| Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet. Pange lingua gloriosi lauream certaminis, et super crucis trophæo dic triumphum nobilem: qualiter Redemptor orbis immolatus vicerit. Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. De parentis protoplasti Fraude Factor condolens, quando pomi noxialis in necem morsu ruit: Ipse lignum tune notavit, Damna lignus ut solveret. Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet. Hoc opus nostræ salutis Ordo depoposcerat: Multiformis proditoris Ars ut artem falleret: Et medilam ferret inde, Hostis unde læserat. Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. | Ó Cruz fiel, entre todas a árvore mais nobre: Nenhum bosque produz igual, em ramagens, frutos e flores. Ó doce lenho, que os doces cravos e o doce peso sustentas. Canta, ó língua, o glorioso combate [de Cristo], e, diante do troféu da Cruz, proclama o nobre triunfo: a vitória conseguida pelo Redentor, vítima imolada para o mundo. Ó Cruz fiel, entre todas a árvore mais nobre: Nenhum bosque produz igual, em ramagens, frutos e flores. (Eating of the tree forbidden, man had sunk in Satan's snare, when our pitying Creator did this second tree prepare; destined, many ages later, that first evil to repair.) Ó doce lenho, que os doces cravos e o doce peso sustentas. (Such the order God appointed when for sin He would atone; to the serpent thus opposing schemes yet deeper than his own; thence the remedy procuring, whence the fatal wound had come.) Ó Cruz fiel, entre todas a árvore mais nobre: Nenhum bosque produz igual, em ramagens, frutos e flores. |
nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
3.4.10
Crux Fidelis/Pange Lingua
Crux Fidelis
| Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet. | Ó Cruz fiel, entre todas a árvore mais nobre: Nenhum bosque produz igual, em ramagens, frutos e flores. Ó doce lenho, que os doces cravos e o doce peso sustentas. |
1.4.10
Muçulmanos tomam a catedral de Córdoba (2)
«Respeto y diálogo, ja. Hasta que puedan dominarte, como ya sabe cualquiera que se haya molestado en leer el Corán. (...) Como ya hemos relatado en otros incidentes similares, esta actitud no es más que una estrategia a nivel global, con la intención de ocupar los espacios públicos, y en un sentido más espiritual (si un grupo de musulmanes reza en un sitio, según su doctrina ya es terreno musulmán para la eternidad) que ha provodado incidentes similares en otros países (Francia, Italia,etc.), y era cuestión de tiempo el que provocasen de esta manera en España. Un doloroso y peligroso precedente. Y lo que es más vomitivo, en plena Semana Santa.»O nosso dia há-de chegar. Já vandalizaram o exterior do Santuário de Fátima. Para quando uma profanação?
| Locus iste a Deo factus est, inaestimabile sacramentum, irreprehensibilis est. | Este lugar foi feito por Deus, um inestimável sacramento, obra irrepreensível. |
Muçulmanos tomam a catedral de Córdoba
«(...) Un grupo de 118 turistas de nacionalidad austriaca, procedentes de Málaga y de credo musulmán, compraron sus entradas para acceder a la antigua Mezquita y, al poco, comenzaron a rezar en una de las naves del interior del edificio religioso dirigidos por uno de ellos que hacía de imán. Los vigilantes privados del templo les llamaron la atención y les conminaron a dejar de orar, ya que sólo está permitido si se sigue el rito católico. Guardias lesionados Los turistas no hicieron caso a las advertencias de los guardias jurado y, ocho de ellos, se enfrentaron a los vigilantes, primero de palabra y, al momento, físicamente, de tal modo que se produjo un forcejeo y dos de los guardias de seguridad resultaron heridos, tal y como detalló ayer el Obispado a través de una nota de prensa. Uno de los turistas esgrimió un cuchillo, por lo que los responsables de la seguridad del recinto sagrado llamaron a la Policía Nacional, que acudió a los pocos minutos y desalojó a los visitantes empeñados en rezarle a Alá. Fuentes de la Policía informaron a Efe que este grupo de turistas había planeado esta acción, ya que contaban con distintos «walkie-talkies» para estar conectados entre sí y entraron por diferentes puertas del templo. La evacuación de los turistas no fue pacífica. En plena Semana Santa Un agente de la Policía Nacional resultó herido leve a consecuencia de una patada que le propinó uno de los alborotadores y, además, fue precisa la detención de dos de los organizadores de la oración prohibida, según informaron a ABC fuentes de citado cuerpo de seguridad del Estado. No es la primera vez que la Catedral se convierte en escenario de situaciones tensas por la insistencia de ciertos colectivos islámicos de rezar en su interior, pero quizás lo más significativo es que ahora ha acontecido en plena Semana Santa.

31.3.10
Em defesa da autoridade e da Igreja
«(...) [U]ma civilização só se pode manter e prosperar se dispuser de uma instituição que seja depositária da verdade, e também dos erros que todas as gerações cometeram. Esta tem de ser uma instituição eterna, sob pena de a civilização também falir. Tem de ser uma instituição independente dos homens que em cada geração lhe dão a face, tem de sobreviver ainda que os homens que a governam sejam da pior qualidade possível. Tem de ser uma instituição divina. Essa instituição é a Igreja Católica. Nenhuma outra civilização prosperou como aquela em que a Igreja Católica esteve presente - a civilização cristã. Já vai em dois mil anos, a caminho da eternidade. Possui autoridade e, por isso, a verdade destilada por muitas gerações. Conhece também todos os erros e todos os pecados da humanidade, e não há ninguém como Ela que saiba lidar com eles.»
«Onde fica Jerusalém Oriental?»
«We’ve heard a lot of talk about “Arab East Jerusalem” and how upset the Obama administration is about Israel building in it. The only problem is, the building that Israel announced last week is NOT East Jerusalem – Ramat Shlomo is North Jerusalem! And six months ago, the Obama administration was yelling about Gilo – that is in South Jerusalem. So, is the Obama administration trying to make Israel look bad by distorting the truth? Take a look at this map of Jerusalem, courtesy of the Jerusalem Centre for Public Affairs, of Jordanian East Jerusalem before Israel won the land back in 1967. Ramat Shlomo is clearly directly north of the city, and Gilo is southwest of the city.»
Map of Arab East Jerusalem, 1948-1967.
Note the locations of Israel's construction, far from East Jerusalem.
«Como calar a Igreja?»
«Problema: come si fa a zittire la Chiesa? È incontrollabile dal punto di vista economico (non agisce per lucro), inattaccabile da quello culturale (non ha paura di dire la sua controcorrente), è molto presente a livello sociale nella vita delle persone. Soluzione: bisogna agire sul terreno dell’emotività, magari con delle accuse odiose al suo capofila. Non importa se infondate, vecchie e già chiuse, basta tirarle fuori una alla volta, in modo che rimanga un’impressione sgradevole sul Papa. Così è stato fatto. A partire da suo fratello, con episodi (degli anni Cinquanta!) a cui era estraneo, tanto per inserire un “Ratzinger” nei titoli. Per proseguire con il caso di “padre H” a Monaco (anche questo antico e strachiuso) tanto per nominare l’“arcivescovo Ratzinger”. E poi il New York Times, smentito dalle stesse carte che produceva (tanto chi si prende la briga di leggerle?). E poi la serie di antichità pedofiliache che ci stanno ammorbando da settimane. È una procedura vecchia come la storia del mondo: quando una cultura dominante avverte di non avere più presa, cerca di far fuori le culture concorrenti (più vitali), usando il potere. È successo durante la caduta dell’impero Romano, è successo con il declino dell’Ancien Régime. Non ha mai funzionato. Il marasma mediatico pedofilo-fobico è uno dei tanti sussulti della fine dell’epoca moderna. È l’opposizione scomposta di una certa cultura di fronte al modello di cristiano – libero, razionale e pieno di fede – che Benedetto XVI rappresenta. Impossibile fronteggiarlo sul piano dell’intelligenza.»
30.3.10
Para uma verdadeira compreensão do islão: a proibição da música - ilustração (2)
«In a tiny workshop on the roof of his home in a Baghdad slum, Farhan Hassan works in secret, lovingly curving wood and tightening strings to make his ouds -- a traditional Arabic instrument. "I could have gone out on the streets carrying an RPG or a machine-gun and people would either take no notice or commend me on my courage," he mused. "But I would have probably been killed if I had gone out with an oud in my hand," he said with a laugh tinged with bitterness.»Recomenda-se uma leitura, mesmo que na diagonal, dos comentários à entrada da qual retirámos estes excertos de uma notícia da AP, com destaque para o de Hugh Fitzgerald:
28.3.10
Em defesa do Papa Bento XVI
«(...) [O] Papa Bento XVI tem muitos adversários internos na Igreja, e especialmente nos EUA, que é o país símbolo da modernidade. Por exemplo, no que diz respeito à vocação sacerdotal, o Papa tem escrito abundantemente sobre o assunto. Para padres ele quer homens de vocação e, por isso, escolhidos a dedo, e, creio eu, homens que sejam verdadeiramente masculinos (daqueles que gostam de mulheres, embora não lhes possam tocar).Em suma, com Bento XVI na cadeira de S. Pedro, acabou-se a bagunçada trazida pelo Concílio Vaticano II.(...)»
26.3.10
| Gloria, laus, et honor tibi sit Rex Christe Redemptor cui puerile decus prompsit hossana pium. Ingrediente Domino in sanctam civitatem, hebræorum pueri resurrectionem vitæ pronuntiantes cum ramis palmarum 'Hossana ― clamabant ― in excelsis!'. | A glória, o louvor e a honra, sejam para ti, Rei Cristo Redentor, ao qual o piedoso orgulho infantil cantou: 'Hossana!' Entrando o Senhor na cidade santa, as crianças dos hebreus anunciavam a Ressurreição e a Vida, e com ramos de palmeira, exclamavam: 'Hossana nas alturas!' |
| Stabat mater dolorosa juxta Crucem lacrimosa, dum pendebat Filius. Cuius animam gementem, contristatam et dolentem pertransivit gladius. O quam tristis et afflicta fuit illa benedicta mater Unigeniti! Quæ mærebat et dolebat, et tremebat, dum videbat nati pœnas inclyti. Quis est homo qui non fleret, Christi matrem si videret in tanto supplicio? Quis non posset contristari piam Matrem contemplari dolentem cum Filio? Pro peccatis suæ gentis vidit Iesum in tormentis, et flagellis subditum. Vidit suum dulcem Natum moriendo desolatum, dum emisit spiritum. Eia, Mater, fons amoris me sentire vim doloris fac, ut tecum lugeam. Fac, ut ardeat cor meum in amando Christum Deum ut sibi complaceam. Sancta Mater, istud agas, crucifixi fige plagas cordi meo valide. Tui Nati vulnerati, tam dignati pro me pati, pœnas mecum divide. Fac me tecum pie flere, crucifixo condolere, donec ego vixero. Juxta Crucem tecum stare, et libenter sociare in planctu desidero. Virgo virginum præclara, mihi iam non sis amara, fac me tecum plangere. Fac, ut portem Christi mortem, passionis fac consortem, et plagas recolere. Fac me plagis vulnerari, Cruce hac inebriari, ob amorem Filii. Inflammatus et accensus, per te, Virgo, sim defensus in die iudicii. Fac me cruce custodiri, morte Christi præmuniri, confoveri gratia. Quando corpus morietur, fac, ut animæ donetur Paradisi gloria in sempiterna sæcula. Amen. | Estava em pé a Mãe dorida, chorando junto à cruz, enquanto o Filho pendia. Cuja alma gemendo, entristecida e doendo, um gládio atravessou. Oh! Quão triste e afligida foi aquela bendita, a Mãe do Unigénito! A qual se enlutava e sofria, e tremia enquanto via as penas do Glorioso dela nascido. Qual é o homem que não choraria, se visse a mãe do Cristo em tamanho suplício? Quem não se entristeceria ao contemplar a piedosa mãe, sofrendo com o Filho? Pelos pecados da sua gente, ela viu Jesus em tormentos, do flagelo sendo súbdito. Viu o seu doce bebé morrendo desolado, e entregando o espírito. Ó Mãe, fonte do amor, faz-me sentir a força da dor, para contigo me enlutar. Faz que o meu coração arda de amor por Cristo Deus, para Lhe agradar. Santa Mãe, para que faças isso, fixa as chagas do Cruxifixo no meu coração, com força. Do teu Filho ferido, que por mim se dignou padecer, as penas divide, comigo. Faz-me chorar contigo, piedosamente, e condoer-me do Cruxifixo, enquanto eu fôr vivo. Desejo estar contigo, junto à Cruz, e com gosto me associo ao teu pranto. Ó Virgem das virgens, ilustríssima, agora não me sejas amarga, deixa-me chorar contigo. Faz que eu carregue a morte de Cristo, faz-me consorte da Paixão, e que eu de novo cultive as Chagas. Faz-me ferido de Chagas, que nesta Cruz eu me embriague com o amor do teu Filho. Abrasado e ardendo, por ti, Virgem, seja eu defendido no dia do Juízo. Faz-me ser guardado pela Cruz, pela morte de Cristo fortalecido, e pela graça confortado. Quando o corpo morrer, faz que à alma seja dada a glória do Paraíso para todo o sempre. Ámen |
| Verbe égal au Très-Haut, notre unique espérance, jour éternel de la terre et des cieux, de la paisible nuit nous rompons le silence: Divin sauveur, jette sur nous les yeux. Répands sur nous le feu de ta grâce puissante Que tout l'enfer fuie au son de ta voix Dissipe le sommeil d'une âme languissante Qui la conduit à l'oubli de tes lois! Ô Christ ! sois favorable à ce peuple fidèle, Pour te bénir maintenant assemblé ; Reçois les chants qu'il offre à ta gloire immortelle, Et de tes dons qu'il retourne comblé. | Verbo igual ao Altíssimo, nossa única esperança, dia eterno da terra e dos céus, eis que rompemos o silêncio da noite quieta: Divino Salvador, dirige-nos o teu olhar! Espalha sobre nós o fogo da tua graça potente, que todo o inferno fuja ao som da tua voz. Dissipa o sonho duma alma lânguida, que a conduz ao esqueciemento das tuas leis! Ó Cristo, sê favorável a este povo fiel, Para te bendizer agora reunido. Recebe os cantos que ele oferece à tua glória imortal, e os teus dons, que ele devolve satisfeito. |
24.3.10
«Ocultar os bens»
«Hiding Your Assets: the Surprising Origin of the Burka and Niqab de John O’Neill It is commonly believed that Islamic dress code for women, and most especially garments like the burka and the niqab (from Afghanistan and Arabia respectively) are about female modesty and the avoidance, on the part of male observers, of lustful passions. Certainly such garments are an extremely effective means of hiding the attractions of the female form. However, it has — rightly — been pointed out that nowhere in Islamic law is the complete hiding of the face and body required. (...) [I]t has recently been suggested that the burka and the niqab have nothing to do with Islam, and are simply local customs that have achieved the status of religious practice. Yet this is a spurious argument. There is no reason to believe that anything like the burka or the niqab were worn in pre-Islamic Afghanistan or pre-Islamic Arabia. And so these garments can only be understood within the context of Islam and Islamic culture. But if such dress is not necessarily sanctioned by Islamic law, where did it come from? In order to understand this, we need to take a broad look at Islam and the culture it fostered. Immediately we do this the truth about the burka/niqab emerges from its cover; and it is a truth of the most disturbing kind. When early Islam emerged from the Arabian Peninsula, it emerged as a warlike and conquering creed. Most of the conquered peoples, to begin with, were Christians; though there were many Jews among the subdued. The followers of both religions were permitted to continue to practice their faiths on condition that they paid a special tax, or jizya, to the Muslim conquerors. At the beginning, when the vast majority of the population of the Middle East remained Christian and Jewish, this tax amounted to a fabulous sum for the government of the Caliphate. In such circumstances, it will be obvious that it was financially advantageous to have Christians and Jews as subjects, and to keep them as Christians and Jews. Muslims were exempt from this kind of taxation. So lucrative was the jizya that Muslim rulers did not, in most cases, actually want Christians to convert. Christian conversions meant loss of revenue.
Pedofilia, Igreja, baixa política e sociedade (2)
De dragone et educatione puerorum
"Esta divertida aventura que tem lugar no lendário mundo de Vikings corpulentos e dragões ferozes, baseada no livro de Cressida Cowell, conta a história de Hiccup, um jovem Viking que não se encaixa lá muito bem na tradição dos heróicos exterminadores de dragões.
A vida de Hiccup fica de pernas para o ar, quando encontra um dragão que o desafia a ele e a toda a sua tribo, a ver o mundo de uma nova perspectiva."Depois vêm os problemas de consciência que o filme poderá causar. Os miúdos nestas idades precisam de saber que há coisas sempre más, e coisas sempre boas, e que são diferentes umas das outras. Ver um filme destes lança o precedente na cabeça da criança de que o bem nem sempre é bom, e o mal nem sempre é mau, e de que os culpados dos sofrimentos da criança são os erros dos adultos. Claro que nós, adultos de consciência (mais ou menos) bem formada, vamos tendo ao longo da vida essa experiência de aprendizagem, e as grandes questões para nós são as dilemmáticas, em que nem o sim nem o não estão certos, mas antes cabe-nos a nós sujeitos reformularmos a pergunta e encontrarmos uma terceira escolha mais perfeita, baseada no bem que temos por correcto. Mas, para uma criança, estas dúvidas são desestruturantes e nada benéficas. Como será o nosso mundo dentro de duas ou três gerações, se não houver consciência do bem e do mal?...


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