanto: a Gaeta il vessillo restaurato

06/10/2010   *   
VEDI Lepanto: il mito non tramonta - Alberto LEONI

26/10/2007   **   
VEDI Non c'erano pacifisti ai tempi di Lepanto - Paolo GRANZOTTO

25/05/2004   *   
VEDI Storia della festa del Rosario - Lorenzo CAPPELLETTI

27/05/2005   *   
VEDI The battle of Lepanto - William Thomas WALSH

03/06/2006   **   
34 Documenti presenti * testi per tutti
** testi per approfondimenti
*** testi specialistici



ARTICOLI CORRELATI SU STORIALIBERA.IT:
La Croce e la Mezzaluna    [ StoriaLibera.it > Temi ]

LINK ESTERNI:
Batalla de Lepanto
Lepanto foundation
The battle of Lepanto
The Battle of Mohács 1526
Victory over the Turks at Malta, Lepanto and Vienna
Islam - the religion of peace

BIBLIOGRAFIA:

Arrigo PETACCO, La croce e la mezzaluna. Lepanto 7 ottobre 1571: quando la Cristianità respinse l'Islam, Mondadori, Milano 2005.
Roger CROWLEY, Imperi del mare. Dall’assedio di Malta alla battaglia di Lepanto, Bruno Mondadori, 2009.

25.10.10

Luige, istine in necropolim vaticana sub basilicam Petrinam?

O Vaticano possibilita agora a visita virtual, guiada, ao túmulo do primeiro Papa. Depois do martýrio do Apóstolo, os christãos depositaram o seu corpo naquelle logar onde acorreram tantos fiéis e, mais tarde, haveria de ser construída pelo imperador Constatino a primeira basílica dedicada ao Sancto. Uma viagem pelos sæculos dos sæculos.

São Pedro, rogai por nós.

3.10.10

De arte Lusitana

Um dos "trunfos" da arte islâmica ― o arco em ferradura ― é muito anterior ao islão, conforme atestam os trabalhos iniciados em 1877 pelo introductor da archaiologia scientífica em Portugal, Estácio da Veiga, continuados por Leite de Vasconcelos e aprofundados cerca de cem anos depois do primeiro pela equipa de Cláudio Torres, que trouxeram ao público a memória da Basílica Paleocristã de Myrtilis (Mértola), construção composta por três naves e duas ábsides afrontadas, uma oriental e outra ocidental, em cuja fachada se teria aberto um pórtico, «provavelmente em duplo arco de ferradura ou arco ultrapassado, assente em colunas, de acordo com a sugestiva figuração de pórticos, esculpida em algumas lápides, e especialmente bem elaborada na do chantre Andreas, sendo assinalável o realismo algo naïf da arte deste período. (...)

Sem dúvida a função primacial [da vasta basílica myrtilense] foi a de lugar de doutrina e culto cristão, assistida por um corpo eclesial hierarquizado e bastante completo formado por presbíteros de que se conhecem os nomes de alguns; (Satírius, Romanus, Simplícius, Britto, Afranius), que presidiram à celebração de ofícios (a missa), administração dos sacramentos, formação dos catecúmenos etc, servida por uma pompa litúrgica especialmente rica no período visigótico. Queremos realçar aqui a função do canto que desempenhou um papel importante no convite à piedade e na criação de um clima emocional propício à exaltação do divino e ao fortalecimento da fé, nestas comunidades primitivas.

Sobre o exercício do canto na igreja myrtilense informa-nos o epitáfio (séc.VI) do já referido Andreas designado no texto "princeps cantorum", isto é o primeiro cantor [referência única em toda a península ibérica], e como era habitual deve ter presidido ao côro [local preferido para as inumações] e a uma "Schola" de cantores; e quem sabe se não exerceu a função de escola laica ministrando nesses tempos difíceis os rudimentos de leitura e escrita assumindo assim uma função social, como era habitual na alta Idade Média.

Além dos presbíteros e chantres, (cléricos de ordens maiores), a igreja de Myrtilis foi também servida pelos chamados menoristas. Entre estes conhecem-se o leitor Tyberius que faria a leitura das epístolas e um ostiário (porteiro) chamado Exupérius que teria por função a segurança e a limpeza da igreja.»

A Basílica funerária de Myrtilis extra-muros tem ainda a oferecer aos seus visitantes a mais antiga lápide de um judeu na península ibérica, com um candelabro (menorah), a exemplificar a componente judaica latinizada da sociedade myrtilense, próxima à cristã, bem como algumas epígrafes gregas, aparentemente de falantes com representação eclesiástica própria, referindo Êutiques, por coincidência ou não o nome do proponente do monofisismo. Esta heresia cristã de tipo unitariano, segundo Cláudio Torres, teria predisposto Mértola, tal como outras urbes mediterrânicas onde majoravam o arianismo e o monotelismo, à penetração do islão nos séculos VII e VIII.

«Antes da sacralização do local, ocorrida em meados do século V, essa zona foi ocupada por uma necrópole de incineração, que deu lugar a um cemitério de inumação a partir de finais do século I.» Quanto à tipologia da basílica e suas sepulturas (com tesselas), é de salientar a influência do norte de África, Proconsular, com o qual a cidade teria fortes ligações comerciais através do rio Guadiana. A orientação dos túmulos paleocristãos, com a cabeça a poente e o corpo deitado de costas de forma a que este possa olhar o Sol nascente no dia do Juízo Final, difere da dos islâmicos, com o lado direito virado a Meca.

«Embora seja identificável, do ponto de vista arqueológico, um estrato de destruição perfeitamente nítido (com abundantes vestígios do telhado [tégula e imbrices] sobre o pavimento) é possível que, logo no início do período islâmico, o local tenha servido como zona funerária. Algumas das sepulturas islâmicas (localizadas no mesmo nível arqueológico das paleocristãs) apresentam com estas fortes semelhanças do ponto de vista construtivo. Outras assentavam sobre o derruído telhado da basílica, edifício que teria entretanto sido abandonado», embora a zona seguisse sendo uma importante área mortuária. Há ainda elementos decorativos de origem oriental (aves do paraíso com cauda de pavão num campo de ramos de roseiras em botão) presentes nas lápides paleocristãs e mais tarde na cerâmica verde e manganês do Al-Andalus.

Mas característica da Lusitânia teria sido, entre outros pormenores epigráficos, a representação de arcos sobre colunas. Eis a transcrição do Epitáfio de Andreas:

«arco duplo (em ferradura) assente sobre duas colunas torsas com capitéis decorados [de tipo corintizante]
(dentro do arco)
alfa crismon ómega
ANDREAS FAMVLVS
DEI PRINCEPS CAN-
TORUM SACROSAN
CTE A[E]CLISIAE MER-
TILLIA[N]E VIXIT
ANNOS XXXVI
REQVIEVIT IN PA-
CE SUB D(IE) TERTEO
KAL(ENDAS) APRILES
AERA ∂LX TRI-
SIS
André, [familiar-]servidor
de Deus, primeiro [principal]
cantor da sacrossanta
Igreja
Mertiliana, viveu
36 anos,
descansou em
paz no terceiro dia
das calendas de Abril
da era de 560 e 3 [era de César] (o que corresponde no nosso calendário ao dia 30 de Março do ano de 525)
(alfa, cruz monogramática, ómega)
CH[...]

Chama-se a atenção para a expressão sacrossancta aeclisia mertilliana que refere o conjunto da comunidade cristã de Mértola, e para a decoração de arcos sobre capitéis decorados por três ordens de folhas de acanto, sustentadas por colunas torsas. As duas cruzes com alfa e ómega, a indicar que em Cristo está o princípio e o fim, iniciam e fecham o texto funerário: uma linha abaixo podem ver-se as letras CH[...], certamente início de uma frase de tipo propiciatório como por exemplo ― Cristo esteja contigo!.»

in Museu de Mértola - Basílica Paleocristã, coord. (catálogo e exposição) Cláudio Torres, ed. Campo Arqueológico de Mértola, 1993

25.9.10

Mulieribus pulchrissimis cum simus

As nossas queridas leitoras, convidadas que estão a colaborar connosco, terão com certeza reparado o quão deletérias para todos os que vivemos em sociedade são as execrandas doctrinas do feminismo, que odeia as mulheres, e do falsário Má-fama, conforme cá se tem publicado. Qual luz das nações, a Egreja promove a dignidade das filhas de Eva e, se de outros modos não o fizesse, o dizer que de toda a Criação o mais perfeito que Deus fez foi uma Mulher bastaria: "Perfecit manuum super omnia facta suarum hoc unum et reliquis prætulit Auctor opus".

Nesta senda, o Papa dedicou algumas catecheses em Setembro a duas mulheres fortes: a Sancta Hildegarda de Bingen, já falada pelo Luís a propósito da música, e a Sancta Clara de Assis. Ouvide os resumos das mesmas e se para mais multiplicardes o vosso tempo precioso lede os todos os textos:

22.9.10

Activistas pró-Palestina estupradas pelos seus protegidos (2)

Já aqui demos conta de uma notícia que relatava uma série de ocorrências triplamente trágicas de raparigas que protestam a favor da causa palestiniana serem violadas pelos homens cujos direitos pretendem defender; que não são protegidas pelas organizações que as colocam no terreno; e de serem pressionadas pelos seus protegidos e pelas organizações referidas a não apresentar queixa, nem a tornar públicas as suas tormentas. Aquilo que, à primeira vista, podia parecer uma inclinação desbragada de indivíduos que não são educados a controlar os seus impulsos, nem a respeitar as mulheres, parece agora uma estratégia para forçar as raparigas a ficar nos campos de refugiados, contra a sua vontade, grávidas e sem qualquer apoio. Quem conhece minimamente a história da interacção entre o islão e a Europa ― sobretudo a do sul ―, sabe que foi prática sistemática muçulmana, até ao séc. XIX, capturar europeus, posteriormente vendidos como escravos, quer em razias¹ (incursões armadas costa adentro), quer através de actos de pirataria marítima, obra dos corsários que ficaram conhecidos como Piratas Berberes (Barbary Pirates²). Enquanto os escravos de sexo masculino eram maioritariamente destinados aos trabalhos forçados e outras actividades vis, as mulheres ― devido ao encanto que as suas peles claras exerciam sobre os árabes e ao facto de, sendo mulheres e "infiéis", não lhes ser reconhecida qualquer dignidade humana pelos seus proprietários ―, eram destinadas à escravidão sexual (como as árabes). Pelos vistos, a tendência mantém-se, ainda que por meios distintos. Deus as ajude.
«Two activists have exposed a disturbing phenomenon that they say is an open secret within the “peace camp”: female “peace” activists are routinely harassed and raped by the Arabs of Judea and Samaria with whom they have come to identify. They say the phenomenon has gotten worse lately and that many foreign women end up as wives of local Arabs against their will, but cannot escape their new homes. (...) It turns out (...) that when female peace activists from Israel and abroad come out to Judea and Samaria and demonstrate against the Israeli “occupation,” they are assaulted sexually by the Arab men whom they have come to help. These are not isolated incidents, Aloni-Sedovnik stresses. Rather, this is an “ongoing and widespread” phenomenon that includes verbal and physical abuse. She accuses the peace camp of purposely covering up the trend so as not to offend “the Palestinians and their heritage, which sees women as sexual objects.” Aloni-Sedovnik cites two specific cases which she has knowledge of – one is a case of rape and another is “severe sexual harassment.” The attackers in both cases, she stresses, were familiar with the victims and knew that they were “peace activists.”
The rape occurred several months ago in the village of Umm Salmona, near Bethlehem. The victim, an American activist, wanted to press charges but leftist activists put pressure on her not to do so, so as not to damage the struggle against the 'occupation.'
The second case involved an Israeli activist who took part in the demonstrations at Shimon HaTzaddik neighborhood in eastern Jerusalem, where the High Court ruled that Jewish families may move into homes that they have owned for generations. This woman filed a complaint with the police but retracted it after “severe and unfair pressure” from the demonstrations' organizers, according to Aloni-Sedovnik. Furthermore, the organizers appealed to demonstrators to dress modestly when they come to the Arab neighborhoods and suggested that they wear head scarves.
(...)
"These are not just cases of rape carried out to satisfy lust,” he writes. “Usually, they are carried out systematically in order to make the girl pregnant and then take her as a wife – after she converts to Islam, of course. We know about this system from the stories of women who underwent a similar process within Israel and escaped to Europe. But it is hard to escape from the Palestinian territories. Sometimes these women – some of whom are no longer young – are never allowed to leave their homes unaccompanied, in order to forestall their escape.”»
Prova de que até o maior trafulha pode dizer algo acertado, ocasionalmente, citemos Karl Marx: «A História repete-se a si própria, primeiro como tragédia, depois como farsa». Para não acabarmos com Marx, citemos ainda George Santayana: "Those who cannot remember the past are condemned to repeat it."

¹ - palavra de origem árabe.
² - «The Barbary Corsairs, sometimes called Ottoman Corsairs or Barbary Pirates, were Muslim pirates and privateers who operated from North Africa, based primarily in the ports of Tunis, Tripoli and Algiers. This area was known in Europe as the Barbary Coast, a term derived from the name of its Berber inhabitants. Their predation extended throughout the Mediterranean, south along West Africa's Atlantic seaboard and even South America, and into the North Atlantic as far north as Iceland, but they primarily operated in the western Mediterranean. In addition to seizing ships, they engaged in Razzias, raids on European coastal towns and villages, mainly in Italy, Spain, and Portugal, but also France, Britain, the Netherlands, Ireland, and as far away as Iceland. The main purpose of their attacks was to capture Christian slaves for the Islamic market in North Africa and the Middle East.»

5.9.10

«El Cid», contra a propaganda muçulmana

Baron Bodissey, do Gates of Vienna, decidiu divulgar um filme cuja acção decorre na Península Ibérica ocupada pelos mouros. A iniciativa visa contrariar a crença inculcada na consciência histórica ocidental através de persistente propaganda progressista, de inspiração anticristã, segundo a qual a Península teria vivido um período de singular convivência entre cristãos, judeus e muçulmanos durante o domínio destes. Embora esta crença tenha algum fundamento, está bem longe de poder caracterizar os mais de setecentos anos de ocupação, como se pretende fazer crer. Para nós, portugueses, este assunto tem uma relevância particular, uma vez que os muçulmanos não escondem o seu desejo de conquistar novamente a Península, a qual parece ocupar lugar mítico na consciência comum islâmica, espécie de protótipo do estado islâmico por excelência, nunca antes alcançado e nunca mais repetido. Embora o filme seja, por vezes, pouco subtil, à boa maneira de Hollywood, não deixa de ser um instrumento válido na tentativa de levar os nosso concidadãos a rever por si próprios a história da nossa civilização, do nosso país, da nossa religião, para além das cortinas de fumo da narrativa progressista.

It was no accident of public relations that “Córdoba Initiative” was chosen as the title of the Ground Zero mosque project. The city of Córdoba was the capital of al-Andalus, the Umayyad Caliphate in Iberia, and the famous Córdoba Mosque was built atop the rubble of a destroyed church. For the last several decades Islam has been expanding into the West using cunning and deceit facilitated by the treason of our governing elites, who have sold their own countries to the Islamic invaders. This peaceful conquest is a historical anomaly, however — from its inception until its long decline began in 1683, Islam expanded solely through violence. Wherever Islam expanded violently, it built mosques at the sites of its victories. The minarets rose over the rubble of destroyed churches, synagogues, and temples to stand as symbols of Islam’s conquest of the kuffar. The Córdoba Mosque was an architectural announcement of the Moorish triumph over Christian Iberia. The Córdoba Initiative thus provides an obvious historical analogy to the Islamic victory on September 11th, 2001, at Ground Zero. The significance of the name and place will not be lost on any educated Muslim who hears about the project. As a counterweight to Imam Rauf’s propaganda coup, The El Cid Project aims to establish a different narrative around the hallowed ground in Lower Manhattan. The Castilian nobleman Rodrigo Díaz de Vivar, popularly known as “El Cid”, led a successful campaign in the 11th century against the Moors. He is a hero of the Reconquista, the centuries-long Christian struggle to drive the Muslims out of Iberia. In 1961 El Cid was made into a movie starring Charlton Heston and Sophia Loren. It’s a gorgeous production — they don’t make movies like that anymore. Just imagine: Christian soldiers marching proudly into battle under the banner of the Cross — in a Hollywood movie! What a difference fifty years makes. The El Cid Project proposes screening the movie near the Ground Zero site. We’ll do our part by showing a YouTube version of it here in seventeen installments (subtitled in Portuguese, no less).
The video above is the first of seventeen parts. We’ll post an installment every weekday, with the final part on September 10th.Read more at gatesofvienna.blogspot.com

24.8.10

CLXXXIII. Esta é dun miragre que mostrou Santa Maria en Faaron quand' era de mouros.



Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz
dela mal a ssa omagen, e caomia-llo assaz.

Desto direi un miragre que fezo en Faaron
a Virgen Santa Maria en tenpo d' Aben Mafon,
que o reino do Algarve ti' aquela sazon
a guisa d' om' esforçado, quer en guerra, quer en paz.

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...

En aquel castel' avia omagen, com' apres' ei
da Virgen mui groriosa, feita como vos direi
de pedra ben fegurada, e, com' eu de cert' achei,
na riba do mar estava escontra ele de faz.

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...

Ben do tempo dos crischãos a sabian y estar,
e porende os cativos a yan sempr' aorar,
e Santa Mari' a vila de Faaron nomar
por aquesta razon foron. Mas o poboo malvaz

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...


Dos mouros que y avia ouveron gran pesar en,
e eno mar a deitaron sannudos con gran desden;
mas gran miragre sobr' esto mostrou a Virgen que ten
o mund' en seu mandamento, a que soberva despraz.

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...

Ca fez que niun pescado nunca poderon prender
enquant' aquela omagen no mar leixaron jazer.
Os mouros, pois viron esto, fórona dali erger
e posérona no muro ontr' as amas en az.

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...

Des i tan muito pescado ouveron des enton y,
que nunca tant' y ouveran, per com' a mouros oý
dizer e aos crischãos que o contaron a mi;
poren loemos a Virgen en que tanto de ben jaz.

Pesar á Santa Maria de quen por desonrra faz...


Santa Maria de Ossónoba, rogai por nós.

8.8.10

Cruzadas: lenda negra contra a Igreja, volta-se contra o Ocidente

Artigo do jornalista italiano Vittorio Messori sobre as Cruzadas, no qual se aborda a razão de figurarem entre os argumentos usados pelos muçulmanos contra o Ocidente, considerando que antes do colonialismo o mundo islâmico as tinha praticamente esquecido.

Um artigo a ler integralmente na língua original ou em castelhano no Religión en Libertad:

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Crociate
di Vittorio Messori
[Da «il Timone» n. 49, Gennaio 2006]
Cardini che ha ricordato più volte come l’Occidente moderno abbia contribuito a creare con le sue mani la reazione islamica di cui è ora bersaglio. Nel mondo musulmano, ciò che viene da Europa, da Israele, dall’America è qualificato con odio, invariabilmente, Come “crociata”. “Crociati” sono gli israeliani che distruggono case ed elevano muri, “crociati” sono gli americani che bombardano e che occupano, “crociati” sono gli europei, anche se giungono tra loro con organizzazioni umanitarie. In realtà, come ha documentato lo storico fiorentino, la memoria delle spedizioni dei due primi secoli del Mille era praticamente scomparsa tra i musulmani se non, forse, nelle zone del Medio Oriente che avevano visto quel confronto. In effetti, sul piano oggettivo, le crociate — che avevano mobilitato poche migliaia di uomini — erano state un colpo di spillo in un mondo islamico sconfinato, che andava dal Portogallo sino all’Asia Centrale. Venne, però, l‘era del colonialismo e i governi europei, a cominciare da quello francese — composti da massoni e funzionanti come bracci politici delle Grandi Logge — si inquietarono perché al seguito delle truppe che conquistavano territori in Africa e in Asia giungevano i missionari. Bisognava neutralizzarli: da qui, il gran daffare per installare anche in quei luoghi la contro-chiesa, la massoneria, nella quale educare i notabili locali. A quelle logge fu affidata la propaganda anticattolica: come prendere sul seno i preti, i cui predecessori avevano organizzato e gestito campagne di guerra contro l’Islam, avevano massacrato bambini, violentato donne, rubati i tesori e tutto questo l’avevano chiamato “crociata”? La memoria di quegli eventi, travestita con i panni della più plateale leggenda nera, fu richiamata in vita, annunciata alte plebi, che spesso non ne avevano mai sentito parlare e sempre più radicalizzata. Il colonialismo finì, ma il seme gettato aveva ormai vigoreggiato: l’odio destinato alla Chiesa ha finito, così, per coinvolgere l’intero Occidente, con i risultati che ora vediamo bene.
La crociata non fu aggressione e non fu guerra santa, fu legittima difesa: è una verità che sembra non si riesca a far passare. Eppure, basterebbe un piccolo atlante storico per capire. Quando Costantinopoli fece pervenire in Europa il suo grido di aiuto, il già estesissimo Impero Romano d’Oriente era ridotto alle dimensioni dell’attuale, piccola Grecia, inferiore alla metà dell’Italia. Dopo la conquista del Medio Oriente e di tutta l’Africa del Nord, ai guerrieri di Allah bastava solo un passo ulteriore ed era finita anche per quell’ultimo lembo di cristianità. Andare in soccorso dei fratelli nella fede era un sacro dovere. Certo, la storia è misteriosa e, ad occhi umani, talvolta crudele. Nate anche come impresa di solidarietà tra cristianità orientale e occidentale, le crociate finirono col creare tra le due comunità un muro che non si è ancora riusciti a sgretolare. Quella Costantinopoli che i turchi non erano riusciti ancora ad espugnare, fu presa e saccheggiata, nel 1204, da un esercito che era partito dall’Europa con le insegne della crociata e che, invece che contro gli infedeli, finì coll’accanirsi contro i fratelli nella fede. Se la crociata non fu aggressione, non fu neppure, dicevamo, guerra di religione. Ciò che importava era riaprire ai cristiani la via del pellegrinaggio verso il santo Sepolcro, nessuno aveva intenzione di convertire al Vangelo i seguaci del Corano. Non ci furono sforzi missionari. A parte qualche atto isolato di gruppetti fanatici, nessun musulmano fu infastidito per la sua fede. La Chiesa, comunque, non mise mai questo tra gli obiettivi della crociata. Come mostrano le fonti, a Gerusalemme i Templari stessi, pur sempre pronti a dar battaglia, se necessario, avevano a fianco della loro chiesa una moschea e ciascuno lasciava che l’altro pregasse il suo Dio. I primi tentativi di conversione in quei luoghi risalgono al XIII secolo, ad opera dei Francescani, quando ormai tutto era finito per i Regni cristiani e l’Islam aveva ridisteso ovunque la sua coltre. Non a caso, quei frati finirono quasi tutti martiri. Read more at www.kattoliko.it

4.8.10

Do Canto Septimo

A vos, ô geraçam de Luʃo digo,
  Que tam pequena parte ʃois no mundo:
  Não digo inda do mundo, mas no amigo
  Curral de quem gouerna o çeo rotundo:
  Vos, a quem não ʃomente algum perigo
  Eʃtorua conquiʃtar o pouo inmundo:
  Mas nem cobiça, ou pouca obediencia
  Da Madre, que nos çeos eʃtá em eʃʃencia.


Vos Portugueʃes poucos, quanto fortes,
  Que o fraco poder voʃʃo não peʃais,
  Vos que aa cuʃta de voʃʃas varias mortes
  A lei da vida eterna dilatais:
  Aßim do çeo deitadas ʃam as ʃortes,
  Que vos por muito poucos que ʃejais,
  Muito façais na ʃancta Chriʃtandade:
  Que tanto, ô Chriʃto exaltas a humildade.


Vedelos Alemães, ʃoberbo gado,
  Que por tam largos campos ʃe apacenta,
  Do ʃucceʃʃor de Pedro rebelado,
  Nouo paʃtor, & noua ceita inuenta:
  Vedelo em feas guerras occupado,
  Que inda co cego error ʃe nam contenta,
  Não contra o ʃoberbißimo Otomano:
  Mas por ʃair do jugo ʃoberano.


Vedelo duro Ingles, que ʃe nomea
  Rei da velha & ʃanctißima cidade,
  Que o torpe Iʃmaelita ʃenhorea,
  (Quem vio honra tam longe da verdade)
  Entre as Boreais neues ʃe recrea,
  Noua maneira faz de Chriʃtandade,
  Pera os de Chriʃto tem a eʃpada nua,
  Nam por tomar a terra que era ʃua:


Guardalhe por entanto hum falʃo Rei,
  A cidade Hieroʃolima terreste,
  Em quanto elle não guarda a ʃancta lei,
  Da cidade Hieroʃolima celeʃte:
  Pois de ti Gallo indigno que direy?
  Que o nome Christianißimo quiʃeste,
  Nam pera defendelo, nem guardalo,
  Mas pera ʃer contra elle, & derribalo.


Achas que tẽs direito em ʃenhorios
  De Chriʃtãos, ʃendo o teu tam largo & tãto,
  E nam contra o Cynifio & Nilo rios
  Inimigos do antigo nome ʃancto,
  Ali ʃe ande prouar da eʃpada os fios,
  Em quem quer reprouar da Ygreja o canto,
  De Carlos, de Luis, o nome & a terra
  Erdaʃte, & as cauʃas nam da juʃta guerra?


Pois que direy daquelles que em delicias,
  Que o vil ocio no mundo traz conʃigo,
  Gastão as vidas, logrão as diuicias,
  Eʃquecidos de ʃeu valor antigo:
  Naʃcem da tyrania inimicicias,
  Que o pouo forte tem de ʃi inimigo,
  Contigo Italia fallo, ja ʃumerʃa
  Em vicios mil, & de ti meʃma aduerʃa.


O miʃeros Chriʃtãos, pola ventura
  Sois os dentes de Cadmo deʃprarzidos,
  Que hũs aos outros ʃe dão aa morte dura,
  Sendo todos de hum ventre produzidos?
  Nam vendes a diuina ʃepultura
  Poʃʃuida de cães, que ʃempre unidos
  Vos vem tomar a voʃʃa antiga terra,
  Fazendo ʃe famoʃos pela guerra?


Vedes que tem por vʃo & por decreto,
  Do qual ʃam tão inteiros obʃeruantes,
  Ajuntarem o exercito inquieto,
  Contra os pouos, que ʃam de Chriʃto amantes.
  Entre vos nunca deixa a fera Aleto
  De ʃamear cizanias repugnantes,
  Olhay ʃeʃtais ʃeguros de perigos,
  Que elles & vos, ʃois voʃʃos inimigos.


Se cobiça de grandes ʃenhorios
  Vos faz yr conquiʃtar terras alheas,
  Nam vedes que Pactolo & Hermo rios,
  Ambos voluem auriferas areas,
  Em Lidia, Aßiria laurão de ouro os fios,
  Affrica eʃconde em ʃi luzentes veas,
  Mouauos ja ʃe quer riqueza tanta,
  Pois mouer vos não pode a caʃa Sancta.


Aquellas inuenções feras & nouas,
  De instrumentos mortais da artelharia,
  Ia deuem de fazer as duras prouas,
  Nos muros de Bizancio, & de Turquia:
  Fazei que torne la aas ʃilueʃtres couas,
  Dos Caspios montes, & da Citia fria,
  A Turca geração, que multiplica
  Na policia da voʃʃa Europa rica.


Gregos, Traces, Armenios, Georgianos
  Bradando vos eʃtão, que o pouo bruto
  Lhe obriga os caros filhos aos profanos
  Preceptos do alcorão (duro tributo)
  Em caʃtigar os feitos inhumanos
  Vos gloriay de peito forte, & aʃtuto,
  E não queirais louuores arrogantes,
  De ʃerdes contra os voʃʃos muy poʃʃantes.


Mas em tanto que cegos, & ʃedentos
  Andais de voʃʃo ʃangue, o gente inʃana,
  Não faltarão Chriʃtãos atreuimentos,
  Neʃta pequena caʃa Luʃitana
  De Affrica tem maritimos aʃʃentos,
  He na Aʃia mais que todas ʃoberana,
  Na quarta parte noua os campos ara,
  E ʃe mais mundo ouuera la chegâra.

17.7.10

Navas de Tolosa (2)

"Those who cannot remember the past are condemned to repeat it." George Santayana (1863-1952)

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Hoy, 16 de julio, nos acercamos al octavo centenario. Os dejo dos videos:

Un resumen de tres minutos:

Y un documental más extenso, de casi media hora:


www.Tu.tv

Y un enlace a un texto muy interesante en un blog que acabo de conocer: LAS NAVAS DE TOLOSA O EL TRIUNFO DE LA SANTA CRUZ

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Navas de Tolosa

História da Península Ibérica, história da resistência ao islão:

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«Ya ni siquiera se estudia en los colegios, creo. Moros y cristianos degollándose, nada menos. Carnicería sangrienta. Ese medioevo fascista, etcétera. Pero es posible que, gracias a aquello, mi hija no lleve hoy velo cuando sale a la calle. Ocurrió hace casi ocho siglos justos, cuando tres reyes españoles dieron, hombro con hombro, una carga de caballería que cambió la historia de Europa. El próximo 16 de julio se cumple el 798 aniversario de aquel lunes del año 1212 en que el ejército almohade del Miramamolín Al Nasir, un ultrarradical islámico que había jurado plantar la media luna en Roma, fue destrozado por los cristianos cerca de Despeñaperros. Tras proclamar la yihad -seguro que el término les suena- contra los infieles, Al Nasir había cruzado con su ejército el estrecho de Gibraltar, resuelto a reconquistar para el Islam la España cristiana e invadir una Europa -también esto les suena, imagino- debilitada e indecisa. (…)»

Arturo Pérez-Reverte

Eis o resto do texto, in Pérez-Reverte:
«(...) Los paró un rey castellano, Alfonso VIII. Consciente de que en España al enemigo pocas veces lo tienes enfrente, hizo que el papa de Roma proclamase aquello cruzada contra los sarracenos, para evitar que, mientras guerreaba contra el moro, los reyes de Navarra y de León, adversarios suyos, le jugaran la del chino, atacándolo por la espalda. Resumiendo mucho la cosa, diremos que Alfonso de Castilla consiguió reunir en el campo de batalla a unos 27.000 hombres, entre los que se contaban algunos voluntarios extranjeros, sobre todo franceses, y los duros monjes soldados de las órdenes militares españolas. Núcleo principal eran las milicias concejiles castellanas -tropas populares, para entendernos- y 8.500 catalanes y aragoneses traídos por el rey Pedro II de Aragón; que, como gentil caballero que era, acudió a socorrer a su vecino y colega. A última hora, a regañadientes y por no quedar mal, Sancho VII de Navarra se presentó con una reducida peña de doscientos jinetes -Alfonso IX de León se quedó en casa-. Por su parte, Al Nasir alineó casi 60.000 guerreros entre soldados norteafricanos, tropas andalusíes y un nutrido contingente de voluntarios fanáticos de poco valor militar y escasa disciplina: chusma a la que el rey moro, resuelto a facilitar su viaje al anhelado paraíso de las huríes, colocó en primera fila para que se comiera el primer marrón, haciendo allí de carne de lanza. La escabechina, muy propia de aquel tiempo feroz, hizo época. En el cerro de los Olivares, cerca de Santa Elena, los cristianos dieron el asalto ladera arriba bajo una lluvia de flechas de los temibles arcos almohades, intentando alcanzar el palenque fortificado donde Al Nasir, que sentado sobre un escudo leía el Corán, o hacía el paripé de leerlo -imagino que tendría otras cosas en la cabeza-, había plantado su famosa tienda roja. La vanguardia cristiana, mandada por el vasco Diego López de Haro, con jinetes e infantes castellanos, aragoneses y navarros, deshizo la primera línea enemiga y quedó frenada en sangriento combate con la segunda. Milicias como la de Madrid fueron casi aniquiladas tras luchar igual que leones de la Metro Goldwyn Mayer. Atacó entonces la segunda oleada, con los veteranos caballeros de las órdenes militares como núcleo duro, sin lograr romper tampoco la resistencia moruna. La situación empezaba a ser crítica para los nuestros -porque sintiéndolo mucho, señor presidente, allí los cristianos eran los nuestros-; que, imposibilitados de maniobrar, ya no peleaban por la victoria, sino por la vida. Junto a López de Haro, a quien sólo quedaban cuarenta jinetes de sus quinientos, los caballeros templarios, calatravos y santiaguistas, revueltos con amigos y enemigos, se batían como gato panza arriba. Fue entonces cuando Alfonso VII, visto el panorama, desenvainó la espada, hizo ondear su pendón, se puso al frente de la línea de reserva, tragó saliva y volviéndose al arzobispo Jiménez de Rada gritó: «Aquí, señor obispo, morimos todos». Luego, picando espuelas, cabalgó hacia el enemigo. Los reyes de Aragón y de Navarra, viendo a su colega, hicieron lo mismo. Con vergüenza torera y un par de huevos, ondearon sus pendones y fueron a la carga espada en mano. El resto es Historia: tres reyes españoles cabalgando juntos por las lomas de Las Navas, con la exhausta infantería gritando de entusiasmo mientras abría sus filas para dejarles paso. Y el combate final en torno al palenque, con la huida de Al Nasir, el degüello y la victoria. ¿Imaginan la película? ¿Imaginan ese material en manos de ingleses, o norteamericanos? Supongo que sí. Pero tengan la certeza de que, en este país imbécil, acomplejado de sí mismo, no la rodará ninguna televisión, ni la subvencionará jamás ningún ministerio de Educación, ni de Cultura.»