nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
5.10.09
"Pega numa viola, toca três acordes..."
A não perder as declarações feitas domingo por Rui Rio em reacção ao comício festa do PS realizado na véspera com as pessoas da "cultura" do Porto.
Salte para os 18:50 minutos e divirta-se.
4.10.09
Obama ultrapassa as expectativas
Se alguém pensou que as nomeações de Holdren para czar da Ciência e de Van Jones para czar dos Empregos Verdes (já para não referir Cass Sunstein, do qual ainda não falámos aqui) tinham sido decisões pontuais e infelizes de um presidente inexperiente, a nomeação de Kevin Jennings como czar das Escolas Seguras e Livres de Drogas pode começar a revelar, mais que inexperiência e descuido, as relações do presidente com os movimentos subversivos mais marginais.
É que Jennings é conhecido nos EUA pela sua acção na Gay, Lesbian and Straight Educational Network (GLSEN) promovendo no sistema escolar, desde os primeiros anos de escolaridade, a agenda gay, pregando as queer theories, as quais postulam que a identidade sexual humana é uma mera construção social, sem qualquer relação com as bases biológicas e que uma boa educação deve levar os jovens a questionar, por todos os meios, a sua identidade sexual.
Via Gates of Vienna, onde se pode ver uma notícia sobre a matéria em video.
Recurso a Vaclav Klaus
Depois da adopção por via não referendária na maioria dos países da UE do Tratado de Lisboa e da sua aprovação pelos irlandeses – à segunda tentativa e na sequência de enormes pressões, que chegaram à ameaça, mais ou menos directa, de expulsão da Irlanda da UE, e de uma campanha que envolveu recursos financeiros de monta, provenientes do tesouro irlandês e do orçamento da UE –, Vavlav Klaus, o presidente checo, é o próximo obstáculo com que os federalistas europeus se deparam.
O Tratado foi aprovado pelas duas câmaras parlamentares checas, mas Klaus recusou-se, até ao momento, a assinar o documento. Entretanto, um grupo de senadores checos requereu ao tribunal constitucional a avaliação da constitucionalidade do documento.
Um grupo de cidadãos europeus decidiu expressar o seu apoio a Klaus e a pedir-lhe que se mantenha firme na sua decisão de não assinar o Tratado, resistindo às intensas pressões provenientes de todos os quadrantes que se adivinham.
Para o efeito, criaram um site, uma página no Facebook e lançaram uma petição.
Já que não tivemos oportunidade de manifestar a nossa posição face a esta constituição travestida, temos agora a oportunidade de nos opor ao Tratado através da pessoa de Klaus.
(Fonte da imagem: Politically Incorrect.)
Via Gates of Vienna.
3.10.09
Aliança EUA-OCI
No seu recente discurso na sede da ONU, o presidente Obama apresentou o ingresso dos EUA no Conselho dos Direitos Humanos daquela instituição como um passo no sentido de tornar um país decente, depois de séculos de imperialismo e outros crimes ignóbeis que ele, agora se prepara para reparar.
Pois parece que a emenda efectiva promete ser pior que a falta putativa: o Conselho dos Direitos Humanos da ONU é dominado pela Organização da Conferência Islâmica em conluio com países que partilham com os islâmicos a feroz defesa dos direitos humanos, como Cuba, Venezuela, Bielorrússia et alia. O ingresso dos EUA reforça as lamentáveis decisões passadas e legitima as futuras.
Como se isso fosse pouco, os EUA acabam de se associar ao Egipto numa proposta para criminalizar "qualquer defesa de ódio nacionalista, racial ou religioso que constitua incitamento à discriminação, hostilidade ou violência" e "as descrições estereotipadas das religiões e de grupos raciais".
Robert Spencer, no Jihad Watch, explica com clareza o que isto, na prática, quer dizer:
«(...) [N]egative stereotyping of religions and racial groups," (...) is of course an oblique reference to accurate reporting about the jihad doctrine and Islamic supremacism - which is always the focus of whining by the Organization of the Islamic Conference and other groups about negative "stereotyping" of Islam. (...) And the worst aspect of this and all such measures is that the "Incitement" and the "hatred" are in the eye of the beholder. The powerful can decide to silence the powerless by classifying their views as hate speech. (...)»Em suma, os países da OIC, à cabeça do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, aliados aos EUA liderados por Obama, preparam-se para condenar por incitamento ao ódio e à discriminação racial os jornalistas, académicos e blogueres que se atreverem a denunciar os incitamentos ao ódio, à discriminação e à violência racial inspirados pelo Islão:
«(...) matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. (...)»
2.10.09
Turcos não querem vizinhos "infiéis"
Esta notícia publicada num jornal holandês, a cuja tradução temos acesso através do inestimável Gates of Vienna, dá conta de uma sondagem realizada na Turquia para avaliar a disposição dos turcos face aos "infiéis" e aos judeus:
«Nearly half of the respondents indicated that they think Jews are not loyal to the Turkish state. In Turkey there are Jewish, Armenian, and Greek citizens who were officially recognized as minorities under the Treaty of Lausanne in 1923. That treaty was a formal end to the Greek-Turkish War (1921-1922). (...) The poll also showed that 57 percent of Turkish respondents do not want non-Muslims to work in the national intelligence service, and 55 percent would rather not see them in the judiciary. This applies to a lesser extent to local positions, scientific bodies, and medical centers.»Os resultados suscitam várias conclusões. O que me ocorre dizer é que os turcos mantêm alguma sanidade em relação à necessidade de preservar a identidade nacional e de acautelar a segurança do estado; e que deixar a Turquia entrar na UE faria o que parece impossível: torná-la uma instituição ainda mais perigosa. Recomenda-se uma leitura, mesmo que rápida, dos comentários ao postal em causa.
30.9.09
Pena de morte para venda de virgos postiços
A pena de morte é uma prática altamente controversa no Ocidente, em virtude da importância que a cultura judaico-cristã atribui à vida humana, mesmo a do maior criminoso.
Em todo o caso, onde e por quem é defendida, a pena de morte é reclamada para punir crimes graves como o homicídio voluntário.
Já no Islão, o caso é diferente. Se não, veja-se o caso do professor Abdul Mouti Bayoumi, docente na Universidade Al-Azhar do Egipto, o qual declarou que a venda de virgos postiços deve ser punida com a pena capital.
Convém recordar que esta Universidade Al-Azhar é a mesma onde o presidente Obama discursou em Junho, apodando-a de "farol do ensino islâmico".
Via Jihad Watch. e Faith Freedom International.
Via Jihad Watch. e Faith Freedom International.
27.9.09
Wilders avisa
Quem te avisa teu amigo é.
Contesto a desclassificação de Wilders como sendo de extrema-direita. E mesmo que fosse, isso não significa que as suas afirmações sejam falsas.
Nos videos abaixo, Wilders faz o ponto da situação da expansão do Islão na Europa e descreve o conflito Israelo-Árabe como o ponto fulcral onde se joga o futuro do Ocidente face ao processo de islamização.
Wilders será radical, mas face à ameaça que sobre nós se abate, uma ideologia religiosa totalitária, outras alternativas parecem ineficazes. Será que queremos arriscar?
Uma referência ao décimo ponto do plano de Wilders para parar a islamização do Ocidente: ver-mo-nos livres de líderes fracos (e absolutamente ignorantes da presente situação).
Via Faith Freedom International.
Publicado por
Luís Lopes Cardoso
sobre:
Conflito Israelo-Árabe,
Islamismo,
Liberdade de expressão,
Liberdade religiosa,
Política Internacional
Conformidade com a sharia VI
Alerta! Dimitude!
As autoridades de saúde britânicas aplicam a sharia proibindo a ostentação de símbolos religiosos não muçulmanos.
«Uma enfermeira cristã do Reino Unido foi objeto de uma ação disciplinar por carregar um pingente com uma cruz. (...) Shirley Chaplin, de 54 anos, empreenderá uma ação no Tribunal Trabalhista por discriminação, já que a senhora Chaplin crê ser discriminada por causa de sua fé, informava nesta quarta-feira o Christian Post. A senhora Chaplin disse que levava a cruz desde que começou a trabalhar no hospital há trinta anos, e afirmou que está sendo perseguida por suas crenças cristãs. Contudo, o hospital se acomoda a outros símbolos de fé, tais como as enfermeiras muçulmanas que levam o chador, informou o Daily Express. (...)»
26.9.09
«Não tendes vergonha?»
Benjamin Nethanyahu pergunta.
E acusa a ONU de não sair em defesa do povo iraniano que se opõe aos tiranos no poder e de, ao invés, condenar os manifestantes pelos distúrbios.
Defende, ainda, a conduta das Forças Armadas Israelitas (IDF) na Operação Cast Lead, nomeadamente o esforço posto em não atingir os civis à volta dos quais os terroristas cobardemente se acoitam através da propagação de panfletos, envio de SMSs e realização de chamadas telefónicas a apelar aos civis para se retirarem do que viriam a ser os alvos das IDF.
Grande discurso: clarividência, coragem e determinação.
Um líder, um país e um povo preparados para morrer defendendo o seu direito a existir, a sua cultura, a sua religião.
Via Fausta's Blog.
O escritor-sombra do presidente-génio (2)
Volto ao Bobo e à sua putativa genialidade a propósito do mais recente avanço na tentativa de determinar quem de facto escreveu Dreams From My Father, posto que a probabilidade de ter sido escrito pelo próprio filho é remota, como Cashill sustenta nos artigos elencados no seu último postal sobre a matéria, cujas hiperligações colo infra.
A novidade chega sobre a forma de confirmação da existência de uma relação entre Obama e Ayers que vai para além de serem meros conhecidos - como Obama, mentindo, chegou a dizer publicamente -, para além de terem codirigido uma fundação e se estendeu à colaboração na escrita do livro em causa.
A mentira tem as pernas curtas.
Outros artigos de Cashill sobre a matéria:
Who Wrote Dreams From My Father?
Evidence Mounts: Ayers Co-Wrote Obama's Dreams
The Odd Story of Romance in Dreams from my Father
The Improvised Odyssey of Barack Obama
Who Wrote Dreams and Why It Matters
Breakthrough on the Authorship of Obama's 'Dreams'
Who Wrote Audacity of Hope?
Obama, Ayers and the Knowledge 'Too Big' To Handle
Did Ayers Help Obama Get Into Harvard?
Bem adestrado
O presidente Obama tem sido muito criticado pela direita, a qual o acusa de não estar preparado para o cargo que desempenha, de ser, essencialmente, um amador eleito em virtude da maior e mais bem sucedida campanha de marketing já realizada na história da humanidade.
Esta série de fotografias, aqui em sequência acelerada, ilustra aquilo para que Obama foi treinado.
Chamo a atenção para a imutabilidade esfíngica do sorriso, quase sardónico, ao ponto de parecer afectado ou, quem sabe, até forjado em programa de processamento de imagem. A posição da cabeça altera-se, os olhos parecem mover-se, mas o sorriso jokeriano é sempre o mesmo.
Para os mais desconfiados e para os crentes no messianisamo obamiano, aqui estão as fotografias originais.
Barack Obama's amazingly consistent smile from Eric Spiegelman on Vimeo.
Via Hot Air.
Political Islam
Site dedicado a expor a natureza eminentemente política do Islão, a sua essência expansionista e dominadora e a sua intrínseca violência.
Na coluna da esquerda podem subscrever-se boletins regulares sobre diversos temas, como por exemplo, sobre a opressão das mulheres, perseguição dos cristãos, ódio aos judeus, a aniquilação da Ásia e a jihad cultural.
25.9.09
Colapso do Reino Unido (2)
A aplicação de uma ideologia educativa supostamente progressista condena as crianças inglesas à iliteracia e à marginalidade.
«(...) The educational establishment emphasises what ought to work; it doesn't investigate or accept the evidence of what actually works. As one science teacher in the East End told me: 'I'm instructed to put into place initiatives for which there's no educational evidence whatsoever.' Another complained: 'Education is an evangelical movement - evidence has nothing to do with it.' (...) [I]nspectors have been shocked by the low standard of writing, even in good schools - which one of them blamed squarely on poor marking (never to be done in red ink). Many teachers, they noted, had stopped correcting children's grammar, spelling and speech at all, for fear of discouraging them. (...) The Government, as we constantly hear, is on a mission to improve our schools. How? Well, this year, the emphasis is on promoting healthy eating and 'community cohesion'. Indeed, every single school I visited had material on these two topics prominently displayed on their noticeboards. What a pity that some of their pupils were unable to read it. One of the inspectors told me: 'I spend more time looking in children's lunchboxes than testing their literacy.' Someone, she said despairingly, needs to make children sit down, work hard and learn to concentrate. (...)»
24.9.09
Zelaya acusa
O presidente deposto das Honduras acusa o governo em exercício de ter contratado mercenários israelitas, os quais o estarão a alvejar com radiações de alta frequência e produtos tóxicos.
Fica assim ainda mais claro por que o Tribunal Constitucional hondurenho ordenou a destituição de Zelaya, a qual foi levada a cabo pelas forças armadas, e por que o Senado se apressou a nomear um novo presidente e um novo governo, no cumprimento da Constituição.
O que já não se percebe tão bem é por que a UE, os EUA e a ONU promovem o retorno ao poder do queixoso. Quanto à Venezuela e aos seus satélites e ao Brasil, estamos conversados.
Sã parece estar a maioria dos hondurenhos, que se mantém do lado do governo em exercício, ao contrário do que se pode pensar vendo as imagens que as nossas televisões mostram de manifestações de apoio a Zelaya, apesar dos seus apelos à insurreição.
Via Hot Air.
Addendum: ver também o blogue de Fausta Wertz.
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