23.9.10

«Alá destruirá o Ocidente pelas mãos dos muçulmanos»

Longe de ser uma expressão de extremismo, mais não é do que exteriorização da esperança de ser capaz de cumprir as ordens de Alá e do seu profeta Mafoma: conquistar o mundo ou, pelo menos, submetê-lo ao domínio do islão.

Veja o video.



Via Jihad Watch.

Egyptian Cleric Salem Abu Al-Futuh: We Will Conquer Italy and the Rest of Europe, as Well as North and South America; The West Will Convert to Islam

Following are excerpts from an interview with Egyptian cleric Salem Abu Al-Futuh, which aired on Al-Nas TV on August 18, 2010:
Salem Abu Al-Futuh: The nation of Islam will return – despite our current crisis and despite the arrogance of the West. The West is bound to be destroyed. Just like Allah destroyed the Byzantine and Persian empires, He will destroy the West at the hands of the Muslims. This is an unequivocal promise. These countries will convert to Islam. Islam will reach these countries.
[...]
Let us examine the divine sequence: First, the Caliphate will return. Then, the Muslims will live in tremendous prosperity. The economy of the Muslims will be the strongest of all. You are probably thinking that I'm not well today if I say such things. By God, there's nothing wrong with me. I am speaking words of truth.
[...]
Great conquests will ensue. We will conquer Italy.
[...]
By Allah, we will conquer Italy. By Allah, we will conquer Italy and move into [the rest] of Europe. Islam will enter that entire region. Even America, you ask? Yes, even America. North or south America? Both North and South America. We will enter all these countries, and people there will be joining Islam in droves.
[...] Read more at www.memritv.org

1 comentário:

Francisco disse...

Achei piada o gajo ter uma estante com meia dúzia de livros por trás a maior parte do tempo. Mesmo assim nada comparado com o mais reles intelectualóide occidental ao dar uma entrevista na sua bibliotheca.

É raro haver um programa no ocidente em que temos só um gajo a botar discurso, porque (quase?) ninguém tem autoridade para fazer isso. Cá o que vemos é um tipo a ser entrevistado (em princípio por alguém independente...), ou a expôr os seus pontos de vista com obras suas ou não, em jeito de curiosidade para os telespectadores.

O que a meu ver reflecte o papel do diálogo vs. autoridade num e noutro sítio.