nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
24.9.09
Transporte à borla também em Amsterdão
...mas só para muçulmanos.
Todos os cidadãos são iguais, todas as religiões são iguais, mas uns são mais que outros.
No mesmo postal ficamos a saber que os desacatos nos cinemas holandeses são habituais no fim do Ramadão, e que os holandeses acham isso normal.
Difamamação anti-semita compensa
O propagandista sueco que se notabilizou por lançar o boato segundo o qual as Forças Armadas Israelitas estariam a recolher órgãos de palestinianos para vender a fim de serem usados em transplantes é recebido no mundo árabe como um herói.
Talvez possamos julgar uma civilização pelo quilate dos seus heróis, assim como dos seus vilões.
23.9.09
Ex-muçulmanos fundam associação
Já aqui temos feito referência à Faith Freedom International, organização de apóstatas do Islão que procura estimular os muçulmanos a examinar as suas escrituras - Corão e ahadith -, as suas crenças, os seus costumes, em suma, a aplicar ao Islão o espírito crítico.
Amanhã, é apresentada publicamente mais uma associação de ex-muçulmanos vocacionada para a protecção dos apóstatas contra a pena que a sharia lhes reserva: a morte; e para a educação da opinião pública e dos poderes públicos sobre a sharia e o Islão, entre outros objectivos bem expressos no documento onde definem a sua missão.
Former Muslims United: um site a seguir.
Via Pajamas Media.
Colapso do Reino Unido
A jornalista Harriet Sergeant publica no Daily Mail uma série de artigos duma reportagem na qual investiga a gravidade e as causas do colapso social no Reino Unido, caracterizado por, entre outros aspectos, elevadas taxas de abandono escolar, iliteracia, delinquência juvenil, gravidez na adolescência, abortos na adolescência, famílias monoparentais, etc.
Sergeant conclui que o colapso se deve sobretudo ao total falhanço da escola pública em facultar aos jovens, sobretudo das classes pobres, as mais elementares ferramentas para a vida social, como saber ler:
[Legenda: sem nada para fazer, bandos de jovens desocupados como este (aqui representado por um modelo) têm poucos divertimentos, pelo deambulam por zonas comerciais.]
Via Melanie Phillips.
«(...) One young man I met in South London, for example, had never crossed the Thames because he couldn't read the bus timetables. (...)»A situação descrita resulta das reformas pseudoprogressistas na educação e abre caminho a dois resultados: barbárie ou tirania - seja sob a forma do governo resultante de uma revolução socialista (com o lumpenproletariat como base) ou a decorrente da imposição da sharia, evolução natural da guerra cultural islâmica contra a enfraquecida estrutura cultural e social do Reino Unido.
[Legenda: sem nada para fazer, bandos de jovens desocupados como este (aqui representado por um modelo) têm poucos divertimentos, pelo deambulam por zonas comerciais.]22.9.09
15.9.09
... e a academia americana também
Passadas algumas semanas da polémica decisão da Yale University Press de não incluir qualquer imagem num livro a publicar sobre os doze cartoons dinamarqueses que tanta fúria provocaram por todo o mundo islâmico, de Londres a Damasco, de Amesterdão a Teerão, a informação recolhida sobre a absurda opção, mais diplomática que editorial e, seguramente, nada académica, parece trazer alguma luz sobre a matéria. No American Thinker podemos ler um resumo dos acontecimentos.
Ao que parece, não é só a academia britânica que se vende aos petrodólares.
14.9.09
Adolescente morre ao dar à luz
Uma adolescente iemenita de 12 anos, casada contra a sua vontade com um homem de 24 anos, morreu de complicações resultantes do parto no qual o nascituro também pereceu, segundo noticia a AFP.
Como de costume, as razões encontradas pelos jornalistas e pela organização de defesa dos direitos das crianças mencionada na peça são a extrema pobreza e a tradição cultural. Ambos, jornalistas e activistas humanitários, parecem não encontrar nenhuma relação entre a infame prática de forçar crianças a casar com homens adultos e a religião muçulmana.
Acontece que a relação existe por força da doutrina islâmica que considera o comportamento do profeta Mafoma o padrão a seguir por todos os muçulmanos piedosos até ao Dia do Julgamento, o qual casou Aisha, uma criança de 6 anos, e consumou o casamento quando ela tinha 9 anos, como se pode ler na hadith de Bukhari 7.62.88.
Enquanto no Ocidente insistirmos em ignorar a relação entre as mais sinistras práticas do mundo não civilizado e o Islão - o exemplo do profeta, a Suná, tal como se encontra descrito nas ahadith e o preceito corânico que estabelece o profeta com exemplo a seguir até ao fim dos tempos (Corão 33:21) -, estaremos à mercê da expansão e da dominação muçulmana, intenções e processos bem expressos por indivíduos como o nosso conhecido Anjem Choudary.
Uma videoteca do islamismo: mais uma lição do sr. Choudary
O sr. Choudary volta a expor, como já aqui havia feito, as suas intenções, para quem o quiser ouvir:
"Não cessaremos de apelar à implementação da sharia, (...) continuaremos a fazê-lo até que a sharia seja implementada na Grã-Bretanha e acreditamos que um dia a bandeira do Islão será hasteada bem alto no número 10 de Downing Street." "O Islão é superior e nunca será superado. Jamais encontrareis uma ideologia, uma forma de viver superior à islâmica." "O Islão prevalecerá e, um dia, veremos a sharia implementada na Grã-Bretanha, se tudo correr bem durante a nossa vida, se não na vida das nossas crianças."
8.9.09
7.9.09
Van Jones, radical de esquerda, da supremacia negra e do ambiente
Já aqui fizemos referência, há tempos, a um personagem que o presidente genial foi descobrir para o cargo de Czar para a Ciência (Science Czar).
Agora, foi a escolha de Obama para o improvável cargo de Czar para os Empregos Verdes (Green Jobs Czar) a dar que falar, como já aqui relatámos.
Queria apenas acrescentar uma passagem de uma entrevista com e uma citação do novel governante, entretanto sacrificado à fúria da direita americana. Uma pérola que, para além de revelar algo sobre o seu autor, diz muito sobre o que é o movimento ecologista, ou, para ser mais justo, pelo menos sobre uma das suas tendências, mais revolucionárias que propriamente ecologistas:
«(...) But Jones' personal life has been punctuated with a series of epiphanies, each of which has expanded the focus of his work. In college, he embraced the fight for racial justice. Then he moved to the Bay Area and embraced the struggle for class justice. When he gained interest in environmentalism, he started searching for a way to pull together all three quests in the service of a better future. Now that he believes he has found that unified field theory - one suffused with his rediscovered spirituality - he's out to sell it to the progressive world. "There is a green wave coming, with renewable energy, organic agriculture, cleaner production," he said in an interview. "Our question is, will the green wave lift all boats? That's the moral challenge to the people who are the architects of this new, ecologically sound economy. Will we have eco-equity, or will we have eco-apartheid? (...)»Addendum: como os nomeados para estes peculiares cargos na administração americana, os quais dispensam a audição prévia pelo Senado como premissa para a sua aceitação, parecem merecer o escrutínio público, aqui ficam uma lista de todos eles, até à data, publicada pelo Politico.
Academia britânica vende-se pela melhor oferta
Ler Melanie Phillips expondo o caso das instituições de ensino e investigação britânicas que aceitam avultados donativos de milionários árabes e que, em contrapartida, se submetem à agenda e aos caprichos dos doadores, ou melhor, dos compradores da autonomia e independência dessas instituições, que assim se condenam.
Renúncia de Van Jones expõe viés dos media
A renúncia de Van Jones ao cargo de czar para os empregos "verdes" (!) da administração Obama veio, este fim-de-semana, expor o tão propalado viés dos media tradicionais em relação a tudo o que se passa na órbita de Obama e que possa beliscar o seu estatuto de quase-deus.
O viés, desta feita, começou por materializar-se na abdicação por parte dos media de dar a conhecer todo o perfil do nomeado, abstendo-se de investigar o seu passado político, as suas ligações, enfim, de escrutinar o governante recém nomeado; continuou através da persistência em não o fazer quando os novos media - sites de notícias, blogues -começaram a discutir o perfil de Van Jones; e culminou quando os media tradicionais se viram obrigados a dar a notícia da renúncia aos seus clientes, os quais não estavam em condições de perceber coisa alguma da matéria em resultado do silêncio dos mesmos media.
Para rematar, algumas das figuras cimeiras dos media, que renunciam sistematicamente à sua obrigação de informar, concluem deste caso que não se pode confiar nos novos media, os autores da investigação deste caso, da sua exposição ao público americano e ao mundo, com os resultados conhecidos.
Cada um retire deste caso as lições que lhe parecerem mais apropriadas.
Via Hot Air.
Addendum: ver também este postal no American Thinker Blog, do qual se pode destacar esta esclarecedora declaração de Van Jones: »Jones (...) was identified as a self-described radical communist and "rowdy black nationalist" who said his environmental activism was actually a means to fight for racial and class "justice."»
6.9.09
"Contra as alterações da situação in loco"
Sarah Honig contextualiza, em artigo publicado no Jerusalem Post, a exigência do congelamento total de novas construções na Judeia, Samaria e Jerusalém Oriental feita a Israel pela administração Obama.
Como afirmou Santayana: "os que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo."
3.9.09
Naomi Wolfe e o chador
A feminista Naomi Wolfe descobriu os encantos das pudicas vestes islâmicas e o encanto sexual do pudor, da castidade e do sexo exclusivamente conjugal e expõe a sua ignorância (ou má fé) em relação à perspectiva cristã do casamento.
«(...) The West interprets veiling as repression of women and suppression of their sexuality. But when I travelled in Muslim countries and was invited to join a discussion in women-only settings within Muslim homes, I learned that Muslim attitudes toward women's appearance and sexuality are not rooted in repression, but in a strong sense of public versus private, of what is due to God and what is due to one's husband. It is not that Islam suppresses sexuality, but that it embodies a strongly developed sense of its appropriate channelling - toward marriage, the bonds that sustain family life, and the attachment that secures a home. (...) (...) I put on a shalwar kameez and a headscarf in Morocco for a trip to the bazaar. Yes, some of the warmth I encountered was probably from the novelty of seeing a Westerner so clothed; but, as I moved about the market - the curve of my breasts covered, the shape of my legs obscured, my long hair not flying about me - I felt a novel sense of calm and serenity. I felt, yes, in certain ways, free.No cristianismo, o sexo conjugal e a fertilidade são bençãos, como no judaísmo, donde provem. Phyllis Chesler, na sua reacção ao artigo de Wolfe, sugere algumas explicações para a torrente de fina hipocrisia da apologista do Islão: mercenarismo e/ou calculismo político. Via Gates of Vienna. Addendum: aparentemente, Wolf não apreciou particularmente a reacção de Chesler, a quem exige correcções e um pedido de desculpa, o que já mereceu reacção de Chesler. Também o comentário de Glazov ao artigo de Wolf suscitou a sua reacção e uma réplica daquele.
29.8.09
Jerusalem Post
De regresso de uma curta viagem pelo Médio Oriente - Israel, Jordânia e Egipto (Península do Sinai) -, um postal apenas para fazer menção a um jornal indispensável para a compreensão da realidade israelita e dos conflitos que assolam o país, no seu interior e com o exterior: o Jerusalem Post em inglês.
A título de exemplo, referência à notícia que dá conta de mais um ataque com um foguete kassam disparado da faixa de Gaza sobre território israelita, o qual não fez vítimas.
Desafio os inúmeros leitores deste blogue a sair do torpor de Agosto fazendo o seguinte exercício: descobrir uma notícia referente a este acontecimento num outro órgão de comunicação.
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