15.4.09

O bobo

Haverá sinal maior de decadência que entregar a governação do reino ao bobo? Via Hot Air. Addendum: também via Hot Air, outra anedota, não tão engraçada porque as suas eventuais consequências podem ser mais trágicas.

13.4.09

Como acabar com a pirataria (propriamente dita)

Algumas propostas de Fred C. Iklé, no The Washington Post:

«(...) Start by blaming the timorous lawyers who advise the governments attempting to cope with the pirates such as those who had been engaged in a standoff with U.S. hostage negotiators in recent days. These lawyers misinterpret the Law of the Sea Treaty and the Geneva Conventions and fail to apply the powerful international laws that exist against piracy. The right of self-defense -- a principle of international law -- justifies killing pirates as they try to board a ship.

Nonetheless, entire crews are unarmed on the ships that sail through the Red Sea and the Gulf of Aden.(...) When these pitifully unarmed crews watch pirates climb aboard their vessels, they can do little to fight back. And while the United States and many other naval powers keep warships in the Red Sea, the Gulf of Aden and the Indian Ocean -- deployments that cost millions of dollars -- these ships cannot keep pirates from boarding commercial ships that have unarmed crews.

The international right of self-defense would also justify an inspection and quarantine regime off the coast of Somalia to seize and destroy all vessels that are found to be engaged in piracy. These inspections could reduce the likelihood that any government will find itself engaged in a hostage situation such as the one that played out in recent days. Furthermore, the U.N. Security Council should prohibit all ransom payments. If the crew of an attacked ship were held hostage, the Security Council could authorize a military blockade of Somalia until the hostages were released. (...)»

Via Hot Air e American Thinker.

12.4.09

Prova superada

Segundo as notícias em circulação neste momento, os EUA estiveram à altura das suas responsabilidades e das suas tradições. Embora ainda não seja claro se o capitão iniciou a fuga e os disparos surgiram em seu auxílio ou se, ao invés, saltou borda fora na sequência da operação de resgate, para a administração Obama uma saudação: prova superada! Vejamos se este incidente vem alterar a forma de lidar com o problema da pirataria que, ao que consta, rendeu aos piratas somalis, no ano 2008, 30M$USD, nomeadamente, se aos navios da marinha mercante é permitido transportar e utilizar armas em defesa da sua carga e das vidas dos que os tripulam.

Pequeno grande teste (2)

Pirates Test the ‘Rule of Law’: «(...) The scourge of piracy was virtually wiped out in 19th century because its practitioners were regarded as barbarians — enemies of the human race (hostis humani generis, as Bret Stephens recently reminded us in a brilliant Wall Street Journal essay). They derived no comfort from the rule of law, for it was not a mark of civilization to give them comfort. The same is true of unlawful enemy combatants, terrorists who scoffed at the customs of civilized warfare. To regard them as mere criminals, to assume the duty of trying to understand why they would brutalize innocents, to arm them with rights against civilized society, was not civilized. We don’t see it that way anymore. Evil is now just another negotiation. Pirates and terrorists are better known for their human rights than for their inhuman wrongs. (...) Secretary of State Hillary Clinton, meanwhile, was dispatched to assure the public that the world would come together to deal with this “criminal activity”(...). This is the self-destructive straitjacket for which transnational progressives are fitting us. Indeed, the Law of the Sea Treaty — a compact Obama would commit us to — has hopelessly complicated the rules of engagement under which the pirates have thrived, just as Protocol I of the Geneva Conventions (a treaty Ronald Reagan was prudent enough to reject) has become an offensive weapon for jihadists everywhere. Having harnessed ourselves, we are once again the weak horse. (...)»

Ressuscitou como disse (Mat. 28,6)

«Oh noite bendita, única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro!» Do Precónio Pascal, da Liturgia da Solene Vigília Pascal.

11.4.09

A religião da justissa IX

No Paquistão, três homens, muçulmanos, acusados de violar adolescente, cristã, são ilibados apesar de testemunhos oculares e de provas médico-legais. Via Jihad Watch.

Pequeno grande teste

O caso começou na 4ª feira, dia 8, quando um grupo de piratas somalis se apoderou de um navio da marinha mercante norte-americana carregado com ajuda humanitária. O navio esteve sob poder dos piratas durante pouco tempo, tendo a tripulação retomado os comandos do navio, cujo capitão foi feito refém pelos piratas escorraçados. A marinha de guerra norte-americana acorreu celeremente ao local e montou cerco ao salva-vidas onde os piratas se refugiaram com o refém, embarcação que se encontra à deriva, sem combustível. Entretanto, os acossados piratas terão convocado reforços via telefone-satélite, mais concretamente outros navios sequestrados por piratas, os quais se terão dirigido para o local, transportando no seu interior numerosos reféns, de modo a aumentar o número de vidas inocentes em risco, melhorar a sua posição negocial e tornar mais arriscada, logo menos provável uma acção ofensiva da marinha de guerra norte-americana, que reuniu mo local, pelo menos, três navios. O capitão do navio mercante encetou uma arrojada fuga, a qual se frustrou na ausência de auxílio dos vasos de guerra circundantes. O presidente Obama, questionado sobre a matéria no dia seguinte ao sequestro, recusou-se a comentar, alegando que não era oportuno fazê-lo, posição considerada prudente uma vez que negociadores do FBI se encontram no local e que qualquer afirmação poderia pôr em risco as negociações. Os piratas já fizeram as suas exigências, $2M, e ameaçam matar o comandante se atacados. Os problemas acabam de se adensar, conhecida que acaba de ser a notícia de que um rebocador de propriedade norte-americana, com bandeira italiana, com 16 pessoas foi sequestrado, depois de, horas antes, o vaso de guerra português "Corte-Real" ter sido chamado a defender um cargueiro panamiano de um outro ataque de piratas. Esta questão está a ser vista não como mais uma onda de pirataria na zona, mas como um teste às capacidades de Obama como Comandante-em-Chefe. Será que os EUA vão negociar com um bando de malfeitores e pagar o que eles exigem, deste modo incentivando a prática destes actos, linha de actuação que vem sendo seguida por todos os países, com excepção da França que, 6ª feira, lançou uma operação de comandos contra um navio onde se encontravam sequestrados cinco reféns franceses, e que custou a vida a um deles? Depois da pusilânime posição norte-americana face ao lançamento do foguetão/míssil norte-coreano, o que esperar do presidente que já é comparado a Dhimmi Carter e é objecto de peças que, embora jucundas, mal se distinguem da realidade?

10.4.09

Última Ceia

1ª Carta aos Coríntios 11,23-26. Com efeito, eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus na noite em que era entregue, tomou pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim». Do mesmo modo, depois da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue; fazei isto sempre que o beberdes, em memória de mim.» Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha. Evangelho segundo S. João 13,1-15. Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo. O diabo já tinha metido no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a decisão de o entregar. Enquanto celebravam a ceia, Jesus, sabendo perfeitamente que o Pai tudo lhe pusera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que atara à cintura. Chegou, pois, a Simão Pedro. Este disse-lhe: «Senhor, Tu é que me lavas os pés?» Jesus respondeu-lhe: «O que Eu estou a fazer tu não o entendes por agora, mas hás-de compreendê-lo depois.» Fra Angelico (ca. 1395 – 1455)

O medo e a estupidez

Por ocasião da crise das caricaturas dinamarquesas, Vasco Graça Moura publicou no DN um artigo ― para o qual não encontro hiperligação, pelo que o colo infra na íntegra ―, do qual gostaria de destacar o seu início (e de onde retirei o título para este postal):
«Na Divina Comédia, Dante começa a descrever assim um encontro no círculo oitavo do Inferno: "E qual mais decepado ou desastroso / mostrasse o corpo, nada iguala a suja / bolsa em seu fosso nono e horroroso. / Nem pipa a que aduela e fundo fuja, / como um que vi, assim se desmedula, / oco do mento até onde se ruja: / entre as pernas a tripa pende e pula;/ a fressura se vê e o triste saco / que merda faz daquilo que se engula./ Enquanto tudo nele a olhar estaco, / olhou-me e com as mãos se abriu o peito / dizendo: 'Vê como eu me desempaco! / vê como Maomé está desfeito! / À minha frente vai chorando Ali, / fendido, do toutiço ao mento, o aspeito. / E os outros que tu vês todos aqui, / que hão semeado escândalos e cisma / lá na vida, fendidos vês assi.'" (Inferno, XXVIII, 19-36, trad. minha). 
Maomé e o genro, Ali, são colocados entre os semeadores de escândalo e de cisma, de acordo com a mentalidade cristã da época, e tratados com o maior desprezo numa linguagem violenta e de estilo intencionalmente desconjuntado como a própria pipa a desmanchar-se a que alude. Por implicados numa "cisão", há um diabo que os vai abrindo ao meio a talhe de espada, à medida que eles vão passando e voltando a passar. E de Maomé, o florentino chega a ver as tripas numa metáfora de sórdida abjecção fecal "il tristo sacco / che merda fa di quel che si trangugia". Esta é provavelmente a primeira grande representação grotesca de Maomé que a cultura europeia produziu. Integra-se no genial conjunto de horrores que povoam os quadros do Inferno dantesco e, como tal, faz parte de uma das obras máximas do património cultural europeu. Não há gesto ou atitude que possam suprimi-la em nome do politicamente correcto ou de uma complacência hipócrita e borrada de medo. Vai-se deixar de ler e admirar Dante por causa disso? Vai-se censurar o poema em futuras edições a pretexto de que, assim, ele ofende o Islão? Vai-se fazer um auto-de-fé das edições existentes? Vai-se pedir desculpa ao Islão por a cultura europeia ter produzido destas coisas? A avaliar por algumas cautelosas reacções, já não falta muito. A estupidez e o medo às vezes dão-se circunspectamente as mãos. (...)»
Lembrei-me deste texto a propósito de uma notícia da World Politics Review, que dá conta de uma peculiar acção de protesto por parte de muçulmanos em Itália, que faz recordar uma acção levada a cabo pelo poder taliban no Afeganistão há uns anos:
ISLAMIC PROTEST -- Visitors to the magnificent church of St. Petronio in Bologna are now searched by Italian police before entering because in addition to protests by Muslims offended by a depiction of Mohammed in a 14th-century fresco, there have been unsuccessful attempts to blow the painting up. The painting of the Last Judgement, by the Renaissance artist Giovanni di Modena, shows a devil dragging the prostrate, naked body of Mohammed into hell as a heretic. Against a background of failed crusades in the Holy Land, the Catholic Church in the 14th century had no taste for religious coexistence. Now it's militant Islam that is on the offensive: sources in Bologna say security forces have stopped at least two attempts to sabotage the painting by Islamic extremists. 
  Esta iniciativa iconoclasta fundamenta-se, não apenas na proibição de representar o Profeta e na forte carga blasfémica que a imagem terá aos olhos dos muçulmanos, mas compreende-se melhor a partir da putativa superioridade do Islão sobre todas as culturas anteriores ou posteriores ao seu surgimento, parte integrante da cultura islâmica, observável em todos os territórios onde o Islão se impôs, sempre pela força: norte de África, Pérsia, Índia, Afeganistão. Para o Islão, tudo o que antecedeu é, por definição, inferior e deve ser superado pela imposição da cultura islâmica. Perante a ofensiva islâmica, face ao avanço da barbárie todos somos chamados a resistir através da defesa dos nossos valores e da nossa cultura, sem pedir desculpa. E é em defesa da liberdade de expressão face à fúria homicida islâmica que um grupo de jornalistas, The International Free Press Society (IFPS), tomou a iniciativa, que visa, além do mais, angariar fundos, de leiloar cópias numeradas e assinadas de uma das caricaturas que mais polémica causou:
Via Jihad Watch e Gates of Vienna.

Addendum: ao que parece, o site do The International Free Press Society foi atacado por hackers. Outras plataformas da IFPS: http://internationalfreepresssociety.wordpress.com/ e http://freepresssociety.blogspot.com/

O texto de VGM, na íntegra: Dante, Maomé e o medo Vasco Graça Moura vgm@mail.telepac.pt Escritor, deputado europeu Na Divina Comédia, Dante começa a descrever assim um encontro no círculo oitavo do Inferno "E qual mais decepado ou desastroso / / mostrasse o corpo, nada iguala a suja / bolsa em seu fosso nono e horroroso. / Nem pipa a que aduela e fundo fuja, / como um que vi, assim se desmedula, / oco do mento até onde se ruja: / entre as pernas a tripa pende e pula;/ a fressura se vê e o triste saco / que merda faz daquilo que se engula./ Enquanto tudo nele a olhar estaco, / olhou-me e com as mãos se abriu o peito / dizendo: 'Vê como eu me desempaco! / vê como Maomé está desfeito! / À minha frente vai chorando Ali, / fendido, do toutiço ao mento, o aspeito. / E os outros que tu vês todos aqui, / que hão semeado escândalos e cisma / lá na vida, fendidos vês assi.'" (Inferno, XXVIII, 19-36, trad. minha). Maomé e o genro, Ali, são colocados entre os semeadores de escândalo e de cisma, de acordo com a mentalidade cristã da época, e tratados com o maior desprezo numa linguagem violenta e de estilo intencionalmente desconjuntado como a própria pipa a desmanchar-se a que alude. Por implicados numa "cisão", há um diabo que os vai abrindo ao meio a talhe de espada, à medida que eles vão passando e voltando a passar. E de Maomé, o florentino chega a ver as tripas numa metáfora de sórdida abjecção fecal "il tristo sacco / che merda fa di quel che si trangugia". Esta é provavelmente a primeira grande representação grotesca de Maomé que a cultura europeia produziu. Integra-se no genial conjunto de horrores que povoam os quadros do Inferno dantesco e, como tal, faz parte de uma das obras máximas do património cultural europeu. Não há gesto ou atitude que possam suprimi-la em nome do politicamente correcto ou de uma complacência hipócrita e borrada de medo. Vai-se deixar de ler e admirar Dante por causa disso? Vai-se censurar o poema em futuras edições a pretexto de que, assim, ele ofende o Islão? Vai-se fazer um auto-de-fé das edições existentes? Vai-se pedir desculpa ao Islão por a cultura europeia ter produzido destas coisas? A avaliar por algumas cautelosas reacções, já não falta muito. A estupidez e o medo às vezes dão-se circunspectamente as mãos. O escândalo religioso é uma questão com a qual a Europa e o Ocidente têm convivido desde sempre, através de ortodoxias e heresias, cismas, guerras de religião, seitas, anátemas, laicidades e irreverências. Na Igreja Católica não teria havido o Index expurgatorum librorum se não fosse assim. Mas passou há muito o tempo da famigerada confusão entre o poder eclesiástico e o poder temporal que tornou possíveis as fogueiras e a eliminação física dos dissidentes. Deus, Cristo, o Espíri- to Santo, Maria, os anjos, os santos, o Diabo, todas as figuras que povoam o universo da crença cristã, têm sido um constante objecto de representações tanto veneradoras como irónicas, em todas as áreas da expressão humana (e até ao nível de anedotas chocarreiras), e não veio nenhum mal ao mundo por causa disso. O Islão só pode pretender proibir a representação de Maomé a quem o segue. E mesmo assim, face aos direitos humanos, não pode aplicar outras sanções aos infractores que não sejam as do foro espiritual. Uma reprovação religiosa é assunto ligado ao grémio dos crentes e a sanção pode ocorrer apenas nesse foro espiritual, não havendo que discutir-lhe a legitimidade nesse plano. Mas não pode extravasar dele para qualquer outro e muito menos pode acarretar quaisquer consequências penais ou civis. Se a liberdade de pensamento e de expressão envolve a questão da responsabilidade pelas consequências do respectivo exercício, a área da crença ou da descrença é uma daquelas em que isso não se aplica. Ninguém pode ser discriminado ou perseguido por causa delas. E por isso é perfeitamente ridícula a reacção de alguma gente deveras acagaçada com as ameaças fundamentalistas só porque um caricaturista se lembrou de representar o profeta e um jornal publicou essas caricaturas. O Ocidente não pode deixar que se insinue nas suas sociedades esta nova modalidade de terrorismo religioso sob a forma de uma canalha em fúria, acicatada em nome de Alá e do seu profeta, ou sob a forma de chantagem económica. A mesma Europa que tanto diz defender os direitos humanos e aprovou ainda há pouco uma Carta deles, não pode agora perder a face só porque tem medo. Não pode ter medo. Lutar contra a intimidação também é respeitar um direito fundamental.

9.4.09

A vénia (4)

Fonte bem colocada no interior da administração Obama acaba de fazer uma declaração categórica a propósito da infame vénia e da insultuosa pretensão de a fazer passar por mera fantasia da mente perturbada de alguns fanáticos.

A vénia (3)

Ainda a propósito da vénia. Que legitimidade haverá em duvidar da veracidade das afirmações de Obama quanto à sua relação com a religião islâmica - algumas contraditórias entre si, outras manifestas falsas - e da sinceridade da sua conversão ao cristianismo, face a esta demonstração de submissão ao "Guardião das Cidades Santas de Meca e Medina", face às sucessivas "demonstrações de respeito" pelo Islão, face à posição tíbia perante o extremismo islâmico - bem ilustrada pela adopção de eufemismos orwellianos -, face às notícias que dão conta da prática tépida do cristianismo que Obama afirma professar, e face ao acumular de medidas impregnadas da cultura da morte de que falava João Paulo II? Haverá alguma possibilidade real de Obama ter simplesmente mentido e de ser muçulmano? Tem, pelo menos, fundamentação no Corão e nas hadith para o fazer.

8.4.09

A vénia (2)

Ben Smith, do Politico, dá conta dos mais recentes acontecimentos relativos à vergonhosa vénia: «The White House is denying that the president bowed to King Abdullah of Saudi Arabia at a G-20 meeting in London (...) "It wasn't a bow. He grasped his hand with two hands, and he's taller than King Abdullah," said an Obama aide, who spoke on the condition of anonymity. (...)» Percebe-se a razão pela qual o membro da equipa de Obama faz estas declarações sob a condição de manter o anonimato: assim, ninguém lhe poderá chamar mentiroso. Ed Morrisey, do Hot Air, interroga-se sobre se esta aparente tentativa de negar o óbvio e documentado acto, numa aparente tentativa de reescrever a história, será suficiente para despertar o interesse dos media , sobre este acontecimento, os quais, até ao momento, o ignoraram por completo (não venha a dar-se o caso da divulgação desta notícia, e de outras idênticas, vir a criar obstáculos ao processo em curso de canoninação in vita).

7.4.09

Conformidade com a sharia V

As notícias de acomodação das instituições basilares do Ocidente ao Islão vêm, desta vez, da Alemanha, nada mais nada menos dos tribunais e do sistema de ensino alemães. Aqui ficam alguns exemplos: «(...) Lisa, a German woman (46) married to an Egyptian, called the police seeking protection for herself and her 17-year-old daughter from assaults by her husband. Magdi, Lisa’s husband, threatened to kill their daughter who had been raped by a man. Magdi, a practicing Muslim, believes that his daughter committed “Zena” (adultery). He told his wife that he was always suspicious of his daughter who clandestinely had a German boyfriend. Lisa filed a divorce case against her husband, and requested deporting him. The judge, Matthias Rau, at a court in Hanover, Germany, ruled (January 21, 2009), Lisa had to wait for at least one year before she is legally divorced. Her husband cannot be deported. “He must be re-educated, in hopes he would renounce his Islamic understanding of ‘Zena,’” the judge said. The German judge argued, “Muslims have a different understanding of rape than Europeans, and this must be taken into account.” In an interview with a German radio, NDR on February 18, 2009, Rau said, “Sharia aligns rape to adultery, Zena, and victims – women – are often punished instead of prosecuting the perpetrators and convict them.” (...) In another case, the judge, Hans-Dieter Bachmann at a court in Dortmund, also ruled (February 12, 2009), with reference to Sharia. He said, according to the Koran, a Muslim father can beat his 15-year-old daughter who refuses to wear a headscarf, and he cannot be punished, and quoted the following passage from the Koran, “The men are made responsible for the women, and God has endowed them with certain qualities, and made them the bread earners. The righteous women will cheerfully accept this arrangement, since it is God’s commandment, and honor their husbands during their absence. If you experience rebellion from the women, you shall first talk to them, then (you may use negative incentives like) deserting them in bed, then you may (as a last alternative) beat them.” (Suran 4 on Women). (...) Sharia has also infiltrated German schools. The head teacher of a secondary school in Detmold permits Muslim pupils who do not want to learn the evolution theory to learn the “creationist theory” as an alternative. In another school, the head teacher issued instructions to male teachers not to shake hands with Muslim girls after handing over their graduation documents. “This is haram (impermissible) in Islam.” The head teacher said. (...)» Vergonhosa capitulação do ocidente perante a barbárie disfarçada de religião e de cultura. Via Jihad Watch.

Não há Islão moderado

Este é um assunto que está na ordem do dia, depois do acordo entre o governo paquistanês e os talibans do vale de Swat, no nordeste do Paquistão, o qual estabelece o a autoridade civil deste grupo de malfeitores e a aplicação da sharia como única lei, com consequências já aqui apontadas; e depois da iniciativa da administração norte-americana de, no contexto da guerra do Afeganistão (devia talvez chamar-lhe Operação Ultramarina de Contingência do Afeganistão, mas recuso-me) dialogar com os talibans moderados, lamentável oxímoro. E quem proferiu a afirmação que titula este postal foi o primeiro-ministro turco. Ler todo o postal para vislumbrar um exemplo de conversa dupla muçulmana, a propósito do respeito para com Moisés e Jesus arrogado por Erdogan.

6.4.09

Como é que se diz o quê em Austríaco?

Não sei muito bem o que pensar disto. Será que os americanos são mesmo todos estúpidos, sem excepção? Será que terem eleito Obama presidente serve de demonstração disso ou do contrário? Ou quererá isto dizer, simplesmente, que a imagem de Obama como um homem excepcionalmente inteligente e culto, ponderado, sensível que foi universalmente divulgada é a segunda maior mentira do início do sec. XXI (a primeira é, evidentemente, o Aquecimento Global/Alterações Climáticas Antropogénico)? Via Hot Air.