1.3.10

Lapidação islâmica explicada de modo a instruir sem horrorizar

Um belo video sobre um tema isento de qualquer beleza. Exercício de um estudante de uma academia de artes israelita. Para que ninguém diga que não sabe. Leia a disposição da lei iraniana mencionada. Via Gates of Vienna.

Prologus in seriem de sodomia et excerptum ex libro Gerardi van den Aardweg

Começamos hoje o combate ao homossexualmente correcto. Os leitores a quem desgoste a aparente fuga do assunto central deste blog considerem que uma nação de gente fraca não conseguirá combater as ameaças externas, quaisquer que sejam.

28.2.10

Esclavagismo islâmico hoje

Os muçulmanos continuam ainda hoje a ignominiosa prática do esclavagismo, normalmente levado a cabo por árabes sobre negros ou asiáticos ― pondo em evidência um racismo árabe latente no islão ―, embora, segundo a ortodoxia islâmica, se possa praticar com qualquer não-muçulmano. Via Kitman TV, cujo boletim diário pode subscrever. Christian Solidarity International Leia: Slavery in the Arab World de Murray Gordon; Christian Slaves,Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean,the Barbary Coast,and Italy,1500-1800 de Robert C. Davis; White Gold: The Extraordinary Story of Thomas Pellow and Islam's One Million White Slaves de Giles Milton.

Diagnóstico, exposição e plano para opôr à implantação da Eurábia

Este é um daqueles artigos dos quais se recomenda a leitura integral. Tratando-se de um capítulo de um livro recém-lançado, fica a vontade de o ler por completo. Aqui o deixo o artigo, quase na íntegra. É directo e certeiro. Explica, entre outras coisas, de forma sucinta mas clara, alguns aspectos característicos da islamização da Europa em curso, entre os quais a aliança vermelho-verde, socialistas/comunistas-islão e a bizarria do avultado dispêndio com subvenções sociais ― as quais deixam exangue os estados-sociais europeus ― dirigido a uma emigração a qual, segundo os seus apologistas, seria indispensável para sustentar esse mesmo estado para cuja ruína estão a contribuir, por um lado por esta via da falência financeira; por outro, por via da resistência à adopção dos valores basilares desses estados e das persistentes acções para impor o modo islâmico de vida ― e.g., segregação sexual nos cinemas, teatros, escolas, piscinas públicas, etc. Enrique De Diego, um nome a fixar.
El fracaso en la integración de los musulmanes en Europa La integración de los musulmanes ha resultado un fracaso en toda Europa. No hay ninguna nación que presente una valoración positiva en este terreno. A los atentados de terrorismo indiscriminado, se unen las continuas amenazas a la libertad de expresión y la formación de barrios islamizados. Nadie se inventa nada cuando sitúa a los musulmanes como los más refractarios a la integración en las sociedades europeas. Eso es una evidencia a la vista de todos.

Los ciudadanos europeos han detectado con claridad la existencia de un problema y han dejado de seguir los dictados suicidas de sus acomplejadas y decadentes clases políticas. El problema es real y las perspectivas no son halagüeñas. Es preciso revertir la situación. Y hay que ir por esta senda con determinación. Es obligada la expulsión del territorio europeo de todos aquellos que aspiran a terminar con la libertad y a imponer su religión mediante la violencia. Los integristas deben ser de inmediato expulsados.

Grosseros errores del pasado

No tiene sentido que los contribuyentes financien con sus impuestos la amenaza. Ninguna inmigración puede integrarse si es subsidiada (...).

Buena parte de los males estriban en un modelo europeo fracasado que se ha creído toscas mentiras como que la educación y la sanidad estatales son gratis, cuando es notorio que resultan muy ineficientes, muy caras, y por supuesto financiadas por los contribuyentes. Son precisas reformas muy profundas de esos sistemas, y del modelo en su conjunto.

La inmigración, a la que se ofrece esos servicios, sin contribuir, no es la causa de la quiebra del sistema, pero, sin duda, actúa como catalizador. La cultura de la subvención ha de terminar para los inmigrantes, pero también para los europeos de origen. No funcionan así las sociedades. Sólo salen adelante y generan progreso con trabajo, esfuerzo e iniciativa.

"Inmoral y absurda"

La idea de una inmigración humanitaria es inmoral y absurda, puesto que atrapa a los inmigrantes en un callejón sin salida y los lleva a la marginalidad. Si el modelo europeo cae, y no se transforma, no servirá para nadie.

Los musulmanes plantean un problema específico, pues son formados en una doctrina que les enseña a odiar a los demás. Ningún sentido tiene financiar su expansión, conceder terrenos para sus mezquitas, ni subvencionar sus organizaciones. El porcentaje de musulmanes ha de ser reducido, desde ya, para no poner las bases de conflictos futuros graves.

Cada nación es muy libre de establecer los criterios por los que está dispuesto a acoger a gente. Ninguna inmigración puede funcionar si no está relacionada con el contrato de trabajo, pero también resulta económicamente más rentable y socialmente más compatible una emigración que respete las pautas culturales y los valores de la nación de acogida. En España, esas condiciones se dan en la inmigración iberoamericana(1).

Evangelho do 2º Domingo da Quaresma

Evangelho segundo S. Lucas 9,28-36. Transfiguração de Jesus (Mt 17,1-9; Mc 9,2-10; 2 Pe 1,16-18)
28Uns oito dias depois destas palavras, levando consigo Pedro, João e Tiago, Jesus subiu ao monte para orar. 29Enquanto orava, o aspecto do seu rosto modificou-se, e as suas vestes tornaram-se de uma brancura fulgurante. 30E dois homens conversavam com Ele: Moisés e Elias, 31os quais, aparecendo rodeados de glória, falavam da sua morte, que ia acontecer em Jerusalém.

32Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. 33Quando eles iam separar-se de Jesus, Pedro disse-lhe: «Mestre, é bom estarmos aqui. Façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias.» Não sabia o que estava a dizer. 34Enquanto dizia isto, surgiu uma nuvem que os cobriu e, quando entraram na nuvem, ficaram atemorizados. 35E da nuvem veio uma voz que disse: «Este é o meu Filho predilecto. Escutai-o.»

36Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou só. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, nada contaram a ninguém do que tinham visto.

Meditações sobre este passo: Excerto do comentário de Anastásio do Sinai (?-depois de 700), monge: Homilia sobre a Transfiguração De Enzo Bianchi, Prior do Mosteiro de Bose: Oração e transfiguração. In Mosteiro de Bose , via Pastoral da Cultura. (Trad.: rm)

São Torcato, bispo, séc. I

In Evangelho Quotidiano:
«São Torcato, bispo

São Torcato é considerado o primeiro dos Varões Apostólicos, bispos enviados ainda no século I para evangelizar a Península Ibérica. A sua história está envolvida em lenda. Aparentemente, terá aportado a Cádis, no sul de Espanha, onde teria morrido e sido sepultado. O seu corpo terá sido trazido para o norte da Península no século VIII, quando os cristãos de Cádis fugiram da invasão dos mouros, e depositado no mosteiro de Celanova, perto de Ourense. Mais tarde, as suas relíquias foram distribuídas por vários mosteiros da Galiza e do norte de Portugal. No ano de 1059 (cerca de cem anos antes da independência de Portugal), já existia o mosteiro de S. Torcato, perto de Guimarães, o mais célebre centro português da devoção ao santo bispo, o qual veio a dar o nome a muitas aldeias no Minho.»

São Torcato, rogai por nós.

27.2.10

Os Mártires de Córdoba

In Gates of Vienna, entrada da autoria do blogger espanhol El Cid sobre os Mártires de Córdoba.
«The story of the Martyrs of Cordoba : a Triumph of Christian Resistance to Islam in Medieval Spain When a monk named Isaac left his monastery in the year 851 AD and took the long road that led to the Roman bridge into Cordoba, he was preparing a public declaration of Christian faith. It would be an amazing defiance, one which would shake the landscape of Andalusia and help to alter the future of Spain. Isaac knew it would shock the Muslim authorities and that he would be punished for what he was about to do. He was never to know the true magnitude of his act or the far-reaching consequences of his words. As he entered the Emir’s mighty palace, and went past the entrance of the harems (filled with captured Spanish women and slaves taken in the perpetual Jihad of the Christian north) the palace guards greeted him and let him pass. They had known him in his other life as grand secretary of the Caliph (katib adh-dhimam), the highest position held by any Christian. No one that day could have guessed this Spanish aristocrat was preparing himself to confront - in elegant court Arabic - the head of Andalusia’s revered Islamic judges. For this man that we know of only as Isaac, it would be the first time in his life that he would state his Christian beliefs publicly. Isaac understood the Koran and Malikite jurisprudence as well as the legal discrimination of the Dhimma; he knew full well what to expect as a result of his Credo. There would follow a trial and swift death. Facing the assembled representatives of the Emir of Cordoba, he gathered his words, speaking calmly as he broke the most important commandment for survival as an infidel under Muslim rule: silence about your beliefs so as not to offend Muslims. That encounter between infidel and master was the first chapter of the Martyrs of Cordoba. It proved to be merely the opening salvo of resistance. The subsequent struggle of wills between the subdued Christians of Spain and their Muslin conquerors launched ten years of trouble for the Muslims authorities of Spain. It also set the persecuted Europeans of the Iberian peninsula on the road to freedom. In spite of the renewed repression from the agents of the Emir, Andalusia would see a mass exodus of vast numbers of Christians. Escaping to the forested mountains of Asturias in the north, they deprived the Emir of his yearly revenue from the jizya, the life blood of the growing Muslim power in Andalucía. This story has resonance even today; it offers an answer to the present assault on the West from Muslims who still demand submission and silence, with not one utterance of criticism permitted towards Islam, Muslims, or their Koran.»
Lede a entrada completa em Gates of Vienna.
Mártires de Córdoba, rogai por nós.
Sobre este tema, leia Moorish Spain de Richard Fletcher, livro parcialmente disponível no Google Books.

The Book Depository

26.2.10

Et unam sanctam catholicam et apostolicam Ecclesiam

Mosab Yousef: palestiniano, espião israelita

Mosab Hassan Yousef é filho do xeque Hassan Yousef, um dos fundadores do Hamas e um dos seus líderes na Cisjordânia. Durante 10 anos colaborou com o Shin Bet, os serviços secretos israelitas para os assuntos de segurança interna. Após cessar a sua colaboração com a polícia secreta israelita, refugiou-se nos EUA. Entretanto convertido ao cristianismo, conta agora a sua história num livro a publicar recentemente, parte de cujas revelações expôs ao Haaretz, em entrevista publicada em dois artigos. Aqui deixamos dois excertos, onde Yousef fala do conflito israelo-árabe, nas suas raízes religiosas islâmicas, assim como na belicosidade intrínseca do islão:
«"(...) I did everything out of a sense of mission, in order to save human lives," Mosab Yousef says. "Take, for example, Jamal Taweel, a senior figure in Hamas. If I had not worked for the Shin Bet, Taweel would now be dead. He was due to be assassinated, but because I was the one who provided the information about his location, he was arrested. He spent a few years in prison and maybe will hate me now, but he is now free, lives with his family and is the mayor of El-Bireh. I am not exaggerating or showing off," he says in the phone call from California. "I supplied priceless information. No one but me was capable of obtaining it." Aren't you afraid now after exposing all this? "I will not lie by saying I am not afraid. But I am motivated by the fact that I saved hundreds of people - Israelis, Palestinians, Americans. That gives me the strength to go on. I am not a Zionist and I did not work for the Zionists. I am not pro-Israeli or pro-Palestinian. I worked for my God, who is the father of all human beings wherever they are. I do not want to go back to that work. I chose to leave, because after 10 years of fighting terrorism, I understood that it is not the problem. Of course, it is important to fight terrorism, but if I think about the long term, the only way is not to do battle against suicide bombers but against their motivation: namely, their God. "Many people think the terrorists' motivation is the Israeli occupation, the corruption, but all that is just the backdrop. It is not the root of the problem. The occupation is like the rain that falls on the soil in which the seed has been planted, but it is not the seed itself. The root of the Israeli-Palestinian conflict does not lie in security or politics: It is a war between two gods, two religions. Between the God of the Torah and the God of the Koran. The Koran teaches that this is Waqf land - a sacred endowment which must not be given up. The Torah taught the Jews that this is their land and must not be given up. "It follows that there will be no peace in the Middle East. Israel's problem is not with Hamas or with any other organization, nor with the interpretation Hamas reads into the Koran. It is with the god of the Koran. After all, even a moderate Muslim who reads the Koran must read that the Jews are the sons of apes and that the infidels must be killed. The Palestinians must stop blaming Israel, or the West, for all their problems. If they want true freedom, they must free themselves from their God." You sound completely pessimistic. What about a Palestinian state? "That is not a solution. Today we do not have a leadership worthy of ruling, not Hamas and not Fatah. The Palestinians move between the corrupt leadership of Fatah, and the Hamas leadership, which sends them all to die. Besides, Hamas cannot make peace with the Israelis. That is against what their God tells them. It is impossible to make peace with infidels, only a cease-fire, and no one knows that better than I. "The Hamas leadership is responsible for the killing of Palestinians, not Israelis. Palestinians! They do not hesitate to massacre people in a mosque or to throw people from the 15th or 17th floor of a building, as they did during the coup in Gaza. The Israelis would never do such things. I tell you with certainty that the Israelis care about the Palestinians far more than the Hamas or Fatah leadership does. Israel withdrew from Gaza, and instead of the place being built up and cultivated, look what happened there. We need to take a break from these leaders. And I call on the government of Israel: Never accede to Hamas demands " (...)»

The Book Depository

25.2.10

Magdi Cristiano Allam fala da sua conversão

Dando cumprimento ao nosso propósito de publicar o mais possível em língua portuguesa, aqui fica parte do texto através do qual o jornalista egípcio, naturalizado italiano, Magdi Allam dá conta ao seu director no jornal Corriere della Sera da sua conversão ao catolicismo, no dia seguinte ao seu baptismo na Basílica de S. Pedro, celebrada pelo Papa Bento XVI, adoptando o nome Magdi Cristiano Allam. Nesta missiva, Allam fala da íntima relação entre o islão ― religião e cultura dela decorrente ― e o ódio aos não-muçulmanos, a violência, o suicídio. Fala ainda das circunstâncias em que se aproximou de Cristo, nomeadamente as da sua reclusão face às ameaças de morte de que foi alvo por, quando ainda muçulmano, se ter atrevido a criticar o terrorismo islâmico e a assinalar a necessidade de reformar o islão. Procedemos a algumas correcções ao texto em língua portuguesa, que copiámos do blogue Povo, socorrendo-nos, para esse fim, do original da missiva, em língua italiana:

«Porque me converti do Islão ao Catolicismo

Caro Director,

aquilo que estou para te referir diz respeito a uma minha escolha de fé religiosa e de vida pessoal na qual não quero, de modo algum, envolver o Corriere della Sera, do qual me honro fazer parte desde 2003 na qualidade de vice-director ad personam. Escrevo-te portanto como protagonista de um acontecimento, como cidadão privado. Ontem à noite converti-me à religião cristã católica, renunciando à minha precedente fé islâmica. Assim, vi finalmente a luz, por graça divina, o fruto são e maduro de uma longa gestação vivida no sofrimento e na alegria, entre a profunda e íntima reflexão e a consciente e manifesta exteriorização. Estou particularmente grato a Sua Santidade o Papa Bento XVI que me dispensou os sacramentos da iniciação cristã, Baptismo, Crisma e Eucaristia, na Basílica de S. Pedro no decurso da solene celebração da Vigília Pascal. E tomei o nome cristão mais simples e explícito: “Cristiano”.

Por isso, desde ontem chamo-me “Magdi Cristiano Allam”. Para mim é o dia mais belo da vida. Adquirir o dom da fé cristã na festividade da Ressurreição de Cristo pelas mãos do Santo Padre é, para um crente, um privilégio inigualável e um bem inestimável. Com quase 56 anos, na minha pequenez, é um facto histórico, excepcional e inesquecível, que assinala uma mudança radical e definitiva relativamente ao passado. O milagre da Ressurreição de Cristo reverberou na minha alma libertando-a das trevas de uma pregação onde o ódio e a intolerância nos confrontos com o “diferente”, condenado acriticamente como “inimigo”, primam sobre o amor e o respeito ao “próximo” que é sempre e de qualquer modo “pessoa”; assim como a minha mente se libertou do obscurantismo de uma ideologia que legitima a mentira e a dissimulação, a morte violenta que induz ao homicídio e ao suicídio, a cega submissão e a tirania, permitindo aderir à autêntica religião da Verdade, da Vida e da Liberdade. Na minha primeira Páscoa como cristão eu não descobri apenas Jesus, descobri pela primeira vez o verdadeiro e único Deus, que é o Deus da Fé e da Razão.

O ponto de chegada

A minha conversão ao catolicismo é o ponto de chegada de uma gradual e profunda meditação interior à qual não teria podido subtrair-me, visto que desde há cinco anos sou obrigado a uma vida blindada, com vigilância fixa em casa e escolta de polícias a cada minha deslocação, por causa das ameaças e das condenações à morte infligidas pelos extremistas e pelos terroristas islâmicos, seja por aqueles residentes em Itália seja por aqueles activistas no estrangeiro. Tive de me interrogar sobre o comportamento daqueles que publicamente emitiram fatawa (condenações jurídicas islâmicas), denunciando-me a mim que era muçulmano, como “inimigo do Islão”, como “hipócrita cristão copta que finge ser muçulmano para prejudicar o Islão” e como “traidor e difamador do Islão”, legitimando desta forma a minha condenação à morte. Perguntei-me como era possível que quem, como eu, se tinha batido convictamente por um “Islão moderado”, assumindo a responsabilidade de expor-se em primeira pessoa na denuncia do extremismo e do terrorismo islâmico, acabasse por ser condenado à morte em nome do Islão com base numa legitimação alcorânica. Fui assim dando-me conta, que para além da contingência que regista a implantação do fenómeno dos extremistas e do terrorismo islâmico a nível mundial, a raiz do mal está inscrita num Islão que é fisiologicamente violento e historicamente conflituoso.

Paralelamente a providência fez-me encontrar pessoas católicas, praticantes de boa vontade que, em virtude do seu testemunho e da sua amizade, se tornaram pouco a pouco um ponto de referência no plano da certeza da verdade e da solidez dos valores. A começar por tantos amigos de Comunhão e Libertação, com o Padre Julián Carrón à cabeça; a religiosos simples como o Padre Gabriele Mangiarotti, a Irmã Maria Gloria Riva, o Padre Carlo Maurizi e o Padre Yohannis Lahzi Gaid; (...) até ao abraço de altos prelados de grande humanidade como o Cardeal Tarcisio Bertone, Monsenhor Luigi Negri, Giancarlo Vecerrica, Gino Romanazzi e, sobretudo, Monsenhor Rino Fisichella que me seguiu pessoalmente no percurso espiritual de aceitação da fé cristã. Mas, indubitavelmente, o encontro mais extraordinário e significativo na decisão de me converter foi o que tive com o Papa Bento XVI, que admirei e defendi ainda enquanto muçulmano pela sua capacidade em tratar a ligação indissolúvel entre fé e razão como fundamento da autêntica religião e da civilização humana, e à qual adiro plenamente como cristão por me inspirar uma nova luz no cumprimento da missão que Deus me reservou.

Farage diz a Rompuy o que tantos gostaríamos de dizer

De condenar a referência ― aliás, completamente desnecessária e irrelevante ― à aparência física do presidente não-eleito da UE. De resto, subscrevo cada palavra de Farage.

22.2.10

De Ferdinando Olissiponense quo vidit ossa martyrum fratrum eius et audiuit vocem Christi

Desta vez inspirou a lição do Papa aos seus visitantes o nosso sancto casamenteiro. Um português com H grande, que ao ver os ossos de frades martyrizados no Norte de África, decidiu para lá ir pregar aos muçulmanos:
«Queridos irmãos e irmãs!
(...) Esta manhã gostaria de falar de outro santo pertencente à primeira geração dos Frades Menores: António de Pádua ou, como é também chamado, de Lisboa, referindo-se à sua cidade natal. Trata-se de um dos santos mais populares de toda a Igreja Católica, venerado não só em Pádua, onde foi construída uma maravilhosa Basílica que conserva os seus despojos mortais, mas em todo o mundo. São queridas aos fiéis as imagens e as imagens que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus no colo, em recordação de uma milagrosa aparição mencionada por algumas fontes literárias.
António contribuiu de modo significativo para o desenvolvimento da espiritualidade franciscana, com os seus salientes dotes de inteligência, equilíbrio, zelo apostólico e, principalmente, fervor místico.
Nasceu em Lisboa numa família nobre, por volta de 1195, e foi baptizado com o nome de Fernando. Uniu-se aos cónegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiro no mosteiro de São Vicente em Lisboa e, sucessivamente, no da Santa Cruz em Coimbra, famoso centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que fez frutificar na actividade do ensino e da pregação. Aconteceu em Coimbra o episódio que contribuiu para uma mudança decisiva na sua vida: ali, em 1220 foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos, que tinham ido a Marrocos, onde encontraram o martírio. A sua vicissitude fez nascer no jovem Fernando o desejo de os imitar e de progredir no caminho da perfeição cristã: então, pediu para deixar os Cónegos agostinianos e para se tornar Frade Menor. O seu pedido foi aceite e, tomando o nome de António, partiu também ele para Marrocos, mas a Providência divina dispôs de outro modo. Após uma doença, foi obrigado a partir para a Itália e, em 1221, participou no famoso "Capítulo das Esteiras" em Assis, onde encontrou também São Francisco. Em seguida, viveu algum tempo no escondimento total num convento de Forli, no norte da Itália, onde o Senhor o chamou para outra missão. Enviado, por circunstâncias totalmente casuais, a pregar por ocasião de uma ordenação sacerdotal, mostrou ser dotado de ciência e eloquência, e os Superiores destinaram-no à pregação. Começou assim na Itália e na França uma actividade apostólica tão intensa e eficaz que induziu muitas pessoas que se tinham afastado da Igreja a reconsiderar a sua decisão. António foi também um dos primeiros mestres de teologia dos Frades Menores, ou até o primeiro. Iniciou o seu ensino em Bolonha, com a bênção de São Francisco, o qual, reconhecendo as virtudes de António, lhe enviou uma breve carta, que iniciava com estas palavras: "Agrada-me que ensines teologia aos frades". António lançou as bases da teologia franciscana que, cultivada por outras insignes figuras de pensadores, teria conhecido o seu ápice com São Boaventura de Bagnoregio e com o beato Duns Escoto.

Como vivem os cristãos sob o islão, por Salim Almahdy

Seguindo uma das linhas de orientação definidas no manifesto que podeis ler supra, serve esta entrada para disponibilizar mais alguma informação a respeito do islão em língua portuguesa ― mais concretamente, sobre a forma como o islão vê os não-muçulmanos e sobre as prescrições islâmicas para o modo segundo o qual os muçulmanos se hão-de relacionar com os ditos infiéis, os kuffar. Socorro-me para o efeito de um texto publicado no blogue Café Teológico e Apologético, ao conhecimento do qual chego por informação prestada por leitor indevidamente identificado, a quem agradeço. Eis o texto, o qual contém muita informação útil e instrutiva:
«Queridos irmãos e irmãs, estou-lhes trazendo palavras do Alcorão, do Hadith e de alguns eruditos muçulmanos sobre como os cristãos devem ser tratados numa sociedade islâmica. Na medida em que forem lendo essas palavras, lembrem de estar orando por seus irmãos e se regozijem por saberem que a nossa cidadania está nos céus com o nosso Pai eterno. Segundo o Alcorão, Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome:
“Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17). “Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60). “Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mão, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)
Segundo o Hadith (Ensinamentos, palavras ou atos de Maomé) Maomé também exige que os Muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa – lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: que não há outro Deus além de Alá e que Maomé é o mensageiro de Alá. Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar da jihad pela causa de Alá” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 25). Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 13). As palavras lutar e matar aparecem no Alcorão com mais freqüência do que as palavras oração e amor. Segundo eruditos muçulmanos (inspirados no Alcorão e outras fontes), os mais poderosos califas (seguidores de Maomé), que governaram a nação islâmica depois da morte de Maomé, foram Abu Bakr e Umar Ibn Khattab (conhecido como o Califa Justo). Os dois eram sogros de Maomé. Maomé costumava dizer: “Sigam o exemplo daqueles que vêm após mim, Abu Bakr e Umar” (Ibn Timiyya, Vol. 28, p.651). O Califa Justo defendia o seguinte, com a bênção de Maomé: * Um muçulmano não pode ser condenado à morte por tirar a vida de uma pessoa da aliança (cristão ou judeu), de um homem livre (que não é muçulmano), ou de um escravo. Ibn Timiyya escreveu: “Nada na lei de Maomé diz que o sangue do infiel é igual ao sangue do muçulmano, porque a fé é necessária para haver igualdade. As pessoas da aliança não crêem em Maomé e no Islã, portanto, o seu sangue e o sangue do muçulmano não podem ser iguais… mas, um muçulmano livre deve morrer por tirar a vida de outro muçulmano livre, independentemente da raça” (Vol 14, p. 85). * Não é permitido construir nem reformar igrejas, nem reconstrui-las se forem destruídas. Conforme citado por Ibn Hazm e Ibn Timiyya, e confirmado por todos os historiadores, quando Uma Ibn Al Khattab assinou o tratado de paz com os cristãos da Síria, ele ditou algumas condições que deveriam ser cumpridas pelos governadores muçulmanos de todos os países cristãos conquistados. Uma dessas condições era que os cristãos estavam proibidos de construir mosteiros e de reconstruir os que fossem destruídos, mesmo que fosse a cela de um monge (Ibn Hazm, Vol. 4, Parte 7, p.346). O tratado de paz também exigia que os cristãos dessem o seu assento a um muçulmano que quisesse sentar-se, e os proibia do seguinte: * Impedir qualquer muçulmano de ficar nas suas igrejas por três dias, durante os quais eles deveriam oferecer comida e servir os muçulmanos. * Imitar os muçulmanos em qualquer coisa, como as suas roupas, tiaras, turbantes ou o penteado dos seus cabelos. * Montar um burro usando sela (cavalgar um burro usando cela é mais confortável, o que lembra certo tipo de riqueza e dignidade no Oriente Médio). * Enterrar os seus mortos próximo de um muçulmano. * Ler em voz alta nas igrejas. * Prantear ruidosamente os seus mortos. * Assumir qualquer posição em que tenham qualquer autoridade sobre um muçulmano. Após ter apresentado estas condições aos cristãos, disse-lhes enfaticamente: “Se qualquer cristão violar qualquer um destes termos, será permitido matá-lo”(Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 654).

21.2.10

Daniel Pipes em português

Cientes das vantagens de disponibilizar em língua portuguesa material informativo sobre o islão e os diversos focos de conflito que mantém com o ocidente, informamos que o colunista e académico, director do Middle East Forum, Daniel Pipes, publica traduções para o nosso idioma de alguns dos seus artigos, os quais podem ser recebidos por subscrição. Aqui deixamos um, a título exemplificativo:
Europa ou Eurabia? por Daniel Pipes The Australian 15 Abril 2008

Original em inglês: Europe or Eurabia? Tradução: Joseph Skilnik

O futuro da Europa está em jogo. Ela se transformará em "Eurabia", uma parte do mundo muçulmano? Ela permanecerá aquela distinta unidade cultural que tem sido no último milênio? Ou poderia haver alguma síntese criativa das duas civilizações?

A resposta tem uma importância enorme. A Europa pode até compor uns meros 7 por cento do território mundial, mas durante quinhentos anos, 1450-1950, para o bem ou para o mal, foi a máquina global da mudança. O futuro do seu desenvolvimento afetará toda a humanidade, especialmente países irmãos como a Austrália que ainda mantém vínculos íntimos e importantes com o velho continente.

Eu potencialmente suponho uma dessas três opções para a Europa: dominação Muçulmana, rejeição aos muçulmanos ou uma integração harmoniosa.

Misoginia intrínseca do islão

Como tive oportunidade de afirmar recentemente neste espaço, o meu propósito principal, no plano da minha actividade no movimento pela defesa da cultura ocidental perante a ofensiva cultural islâmica, consiste em estabelecer relações claras entre as mais ignóbeis práticas muçulmanas e a doutrina islâmica ortodoxa, como decorre dos textos canónicos, o Alcorão e a Suná — composta pela Sirá, a biografia de Mafoma, e as ahadith (em português, hadices), os relatos dos ditos e feitos do profeta do islão. Um dos aspectos absolutamente inaceitáveis da civilização islâmica é a sua intrínseca, porque bem enraizada no Alcorão e na Suná, misoginia. Para nos adentrarmos nesta problemática, recorreremos a dois artigos recentemente publicados (aos quais cheguei via The Force of Reason) por pessoas que sabem do que falam, uma vez que foram educados no islão: Amil Imani e Ali Sina. O artigo de Sina aborda a questão dos crimes ditos de honra e de como são uma emanação da visão islâmica da mulher, mesmo que — e é da mais elementar honestidade afirmá-lo — a sua punição não seja expressamente prescrita no Alcorão nem na Suná. Note-se que, nesta análise, não incluímos na categoria de crime de ofensa à honra as práticas do adultério e da fornicação, as quais, como já vimos, são punidas, de acordo com a ortodoxia islâmica, com a lapidação. O artigo inicia-se com uma análise etimológica e semântica das palavras da língua árabe ligadas ao feminino, análise que põe em evidência o lugar subalterno, sub-humano mesmo, ocupado pela mulher na cultura islâmica.
«(...) Honor killing happens in all Islamic counties, and thanks to the immigration of Muslims it has now spread to Europe, America, Australia and also Canada. (...) To find an answer we must understand where the problem is originated. Honor killing is neither in the Quran nor in the hadith. However, it is the logical consequence of the Islamic misogyny and upbringing. Women in Islam are seen as sexual beings. Every part of their body is thought to be erotic. Every square inch of her, is sexual. She must cover from head to toe, because her entire body is perceived to be private parts. In Pakistan, women are called awra. Awra or aurat means the part of the body that has to be covered. Exposing the Awra is unlawful in Islam and is regarded as sin. Etymologically, the term Awra derives from the root "a-w-r" which means “defectiveness”, “imperfection”, “blemish” or “weakness” – however the most common English translation is “nakedness”. The Islamic regime of Iran calls women zaifeh. It’s the feminine for “weak.” This implies also mental weakness since according to Muhammad women are deficient in intelligence. This sums up the status of woman in Islam. You can’t be more explicit than this. In a society that women are seen as weak, defective, blemished and private part, any contact that they may have with men is deemed to be sexual and unlawful. Women in Muslim countries are segregated. From the very childhood boys and girls are kept apart. They don’t play with each other, don’t go to school with each other, don’t ride on the same bus, and don’t shake hand or have eye contact. Any contact with women can arouse the pious Muslim men sexually, which would not only cause him to sin, but also would dishonor her male relatives. The Quran (4:34) says men are in charge of women. The same verse also says “good women are the obedient, guarding in secret that which Allah hath guarded.” The secret is their awra. Since in Islam the woman’s whole body is considered to be sexual, they must cover every part of their body and avoid contact with stranger men. Verse 24:31 says believing women must lower their gaze, be modest and they should draw their veils over their bosoms and not display their beauty to strangers. In the west, one can shake hand with a woman, dance with her and even kiss her on the cheek, and none of that is considered to be sexual. But one must not touch her in her crotch. That is private part. A Muslim woman’s entire body is private part. So if you shake hand with her it is the same as touching her crotch. If she displays her hair, it is as exposing her pubic hair. Everything in her is sexual and private part. In Islam women are the namoos (ناموس) of their male relatives. Namoos can be roughly translated as honor, but with a sexual connotation. The namoos of a Muslim hinges on protecting his female kin from prying eyes. If a woman displays her beauty or talks to a stranger man, the namoos of all her male relatives is injured. The only way to redeem an injured namoos is to wash the stain with blood. Patriarchal societies produce men with devalued sense of self. Therefore, a Muslim man’s “honor,” depends almost entirely on how he can keep his female dependants under leash. Should he fail to do that he is shamed. He knows that everyone will be talking about him and laughing at him behind his back. He can restore his namoos by killing the woman that has been “defiled.” The Islamic society does not look down at such a man, but rather he is lionized as having ghairat (pride, sense of honor). The question is how to stop this insanity. Now that we know the root cause of this problem the answer is obvious. The problem is Islamic misogyny. We can’t expect more from a society that treats its women as deficient in intelligence, defective, weak and something to be covered. Where women are dehumanized and sexualized honor killing is the outcome. Honor killing is not the only problem affecting Islamic countries. Dictatorship, violence, terrorism, poverty, human rights abuses, and a host of other problems that are endemic in Muslim countries are all due to teachings of Islam. There is one obvious solution for all these problems, but it is politically incorrect to say it. The problem is Islam, and the solution is to get rid of it. This required telling the truth about this faith and criticizing it in the same way that Christianity and all other faiths have been criticized. However, while it is okay to criticize every other faith, criticizing Islam is taboo – in Europe, it is illegal. (...) Telling the truth is illegal. But only truth can set us free. Meanwhile, thousands of innocent girls like Medine, thousands of victims of terrorism, and thousands of victims of religious violence will meet their death every year in the hands of devout Muslims who just want to practice their faith, faithfully. Even these murderers are victims of a lie. There is no end to these senseless killings until Islam is criticized in the same way that other faiths have been criticized. Until then more lives will be lost.»
O artigo de Imani aborda a questão da mulher no islão a partir do Alcorão e das hadices.