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27.9.09

Wilders avisa

Quem te avisa teu amigo é. Contesto a desclassificação de Wilders como sendo de extrema-direita. E mesmo que fosse, isso não significa que as suas afirmações sejam falsas. Nos videos abaixo, Wilders faz o ponto da situação da expansão do Islão na Europa e descreve o conflito Israelo-Árabe como o ponto fulcral onde se joga o futuro do Ocidente face ao processo de islamização. Wilders será radical, mas face à ameaça que sobre nós se abate, uma ideologia religiosa totalitária, outras alternativas parecem ineficazes. Será que queremos arriscar? Uma referência ao décimo ponto do plano de Wilders para parar a islamização do Ocidente: ver-mo-nos livres de líderes fracos (e absolutamente ignorantes da presente situação). Via Faith Freedom International.

23.9.09

Ex-muçulmanos fundam associação

Já aqui temos feito referência à Faith Freedom International, organização de apóstatas do Islão que procura estimular os muçulmanos a examinar as suas escrituras - Corão e ahadith -, as suas crenças, os seus costumes, em suma, a aplicar ao Islão o espírito crítico. Amanhã, é apresentada publicamente mais uma associação de ex-muçulmanos vocacionada para a protecção dos apóstatas contra a pena que a sharia lhes reserva: a morte; e para a educação da opinião pública e dos poderes públicos sobre a sharia e o Islão, entre outros objectivos bem expressos no documento onde definem a sua missão. Former Muslims United: um site a seguir. Via Pajamas Media.

15.9.09

... e a academia americana também

Passadas algumas semanas da polémica decisão da Yale University Press de não incluir qualquer imagem num livro a publicar sobre os doze cartoons dinamarqueses que tanta fúria provocaram por todo o mundo islâmico, de Londres a Damasco, de Amesterdão a Teerão, a informação recolhida sobre a absurda opção, mais diplomática que editorial e, seguramente, nada académica, parece trazer alguma luz sobre a matéria. No American Thinker podemos ler um resumo dos acontecimentos. Ao que parece, não é só a academia britânica que se vende aos petrodólares.

2.7.09

Uma leitura crítica do Sermão - III: "Em quem acreditar?"

Wafa Sultan, médica síria naturalizada norte-americana, educada no islamismo e empenhada em combater o radicalismo islamista e na defesa dos direitos humanos no mundo islâmico, diz ter sido confrontada por muitos dos seu leitores, na sequência do infame discurso do Cairo, com a questão: "Em quem acreditar? Em Obama ou em si?" A partir desta circunstância, Sultan ensaia uma curta reflexão sobre o discurso e as suas eventuais consequências pérfidas. Aqui ficam dois destaques e a recomendação de leitura de todo o artigo, assim como a referência ao blogue onde foi publicado, o Hudson New York.
«(...) The president pandered to Muslims: praised their accomplishments, commiserated with their grievances, and apologized for injustices done to them by centuries of colonialism -- without once mentioning the history of rampant and violent Arab colonialism. He avoided any mention of Jihadi tenets, or of the Islamic political ideology of supremacy over non Muslims -- principles embedded in Sharia law. These are taught and sanctioned openly by Al-Azhar, the university that hosted him, the foremost center of Sharia studies. Obama underscored the supposed American mistreatment of terrorists and apologized for torture in Guantanamo, forgetting that Islamic regimes are brutal to their own people. The president also repudiated significant U.S. contributions in both the lives of its soldiers and humanitarian aid to Muslims across the globe made throughout history -- despite Muslim attacks against America and Americans. In short, parts of his speech sounded like a new Pan-Arab messiah come to usher the Arab world back into its rightful world dominion. (...) Obama sidesteps the acute state of affairs in the Islamic world with flattery, failing to encourage accountability (...). I did not hear an exhortation to the Islamic world to open itself to diversity, to accept women as equal citizens with the same rights and protection under law as men. I did not hear a challenge to the Muslim world to accept other religions and their ability to practice openly within the Islamic world -- where the practice of Christianity, Judaism and other religions could cost an individual his or her life. I did not hear a call to erase for all time, Dhimmi racism -- the Sharia law-based dictate that Christians and Jews are inferior and should be suppressed. Are these “…the principles of justice, tolerance and dignity for human beings”? (...)»

30.5.09

"Dez razões para nos livrarmos da União Europeia"

A uma semana das eleições para o parlamento europeu, recomenda-se a leitura de Ten Reasons to Get Rid of the European Union, segunda parte do livro Defeating Eurabia, da autoria do blogger Fjordman. Nesta parte do livro, Fjordman analisa várias vertentes da União Europeia, desde a sua génese até ao presente, e aponta vários problemas, como o enfraquecimento das autonomias nacionais, a vulnerabilidade dos estados europeus aos avanços do Islão, a concentração do poder em comissões e em burocratas, não eleitos, a centralização do poder em órgãos sem legitimidade democrática, as práticas totalitárias no seio da união, entre outras. Advertências a ter em conta.

27.1.09

Liberdade de expressão

O parlamentar holandês Gert Wilders vai ser julgado por crimes de incitamento ao ódio e à violência racial e por ofensa ao Islão e os seus seguidores em múltiplas declarações públicas e através do filme Fitna. Quanto à acusação de ofensa ao Islão, remeto para um editorial do WSJ, o qual, no essencial, afirma que, ao julgar Wilders nessa base, a justiça holandesa está já a proceder à aplicação da sharia como lei válida na Holanda. Quanto a um eventual intento da justiça holandesa, o qual pode ir além de Wilders e pretender atingir o seu partido, pode ler-se um texto que, para além de analisar este caso, analisa a proibição pela justiça belga de um partido tido como de extrema-direita, o único extremismo que parece merecer a atenção e o zelo das autoridades policiais e jurídicas - e merece. Neste caso, parece-me bastante perturbante que o tribunal não tenha contestado a veracidade das afirmações constantes nos documentos do partido que veio a ser ilegalizado. Quanto às acusações de incitamento ao ódio alegadamente difundidas no filme Fitna, nada melhor do que cada um vê-lo com os seus próprios olhos e tirar as suas conclusões.