15.2.10

Esperança na lucidez

Um político norte-americano, o tenente-coronel Alen West, candidato ao Congresso, responde à pergunta chave: como identificar o inimigo?
«…You must realise this is not a religion your fightting agaisnt; you're fighting a theo-political belief system that has been doing this since 622 A.D.—1388 years.» «You want to dig up Charles Martel and ask him why he was fighting the Muslim army at the Battle of Tours in 732? You want to ask the Venetian fleet at Lepanto why they were fighting a Muslim fleet in 1571? You want to ask…the Germanic and Austrian knights why they were fighting at the gates of Vienna in 1683? You want to ask people what happened at Constantinople and why today it is called Istanbul because they lost that fight in 1453?»

«You need to get into the Koran…and understand their precepts. This is not a perversion. They are doing exactly what this book says.»

«Until you get principled leadership in the United States of America that is willing to say that, we will continue to chase our tail, because we will never clearly define who this enemy is, and then understand their goals and objectives—which (are) on any jihadist website—and then come up with the right (and) proper objectives to not only secure our Republic but secure Western civilization.»
Via Andrew Bostom, The Force of Reason e Creeping Sharia. Alguns livros para saber de quem temos de nos defender.
The Book Depository

10 comentários:

| disse...

72 wives await the Martyrs for Allah: Six rewards quoted in Hamas TV sermon

http://www.youtube.com/watch?v=B5pqQIyQfa8&feature=player_embedded

Aqui está uma prova de que pela doutrina maometana, nunca um não muçulmano fez ou poderá fazer mal a um muçulmano.

João Filipe Pimentel disse...

Vi esse vídeo e é muito interessante o que o coronel refere, mas questiono eu, quem é que está a invadir quem? Será o exército Americano que está a invadir território muçulmano ou o exército muçulmano que invade território Ocidental?

Em relação ao outro comentador devo dizer que os Árabes Muçulmanos sempre foram grandes homens do Saber e da Cultura durante vários séculos, e os sufistas tal como refere o próprio dicionário da língua Portuguesa são "os membros do Movimento de ascese mística do islão que se espalhou sobretudo do séc. IX ao séc. XII"

E já li num texto sufista que não há guerra religiosa entre o Ocidente e o Islão, simplesmente porque o Ocidente não é religioso. O Ocidente baseia-se em princípios ateus, laicos e irreligiosos; e tal começou com o Renascimento. Não censuro tais princípios, o que censuro é a imposição desses princípios aos outros.

João Filipe Pimentel disse...

Why didn't the colonel refer on all those battles the war which the Red Army fought against Muslims Afghans, the same Muslims which were secretly supported by the Americans, during the Cold War?

interesting question I would adore to make to this colonel...

Luís Cardoso disse...

Caro João,
seja bem-vindo.

Quem invade quem?
Pense na emigração islâmica e tenha presentes estas palavras de um presidente argelino:
"Un día millones de hombres abandonarán el Hemisferio Sur para irrumpir en el Hemisferio Norte. Y no lo harán precisamente como amigos. Porque comparecerán para conquistarlo. Y lo conquistarán poblándolo con sus hijos. Será el vientre de nuestras mujeres el que nos dé la victoria" (Houari Boumedienne, en la ONU, 1974).

Os árabes habitavam uma zona situada entre várias culturas e souberam adicionar à sua sabedoria a sabedoria dos povos circundantes: persas, hindus, bizantinos, etc. O islão, nos seus alvores prosperou enquanto tirou partido dessas sabedorias, mas definhou por recusar o que não é islâmico. A civilização muçulmana prosperou apesar do islão, enquanto o islão não dominou.

Os sufis também fazem jihad, a jihad guerreira, não a mística.
E que diferença faz que, na perspectiva sufi, a guerra não seja santa? Ela existe, está em curso, e foi declarada há 1388 anos, guerra com várias frentes, uma das quais a que refere no comentário em inglês.
Não me parece que o apoio americano fosse secreto, ainda que não fosse oficial.
Note que os soviéticos combateram mujahidin afegãos mas de todo o mundo árabe e muçulmano; estes voluntários sabiam bem qual a natureza da guerra que estavam a combater. Se os afegãos podiam estar a lutar em defesa da pátria afegã, não era por isso, seguramente, que lutavam os outros.

Volte sempre,

João Filipe Pimentel disse...

Caro Luís

A natureza sábia e pacata dos muçulmanos Árabes poderá ter definhado com os séculos, mas no seu entender o mundo ocidental rege-se simplesmente por princípios irreligiosos e ateus que têm de ser derrubados.

A jihad é uma guerra entre o religioso e o ateu. Não defenderei nenhuma das partes, mas relembro-lhe que os Cristãos também tiveram os Cruzados que faziam a sua guerra santa em nome de princípios religiosos.

A questão da disseminação populacional não se coloca pois estatisticamente os Muçulmanos não são a maior fatia de população do mundo nem invadiram tão fortemente a Europa como se quer fazer pensar. Deverá haver na Europa, no hemisfério norte, muitos mais Sul-Americanos e Africanos que propriamente muçulmanos.

O Cristianismo, esse sim é que se espalhou fortemente pelo mundo através dos ventres das suas crentes. Hoje tem muitos mais fiéis que Muçulmanos.

Os Muçulmanos não foram nem nunca serão uma ameaça para o mundo ocidental pois nunca foram além de Istambul. O mundo ocidental é que tenta proliferar o seu ideário ateu no mundo muçulmano e este combate para manter a sua cultura.

Mesmo a nível geográfico em termos de área e população o Cristianismo é muito mais abrangente.

Crítico fortemente a América por ter mudado de opinião sobre o Afeganistão radicalmente em apenas 30 anos

Recomendo vivamente que observe este vídeo

http://tambemistoevaidade.blogspot.com/2010/02/esperanca-na-lucidez.html

Os meus melhores cumprimentos

João Filipe Pimentel disse...

Recomendo vivamente que observe este vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=I0qeJqC5dFA

Os meus mais sinceros cumprimentos

João Pimentel

Luís Cardoso disse...

Caro João,

Obrigado pela sugestão; verei o video assim que arranje tempo.

Muito rapidamente: parece-me que há alguma imprecisão histórica na sua análise, que inquina as suas conclusões.
Se não, vejamos: os otomanos chegaram até Viena, à qual montaram cerco, tendo sido derrotados em 1683. Foi o princípio do fim da sua expansão. Ainda assim, o império otomano dominou uma grande parte da Europa Oriental até ao final da Grande Guerra - 1918 A.D. -, como pode verificar nesta imagem e no artigo da wikipedia donde a retirei:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/06/OttomanEmpireIn1683.png

Por sua vez, os árabes que invadiram e conquistaram a Ibéria entre 711 e 718 e chegaram ao sul de França, onde conseguiram estabelecer-se. A Reconquista só termino em 1492 com a tomada de Granada. Os muçulmanos - os mouros - permaneceram em Espanha por mais de 100 anos; como eram uma fonte constante de problemas, justamente pela incompatibilidade da sua cultura com a ibérica, foram expulsos em 1609. Veja, e.g.:http://tambemistoevaidade.blogspot.com/2010/01/fitzgerald-breve-resumo-da-expulsao-dos.html

Outra fragilidade da sua análise resulta de um certo eurocentrismo: tenha presente que a expansão muçulmana se fez também para oriente. Veja, e.g., este mapa e os seguintes que pode activar na linha cronológica supra: http://explorethemed.com/RiseIslamPt.asp?c=1
Não deixe de ler, a este respeito, este artigo de Andrew Bostom: http://www.americanthinker.com/2005/07/the_legacy_of_jihad_in_india.html

Quanto ao impacto da emigração muçulmana: não partilho, como calcula, da sua tranquilidade em relação ao impacto da dita sobre a cultura ocidental na Europa. Julgo que está enganado por uma simples razão: o impacto da emigração muçulmana para o Ocidente é de tipo civilizacional e não meramente cultural, entendendo-se civilização pelo plano mais elevado da identidade cultural, definido pela partilha de um amplo substrato de traços culturais, dos quais o mais importante é a religião, ou, pelo menos, a visão do mundo e da vida que ela imprime numa cultura. Segundo esta perspectiva, o impacto da emigração proveniente da América do Sul, e até mesmo a proveniente da África sub-sariana, é muito menor; se a primeira partilha de grande parte dos traços que definem a Civilização Ocidental, a segunda tem uma elevada capacidade de se adaptar, sem perder muitos dos seus traços culturais de origem.
Leia, se esta matéria lhe interessa, este livro:http://tambemistoevaidade.blogspot.com/2010/01/menos-blogues-e-mais-livros-2.html

Os meus cumprimentos.
Até breve,

Luís Cardoso disse...

Mais três coisinhas:

1)a jihad é guerra santa entre muçulmanos e os não-muçulmanos.

2) as cruzadas foram lançadas após 400 anos de agressão muçulmana.

3) não há natureza pacífica que resista a mandamentos como este, que no Alcorão são miríade, já para não falar nas hadices:
Alcorão 9:29:
«Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.»
Portanto, para os pagãos morte ou islão; para os judeus e cristãos, morte, islão ou submissão.

Francisco disse...

A intervenção do coronel resume muito bem o problema.

tambemistoevaidade disse...

Eu votaria nele, cá como lá.