8.7.09

O bobo (2)

Um dos problemas dos bobos é que, intencionalmente ou não, podem ofender alguém importante na corte que não descansará antes de se vingar. O bobo.

Deixai-os lá estar (2)

Enquanto uma plétora de patetas no Ocidente continua a exigir à administração Obama que feche a prisão de Guantanamo, os inocentes de lá libertados parecem apostados em demonstrar que o seu lugar é lá dentro, para ser meigo. Convém ir falando destas coisas em público para as pessoas saberem no que é que o nosso governo nos está a meter ao oferecer-se para acolher em Portugal pessoas da extracção das que foram parar à única prisão localizada num certo arquipélago das Caraíbas que tira o sono a algumas almas sensíveis.
«A former Guantanamo Bay inmate is leading the fight against U.S. Marines in the Helmand province of Afghanistan, a senior U.S. defense official confirmed to FOX News on Tuesday. Mullah Zakir, also known as Abdullah Ghulam Rasoul, surrendered in Mazar-e-Sharif in Northern Afghanistan in 2001, and was transferred to Gitmo in 2006. He was released in late 2007 to Afghan custody. (...) Explaining why Zakir was released from Gitmo, the defense official said, "We were under incredible pressure from the world to release detainees at Gitmo. You just don't know what people are going to do. "He was no worse than anyone else being held at Gunatanamo Bay," the official added. "He was not going to be tried for war crimes so we decided to release him. Either he was not thought to have committed a crime or we didn't have enough evidence to prosecute him."(...)»
Ler aqui sobre Guantanamo. Via Hot Air.

7.7.09

Notícias do Sueriguistão

No Gates of Vienna um colaborador sueco publica a sua tradução de uma reportagem realizada por um jornal sueco de referência. Os factos são os de todos os dias em Rosengård: edifícios, caixotes do lixo e outros objectos na via pública em chamas; os bombeiros que acorrem para extinguir as chamas são apedrejados; a polícia, chamada a protegê-los, recebe o mesmo tratamento. O que surrpeende o tradutor e autor do postal é a clareza da linguagem usada na peça jornalística. Ao contrário do que é habitual, os factos são descritos com precisão e os agressores são caracterizados sem eufemismos: são jovens muçulmanos. Ao que parece, a utilização de uma linguagem clara e inequívoca quanto ao tipo de agressões e aos seus autores não é inédita na Suécia e ocorre sobretudo no Verão. A explicação avançada aponta para a possibilidade de os peritos em linguagem politicamente correcta e na limpeza da imagem dos agressores estarem de férias. Do artigo propriamente dito, destacaria a pequena entrevista ao antropólogo social que residiu durante três anos em Rosengård em trabalho de campo para a realização da sua tese de doutoramento. Ao contrário do que se poderia temer, o antropólogo não alinha nas teses multiculturalistas e de vitimização das minorias tão em voga - talvez porque saiba do que fala; propõe, inclusive, uma abordagem mais musculada por parte das instituições que representam o estado sueco: bombeiros, polícia, escola, tribunais:
«(...) [S]ays Aje Carlbom (...) a social anthropologist at the Malmö College [who] lived in Rosengård for three years to write his PhD thesis. A forgotten cause of the vandalism is the complex combination of culture and manliness in Rosengård. The boys are in a situation where different interests try to compete for their ideal of manhood. To show aggressiveness, courage, and to “fight the man” is a way to show that you are a enough of a man, belonging with the other men. Many families want their boys to adapt to the norms of patriarchy and become authorities that provide for and decide over women and children. Moslem congregations want them to adapt to religious norms. Criminal gangs offer fast cash. Finally the school and social services want to impart Swedish values about gender equality to the boys.” Aje Carlbom thinks the Swedish values come dead last in the competition for the attention of the boys. “The Swedish norms offer a very fussy image of what an admirable man is or should be. “What happens when society can’t live up to the expectations of these guys? “They see society as weak. Firefighters aren’t allowed to turn their hoses on stone throwers, but perhaps they should do so anyway. As an experiment. These boys need to face stiffer opposition.” “How?” “Show more seriousness. The boys meet no consequences for their acts today. Even youths should be arrested in order to show clearly where the limits are. Schools should employ zero tolerance concerning, for instance, insults to girls. “If you seek acceptance for a multicultural, diverse society among the broad masses, you have to show that you are on top of the situation. Unless you do that, there will be an uprising against multiculturalism.” “Most people think these riots are caused by exclusion, unemployment and poverty…?” “I have a very hard time seeing that connection. There are many unemployed but a vanishing minority that goes out throwing stones. I don’t know how much the Intifada and the uprising in Gaza inspires the stone throwers. Unfortunately, nobody’s done any research on the subject.” “Why?” “Many think the subject is too sensitive to research. In Sweden, many people show a immense tolerance toward the intolerance of the immigrants, but no tolerance at all for native Swedish intolerance. One can be tolerated, not the other. It is strange.” “How can the problems be solved?” “The more immigrants that come to Malmö, the larger the market for various ethnic products and extreme interpretations of Islam. It becomes ever easier to live as back home even if you live in Sweden. “Segregation must be broken. The only way to do so is to stop the further inflow of immigrants to Malmö. But nobody in our political system supports that. What we see now is just the beginning. It will become worse.”»

Palhaço Rico, Palhaço Pobre (2)

O Obama também tem o seu Pinho. Só que, para além de Pinho, é, ao mesmo tempo, Lino e Gago e Rodrigues...

6.7.09

Palhaço Rico, Palhaço Pobre

O que seria do Croquete sem o seu Batatinha?

Jihad global: Filipinas (2)

Bomba explode à porta de igreja católica nas Filipinas, mata cinco pessoas e fere pelo menos 34. As autoridades suspeitam das MILF, as quais negam a autoria do atentado, sugerindo que pode ter sido perpetrado por "grupos de extrema direita" que se opõem às negociações com os terroristas; dizem ainda que atentar contra civis é contra os princípios islâmicos (atenção: taqiyya; ver e.g. Corão 2, 191; 9, 123). A polícia deteve um indivíduo que presume ser o autor do atentado. Jihad global: Filipinas.

5.7.09

Uma videoteca do islamismo - Islam and Slavery

O video consiste no depoimento de John Alembillah Azumah, autor do livro The Legacy of Arab-Islam in Africa: A Quest for Inter-Religious Dialogue, sobre o papel do Islão na história da escravatura. O instrutivo video suscita-me a seguinte questão: por que razão são estes factos amplamente ignorados no ocidente?

2.7.09

A religião da pás III: comprar crianças para as treinar como bombistas-suicidas.

Depois de fazer violar jovens de ambos os sexos para depois os convencer de que o seu opróbrio só seria mitigado pelo "martírio" e do uso de débeis mentais como bombistas-suicidas, só mesmo este expediente que associa os ataques suicidas e a escravatura para gerar alguns instantes de espanto e de incredulidade.

Uma leitura crítica do Sermão - III: "Em quem acreditar?"

Wafa Sultan, médica síria naturalizada norte-americana, educada no islamismo e empenhada em combater o radicalismo islamista e na defesa dos direitos humanos no mundo islâmico, diz ter sido confrontada por muitos dos seu leitores, na sequência do infame discurso do Cairo, com a questão: "Em quem acreditar? Em Obama ou em si?" A partir desta circunstância, Sultan ensaia uma curta reflexão sobre o discurso e as suas eventuais consequências pérfidas. Aqui ficam dois destaques e a recomendação de leitura de todo o artigo, assim como a referência ao blogue onde foi publicado, o Hudson New York.
«(...) The president pandered to Muslims: praised their accomplishments, commiserated with their grievances, and apologized for injustices done to them by centuries of colonialism -- without once mentioning the history of rampant and violent Arab colonialism. He avoided any mention of Jihadi tenets, or of the Islamic political ideology of supremacy over non Muslims -- principles embedded in Sharia law. These are taught and sanctioned openly by Al-Azhar, the university that hosted him, the foremost center of Sharia studies. Obama underscored the supposed American mistreatment of terrorists and apologized for torture in Guantanamo, forgetting that Islamic regimes are brutal to their own people. The president also repudiated significant U.S. contributions in both the lives of its soldiers and humanitarian aid to Muslims across the globe made throughout history -- despite Muslim attacks against America and Americans. In short, parts of his speech sounded like a new Pan-Arab messiah come to usher the Arab world back into its rightful world dominion. (...) Obama sidesteps the acute state of affairs in the Islamic world with flattery, failing to encourage accountability (...). I did not hear an exhortation to the Islamic world to open itself to diversity, to accept women as equal citizens with the same rights and protection under law as men. I did not hear a challenge to the Muslim world to accept other religions and their ability to practice openly within the Islamic world -- where the practice of Christianity, Judaism and other religions could cost an individual his or her life. I did not hear a call to erase for all time, Dhimmi racism -- the Sharia law-based dictate that Christians and Jews are inferior and should be suppressed. Are these “…the principles of justice, tolerance and dignity for human beings”? (...)»

30.6.09

Uma videoteca do islamismo - O meu grupo terrorista mata mais judeus que o teu

Neste pequeno video jovens palestinianos encenam uma discussão entre membros da Fatah e do Hamas. O motivo da disputa é determinar qual das duas organizações efectuou mais acções terroristas contra Israel. Como dizia o Gajo de Alfama: "E depois admiram-se que não haja paz no mundo." Via Jihad Watch.

Uma videoteca do islamismo - What's in a Letter?

O blogue Occidental Soapbox publica regularmente videos relacionados com a ameaça islâmica. Este apresenta uma carta de desafio à conversão do imperador persa Yazdgird III da autoria do Califa Umar, sucessor de Mafoma, o profeta do Islão, de acordo com o costume instituído por este de oferecer aos inimigos a paz desde que se convertam ao Islão e aceitem a submissão à soberania de Alá e do seu profeta. A resposta do Shah Yazdgird III é uma lição para todos os não muçulmanos e merece ser amplamente divulgada, lida por todos, mormente pelos que têm responsabilidades políticas e aspiram a criar condições para uma paz duradoura, para o que é preciso saber história e conhecer quem temos por diante. No postal original encontra-se a transcrição integral do texto do video.

29.6.09

No Gates of Vienna

Uma série a seguir com atenção no Gates of Vienna, intitulada “The International Cultural Enrichment News”. Destina-se a divulgar as notícias que os media fazem por remeter para os fundos, quando não pela borda fora. Trata da violência dos subúrbios e das grandes cidades, muitas vezes associada no centro e no norte da Europa à não conformação das comunidades islâmicas às normas das sociedades de acolhimento. A série surgiu a fim de dar conta aos leitores de fora da Dinamarca dos confrontos violentos entre motards e "jovens de origem étnica não-dinamarquesa", os quais ameaçam alastrar geograficamente e envolver outros dinamarqueses, não apenas os motards. Um dos objectivos dos autores é tornar compreensível aos leitores interessados o previsível aumento de violência, para lá da expectável narrativa dos confrontos violentos nos quais os "jovens de origem étnica não-dinamarquesa" - eufemismo para grupos de muçulmanos - aparecerão representados, inevitavelmente, como vítimas do preconceito racial nórdico. As notícias - muitas delas traduções de periódicos dinamarqueses, franceses, holandeses, suecos, noruegueses - consistirão, para além do texto da notícia propriamente dito, de adaptações das formulações eufemísticas politicamente correctas usadas pelos media, sem as quais algumas notícias não pareceriam outra coisa que meros casos de polícia - o que é o caso de algumas, diga-se em abono da verdade. Por exemplo: no Reino Unido os media e a polícia usa a expressão "asian" para substituir "paquistanês" ou "muçulmano", o que enfurece os hindus e outros não muçulmanos asiáticos; na Alemanha, a expressão "südländer", originalmente usada para designar o tipo mediterrânico, veio a designar curdos, albaneses ou turcos consoante o local dos incidentes. Outros postais da série.

Uma videoteca do islamismo - Ensino Islâmico sobre Relações Conjugais

Génesis 2, 7. O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente. 8. Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, do lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado. 18. O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.” 21. Então o Senhor Deus mandou ao homem um profundo sono; e enquanto ele dormia, tomou-lhe uma costela e fechou com carne o seu lugar. 22. E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem. 23. “Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” 24. Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne. João, 2 1. Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. 2. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 3. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. 4. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. 5. Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. 6. Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 7. Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. 8. Tirai agora , disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. 9. Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 10. e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. 11. Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.

Não interferência à Obama

A política da administração Obama de não interferência nos assuntos internos de outros países resume-se a não condenar a violência no Irão. Tomar o partido do presidente deposto das Honduras, segundo os critérios em vigor nos EUA - os critérios da esperança e da mudança -, não constitui interferência. O mesmo tipo de não interferência adoptada para lidar com o conflito israelo-árabe: nada exigir aos terroristas confessos do Hamas e aos terroristas tímidos da Fatah e impedir Israel de construir um metro quadrado que seja nos chamados colonatos - mesmo que seja para fazer um quarto novo para um membro recem-nascido da família - como se fosse essa a causa do problema, como se o conflito se devesse a uma disputa territorial e não à vontade expressa pelo Hamas de exterminar todos os judeus, sem excepção, da face da Terra e à indisponibilidade manifestada pela Fatah para reconhecer o direito à existência do Estado de Israel como estado judaico. Como disse a Melanie Phillips:
«It would be laughable were it not so serious that such a clown is in the White House, and at such a time.»
Via Hot Air.

28.6.09

O sermão no sopé das pirâmides - VI: Fjordman sobre Música

Como prometido, voltemos por alguns instantes ao infame sermão do Cairo do presidente Obama ao Mundo Islâmico, mais uma vez pela mão de Fjordman, desta feita para considerar as afirmações do presidente americano a respeito da influência da cultura islâmica na cultura musical do Ocidente, tema já aqui fugazmente considerado. Comecemos pelo discurso:
«Islamic culture has given us (...) cherished music (...).»
Fjordman contrapõe:
«As for music, Greek theory on the subject evolved from Pythagoras before 500 BC. The Church was the dominant institution in post-Roman Europe and drew on Greek philosophy and musical theory. Some elements of Christian observances may derive from Jewish tradition, too, chiefly the chanting of Scripture and the signing of psalms, poems of praise from the Book of Psalms. Christians integrated music into their liturgy. In the Western Church, Gregorian chant and the development of polyphonic music was valued as decoration, a concept central to medieval art and architecture. According to A History of Western Music, Seventh Edition, by Donald J. Grout, Peter J. Burkholder and Claude V. Palisca, “Polyphonic performance heightened the grandeur of chant and thus of the liturgy itself.” This gave rise to a musical tradition which led to Bach, Mozart and Beethoven. Nothing similar happened in the Islamic world, despite the fact that Muslims initially had access to much of the same material. I have described this in my essay Why Muslims Like Hitler, but Not Mozart.

Historian Bernard Lewis writes in The Middle East: A Brief History of the Last 2,000 Years:
“Since Muslim worship, with the limited exception of some dervish orders, makes no use of music, musicians in the Islamic lands lacked the immense advantage enjoyed by Christian musicians through the patronage of the Church and of its high dignitaries. The patronage of the court and of the great houses, though no doubt useful, was intermittent and episodic, and dangerously subject to the whims of the mighty. Muslim musicians devised no standard system of notation, and their compositions are therefore known only by the fallible and variable medium of memory. There is no preserved corpus of classical Islamic music comparable with that of the European musical tradition. All that remains is a quite extensive theoretical literature on music, some descriptions and portrayals of musicians and musical occasions by writers and artists, a number of old instruments in various stages of preservation, and of course the living memory of long-past performances.”
(...) Many forms of music are banned in Islam. The Reliance of the Traveller by Ahmad Ibn Lulu Ibn Al-Naqib and Noah Ha Mim Keller has been formally approved by al-Azhar in Egypt, the highest institution of religious learning among Sunni Muslims. It quotes a number of ahadith, authoritative sayings of Muhammad and his companions which form the core Islamic texts next to the Koran, among them one which says that “There will be peoples of my Community who will hold fornication, silk, wine, and musical instruments to be lawful …” Another quote says that: “On the Day of Resurrection, Allah will pour molten lead into the ears of whoever sits listening to a songstress.” The scholarly conclusion is that “All of this is explicit and compelling textual evidence that musical instruments of all types are unlawful.” Another legal ruling says that “It is unlawful to use musical instruments – such as those which drinkers are known for, like the mandolin, lute, cymbals, and flute – or to listen to them. It is permissible to play the tambourine at weddings, circumcisions, and other times, even if it has bells on its sides. Beating the kuba, a long drum with a narrow middle, is unlawful.”»

Do referido ensaio, Why Muslims Like Hitler, but Not Mozart, destaque para esta citação de Charles Murray que procura dar uma ideia da importância da polifonia na música ocidental:
«Just as linear perspective added depth to the length and breadth of painting, polyphony added, metaphorically, a vertical dimension to the horizontal line of melody.»
Em suma: a música no ocidente desenvolveu-se a partir da herança hebraica e da cultura grega; o seu desenvolvimento foi marcado pela invenção de um rigoroso sistema de notação que lhe permitiu alcançar um nível de elaboração harmónica impossível nas tradições puramente orais. No mundo islâmico, a música é apenas tolerada, quando não é proibida. Ou seja, parafraseando o blogger Zartoist: a música sobreviveu apesar do Islão.