11.7.09

Foi você quem pediu Change?

Na National Review Andrew C. McCarthy analisa a libertação de cinco operacionais iranianos detidos no Iraque. Na sua análise, esboça uma trajectória ideológica de Obama, já aqui assinalada. Ainda faltam 41 meses para o fim do mandato, esperemos que único, e, a cada decisão, o cenário parece ficar mais sinistro.
«(...) Obama’s decision to release the five terror-masters comes while the Iranian regime (a) is still conducting operations against Americans in Iraq, even as we are in the process of withdrawing, and (b) is clearly working to replicate its Lebanon model in Iraq: establishing a Shiite terror network, loyal to Iran, as added pressure on the pliant Maliki to understand who is boss once the Americans leave. (...) President Obama’s release of the Quds terrorists is a natural continuation of his administration’s stunningly irresponsible policy of bartering terrorist prisoners for hostages. As I detailed here on June 24, Obama has already released a leader of the Iran-backed Asaib al-Haq terror network in Iraq, a jihadist who is among those responsible for the 2007 murders of five American troops in Karbala. While the release was ludicrously portrayed as an effort to further “Iraqi reconciliation” (...), it was in actuality a naïve attempt to secure the reciprocal release of five British hostages — and a predictably disastrous one: The terror network released only the corpses of two of the hostages, threatening to kill the remaining three (and who knows whether they still are alive?) unless other terror leaders were released. (...) Barack Obama is a wolf in “pragmatist” clothing: Beneath the easy smile and above-it-all manner — the “neutral” doing his best to weigh competing claims — is a radical leftist wedded to a Manichean vision that depicts American imperialism as the primary evil in the world. You may not have wanted to addle your brain over his tutelage in Hawaii by the Communist Frank Marshall Davis, nor his tracing of Davis’s career steps to Chicago, where he seamlessly eased into the orbit of Arafat apologist Rashid Khalidi, anti-American terrorists Bill Ayers and Bernardine Dohrn, and Maoist “educator” Michael Klonsky — all while imbibing 20 years’ worth of Jeremiah Wright’s Marxist “black liberation theology.” But this neo-Communist well from which Obama drew holds that the world order is a maze of injustice, racism, and repression. Its unified theory for navigating the maze is: “United States = culprit.” Its default position is that tyrants are preferable as long as they are anti-American, and that while terrorist methods may be regrettable, their root cause is always American provocation — that is, the terrorists have a point. (...)»

8.7.09

Menos blogues e mais livros

The Roads to Modernity - The British, French, and American Enlightenments, de Gertrude Himmelfarb, Vintage Books, 2004. Bom e belo.

O bobo (2)

Um dos problemas dos bobos é que, intencionalmente ou não, podem ofender alguém importante na corte que não descansará antes de se vingar. O bobo.

Deixai-os lá estar (2)

Enquanto uma plétora de patetas no Ocidente continua a exigir à administração Obama que feche a prisão de Guantanamo, os inocentes de lá libertados parecem apostados em demonstrar que o seu lugar é lá dentro, para ser meigo. Convém ir falando destas coisas em público para as pessoas saberem no que é que o nosso governo nos está a meter ao oferecer-se para acolher em Portugal pessoas da extracção das que foram parar à única prisão localizada num certo arquipélago das Caraíbas que tira o sono a algumas almas sensíveis.
«A former Guantanamo Bay inmate is leading the fight against U.S. Marines in the Helmand province of Afghanistan, a senior U.S. defense official confirmed to FOX News on Tuesday. Mullah Zakir, also known as Abdullah Ghulam Rasoul, surrendered in Mazar-e-Sharif in Northern Afghanistan in 2001, and was transferred to Gitmo in 2006. He was released in late 2007 to Afghan custody. (...) Explaining why Zakir was released from Gitmo, the defense official said, "We were under incredible pressure from the world to release detainees at Gitmo. You just don't know what people are going to do. "He was no worse than anyone else being held at Gunatanamo Bay," the official added. "He was not going to be tried for war crimes so we decided to release him. Either he was not thought to have committed a crime or we didn't have enough evidence to prosecute him."(...)»
Ler aqui sobre Guantanamo. Via Hot Air.

7.7.09

Notícias do Sueriguistão

No Gates of Vienna um colaborador sueco publica a sua tradução de uma reportagem realizada por um jornal sueco de referência. Os factos são os de todos os dias em Rosengård: edifícios, caixotes do lixo e outros objectos na via pública em chamas; os bombeiros que acorrem para extinguir as chamas são apedrejados; a polícia, chamada a protegê-los, recebe o mesmo tratamento. O que surrpeende o tradutor e autor do postal é a clareza da linguagem usada na peça jornalística. Ao contrário do que é habitual, os factos são descritos com precisão e os agressores são caracterizados sem eufemismos: são jovens muçulmanos. Ao que parece, a utilização de uma linguagem clara e inequívoca quanto ao tipo de agressões e aos seus autores não é inédita na Suécia e ocorre sobretudo no Verão. A explicação avançada aponta para a possibilidade de os peritos em linguagem politicamente correcta e na limpeza da imagem dos agressores estarem de férias. Do artigo propriamente dito, destacaria a pequena entrevista ao antropólogo social que residiu durante três anos em Rosengård em trabalho de campo para a realização da sua tese de doutoramento. Ao contrário do que se poderia temer, o antropólogo não alinha nas teses multiculturalistas e de vitimização das minorias tão em voga - talvez porque saiba do que fala; propõe, inclusive, uma abordagem mais musculada por parte das instituições que representam o estado sueco: bombeiros, polícia, escola, tribunais:
«(...) [S]ays Aje Carlbom (...) a social anthropologist at the Malmö College [who] lived in Rosengård for three years to write his PhD thesis. A forgotten cause of the vandalism is the complex combination of culture and manliness in Rosengård. The boys are in a situation where different interests try to compete for their ideal of manhood. To show aggressiveness, courage, and to “fight the man” is a way to show that you are a enough of a man, belonging with the other men. Many families want their boys to adapt to the norms of patriarchy and become authorities that provide for and decide over women and children. Moslem congregations want them to adapt to religious norms. Criminal gangs offer fast cash. Finally the school and social services want to impart Swedish values about gender equality to the boys.” Aje Carlbom thinks the Swedish values come dead last in the competition for the attention of the boys. “The Swedish norms offer a very fussy image of what an admirable man is or should be. “What happens when society can’t live up to the expectations of these guys? “They see society as weak. Firefighters aren’t allowed to turn their hoses on stone throwers, but perhaps they should do so anyway. As an experiment. These boys need to face stiffer opposition.” “How?” “Show more seriousness. The boys meet no consequences for their acts today. Even youths should be arrested in order to show clearly where the limits are. Schools should employ zero tolerance concerning, for instance, insults to girls. “If you seek acceptance for a multicultural, diverse society among the broad masses, you have to show that you are on top of the situation. Unless you do that, there will be an uprising against multiculturalism.” “Most people think these riots are caused by exclusion, unemployment and poverty…?” “I have a very hard time seeing that connection. There are many unemployed but a vanishing minority that goes out throwing stones. I don’t know how much the Intifada and the uprising in Gaza inspires the stone throwers. Unfortunately, nobody’s done any research on the subject.” “Why?” “Many think the subject is too sensitive to research. In Sweden, many people show a immense tolerance toward the intolerance of the immigrants, but no tolerance at all for native Swedish intolerance. One can be tolerated, not the other. It is strange.” “How can the problems be solved?” “The more immigrants that come to Malmö, the larger the market for various ethnic products and extreme interpretations of Islam. It becomes ever easier to live as back home even if you live in Sweden. “Segregation must be broken. The only way to do so is to stop the further inflow of immigrants to Malmö. But nobody in our political system supports that. What we see now is just the beginning. It will become worse.”»

Palhaço Rico, Palhaço Pobre (2)

O Obama também tem o seu Pinho. Só que, para além de Pinho, é, ao mesmo tempo, Lino e Gago e Rodrigues...

6.7.09

Palhaço Rico, Palhaço Pobre

O que seria do Croquete sem o seu Batatinha?

Jihad global: Filipinas (2)

Bomba explode à porta de igreja católica nas Filipinas, mata cinco pessoas e fere pelo menos 34. As autoridades suspeitam das MILF, as quais negam a autoria do atentado, sugerindo que pode ter sido perpetrado por "grupos de extrema direita" que se opõem às negociações com os terroristas; dizem ainda que atentar contra civis é contra os princípios islâmicos (atenção: taqiyya; ver e.g. Corão 2, 191; 9, 123). A polícia deteve um indivíduo que presume ser o autor do atentado. Jihad global: Filipinas.

5.7.09

Uma videoteca do islamismo - Islam and Slavery

O video consiste no depoimento de John Alembillah Azumah, autor do livro The Legacy of Arab-Islam in Africa: A Quest for Inter-Religious Dialogue, sobre o papel do Islão na história da escravatura. O instrutivo video suscita-me a seguinte questão: por que razão são estes factos amplamente ignorados no ocidente?

2.7.09

A religião da pás III: comprar crianças para as treinar como bombistas-suicidas.

Depois de fazer violar jovens de ambos os sexos para depois os convencer de que o seu opróbrio só seria mitigado pelo "martírio" e do uso de débeis mentais como bombistas-suicidas, só mesmo este expediente que associa os ataques suicidas e a escravatura para gerar alguns instantes de espanto e de incredulidade.

Uma leitura crítica do Sermão - III: "Em quem acreditar?"

Wafa Sultan, médica síria naturalizada norte-americana, educada no islamismo e empenhada em combater o radicalismo islamista e na defesa dos direitos humanos no mundo islâmico, diz ter sido confrontada por muitos dos seu leitores, na sequência do infame discurso do Cairo, com a questão: "Em quem acreditar? Em Obama ou em si?" A partir desta circunstância, Sultan ensaia uma curta reflexão sobre o discurso e as suas eventuais consequências pérfidas. Aqui ficam dois destaques e a recomendação de leitura de todo o artigo, assim como a referência ao blogue onde foi publicado, o Hudson New York.
«(...) The president pandered to Muslims: praised their accomplishments, commiserated with their grievances, and apologized for injustices done to them by centuries of colonialism -- without once mentioning the history of rampant and violent Arab colonialism. He avoided any mention of Jihadi tenets, or of the Islamic political ideology of supremacy over non Muslims -- principles embedded in Sharia law. These are taught and sanctioned openly by Al-Azhar, the university that hosted him, the foremost center of Sharia studies. Obama underscored the supposed American mistreatment of terrorists and apologized for torture in Guantanamo, forgetting that Islamic regimes are brutal to their own people. The president also repudiated significant U.S. contributions in both the lives of its soldiers and humanitarian aid to Muslims across the globe made throughout history -- despite Muslim attacks against America and Americans. In short, parts of his speech sounded like a new Pan-Arab messiah come to usher the Arab world back into its rightful world dominion. (...) Obama sidesteps the acute state of affairs in the Islamic world with flattery, failing to encourage accountability (...). I did not hear an exhortation to the Islamic world to open itself to diversity, to accept women as equal citizens with the same rights and protection under law as men. I did not hear a challenge to the Muslim world to accept other religions and their ability to practice openly within the Islamic world -- where the practice of Christianity, Judaism and other religions could cost an individual his or her life. I did not hear a call to erase for all time, Dhimmi racism -- the Sharia law-based dictate that Christians and Jews are inferior and should be suppressed. Are these “…the principles of justice, tolerance and dignity for human beings”? (...)»

30.6.09

Uma videoteca do islamismo - O meu grupo terrorista mata mais judeus que o teu

Neste pequeno video jovens palestinianos encenam uma discussão entre membros da Fatah e do Hamas. O motivo da disputa é determinar qual das duas organizações efectuou mais acções terroristas contra Israel. Como dizia o Gajo de Alfama: "E depois admiram-se que não haja paz no mundo." Via Jihad Watch.

Uma videoteca do islamismo - What's in a Letter?

O blogue Occidental Soapbox publica regularmente videos relacionados com a ameaça islâmica. Este apresenta uma carta de desafio à conversão do imperador persa Yazdgird III da autoria do Califa Umar, sucessor de Mafoma, o profeta do Islão, de acordo com o costume instituído por este de oferecer aos inimigos a paz desde que se convertam ao Islão e aceitem a submissão à soberania de Alá e do seu profeta. A resposta do Shah Yazdgird III é uma lição para todos os não muçulmanos e merece ser amplamente divulgada, lida por todos, mormente pelos que têm responsabilidades políticas e aspiram a criar condições para uma paz duradoura, para o que é preciso saber história e conhecer quem temos por diante. No postal original encontra-se a transcrição integral do texto do video.

29.6.09

No Gates of Vienna

Uma série a seguir com atenção no Gates of Vienna, intitulada “The International Cultural Enrichment News”. Destina-se a divulgar as notícias que os media fazem por remeter para os fundos, quando não pela borda fora. Trata da violência dos subúrbios e das grandes cidades, muitas vezes associada no centro e no norte da Europa à não conformação das comunidades islâmicas às normas das sociedades de acolhimento. A série surgiu a fim de dar conta aos leitores de fora da Dinamarca dos confrontos violentos entre motards e "jovens de origem étnica não-dinamarquesa", os quais ameaçam alastrar geograficamente e envolver outros dinamarqueses, não apenas os motards. Um dos objectivos dos autores é tornar compreensível aos leitores interessados o previsível aumento de violência, para lá da expectável narrativa dos confrontos violentos nos quais os "jovens de origem étnica não-dinamarquesa" - eufemismo para grupos de muçulmanos - aparecerão representados, inevitavelmente, como vítimas do preconceito racial nórdico. As notícias - muitas delas traduções de periódicos dinamarqueses, franceses, holandeses, suecos, noruegueses - consistirão, para além do texto da notícia propriamente dito, de adaptações das formulações eufemísticas politicamente correctas usadas pelos media, sem as quais algumas notícias não pareceriam outra coisa que meros casos de polícia - o que é o caso de algumas, diga-se em abono da verdade. Por exemplo: no Reino Unido os media e a polícia usa a expressão "asian" para substituir "paquistanês" ou "muçulmano", o que enfurece os hindus e outros não muçulmanos asiáticos; na Alemanha, a expressão "südländer", originalmente usada para designar o tipo mediterrânico, veio a designar curdos, albaneses ou turcos consoante o local dos incidentes. Outros postais da série.

Uma videoteca do islamismo - Ensino Islâmico sobre Relações Conjugais

Génesis 2, 7. O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente. 8. Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, do lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado. 18. O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.” 21. Então o Senhor Deus mandou ao homem um profundo sono; e enquanto ele dormia, tomou-lhe uma costela e fechou com carne o seu lugar. 22. E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem. 23. “Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” 24. Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne. João, 2 1. Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. 2. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 3. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. 4. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. 5. Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. 6. Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 7. Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. 8. Tirai agora , disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. 9. Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 10. e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. 11. Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.