9.3.09

A jihad no nosso seio

Um muçulmano inglês explica, calma e metodicamente, aos seu alunos (?) o objectivo do Islão - implementar um regime islâmico orientado pela charia - e os processos pelos quais esse objectivo pode ser alcançado: imposição por obra de uma potência externa, conversão dos ingleses ao Islão, golpe militar ou jihad a partir de dentro do Reino Unido, eventualmente apoiado por mujahedin vindos do exterior, como no Kosovo e na Bósnia. Como disse há dias, ninguém pode dizer que não sabia, que não se deu conta. Os jihadistas não fazem segredo das suas intenções, nem dos seus métodos. Os seus progressos, os retrocessos da civilização, são visíveis a cada dia. Quando fala do processo de implementação do domínio islâmico através de um golpe militar, o jihadista, Anjem Choudary de seu nome, refere que nos golpes de Medina e de Meca os muçulmanos triunfantes constituíam somente 10% da população daquelas cidades. Alguém sabe qual a percentagem de população muçulmana hoje no Reino Unido, na Holanda? E qual a percentagem de muçulmanos na polícia e no exército desses e de outro países europeus? Via Jihad Watch.

6.3.09

A religião da justissa IV

Eis um magnífico exemplo de Justissa a la Islam. Como bónus, assinale-se ainda o pormenor ilustrativo da importância da mulher no Islão: «(...) But the victim says she is entitled to blind Majid Movahedi in only one eye, because under Iranian law "each man is worth two women." (...)» Um primor. Em suma: as demonstrações de que o Islão é uma força essencialmente bárbara multiplicam-se, assim como as evidências de que o Islão alastra no Ocidente, perante a ignorância da maioria dos europeus e dos americanos e beneficiando do silêncio cúmplice dos media e das elites culturais e políticas. Que ninguém venha a dizer que não se deu conta da invasão e de que não tomou consciência da natureza essencialmente bárbara do Islão. Via Hot Air.

18.2.09

A posição conservadora sobre o aborto

A posição conservadora sobre o aborto exposta com muita precisão, sem papas na língua, desde os aspectos mais ligeiros (se os há) até aos mais dramáticos e, muito importante, sem pedir desculpas por ser conservador. Ademais, com piada, expondo o ridículo e a hipocrisia da posição dita progressista. Zo rules!

16.2.09

Sarilhos de uns e sarilhos de outros IV

A propósito desta notícia, Robert Spencer escrever no Jihad Watch:

«(...) The Pakistan Institute of Medical Sciences has determined that over ninety percent of Pakistani wives have been struck, beaten, or abused sexually — for offenses on the order of cooking an unsatisfactory meal. Others were punished for failing to give birth to a male child. Dominating their women by violence is a prerogative Muslim men cling to tenaciously. In Spring 2005, when the East African nation of Chad tried to institute a new family law that would outlaw wife beating, Muslim clerics led resistance to the measure as un-Islamic. Why do things like this happen? Because Islamic clerics worldwide have spoken approvingly of wife-beating. (...) (...) Muslim men bring this religiously sanctioned violence with them when they immigrate to the West, even to the United States. The prominent American Muslim leader Dr. Muzammil H. Siddiqi, former president of the Islamic Society of North America (ISNA), has said that “in some cases a husband may use some light disciplinary action in order to correct the moral infraction of his wife…The Koran is very clear on this issue.” In 1984, Sheikh Yousef Qaradhawi, who is one of the most respected and influential Islamic clerics in the world, wrote: “If the husband senses that feelings of disobedience and rebelliousness are rising against him in his wife, he should try his best to rectify her attitude by kind words, gentle persuasion, and reasoning with her. If this is not helpful, he should sleep apart from her, trying to awaken her agreeable feminine nature so that serenity may be restored, and she may respond to him in a harmonious fashion. If this approach fails, it is permissible for him to beat her lightly with his hands, avoiding her face and other sensitive parts.” Why do they say such things? Because the permission to beat one’s wife is rooted in the Islamic holy book, the Qur'an, and Islamic tradition. The Qur'an says: “Men shall take full care of women with the bounties which God has bestowed more abundantly on the former than on the latter, and with what they may spend out of their possessions. And the righteous women are the truly devout ones, who guard the intimacy which God has [ordained to be] guarded. And as for those women whose ill-will you have reason to fear, admonish them [first]; then leave them alone in bed; then beat them…” (4:34) (...) (...) Ignoring the Islamic justifications for domestic violence harms Muslim women.»

Sarilhos de uns e sarilhos de outros III

Mais mulheres em sarilhos. Estas não são ocidentais, mas os dramas de algumas foram vividos e tiveram a sua triste conclusão no Ocidente, que, muitas vezes, por um ignominioso pseudo-respeito pela diversidade cultural ou, simplesmente, por cobardia, as abandonou à sua sorte. Requiescam in pace.

14.2.09

Fitna em formato "pronto-a-gravar" em DVD

O blogue Markedmanner disponibiliza um ficheiro com o filme Fitna num formato passível de ser gravado em DVD. É aproveitar antes que seja proibido. Via Pajamas Media.

Gritar "Fogo"!

«(...) Foreign Secretary David Miliband, wheeling out the trope that “the right to free speech doesn’t include the right to yell ‘Fire!’ in a crowded theater,” claimed the film contained “extreme anti-Muslim hate.”(...) (...) No one even pretends that a person expressing views similar to Wilders’ with regard to Christianity or Judaism would be banned from entering the UK. That’s because the people who might take issue with such sentiments tend to write angry letters, rather than blowing themselves up on buses. While the government has banned some of the more outrageous purveyors of Islamist ideology, others, such as Hezbollah spokesman Ibrahim Mousawi, have been allowed to enter Britain. And Lord Ahmed himself has, in the past, had no problem with inviting extremists to speak at the House of Lords — just so long as they’re his kind of extremist. Meanwhile, on the streets of London and elsewhere, radical Muslims routinely call for Jews and British soldiers serving in Iraq and Afghanistan to be murdered, while the once respected British bobby stands there twiddling his thumbs. The double standard is clear and the implications for free speech and other liberties are chilling: If you threaten violence, you will be appeased. If you call attention to extremism, you will be silenced. (...) (...) There’s nothing wrong with shouting “Fire!” in a crowded theater if rows A through F are already ablaze.»

Conformidade com a sharia III

Conformidade é um ministro europeu emitir uma fatwa contra um cidadão holandês. Via The Corner na National Review Online.

O discurso que não chegou a ser proferido

Independentemente dos méritos do autor e de algumas das suas posições serem, no mínimo, muito discutíveis, o discurso de Wilders é notável, pela invocação das tiranias que assolaram a Europa anteriormente, Nacional-Socialismo e Comunismo, e pela invocação de dois homens que lhes fizeram frente, Churchill e Reagan. Via Jihad Watch.

13.2.09

Jihad na Índia

Andrew Bostom, a pretexto dos actos de terrorismo islâmico do mês passado em Bombaim, analisa estes acontecimentos no quadro da doutrina islâmica da jihad, do anti-semitismo islâmico e da história do islão no subcontinente indiano. Um texto que tem tanto de assustador como de instrutivo para quem deseja compreender a verdadeira natureza da ameaça que pende sobre o Ocidente, condição indispensável para lhe fazer frente. Addendum: não deixar de ler, do mesmo autor: The Legacy of Jihad in India.

Corão e Mein Kampf

Andrew Bostom analisava, já lá vai quase um ano, no seu blogue, a comparação feita por Wilders entre o livro sagrado do Islão e o panfleto ideológico de Adolf Hitler, paralelo que está na origem, a par do filme Fitna, do processo de incitamento ao ódio e de ofensa a um grupo de cidadãos que Wilders enfrenta na justiça holandesa. Analisava, ainda, o pedido feito por Wilders no parlamento holandês para que o Corão seja proibido na Holanda, ao abrigo da lei que criminaliza o incitamento ao ódio e à violência. Pessoalmente, não me revejo na proibição de livros. No entanto, Wilders está apenas a exigir a plena aplicação da lei holandesa. Este episódio pode servir para expor o perigo que algumas leis constituem. As leis de protecção das minorias surgiram para defender os imigrantes de outras culturas de ataques racistas. Em lugar de se limitarem a aplicar as leis nacionais de protecção de todos os cidadãos, os Estados ocidentais criaram leis que, na prática, promovem a criação de grupos especiais aos olhos da lei, lei que se pretende universal dentro de um Estado. As leis de protecção das minorias podem ser, e são-no de facto, usadas por algumas dessas minorias para combater os princípios fundadores da civilização ocidental, os quais estão na base do estabelecimento dessas mesmas leis, argumento invocado por muitos para a sua total revogação. A acusação de ofensa a um grupo é um disparate. A ofensa não é crime. Se me chamarem ou burro, posso sentir-me ofendido, mas não ponho nenhum processo em tribunal. Já quanto ao incitamento ao ódio, o caso é outro. Quem incita um crime é no mínimo cúmplice se o crime vier a ser perpetrado. Se o incitamento é, em si mesmo, um crime em separado, independentemente de algum acto violento vir a ser perpetrado devido às invectivas, há que ter muito cuidado na aplicação da lei. Wilders acaba por ser vítima da lei que invoca para proibir o Corão, a que proíbe o incitamento à violência. Ao que temos assistido é a uma justiça que penaliza Wilders por alegado incitamento ao ódio e que é complacente com os radicais islâmicos que promovem o ódio racial contra judeus e infiéis em geral. O que se deve exigir é que todos os actos de violência, todos os crimes sejam punidos pela justiça holandesa, independentemente da motivação étnica ou religiosa, que numas circunstâncias serve de agravante e noutras de atenuante, dependendo da versão que se consegue impor, como é o caso da violência dos fundamentalistas islâmicos, que parece merecer uma especial complacência das autoridades. Agora, julgar Wilders por alegadamente incitar ao ódio e deixar em paz a rapaziada que exige publicamente a sua decapitação é que não se compreende senão como um gesto de discriminação positiva de um grupo.

Últimos estertores

Na Áustria, um professor de Religião Islâmica (nome da disciplina que lecciona, não uma alusão à religião que professa), foi suspenso e arrisca-se a que lhe seja definitivamente retirada a licença para ensinar por, alegadamente, ter distribuído um folheto de natureza anti-semita, no qual propunha aos seus alunos que se abstivessem de se envolver em qualquer tipo de negócios com uma série de organizações comerciais por ele elencadas, sob a alegação de que seriam organizações de judeus. É claro que se fosse um boicote a organizações israelitas, pelo menos cá em Portugal, não haveria problema, porque se trataria não de anti-semitismo mas de anti-sionismo, o que é aceitável, se não louvável. Via Dhimmi Watch.

Ainda a preservação da "Harmonia Comunitária"

Andrew C. McCarthy analiza, no National Review Online, a decisão das autoridades inglesas de impedir a entrada de Gert Wilders em território britânico à luz do conceito "Harmonia Comunitária", num texto do qual colo um excerto: «(...) extremism, hatred, and violent messages have found a comfortable home in the birthplace of Western civil rights, where “community harmony” means that jihadists talk and you listen.»

12.2.09

Dhimmitude's Face/O Rosto da Dimitude

Dhimmitude's Face/O Rosto da Dimitude.

Miliband explicita o que era implícito

A propósito da decisão do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido de impedir a entrada de Gert Wilders no país, o responsável máximo desse ministério afirma:

«(...) the film contained extreme anti-Muslim hate and we have very clear laws in this country.»

Confirma-se, portanto, o que já se percebia pela abundância de indícios: a sharia é lei no Reino Unido.