17.2.10

Videoteca do islamismo: Islamização do Brasil

Via Bivouac-ID.

The Book Depository

«Historia da Vida, Conquistas e Religião de Mafoma, e do Governo Civil e Militar do Imperio Ottomano»

SÃO diverſos os acontecimentos , que a pezar noſſo contribuem em parte , ou em todo para noſſa ventura : a Providencia , a ſábia Providencia rege os faƈtos ao mundo como lhe praz, e cujo fim he ordinariamente deſconhecido ao homem : ſe eſte ſe ſabe aproveitar da Miſericordia do Senhor , muitas vezes debaixo de apparencia de males venturoſo he ; ſe pelo contrario , elle meſmo ſe faz mais digno delles , e os realiza em ſua perdição, e deſgraça . Hum ineſperado ſucceſſo , e que á primeira viſta parecia lastimoſo , me arrojou á Capital da Turquia: bem ſabes , Amigo Leitor , que te fallo de Conſtantinopla : eſtranho de huma Nação inculta , ſem apoio de amigos , de parentes , ſem meios de ſubſiſtir, milhares de vezes perplexo heſítei ſobre o meu deſtino ; mas quando me julguei de todo deſamparado , então me achei favorecido , e os peſares que até alli denegrião minha alma , forão diſſipados , e nella ſe reſtabeleceo minha antiga alegria pela aquíſição de meio facil nao ſó de ſubſiſtir na Capital , mas ainda de tranſitar por todo o Imperio Ottomano : permitti que mais me não demore na narração deſta digreſsão , nem das ſuas circumſtancias , pois neceſſario não he , nem vos pódem intereſſar as aventuras , ou hiſtoria de minha vida. Vendo-me pois deſafogado , vião meus olhos , e ajuizava eu de differente maneira : o tempo de minha reſidencia foi aſſaz bastante para ſatisfazer minha curioſidade , a qual me tinha determinado para minha instrucção , e recreio ; o effeito que ella produzio, he o que te offereço neste pequenino volume , nelle acharás o que mais convém , e he licito ſaber ácerca daquelle Imperio , da Vida , Conquistas , e Religião do falſo Profeta Mahomet : mais poderia dizer , a decencia , porém , e decóro da noſſa linguagem , e Nação , a Santidade , e Piedade da noſſa Religião não permittem que indiſtinƈtamente ſe eſcrevão , e cheguem á noticia de todos os Chriſtãos muitas couſas que omitti. Para compôr eſta obra , que , quando me retirava , principiei em Italia , aonde me demorei algum tempo , não tinha ainda lido o Alcorão , pois me era vedado em quanto aſſiſti na Turquia : não ignorava de todo a Religião dos Turcos ; mas não tinha ſufficiente inſtrucção para eſcrever a ſua hiftoria. Foi em Italia que então conſultei a edição de André Arrivabeno , a qual eſtá eſcripta naquelle meſmo idioma , e he melhor que a de Ryer ; e não contente com eſta lição , li tambem a deMaracci dada ao prelo em Arabe , e Latim : eſta ultima merece os applauſos de todos os Eruditos , e della foi que mais me ſervi para ſuprir a algumas couſas que ignorava. Depois me veio á mão o Alcorão eſcripto, e annotado em Francez por Sale , pouco porém me utilizei delle.

16.2.10

Blogando o Alcorão: surata 2, "A Vaca", versículos 75-140 (excerto)

«Blogando o Alcorão: surata 2, "A Vaca", versículos 75-140

Esperança na lucidez (2): en français

Tradução para o francês da intervenção do tenente-coronel Allen West num debate sobre o conflito entre o Islão e o Ocidente, em resposta à pergunta sobre como definir o inimigo neste confronto (via Bivouac-ID):
«Laissez-moi vous dire, - cela m’est égal d’être impopulaire, peu importe - La premiere chose qu’il faut faire, c’est commencer à étudier et comprendre en face de quoi nous nous trouvons. Et vous devez comprendre que ce n’est pas une [simple] religion contre quoi vous vous battez. Vous vous battez contre un système de croyances et de pensées politico-religieux. Vous vous battez contre cette chose qui fait la guerre depuis le VIIème siècle, depuis l’an 622, depuis 1388 ans. Voulez-vous vous renseignez sur Charles Martell et savoir pourquoi il se battait contre les armées musulmanes dans la bataille de Tour en 722 ? Demandez à la flotte vénitienne qui se battait contre les navires mususlmans lors de la bataille de Lépante en 1571, demandez aux chevaliers chrétiens Allemands et Autrichiens pour quelle raison ils se battaient à la porte de Vienne en 1683 ? Demandez aux gens qui se battaient à Constantinople - qui aujourd’hui s’appelle Istanbul parce qu’il ont perdu cette bataille en 1453. Vous devez vous plonger dans le coran, comprendre leur préceptes, vous devez lire la Sirah, lire les hadiths, et seulement alors, vous pouvez comprendre qu’il ne s’agit pas d’un détournement [de l’islam], ils font exactement ce que disent ces livres. Et je voudrais finir en ajoutant ceci, et je pense que cela rejoint tout ce qu’on a été dit ici ce matin: Jusqu’à ce qu’on ait un Haut Commandement qui decide de dire cela, nous continuerons à tourner en rond en nous mordant la queue, parce que nous ne pourrons jamais définir qui est l’ennemi, et comprendre ses buts et objectifs qu’on peut lire sur n’importe quel site internet djihadiste. Et pouvoir établir NOS buts et objectifs, qui ne sont pas uniquement de sécuriser notre république, mais toute notre civilisation occidentale. Merci.»
Ver Esperança na lucidez. Alguns livros para saber de quem temos de nos defender.
The Book Depository

15.2.10

Esperança na lucidez

Um político norte-americano, o tenente-coronel Alen West, candidato ao Congresso, responde à pergunta chave: como identificar o inimigo?
«…You must realise this is not a religion your fightting agaisnt; you're fighting a theo-political belief system that has been doing this since 622 A.D.—1388 years.» «You want to dig up Charles Martel and ask him why he was fighting the Muslim army at the Battle of Tours in 732? You want to ask the Venetian fleet at Lepanto why they were fighting a Muslim fleet in 1571? You want to ask…the Germanic and Austrian knights why they were fighting at the gates of Vienna in 1683? You want to ask people what happened at Constantinople and why today it is called Istanbul because they lost that fight in 1453?»

«You need to get into the Koran…and understand their precepts. This is not a perversion. They are doing exactly what this book says.»

«Until you get principled leadership in the United States of America that is willing to say that, we will continue to chase our tail, because we will never clearly define who this enemy is, and then understand their goals and objectives—which (are) on any jihadist website—and then come up with the right (and) proper objectives to not only secure our Republic but secure Western civilization.»
Via Andrew Bostom, The Force of Reason e Creeping Sharia. Alguns livros para saber de quem temos de nos defender.
The Book Depository

14.2.10

De Francisco Assisiense Sancto Ecclesiæ et dialogante cum muslimis

No passado dia 27 de Janeiro de 2010, quarta-feira, o actual Papa recebeu em Roma os muitos peregrinos que o visitaram numa audiência geral em que evocou a memória de Giovanni Francesco di Bernardone. Neste blog porque completa a legenda à figura com que o Luís ilustrou a columna à vossa dextra, e também para quem quiser reflectir sobre a união da Christandade, necessária em si mesma e enquanto rehabilitadora do ocidente derrocando e das restantes culturas. A bold a passagem sobre o islão.
Por coincidência, o dia foi aniversário da abertura do campo de concentração de Auschwitz e mereceu da parte de Bendito XVI um apelo respeitoso à memória das suas vítimas.
«Queridos irmãos e irmãs,
(...) Hoje gostaria de vos apresentar a figura de Francisco, um autêntico "gigante" da santidade, que continua a fascinar muitíssimas pessoas de todas as idades e religiões.
"Nasceu no mundo um sol". Com estas palavras, na Divina Comédia (Paraíso, Canto XI), o sumo poeta italiano Dante Alighieri alude ao nascimento de Francisco, ocorrido entre o final de 1181 e o início de 1182, em Assis. Pertencente a uma família rica o pai era comerciante de tecidos Francisco transcorreu uma adolescência e uma juventude tranquilas, cultivando os ideais cavalheirescos da época. Com vinte anos participou numa campanha militar, e foi aprisionado. Adoeceu e foi libertado. Depois do regresso a Assis, começou nele um lento processo de conversão espiritual, que o levou a abandonar gradualmente o estilo de vida mundano, que tinha praticado até então. Remontam a esta época os célebres episódios do encontro com o leproso, ao qual Francisco, descendo do cavalo, deu o ósculo da paz, e da mensagem do Crucifixo na pequena Igreja de São Damião. Três vezes Cristo na Cruz o animou, e disse-lhe: "Vai, Francisco, e repara a minha Igreja em ruínas". Este simples acontecimento da palavra do Senhor ouvida na igreja de São Damião esconde um simbolismo profundo. Imediatamente São Francisco é chamado a reparar esta pequena igreja, mas o estado de ruínas deste edifício é símbolo da situação dramática e preocupante da própria Igreja naquele tempo, com uma fé superficial que não forma e não transforma a vida, com um clero pouco zeloso, com o refrear-se do amor; uma destruição interior da Igreja que implica também uma decomposição da unidade, com o nascimento de movimentos heréticos. Contudo, no centro desta Igreja em ruínas está o Crucifixo e fala: chama à renovação, chama Francisco a um trabalho manual para reparar concretamente a pequena igreja de São Damião, símbolo da chamada mais profunda a renovar a própria Igreja de Cristo, com a sua radicalidade de fé e com o seu entusiasmo de amor a Cristo. Este acontecimento, que aconteceu provavelmente em 1205, faz pensar noutro evento semelhante que se verificou em 1207: o sonho do Papa Inocêncio III. Ele vê em sonhos que a Basílica de São João de Latrão, a igreja-mãe de todas as igrejas, está a desabar e um religioso pequeno e insignificante ampara com os seus ombros a igreja para que não caia. É interessante notar, por um lado, que não é o Papa quem dá ajuda para que a igreja não desabe, mas um religioso pequeno e insignificante, que o Papa reconhece em Francisco que o visita. Inocêncio III era um Papa poderoso, de grande cultura teológica, assim como de grande poder político, contudo não é ele quem renova a Igreja, mas um religioso pequeno e insignificante: é São Francisco, chamado por Deus. Por outro lado, é importante observar que São Francisco não renova a Igreja sem ou contra o Papa, mas em comunhão com ele. (...)
Voltemos à vida de São Francisco. Dado que o pai Bernardone lhe reprovava a demasiada generosidade para com os pobres, Francisco, diante do Bispo de Assis, com um gesto simbólico despojou-se das suas roupas, com a intenção de renunciar assim à herança paterna: como no momento da criação, Francisco nada possui, mas só a vida que Deus lhe doou, em cujas mãos ele se entrega. Depois, viveu como um eremita, até quando, em 1208, teve lugar outro acontecimento fundamental no itinerário da sua conversão. Ouvindo um trecho do Evangelho de Mateuso sermão de Jesus aos Apóstolos enviados em missão Francisco sentiu-se chamado a viver na pobreza e a dedicar-se à pregação. Outros companheiros se uniram a ele, e em 1209 veio a Roma, para submeter ao Papa Inocêncio III o projecto de uma nova forma de vida cristã. Recebeu um acolhimento paterno daquele grande Pontífice que, iluminado pelo Senhor, intuiu a origem divina do movimento suscitado por Francisco. (...)
Na realidade, alguns historiadores no século XIX e também no século passado procuraram criar por detrás do Francisco da tradição, um chamado Francisco histórico (...). Este Francisco histórico não teria sido um homem de Igreja, mas um homem relacionado imediatamente só com Cristo, um homem que queria criar uma renovação do povo de Deus, sem formas canónicas nem hierarquia. A verdade é que São Francisco teve realmente uma relação muito imediata com Jesus e com a palavra de Deus, que queria seguir sine glossa, tal qual é, em toda a sua radicalidade e verdade. É também verdade que inicialmente ele não tinha a intenção de criar uma Ordem com as formas canónicas necessárias mas, simplesmente, com a palavra de Deus e com a presença do Senhor, ele desejava renovar o povo de Deus, convocá-lo de novo para a escuta da palavra e para a obediência verbal com Cristo. Além disso, sabia que Cristo nunca é "meu", mas é sempre "nosso", que não posso tê-lo "eu" e reconstruir "eu" contra a Igreja, a sua vontade e o seu ensinamento, mas só na comunhão da Igreja construída sobre a sucessão dos Apóstolos é que se renova também a obediência à palavra de Deus.
É também verdade que não tinha a intenção de criar uma nova ordem, mas apenas de renovar o povo de Deus para o Senhor que vem. Mas compreendeu com sofrimento e dor que tudo deve ter a sua ordem, que também o direito da Igreja é necessário para dar forma à renovação e assim inseriu-se realmente de modo total, com o coração, na comunhão da Igreja, com o Papa e com os Bispos. Sabia sempre que o centro da Igreja é a Eucaristia, na qual o Corpo de Cristo e o seu Sangue se tornam presentes. Através do Sacerdócio, a Eucaristia é a Igreja. Onde caminham juntos Sacerdócio de Cristo e comunhão da Igreja, então ali habita também a palavra de Deus. O verdadeiro Francisco histórico é o Francisco da Igreja e precisamente deste modo fala também aos não-crentes, aos fiéis de outras confissões e religiões.
Francisco e os seus frades, cada vez mais numerosos, estabeleceram-se na Porciúncula, ou igreja de Santa Maria dos Anjos, lugar sagrado por excelência da espiritualidade franciscana. Também Clara, uma jovem de Assis, de família nobre, se pôs na escola de Francisco. Assim, teve origem a Segunda Ordem franciscana, a das Clarissas, outra experiência destinada a dar frutos insignes de santidade na Igreja.
Também o sucessor de Inocêncio III, Papa Honório III, com a sua bula Cum dilecti de 1218 apoiou o singular desenvolvimento dos primeiros Frades Menores, que iam abrindo as suas missões em diversos países da Europa, e até em Marrocos. Em 1219 Francisco obteve a autorização para ir falar, no Egipto, com o sultão muçulmano Melek-el-Kamel, para pregar também ali o Evangelho de Jesus. Desejo ressaltar este episódio da vida de São Francisco, que tem uma grande actualidade. Numa época na qual se estava a verificar um confronto entre o Cristianismo e o Islão, Francisco, intencionalmente armado só com a sua fé e com a sua mansidão pessoal, percorreu com eficácia o caminho do diálogo. As crónicas falam-nos de um acolhimento benévolo e cordial recebido do sultão muçulmano. É um modelo no qual também hoje se deveriam inspirar as relações entre cristãos e muçulmanos: promover um diálogo na verdade, no respeito recíproco e na compreensão mútua (cf. Nostra aetate, 3). Parece depois que em 1220 Francisco visitou a Terra Santa, lançando assim uma semente, que teria dado muito fruto: de facto, os seus filhos espirituais fizeram dos Lugares nos quais Jesus viveu um âmbito privilegiado da sua missão. Com gratidão penso hoje nos grandes méritos da Custódia franciscana da Terra Santa.

13.2.10

De educatione puerorum

Peço desculpa pelo baixo nível, mas no Carnaval ninguém leva a mal :P
Retomando o tom sério, firmo na véspera do bendito dia do casal namorado-namorada o propósito de nos próximos meses combater a corrente anathemática do homossexualmente correcto cum datis scientificis ex bonis et veris fontibus.

Pax Islamica

Bill Warner, responsável pelo sítio Political Islam,em reacção à acusação de que seria um «inimigo da paz», analisa o conceito islâmico de paz.
«(...) The question must be asked: what peace are we talking about? Islamic peace. How does Islamic peace come about? Islamic peace comes after jihad and the victory of Islam. Peace is one of those words that everyone considers to be universally good, but peace is what losers (kafirs) get, while winners (Muslims) get victory. Islamic peace is all about the victory over the kafirs. Islamic peace changes a free man into a slave of Allah. We should examine the meaning of all words Muslims use, since Islam does not share a common ground of civilization with us. Islam twists all of the kafir words. To find out what "peacemaker" means we have to go to Mohammed. Mohammed was an Islamic peacemaker. In the last 9 years of his life, he was involved in an event of violence on the average of every 6 weeks. Every single neighbor of Mohammed experienced his peacemaking. Take the Jews of Khaybar, for instance. They were going about their lives when the army of Mohammed showed up. It took the murder, rape, theft, torture and becoming semi-slaves before the Jews experienced the peace of Mohammed. Once they submitted to Islam as dhimmis and agreed to live under Sharia law and give him half of what they earned, the jizyah (the dhimmi tax), they were left to live in peace. This is the peace of Islam. As long as Mohammed merely preached the religion of Islam in Mecca, he was a failure. Very few people were interested in the religion of Islam. It was only in Medina where he became a warlord that Islam succeeded, and he became a peacemaker. The natural state of Islam in relation to kafirs is jihad, not peace. If we want to discover peace in Sharia law, we must look under the general heading of jihad to find the subject of "truce". We learn that Muslims are not to call for a truce as long as they are winning. When Islam offers peace, it means that they are losing and need to gain time to prepare for the next jihad. I am a warmonger because I use the doctrine of Islam to refute the deceptions of Muslims like Edip Yuksel. Last night in Nashville, TN, a Muslim stood in front of a college crowd and said that jihad was inner struggle. Working hard to get an A is jihad. Jihad is not holy war. He is right. When you examine the hadiths about jihad in Bukhari, about 2% of them can be construed as jihad is an inner struggle. However, the other 98% of the jihad hadiths are about killing kafirs until the rest submit to Islam. Warmongering consists of asking questions to confront Islamic propaganda in this ideological war. Being a warmonger means showing up to support the Coptic Christians at a street demonstration about the jihad killing of Copts in Egypt. Warmongering means going to an interfaith bridge building and confronting the ministers and rabbis with their ignorance about Islam. Warmongering means speaking truth to the lies of Official Islam. It works like this. Unless we have enough enemies of the Islamic peacemakers, one day our civilization will experience the peace of Islam, and we will be like the historical majority Greek Christian culture of Asia Minor. Today Greek Christians are 0.3% of Turkey. They've experienced the peace of Islam-annihilation.»
Hiperligação para diversos livros da equipa do Political Islam.
The Book Depository

De Eulogio Toletano Episcopo Martyre et expugnationibus Anatoliæ et aliarum terrarum christianarum a Turchis islamicis bellatoribus

Aqui vai um artigo que o Luís me convidou a ler, do qual gostaria de destacar a personagem ibérica de Sancto Eulógio (799 - 11.III.859 A.D.), cujas vida e obra podemos ler online em língua nobre. Grande parte do texto, porém, aqui pouco abreviado, foca a conquista do Império Romano do Oriente, desgastado ao longo de sæculos pela geada islâmica e pela desunião da Christandade.

«Crusading ideals in the West were an answer to the greater threat of jihad. (...) The extent of Islam's victories can be seen in the all-but-complete disappearance of the once-thriving Christian communities in North Africa, the Middle East, and Western Asia, as well as the deep roots that Islam still has in the Balkans -- a region whose very name was imposed upon it by successful late medieval Turkish imperialism. (...)

The Rise of the Dar al-Islam

(...) Fierce doctrinal disputes among Christians and a thoroughly exhausting war with the Persians left the world's only major Christian power, Byzantium, unprepared to face a frightfully effective jihad. The various small Christian and pagan principalities in North Africa and Spain -- like the weakened Zoroastrian Persians -- were even less able to turn back the Muslim armies.

(...) In the West, particularly in Spain, the Muslim religious presence left surprisingly few traces in the sparse Christian documents of the first century after the conquest. It appears that most Christians accepted their new Muslim overlords with equanimity. Indeed, many found that collaboration with rulers who were tied into the Dar al-Islam's "common market," stretching from Spain to the Hindu Kush in India, was more profitable than resistance against a new ruling class whose demands were not initially onerous and whose military power was irresistible.

The earliest Spanish documents that dwell at any length on the Muslim presence as a religious issue are the works of St. Eulogius, written more than a century after the conquest, in the 850s. His Liber Apologeticus Martyrum, written to other Christians in Spain, defended the sanctity of Christian martyrs ("the 40 martyrs of Cordoba") who had recently been executed for publicly denouncing Islam and the Prophet. Eulogius, who would soon be killed himself by Muslim authorities for defending the martyrs, addressed Christian objections that those whom the Muslims had executed were not martyrs because they had "suffered at the hands of men who venerated both God and the law." This illustrates how thoroughly most Spanish Christians were submitted to Islamic rule; they defined both Muslims and their relations to Islam entirely in Islamic terms.

Frankish resistance defeated a major Arab raid at Tours in 732 a.d., but it was as much their poverty as their arms (and growing divisions within the Dar al-Islam) that defended Christians north of the Pyrenees from incorporation into the Muslim world.