nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
15.10.09
O príncipe da paz?
De todos os títulos messiânicos, príncipe da paz (Isaías 9,5) parece ser o que, segundo os mais delirantes apoiantes de Obama, melhor se lhe adequa, pela sua aparente disposição para lidar com todos os confessos adversários da América e da civilização ocidental através do diálogo, contra todas as evidências de que, com alguns oponentes, não é através do diálogo que se pode encontrar uma solução satisfatória.
Perante este pretenso usurpador, até a feroz Natureza vacila e recua.
Via Cachimbo de Magritte.
Um mundo menos tenso
O comité Nobel apresentou como justificação para a atribuição do Prémio Nobel da Paz ao presidente norte-americano Barak Hussein Obama o seu contributo para um mundo menos tenso.
A conclusão só pode ser que o comité Nobel e Obama não são deste mundo, do mundo que se prepara para assistir impassivo à aniquilação pela força de uma nação.
Expondo a mentira
Obama não é um simples mentiroso; é, ele próprio, uma mentira.
Como afirma Ed Morrissey no Hot Air, a questão não é Obama ser a favor ou contra os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, mas sim a sua propensão para proferir afirmações irremediavelmente contraditórias dependendo de a quem se dirige: perante uma audiência evangélica é contra; perante um grupo de defensores dos direitos dos homossexuais é a favor.
"Keep America Safe"
Destacados conservadores lançam plataforma de intervenção na área da defesa externa norte-americana.
Eis o video de apresentação, expondo as contradições entre os princípios anunciados e os passos concretos dados (ou por dar) pelo presidente Obama na política externa e de defesa.
11.10.09
Reconquistar Al-Andalus
Os jihadistas são sinceros quanto às sua visão do que são as suas obrigações religiosas, quanto aos seus métodos e às suas intenções.
Acredite quem quiser.
«Al Qaeda del Magreb Islámico (AQIM, en inglés), la sucursal de Al Qaeda en el norte de África, acaba de publicar un comunicado en foros islamistas radicales anunciando la creación del Instituto de Producciones Mediáticas Al Andalus, un órgano de propaganda que nace con el principal objetivo de “restaurar la tierra islámica usurpada” en España. (...) La importancia que AQIM concede a la recuperación de los territorios de Al Andalus, actual España, queda patente con la mención explícita en el nombre de su nuevo organismo mediático. “¿Por qué Al Andalus? Porque es el paraíso musulmán perdido, un reino de ocho siglos, cuando los musulmanes establecieron la religión y portaron la bandera de la yihad, permitiendo la llegada de Dios a la tierra”, explica en el comunicado la organización terrorista. Y prosigue: “El año 1492 se produjo la caída, cuando los cruzados españoles la ocuparon debido al fracaso de los musulmanes con respecto a la yihad”. “La yihad”, recuerda AQIM, “es una obligación para la nación islámica desde hace seis siglos,desde que se produjo la caída de la primera ciudad de Al Andalus. No lo es desde la ocupación de Palestina por los judíos, o la ocupación de Irak, Afganistán y Somalia por los cruzados, sino desde la caída de Al Andalus. La yihad es una obligación desde entonces (1492), cuando Granada cayó”. En el documento, AQIM aprovecha para “recordar a los musulmanes en general y en particular al pueblo de Marruecos, el cual tiene su historia estrechamente vinculada a Al Andalus, la hipótesis de la yihad y cómo cada musulmán debe luchar por Dios hasta restaurar cada pedazo de la tierra islámica usurpada”. La creación del Instituto tendrá consecuencias inmediatas en la amenaza terrorista que se cierne sobre España. Manuel R. Torres, profesor de la Universidad Pablo de Olavide de Sevilla experto en terrorismo islamista y autor de El eco del terror, un estudio en profundidad de la propaganda yihadista, asegura que el anuncio supone “un impulso de la estrategia comunicativa de AQIM, que hasta ahora estaba menos desarrollada que su capacidad logística u operativa”. “El nuevo Instituto, que con la inclusión de Al Andalus en su nombre da una idea del simbolismo que tiene España para el yihadismo, multiplicará la aparición de comunicados sobre intereses españoles. Es perfectamente posible que comiencen a aparecer vídeos monográficos de Al Qaeda instigando atentados contra España”. El comunicado presenta también el logotipo del nuevo brazo de AQIM, que desde ahora servirá de certificado de todos las comunicaciones del grupo terrorista.»
URSSE - ano zero (2)
«(...) Supporters of the Lisbon Treaty say its purpose is to cement European integration by “streamlining” decision making. But in its essence, the Lisbon Treaty, which has been called a “slow motion coup d’état,” is all about the centralization of political power by an unelected ruling clique in Brussels who desire to rule Europe free from the constraints of democracy. (...) European strategists have long been frustrated by Europe’s inability to speak with one voice a debilitating weakness that often neuters Europe’s economic and political weight on the global stage (...). The Lisbon Treaty is designed to remedy this deficiency by imposing a European president and foreign minister at the top of the European edifice. (...) By giving unelected EU bureaucrats jurisdiction over questions of war and peace, the Lisbon Treaty will usurp the national prerogatives of its member states on the use of military force. (...) The Lisbon Treaty will make Europe more centralized and far less democratic than it already is. (...) The history of European integration is a textbook case in how a simple economic treaty can be gradually transformed into an all-encompassing non-democratic supranational federal leviathan. (...)»
9.10.09
Prémio Nobel da Paz 2009 para Obama (2)
Paz por eliminação de um dos contendores.
«(...) [I]f you want the peace of jihad, make war on the Jews. Point your finger at them like a smoking gun. (...) [S]addle them with Abbas, and send them to bed without dinner and ammunition. They wanted planes to fight to win? Stop the program, cancel the contracts, and if they holler strangle them with peace. (...)»
7.10.09
Escolha acertada
Este é um dos quadros que decora a Casa Branca na era de Obama.
Segundo o New York Times, o quadro aborda o tema Indecisão.
Via Hot Air.
Da Turquia
Duas notícias: Erdogan afirma querer restaurar o poderio do Império Otomano e, é claro, viver em paz com todo o mundo. Espera-se que não seja a paz otomana, a dos dervishes, a paz das valas comuns arménias, búlgaras, etc.
Manifestantes queimam bandeiras de Israel.
Grande ideia, a adesão da Turquia à URSSE.
Via Jihad Watch.
Grande ideia, a adesão da Turquia à URSSE.
Via Jihad Watch.
5.10.09
URSSE - ano zero
Melanie Phillips reflecte sobre o dilema com que David Cameron e o Reino Unido se deparam - e, na verdade, todos os cidadão da UE.
«(...) If this constitution comes into force, the EU will be changed, unalterably and for ever, into a wholly new entity: a 27-nation superstate with no democratic legitimacy which will nevertheless rule our lives - and, in all probability, with Tony Blair as its President. (...) [I]f this constitution comes into effect, Britain and the other EU member states will no longer be self-governing nations. Foreign policy, defence, social, economic and welfare policies, immigration, internal security — every national interest will be subordinated to this new anti-democratic entity. As such, ‘President’ Blair would be committing the single most treacherous act of all towards his own country — taking away its own democratic power of self-government. And as a zealot whose aim has always been to supersede the nation state by trans-national bodies which promise the arrival of the brotherhood of man, we can be sure that ‘President’ Blair would make full use of the despotic powers of the EU constitution to impose upon us all a frightening degree of uniformity and control. (...) Frankly, unless the Lisbon treaty is stopped, there is little point in Cameron or anyone else busting a gut to win the General Election, since Parliament will be reduced to the status of Westminster regional council in the empire of Euroland. (...) Indeed, even if he did hold a referendum on the Lisbon treaty and Britain voted ‘no’, this would still leave the crux of the problem unaddressed. For even without the constitution, the EU has already paralysed our ability to govern ourselves in myriad different ways. (...) From fishing bans to heavy-goods lorries, from extradition orders to low-energy light-bulbs, British governments can no longer act in this country’s national interest but must defer to the diktats of EU bureaucrats. Cameron says he wants to be in a European Union of nations trading with each other, not a political union. But that’s not what the EU is. It’s a political project to create a unified superstate. And the momentum for that is unstoppable. If we don’t want to be part of that, then we have to come out of the EU altogether. (...)»Com efeito, parece já não haver uma terceira opção: com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa e com a constituição de facto de um super-estado europeu, ou nos conformamos com o processo federalista ou saímos da União. Não tinha que ser assim - uma união de países livres foi bem sucedida e podia continuar a sê-lo -, mas é este o ponto em que estamos.
Recurso a Vaclav Klaus (2)
Segundo noticia o Times Online, Klaus não parece estar disponível para empatar o processo até uma suposta vitória dos tories nas próximas eleições em Inglaterra. Diz, com razão, que deviam ter pensado nisso antes. Afinal, estão fortemente representados no parlamento inglês e sem o seu voto favorável o tratado não teria sido aprovado.
«The last hurdles for the Lisbon treaty — and to Tony Blair’s chance of becoming Europe’s first president — seemed to fall away yesterday when the Poles pledged to sign and the Czech President warned David Cameron that it was “too late” for him to stop the document taking effect. Vaclav Klaus signalled that he would pass the treaty once it had been reassessed by the Czech Constitutional Court, a process which could take some weeks but is unlikely to last until May or June, when Mr Cameron hopes to take power and then hold a referendum. (...) EU leaders hope to decide upon both their new president and foreign minister, the position of High Representative also created by the treaty, at their summit in Brussels at the end of this month. The decisions could well be provisional, however, pending President Klaus’s final assent. The Czech Constitutional Court will announce in two weeks’ time a timetable for its latest inquiry, demanded by senators close to President Klaus and widely seen as a delaying tactic. (...) Asked after an anti-treaty march in Prague whether he had a message for Britain, President Klaus said: “I am afraid that the people of Britain should have been doing something really much earlier and not just now, too late, saying something and waiting for my decision.” (...)»O golpe está consumado. Aclamemos a fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas da Europa, com presidente e ministro dos negócios estrangeiros (não eleitos por sufrágio universal), com rede diplomática e tudo.
«(...)Besides the two new jobs, the treaty creates an External Action Service for the EU — effectively a Foreign Office, with embassies around the world. (...)»Como ontem adiantámos, as pressões sobre Klaus são imensas, de fora e de dentro da República Checa.
«(...) Jan Fischer, the Czech Prime Minister, will attend talks in Brussels on Wednesday designed to keep up the pressure on his President to ratify. (...)»
Tudo se explica
Parece ter sido encontrada a explicação para a não selecção de Chicago como cidade organizadora das olimpíadas de 2016, razões tão profundas e graves que as intervenções do presidente Obama e da primeira-dama não foram suficientes para superar.
«(...) President Obama could not undo in one year the resentment against America that President Bush and others built up for years (...)»Via Hot Air.
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