nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
Onde é que quero chegar?
Pode tratar-se de uma brincadeira de mau gosto feita por ignorantes do islão, os quais, perante iconografia como esta identificaram o Sol onde viram uma estrela.
A outra hipótese, assente na iliteracia dos autores das pinchagens - bem patenteada na forma como escreveram muçulman - seria que os escrevinhadores, não dominando o idioma de Camões, não se dão conta da distinta nomenclatura usada em português para designar a estrela Sol e uma estrela genericamente.
Enquanto os observadores mais incautos não se deterão um segundo que seja na ponderação destes acontecimentos, aqueles que seguem o avanço do islão na Europa e que não ignoram as aspirações muçulmanas à imposição da sua religião a todo o mundo - seja pelo proselitismo ou pela jihad -, os que estão a par de que é nos textos que os muçulmanos têm por sagrados - o Corão, a Sira (biografias do profeta do islão) e as Hadith (relato dos ditos e feitos do profeta e dos seus primeiros seguidores) - que se encontra o gérmen para a violência islâmica, não podem deixar de se sentir inquietos, ainda para mais tendo presente a pretensão islâmica, ainda recentemente renovada, de reconquistar a Península Ibérica, o mítico Al-Andalus.
Os muçulmanos em Portugal são uma pequena maioria que tem sabido viver em paz com todos. O seu número não faria prever este tipo de incidentes.
Fica, para os mais incautos, um sinal de que as coisas podem mudar a qualquer momento.
Entretanto, as autoridades policiais portuguesas parecem ter adoptado, desde já, uma postura dhimmi, esforçando-se por desvalorizar o incidente e por lhe retirar qualquer carga religiosa. Vejamos as declarações do comandante do destacamento de Tomar da GNR, Duarte da Graça, à Agência Lusa, tal como são relatadas em notícia do DN, edição online:
Que se trata de um acto isolado é uma declaração que parece não merecer contestação. O que surpreende é que seja feita, ecoando as declarações de Obama e de membros da sua administração sempre que um acto jihadista é cometido nos EUA.
O facto do comandante Graça ter julgado necessário fazer semelhante afirmação não faz sentido,
a menos que acontecimentos semelhantes tenham ocorrido e não tenham sido noticiados; que tenha informações de que outros actos do género podem estar para ocorrer; ou que tenha instruções superiores, provenientes da tutela, para desvalorizar o incidente.
No fim das contas, esta expressão pode não resultar senão da contaminação do politicamente correcto na atitude, no comportamento e nas palavras dos agentes da autoridade.
Consideremos as restantes palavras do comandante Graça:
Pergunta-se: com que base faz o comandante Graça estas declarações? A investigação está concluída?
Se sim, felicite-se a GNR de Tomar pela celeridade da sua actuação e peça-se a divulgação imediata das conclusões a que se chegou.
Se não, como podem semelhantes declarações ser feitas e por que razão?
A questão de não haver uma organização por trás deste acto, no sentido usado nas democracias ocidentais para o termo "organização" - partido, sindicato, grupo terrorista hierarquicamente constituído e coordenado -, revela um total desconhecimento do mandamento universal e intemporal dirigido a todos os muçulmanos individualmente para lutar pela implantação do islão - dissimuladamente, se as circunstâncias o exigirem; pela força se os kuffar se lhe opuserem -, até que o islão domine em todo o mundo.
Qualquer muçulmano, mesmo o mais pacífico, o mais exemplar cidadão, se optar por seguir os ensinamentos do islão - não de uma franja, de um ou outro grupúsculo, mas o islão ortodoxo, que segue de perto as escrituras e a tradição exegética - pode, a qualquer momento tornar-se um perigo para a sociedade democrática ocidental, se decidir seguir o islão escrupulosamente.
Note-se que a liberdade de expressão, a liberdade religiosa e de culto, o direito de propriedade, a escolher com quem casar, não são reconhecidas no islão.
Em última análise, até o direito à vida - basilar nas sociedades do Ocidente - no islão não advém do simples facto de se existir, de ser humano, mas decorre apenas do facto de se ser muçulmano.
No islão todos os direitos vêm da sharia.
Uma última palavra: se tudo isto não passar de uma brincadeira de mau-gosto - Deus queira que seja o caso - que sirva, ao menos, para que mais cidadãos portugueses se sintam levados a conhecer por si mesmos o islão.
Esperamos, aqui neste espaço e noutros, contribuir para isso, disponibilizando notícias sobre o avanço do islão no mundo ocidental e, sobretudo, através da publicação de textos e de hiperligações onde se estabelece a conexão entre a religião muçulmana e os actos hediondos que alguns dos seus seguidores praticam em seu nome.
Um excelente video conduzido Bill Whittle com duas entrevistas assustadoras quando ao nível de infiltração do islão apostado em destruir o Ocidente nas forças de segurança norte-americanas, mais concretamente nos serviços secretos, entre cujas atribuições consta, justamente, lutar contra o extremismo islâmico.
Video disponibilizado graças aos bons auspícios, ainda que involuntários, de Vlad Tepes - que sugere, muito justamente, que o leitor se torne subscritor da PJTV.
Phillys Chesler, em mais um bom artigo publicado no Pajamas Media, dá voz aos coptas martirizados - além de fazer referência a outros dramas correntemente em curso nos quais os muçulmanos são algozes e outros (hindus, sikhs, outros cristãos, animistas) vítimas.
De passagem, constato que também Chesler chama a Obama "Príncipe da Paz".
Em artigo publicado no site da revista Ideas da publicação Libertad Digital, o escritor espanhol Horacio Vásquez-Rial divulga um texto de uma amiga sua, que não identifica por receio de represálias, no qual a autora faz uma descrição dos efeitos corrosivos do islão nas sociedades onde se instala.
Uma análise que permite compreender alguns acontecimentos actuais e prever futuros. Será que nos levará a agir a fim de pôr cobro ao processo em curso no Ocidente, mormente na Europa, e evitar algumas das consequências enumeradas?
Um xeque da família reinante dos Emirados Árabes Unidos foi considerado inocente num processo, no mínimo, polémico.
Repare-se que um defensor dos direitos humanos já considerou um avanço, em relação ao que é normal naquele país, que tenha sequer havido um "julgamento".
Em suma: plutocracia, nepotismo, concentração de poderes, a negação da democracia.
Seja como for, o xeque deve ter aprendido uma lição: não filmar as suas actividades de diversão.
Via Tundra Tabloids, onde se pode ver o video de uma outra reportagem sobre a mesma matéria.
Dou início a uma nova rubrica aqui no blogue, na qual darei a conhecer livros sugeridos pelos leitores.
Honras de abertura para a sugestão do Pedro Faria Graça: Dona Teresa - A Primeira Rainha de Portugal, 2008, Esfera dos Livros.
É para que se fique a saber ao que coisas os leitores dedicam o seu tempo em lugar de ler atentamente todos os postais deste blogue, seguir todas as hiperligações neles, ler as entradas da lista de blogues que sigo, etc. e, evidentemente, seguir O Corão Comentado.
Como é evidente, a sugestão de leitura é da responsabilidade dos leitores.
Breve e magnífico.
Hugh Fitzgerald propõe-se contrariar uma ideia que alguns apologistas do islão pretendem difundir: que os mouros e os judeus foram expulsos de Espanha em 1492. Nesse processo, redigiu um brilhante resumo da história da expulsão de uns e de outros - bem distintas nas suas cronologias, nos processos, nas causas -, referindo ainda uma série de aspectos da actuação dos muçulmanos não apenas na Península, mas em toda a Europa, mormente no Mediterrâneo.
Excelente como introdução à funesta história do islão na Europa Ocidental.
Este postal poderia ter vários títulos, já que se podem estabelecer inúmeras ligações a partir da notícia que lhe dá origem.
Um município espanhol fez editar o seu calendário oficial. O calendário tem a particularidade de omitir algumas importantes festas cristãs e de mencionar as festas islâmicas.
Como refere a Angry Infidel, em cujo blogue descobri a novidade, o presidente do município é socialista, o que remete imediatamente para a aliança vermelho-verde, naturalmente existente entre os que querem destruir a civilização judaico-cristã.
Eurábia e Al-Andalus também vêm à mente: não esquecer que os muçulmanos conquistaram a Península Ibéria em 711 em aliança com cristãos visigodos que pretendiam destronar os líderes políticos e tirar a mitra aos religiosos.
Ver Aliança Natural, Aliança Natural - II, Aliança Natural - III e Misoginia Islâmica.
A propósito: livro de Jamie Glazov sobre a Aliança Vermelho-Verde.
Através da leitura da notíciainfra, publicada pelo Daily Mail Online, podemos tomar o pulso à eurabização do Reino Unido - concretamente de um dos pilares do Estado, os Tribunais -, através do reconhecimento de direitos especiais aos muçulmanos suficientemente convictos para afrontar as normas do país que habitam.
Se não, vejamos:
Os acusados recusaram levantar-se à entrada da juíza; perante isto, foi-lhes autorizado que entrassem depois dela. A sua justificação para a recusa em proceder de acordo com a prática corrente nos tribunais ingleses foi de natureza religiosa.
Aos réus foi aumentada a duração do intervalo para almoço, de modo a permitir-lhes ir à mesquita para a oração da tarde.
Para além disso, foi-lhes facultada uma sala tranquila para poderem fazer pausas de oração durante as sessões do julgamento.
Atente-se à alegação apresentada pelo advogado dos réus, nos dois últimos parágrafos da notícia, segundo a qual num país muçulmano é um pecado grave mostrar respeito pondo-se de pé a alguém, senão ao próprio Alá.
Ou seja, os réus reclamam o direito de agir como se estivessem num país muçulmano e esse direito é-lhes concedido.
O Reino Unido, de acordo com a actuação da senhora juíza Carolyn Mellanby, é um país muçulmano de facto, mesmo que ainda só parcialmente de jure.
Este caso põe-nos novamente perante um problema grave para a nossa sociedade, nomeadamente a questão de definir quais os limites que uma sociedade ocidental deve impor a procedimentos realizados alegadamente na observância dos ditames de uma religião.
Estaremos dispostos, por exemplo, a permitir a poligamia ou os casamentos de menores? E a permitir que uma viúva se imole sobre a pira funerária do seu defunto marido?
A democracia é um regime frágil.
A liberdade religiosa, se for aplicada de forma perversa, pode tornar-se um instrumento anti-democrático.
Segundo a CNN, a explosão prematura e acidental de um autocarro armadilhado com explosivos matou os seus quatorze ocupantes, alegadamente responsáveis pela instalação de tão perigosa carga no veículo que se preparavam para detonar contra a polícia afegã ou contra tropas estrangeiras.
Via Jihad Watch.
O Homem Eterno (The Everlasting Man), de G. K. Chesterton, Alêtheia Editores, Lisboa, 2009.
Excelente a tradução de Maria José Figueiredo. A leitura, nem sempre fácil de Chesterton, torna-se um deleite.
Colo da Segunda Parte, Sobre o Homem Chamado Cristo, um excerto do Capítulo 5, A Fuga do Paganismo, para aguçar o apetite dos leitores:
«Blogando o Corão: surata 2, "A Vaca", versículos 1-39
A surata 2, Al-Bácara (A Vaca), à semelhança da maioria dos capítulos do Corão, recebe o seu título de algo nele relatado - neste caso, o episódio no qual Moisés transmite aos israelitas o mandamento de Alá, ordenando o sacrifício de uma vaca (2:67-73). É a surata mais longa do Corão - 286 versículos - e dá início à disposição geral (mas não absoluta) de apresentar as suratas da mais longa para a mais breve, com excepção de Al-Fátiha, a qual merece a sua posição de destaque como primeira surata devido à sua centralidade no islão. A surata Al-Bácara, "A Vaca", foi revelada a Mafoma em Medina - isto é, no decurso da segunda parte da sua carreira profética, a qual teve início em Meca no ano 610. Em 622, Mafoma e a incipiente comunidade muçulmana deslocaram-se para Medina, onde, pela primeira vez, Mafoma se tornou líder político e militar. Os teólogos muçulmanos consideram, de um modo geral, as suratas de Medina como tendo precedência sobre as de Meca sempre que surja alguma discordância, de acordo com o versículo 106 deste capítulo do Corão, no qual Alá fala da revogação de alguns versículos e da sua substituição por outros melhores. (Esta interpretação do versículo 106 não é, contudo, unânime, sustentando alguns intérpretes que o versículo não se refere à revogação de parte alguma do Corão, mas sim às escrituras judaicas e cristãs. Voltaremos a esta questão oportunamente.)»