nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
O referendo suíço trouxe para primeiro plano a questão dos minaretes.
Sobre o objecto arquitectónico e o que representa, ler a Brill Encyclopedia of Islam citada por Andrew Bostom:
Uma muçulmana, par do Reino Unido, membro do partido conservador inglês, foi alvejada com ovos atirados por seguidores da religião da pás.
Ver também a civilizada (mas não à maneira britânica) discussão entre a Baronesa Warsi e os seus correlegionários com vista a determinar quem representa o Islão.
Lá na terrinha da abundância de fome, até se esfolam por um ovo.
Via Vlad Tepes.
A conformidade com a sharia consegue-se através do medo, mas também se compra.
Na Bolívia, as funcionárias de um hospital construído com dinheiro iraniano têm que usar hijab. Essa condição foi-lhes imposta na entrevista de admissão. Entre ficar sem emprego e usar o hijab, as senhoras terão escolhido cobrir-se, o que se compreende. Agora, também compreensivelmente, sentem-se ultrajadas.
À medida que a população muçulmana cresce, vai fazendo mais exigências.
E porque será que os suíços vêem os minaretes como símbolos do avanço do Islão? Porque os muçulmanos os consideram isso mesmo:
Aí está: os suíços fizeram aquilo que os restantes europeus e os americanos se recusam a fazer: levar a sério o que os próprios muçulmanos dizem e fazem.
Notável a clareza e a lucidez do comunicado.
Uma lástima a posição da Igreja, que continua a negar a sabedoria acumulada durante séculos de confronto com o Islão.
Via Vlad Tepes.
Cerca de 57% dos suíços decidiram em referendo proibir a construção de minaretes nas mesquitas do país. O povo decidiu contra a classe política, contra o politicamente correcto, contra o medo de parecer retrógrado e ultramontano, contra o medo de represálias, tudo boas razões (para além da questão dos minaretes em si mesma) para votar no sentido em que os suíços o fizeram.
Estarão os suíços a voltar-se contra os princípios que professam defender, ao limitar a liberdade dos muçulmanos de construir templos ao modo que querem? Será isso uma violação da liberdade religiosa?
Pode ser, mas há princípios que as pessoas devem respeitar antes de deles quererem usufruir. Concretamente, os muçulmanos sabem que a sua religião e os estados que por ela se orientam não reconhecem aos cristãos e aos judeus o direito à plena liberdade religiosa, nem o direito à plena cidadania, já para não falar dos politeístas e dos ateus, que são ainda mais mal tratados. Num quadro destes, como pode um muçulmano reclamar o direito a usufruir da mesma liberdade que a sua religião, mais amplamente a sua civilização, não reconhece aos outros?
Como outros já observaram, esperemos que este referendo constitua o ponto de viragem da islamização da Europa, que seja uma afirmação da vontade dos povos europeus de defender a sua civilização e a sua cultura, que seja o estabelecer de um limite a partir do qual o Islão não há-de passar.
Viva a Suíça!
Ver Princípio da Reciprocidade e Princípio da Reciprocidade - adenda e Liberdade Religiosa.
The History of Political Correctness ou do Marxismo Cultural.
Muito instrutivo para perceber, para além do politicamente correcto, o multiculturalismo, o relativismo, os estudos de género, os estudos raciais, os revisionismos históricos à volta do imperialismo, do colonialismo e das religiões, os estudos raciais, a revolução sexual, em suma, os agentes corruptores da cultura ocidental.
Já que a cimitarra pende sobre a nossa cabeça e não parecemos muito interessados em defender a nossa civilização, a nossa cultura, os nosso países, as nossas famílias, os nossos pescoços, mais vale rirmo-nos de tudo isto.
O leitor Manuel da Fonseca chamou a minha atenção para uma incorrecção gravíssima do postal anterior e que é a seguinte: a lapidação registada no video que entretanto removi, por razões que ficarão claras, foi perpetrada por uma turba de curdos de religião yazidi. A violenta ocorrência registada no video não tem como base a prática islâmica de lapidar os adúlteros descrita no texto do postal, o qual mantenho integralmente.
O acontecimento parece ter circulado pela internet em 2007 e está descrito na Wikipedia, sabendo-se inclusive o nome da vítima.
Peço desculpa aos leitores induzidos em erro. A ressalva feita na primeira frase do postal devia ter-me levado a ser mais cauteloso antes de publicar o video no contexto em que o fiz, nomeadamente tentando descobrir mais pormenores sobre ele.
Considero a publicação do video perfeitamente legítima, até desejável, como demonstração de que as culturas não são todas iguais, por exemplo, numa Videoteca do Multiculturalismo, mas não do Islamismo, que já tem tantos crimes na folha de serviços que se torna desnecessário atribuir-lhe outros pelos quais não é responsável.
Lapidação, aparentemente mortal, de uma mulher.
Não disponho de informações sobre o local, nem sobre a vítima e o crime que terá cometido, nem sobre responsáveis pelo seu linchamento.
Recordo que a lapidação é o castigo aplicado aos adúlteros no Islão, de acordo com as prescrições recolhidas nas ahadith, ou seja, nos relatos dos ditos e feitos do profeta Mafoma.A prescrição corânica determina a flagelação com cem vergastadas (Corão 24,2), mas a hadith de Sahih al-Bukhari (Volume 8, Livro 82, Versículo 816) relata o seu uso na presença e com a aprovação de Mafoma, e deplora o risco da sua aplicação cair em desuso, dado que nenhum versículo corânico a prescreve, exortando os muçulmanos a zelar pela continuidade da sua aplicação.
Video removido pelo autor do blogue.
Veja o postal seguinte.
Ninguém viu, ninguém ouviu, ninguém fez caso.
Os inimigos do Ocidente não se inibem de expressar as suas intenções imperialistas e totalitárias, sabendo que os ocidentais estão paralisados pelo relativismo, pelo multiculturalismo e pelo politicamente correcto. Tudo isto nos impede de ver o perigo que se concentra sobre as nossas cabeças, contra todas as evidências, inclusive a profissão de intenções dos nossos futuros algozes.