16.4.11

Subsídios para a compreensão do massacre no Rio

As informações disponíveis sobre o Massacre da Escola do Realengo são insuficientes para que se chegue a uma conclusão, mas dão pistas para que possamos ao menos imaginar algumas hipóteses que nelas se encaixem. Em primeiro lugar, é óbvio que o agente do massacre estava a ser alvo do proselitismo islâmico, mas não se pode afirmar que a ordem para o atentado partiu dos seus tutores. Porém, uma coisa é certa: o tipo era obviamente um mentecapto perigoso e a sua fixação pela violência, coisa que ele sempre exteriorizou, torna todos os que conviveram com este idiota em cúmplices, ainda que numa medida pequena, do crime. Como é possível que os seus mestres no Islão, que com ele conviveram tanto tempo e o conheceram melhor do que ninguém, não tenham reparado que o rapaz era um psicopata perigoso? Será pelo facto de que desejariam usá-lo futuramente para fins que se acomodam a este tipo de perfil? Não duvidaria disso, ainda mais por saber que nos últimos anos o terrorismo islâmico tem recorrido a deficientes mentais para levar a cabo a sua propaganda armada. Mas é possível que não tenham sido os islamistas que inspiraram o rapaz a praticar este acto, ou que o tenham feito em colaboração com outros interesses que visam o desarmamento de todos os cidadãos brasileiros cumpridores da lei. Uma semana antes do atentado, um perfil falso numa rede social atribuído ao deputado Jair Bolsonaro, um dos alvos a abater pelos esquerdistas brasileiros, anunciou numa discussão qualquer sobre o "bullying" que um massacre semelhante ao atentado de Columbine aconteceria no Brasil. Mais estranha foi a reacção imediata dos esquerdistas no Brasil, que já conseguiram até marcar um novo referendo sobre o porte de armas. A coordenação da acção de todas as associações envolvidas na campanha desarmamentista no Brasil, a força com que ela foi despoletada e a coincidência disso tudo com uma onda de perseguição ao deputado mais estridente na defesa do direito à auto-defesa, o senhor Jair Bolsonaro, para além da rapidez com que um novo referendo sobre o porte de armas foi aprovado e a pressa em fazê-lo (3 meses), o que indica a vontade expressa de se aproveitar os cadáveres ainda quentes das vítimas desse crime para induzir o voto dos fracos de espírito à aceitação da proibição da auto-defesa, são elementos que ninguém poderá deixar de ter em mente ao analisar o que se passou no Rio de Janeiro.

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