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30.5.09

"Dez razões para nos livrarmos da União Europeia"

A uma semana das eleições para o parlamento europeu, recomenda-se a leitura de Ten Reasons to Get Rid of the European Union, segunda parte do livro Defeating Eurabia, da autoria do blogger Fjordman. Nesta parte do livro, Fjordman analisa várias vertentes da União Europeia, desde a sua génese até ao presente, e aponta vários problemas, como o enfraquecimento das autonomias nacionais, a vulnerabilidade dos estados europeus aos avanços do Islão, a concentração do poder em comissões e em burocratas, não eleitos, a centralização do poder em órgãos sem legitimidade democrática, as práticas totalitárias no seio da união, entre outras. Advertências a ter em conta.

29.5.09

Dois livros, duas atitudes

Enquanto o exército americano no Afeganistão queima bíblias, muçulmanos colocam a Grécia a ferro-e-fogo a propósito de um alegado acto de desrespeito ao Corão. Dito de outra maneira, os muçulmanos permitem-se ameaçar, partir e queimar uma cidade ocidental, perante alguma complacência mesmo de sectores anticlericais, porque se sentem ofendidos, enquanto o ocidente queima o livro sagrado dos cristãos - que inclui o livro sagrado dos judeus -, com medo de que reacções semelhantes às dos muçulmanos na Grécia se abatam sobre os os cristãos que vivem no mundo islâmico (onde também se queimam bíblias) e sobre o ocidente. Em suma, o ocidente já se encontra sob domínio islâmico, por via do medo da consumação das ameaças de violência, o qual limita a liberdade religiosa e de expressão dos ocidentais nos seus países. Entretanto, também no Afeganistão, as autoridades destroem livros potencialmente ofensivos para os sunitas.

19.4.09

Tolerância religiosa

Segundo noticia a Asia News, em Meca, especialistas muçulmanos em assuntos islâmicos discutem, por estes dias, questões emergentes do contacto entre o Islão e o Ocidente. No Jihad Watch, Marisol nota que o encontro, no qual se discutirão, entre outras questões, "a tolerância religiosa e a liberdade de expressão sob a vigência da sharia", decorre numa cidade onde os não-muçulmanos estão proibidos de entrar.

8.2.09

Conformidade com a sharia

Depois de a segurança social inglesa ter passado a reconhecer a validade, para fins de atribuição de subsídios, dos casamentos polígamos e de Wilders ter sido acusado de desrespeito ao Islão - duas situações em que os poderes legalmente constituídos de países ocidentais agem em conformidade com a sharia - é a vez da organização que, no Reino Unido, supervisiona as famílias de acolhimento para jovens em dificuldades se comportar como se a sharia fosse já a lei pela qual o país se rege, pelo menos a julgar pelo zelo demonstrado na punição de uma senhora que permitiu que uma rapariga muçulmana a seu cuidado - por ter sido vítima de maus-tratos (assaulted) da parte de um familiar - violasse uma das mais sérias restrições do Islão: ter mudado de religião. Aplicado o castigo à negligente mãe-adoptiva, havia que punir a apóstata e nada melhor do que reinstalá-la com a família, de quem a moça havia feito questão de esconder a sua conversão. Por este andar, não há-de faltar muito para serem as próprias autoridades do Reino Unido a aplicar as merecidas chicotadas. Addendum: o Daily Mail avança mais informações sobre a rapariga e levanta a possibilidade de a mãe adoptiva ser readmitida nas suas funções. Um sinal de esperança para a mãe, mas sinais preocupantes de abandono da maior vítima desta situação às mãos de pais violentos, ao abrigo da ideologia do multiculturalismo. Via Dhimmi Watch.

21.1.09

Liberdade religiosa II

Mais um exemplo de liberdade religiosa, tal como é praticado na Umá. A nota positiva vem da referência à sã convivência entre católicos e protestantes paquistaneses, pelo menos a julgar pelo uso partilhado da mesma igreja, na altura em que os católicos rezam pela unidade dos cristãos. Pelo menos no martírio, estamos unidos.

20.1.09

Liberdade religiosa

Uma das liberdades que não é contestada na nossa sociedade é a liberdade religiosa. No ocidente qualquer pessoa pode praticar a sua fé, dentro do respeito pelas leis civis, e pode falar livremente dela a quem o quiser ouvir. Para além de usufruírem de plena liberdade de culto e de ensino e de acção prosélita, algumas religiões parecem gozar de um privilégio especial de reserva a respeito de alguns pontos sensíveis das suas respectivas crenças, que levam jornalistas, académicos e, inclusive, artistas a tomar atitudes de notável contenção em ordem a não ofender determinadas sensibilidades. Ora, se procurarmos nos países onde o Islão é maioritário e dita a lei o que se entende por "liberdade religiosa", encontraremos um conceito bem diferente:
«(...) when a Muslim speaks of religious freedom, what he means is the right of a Christian woman to marry a Muslim man and to remain a Christian thereafter.»
E já que este assunto se cruza com uma matéria muito discutida (e distorcida) por cá, nos últimos tempos, podemos também destacar da mesma entrevista ao Bispo da Arábia, Paul Hinder, originalmente publicada na revista suiça Die Weltwoche, da qual o Pajamas Media publica uma tradução para inglês, cuja leitura integral se recomenda:
«(...)we also have to ask how matters stand as regards a Christian man who marries a Muslim woman. He also automatically becomes a Muslim. He is not even asked if this is what he wants.»
Esta plasticidade no sentido atribuído à expressão "liberdade religiosa", ora para uso islâmico no Ocidente, ora para uso sobre outras religiões no Islão, recorda-me uma outra noção muito cultivada nos dias de hoje, a tolerância, definida peculiarmente por Marcuse considerando quem tolera e o que se tolera, nos seguintes termos:
« Liberating tolerance, then, would mean intolerance against movements from the Right and toleration of movements from the Left.»
Não surpreende que uns e outros, islamitas e marxistas, se entendam tão bem.

11.11.08

Dias difíceis

Dias difíceis para os cristãos, não apenas nos países muçulmanos nem na Índia. E a tendência é para piorar. Da hostilidade jocosa, aviltante para a a agressão planeada não vai uma grande diferença. Dias difíceis para a direita, para os conservadores se avizinham. (via American Thinker)

26.7.08

Ligações

Pequeno postal para acrescentar duas novas hiperligações: O Fiat Lux publica uma série de postais a propósito do quadragésimo aniversário da publicação da encíclica Humanae Vitae. A expressão "liberdade religiosa" tem em muitas partes do planeta uma ressonância diferente da que tem entre nós. O testemunho cruento é tristemente frequente. O The Persecution Times faz a cobertura de actos de perseguição anti-cristã por todo o mundo.

19.3.08

Princípio da reciprocidade - addendum

Daniel Pipes, a propósito de alguns avanços nas relações entre o Vaticano e governos de países muçulmanos, alude ao princípio da reciprocidade como tendo sido adoptado e vindo a ser seguido com firmeza por parte dos responsáveis diplomáticos da Santa Sé. Parece ser possível aplicar o princípio da reciprocidade sem abdicar dos valores cristãos e dos princípios do estado de direito.