12.3.09

Siência progrecista

Obama aprova, Clinton aplaude e assegura que a investigação em embriões humanos será feita apenas em "embriões que não possam ser fertilizados". Para que conste: o entrevistador é médico e esteve para ser o General Surgeon - uma espécie de Director Geral da Saúde - e deixou Clinton repetir uma boa meia-dúzia de vezes que não havia nenhum problema em investigar em "embriões que não tenham sido e que não possam de modo algum ser fertilizados". Estas declarações vêm trazer um novo significado à expressão "guerras culturais" e ajudam a compreender a intenção do Presidente Obama quando disse pretender separar a política da ciência. Via The Raving Theist e Jill Stanek. Addendum: No Hot Air, o comentário a esta entrevista termina do seguinte modo: «If this is the level of scientific knowledge from the pro-abortion, pro-hEsc research Left, I don’t think they’ll be finding any stem cell advances regardless of whether they get federal funding. In fact, I’m not sure Clinton could find his rear end with both hands and a flashlight after watching this. Like Jill, I wonder whether Bill Clinton will oppose hEsc research funding when someone finally educates him on actual human biology. I won’t hold my breath.»

Prioridades

Se a celeridade na nomeação para os cargos de maior responsabilidade e poder na Administração americana for indício de alguma prioridade, então Obama está mais empenhado em constituir uma equipa para a Justiça que para o Tesouro. Para além de se constatar que os cargos mais importantes já estão preenchidos, pode-se também avaliar a direcção política que o Presidente pretende imprimir conhecendo os nomeados, como um anónimo americano - anónimo por medo de represálias - fez num texto publicado no Pajamas Media, cuja conclusão aqui deixo: «(...) In sum, President Obama has nominated individuals who are extremists on issues such as abortion, pornography, and euthanasia. He has nominated individuals who have demonstrated a palpable hatred for our military, whose members are fighting and dying to protect our freedom. He has nominated political partisans who helped provide pardons in exchange for political contributions and to secure votes, or who have chosen to represent terrorists trying to kill Americans. He has nominated individuals who want to disarm our military and intelligence services, and bring back the infamous days of the 1990s, when the Clinton Justice Department did everything it could to limit the effectiveness of our efforts against al-Qaeda.

There is no question that radical left-wing politics is going to take center stage in the policies of the Department of Justice over the next four years, to the detriment of all Americans and the well-being of our nation. As Leonard Leo of the Federalist Society has said, “We are on the brink of having the most Culture of Death, anti-family Justice Department ever.”»

11.3.09

Aborto por Indução do Parto

Este postal destina-se a apresentar a quem desconhece este procedimento o Aborto por Indução do Parto. Usa-se quando a destruição do feto in utero, por meios químicos ou cirúrgicos, já não é possível devido à avançada idade gestacional, no segundo e terceiro trimestres. O procedimento consiste, como o nome indica, na indução do parto por meios químicos. O bebé nasce na condição de prematuro e morre por omissão de cuidados. Assim, sem mais. Deixo o video no qual Jill Stanek, enfermeira, discute o procedimento após ter testemunhado no senado do estado do Illinois, durante o processo que levou à aprovação da Born Alive Infant Proteccion Act, lei contra a qual o actual presidente Barak Obama votou por diversas vezes no senado estadual.

A queda de um mito

Aos poucos, mas num curtíssimo intervalo de tempo, os mitos da melhor transição entre presidências, da Administração mais competente e do melhor presidente dos EUA parecem desmoronar-se.

Apesar do cansaço alegadamente acumulado devido a uma dedicação frenética à resolução dos problemas económicos e financeiros do USA - o qual foi apresentado como justificação para a desrespeitosa recepção ao primeiro-ministro inglês -, uma dos funções da competência directa e exclusiva da presidência, a constituição da equipa do Tesouro, parece estar a ser negligenciada. A esmagadora maioria dos lugares de topo no Tesouro americano estão por ocupar, após 4 meses de transição e mês e meio de exercício de funções.

E, ao que parece, não são apenas os cargos de topo que estão por preencher: o de secretária/o recepcionista/a também está vago. Addendum: mais nomeações falhadas.

9.3.09

A religião da justissa VI

De nada serviu a um dos homens e à septuagenária alegar que ela o havia amamentado, o que, aos olhos da mais respeitável jurisprudência islâmica sunita, corresponderia a ter laços de família, tornando lícito o convívio social entre ambos. Sem a existência de qualquer atenuante, eis a sentença:
  • 40 chicotadas e quatro meses de prisão para a senhora de 75 anos e para o putativo enteado;
  • 60 chicotadas e seis meses de prisão para o amigo do putativo enteado.
Via Jihad Watch.

A religião da justissa V

Um tribunal afegão usou de prodigiosa clemência ao comutar em vinte anos de prisão a pena de morte por blasfémia a que um afegão foi condenado por ousar sugerir que ao direito dos homens à poligamia, sob a forma de poliginia, deveria corresponder igual direito às mulheres, sob a forma de poliandria, na base de uma suposta igualdade entre homem e mulher. Parece que ideia não agradou nem às autoridades religiosas, nem à polícia, nem aos juízes. Mas também, é mais ou menos tudo a mesma coisa... Uma amostra do que nos espera se não nos pusermos a pau, literalmente. Via Jihad Watch. Destaco o comentário ao seguinte trecho da notícia: «(...) Twenty-eight year-old Kambakhsh's troubles began in 1997, when he wrote in his blog that "extremist mullahs" had distorted the true meaning of Islam's holy book or Koran. (...)» «We hear that a lot. But Kambakhsh took two extra steps that self-styled reformer/apologists seldom if ever do: Criticizing specific Islamic teachings, and to a Muslim audience. If he kept it vague and sought a primarily non-Muslim audience, he might be on prime-time cable news instead of in an Afghan jail.»

A jihad no nosso seio

Um muçulmano inglês explica, calma e metodicamente, aos seu alunos (?) o objectivo do Islão - implementar um regime islâmico orientado pela charia - e os processos pelos quais esse objectivo pode ser alcançado: imposição por obra de uma potência externa, conversão dos ingleses ao Islão, golpe militar ou jihad a partir de dentro do Reino Unido, eventualmente apoiado por mujahedin vindos do exterior, como no Kosovo e na Bósnia. Como disse há dias, ninguém pode dizer que não sabia, que não se deu conta. Os jihadistas não fazem segredo das suas intenções, nem dos seus métodos. Os seus progressos, os retrocessos da civilização, são visíveis a cada dia. Quando fala do processo de implementação do domínio islâmico através de um golpe militar, o jihadista, Anjem Choudary de seu nome, refere que nos golpes de Medina e de Meca os muçulmanos triunfantes constituíam somente 10% da população daquelas cidades. Alguém sabe qual a percentagem de população muçulmana hoje no Reino Unido, na Holanda? E qual a percentagem de muçulmanos na polícia e no exército desses e de outro países europeus? Via Jihad Watch.

6.3.09

A religião da justissa IV

Eis um magnífico exemplo de Justissa a la Islam. Como bónus, assinale-se ainda o pormenor ilustrativo da importância da mulher no Islão: «(...) But the victim says she is entitled to blind Majid Movahedi in only one eye, because under Iranian law "each man is worth two women." (...)» Um primor. Em suma: as demonstrações de que o Islão é uma força essencialmente bárbara multiplicam-se, assim como as evidências de que o Islão alastra no Ocidente, perante a ignorância da maioria dos europeus e dos americanos e beneficiando do silêncio cúmplice dos media e das elites culturais e políticas. Que ninguém venha a dizer que não se deu conta da invasão e de que não tomou consciência da natureza essencialmente bárbara do Islão. Via Hot Air.

18.2.09

A posição conservadora sobre o aborto

A posição conservadora sobre o aborto exposta com muita precisão, sem papas na língua, desde os aspectos mais ligeiros (se os há) até aos mais dramáticos e, muito importante, sem pedir desculpas por ser conservador. Ademais, com piada, expondo o ridículo e a hipocrisia da posição dita progressista. Zo rules!

16.2.09

Sarilhos de uns e sarilhos de outros IV

A propósito desta notícia, Robert Spencer escrever no Jihad Watch:

«(...) The Pakistan Institute of Medical Sciences has determined that over ninety percent of Pakistani wives have been struck, beaten, or abused sexually — for offenses on the order of cooking an unsatisfactory meal. Others were punished for failing to give birth to a male child. Dominating their women by violence is a prerogative Muslim men cling to tenaciously. In Spring 2005, when the East African nation of Chad tried to institute a new family law that would outlaw wife beating, Muslim clerics led resistance to the measure as un-Islamic. Why do things like this happen? Because Islamic clerics worldwide have spoken approvingly of wife-beating. (...) (...) Muslim men bring this religiously sanctioned violence with them when they immigrate to the West, even to the United States. The prominent American Muslim leader Dr. Muzammil H. Siddiqi, former president of the Islamic Society of North America (ISNA), has said that “in some cases a husband may use some light disciplinary action in order to correct the moral infraction of his wife…The Koran is very clear on this issue.” In 1984, Sheikh Yousef Qaradhawi, who is one of the most respected and influential Islamic clerics in the world, wrote: “If the husband senses that feelings of disobedience and rebelliousness are rising against him in his wife, he should try his best to rectify her attitude by kind words, gentle persuasion, and reasoning with her. If this is not helpful, he should sleep apart from her, trying to awaken her agreeable feminine nature so that serenity may be restored, and she may respond to him in a harmonious fashion. If this approach fails, it is permissible for him to beat her lightly with his hands, avoiding her face and other sensitive parts.” Why do they say such things? Because the permission to beat one’s wife is rooted in the Islamic holy book, the Qur'an, and Islamic tradition. The Qur'an says: “Men shall take full care of women with the bounties which God has bestowed more abundantly on the former than on the latter, and with what they may spend out of their possessions. And the righteous women are the truly devout ones, who guard the intimacy which God has [ordained to be] guarded. And as for those women whose ill-will you have reason to fear, admonish them [first]; then leave them alone in bed; then beat them…” (4:34) (...) (...) Ignoring the Islamic justifications for domestic violence harms Muslim women.»

Sarilhos de uns e sarilhos de outros III

Mais mulheres em sarilhos. Estas não são ocidentais, mas os dramas de algumas foram vividos e tiveram a sua triste conclusão no Ocidente, que, muitas vezes, por um ignominioso pseudo-respeito pela diversidade cultural ou, simplesmente, por cobardia, as abandonou à sua sorte. Requiescam in pace.

14.2.09

Fitna em formato "pronto-a-gravar" em DVD

O blogue Markedmanner disponibiliza um ficheiro com o filme Fitna num formato passível de ser gravado em DVD. É aproveitar antes que seja proibido. Via Pajamas Media.

Gritar "Fogo"!

«(...) Foreign Secretary David Miliband, wheeling out the trope that “the right to free speech doesn’t include the right to yell ‘Fire!’ in a crowded theater,” claimed the film contained “extreme anti-Muslim hate.”(...) (...) No one even pretends that a person expressing views similar to Wilders’ with regard to Christianity or Judaism would be banned from entering the UK. That’s because the people who might take issue with such sentiments tend to write angry letters, rather than blowing themselves up on buses. While the government has banned some of the more outrageous purveyors of Islamist ideology, others, such as Hezbollah spokesman Ibrahim Mousawi, have been allowed to enter Britain. And Lord Ahmed himself has, in the past, had no problem with inviting extremists to speak at the House of Lords — just so long as they’re his kind of extremist. Meanwhile, on the streets of London and elsewhere, radical Muslims routinely call for Jews and British soldiers serving in Iraq and Afghanistan to be murdered, while the once respected British bobby stands there twiddling his thumbs. The double standard is clear and the implications for free speech and other liberties are chilling: If you threaten violence, you will be appeased. If you call attention to extremism, you will be silenced. (...) (...) There’s nothing wrong with shouting “Fire!” in a crowded theater if rows A through F are already ablaze.»

Conformidade com a sharia III

Conformidade é um ministro europeu emitir uma fatwa contra um cidadão holandês. Via The Corner na National Review Online.

O discurso que não chegou a ser proferido

Independentemente dos méritos do autor e de algumas das suas posições serem, no mínimo, muito discutíveis, o discurso de Wilders é notável, pela invocação das tiranias que assolaram a Europa anteriormente, Nacional-Socialismo e Comunismo, e pela invocação de dois homens que lhes fizeram frente, Churchill e Reagan. Via Jihad Watch.