How to Win the Culture War — Transcription1. We Are at War
To win any war and any kind of war, I think the three most necessary things we must know are:
- that we are at war;
- who our enemy is; and
- what weapons or strategies can defeat him.
We cannot win a war: first, if we are blissfully sewing peace banners on the battlefield; or second, if we are too busy fighting civil wars against our allies; or, third, if we are using the wrong weapons. For instance, we must fight fire with water—not fire.
nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
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5.9.10
Estote fortes in bello et pugnate cum antiquo serpente et accipietis regnum æternum. Alleluia!
De entre os inimigos que enfrentemos, o menos novo e pai deles todos é a serpente que jurou ódio æterno aos nossos primeiros pais no Jardim do Éden. Ele, que ataca a Humanidade inteira, destila especial ódio ao Povo de Deus, os Judeus da Antiga Aliança e a Egreja Cathólica da Nova, e de muitos modos nos arma insídias, até aos mais fracos e fragilizados no seu íntimo. Interessa conhecer este adversário covardíssimo, não de mais para não cairmos no desânimo, mas ao menos reconhecê-lo como tal e revestirmo-nos das armas d'Aquele a Quem o biltre nunca servirá, mas a'O Qual obedece por força e não por vontade.
Aut audite [53min21sec] aut legite Petrum Kreeft:
25.8.10
«CARACTERÍSTICAS DO PORTUGUÊS ARCAICO
Os traços característicos que diferenciam o português arcaico do português moderno são os seguintes:
18.8.10
Non mutauisti
Lá vem rastejando a revolução cultural. Não bastavam os festivais estivais como o Pessimus Alive a promoverem ipsis verbis a "luta contra a reacção", enquanto decapitam o capital cognitivo entre outros da nossa juventude, agora a Nasty, aquela água suja de sabor dúbio que palia o Verão de alguns, lançou uma campanha de marketing pela mudança e destruição da nossa querida língua vernácula, aquela que o outro reconhecia como sua pátria. Querem pedir ao Ministério da Sciência, Technologia e Ensino Superior que se introduza uma palavra estúpida "nos dicionários da Língua Portuguesa - começando por aquele compilado pela Academia de Ciências de Lisboa "-, razoando desvairados que "hoje são imensas as palavras insignificantes com sentidos imperceptíveis como “opidano”, “ingresia” ou “exaurir” que se mantêm presentes nos dicionários da Língua Portuguesa", palavras estas já reunidas numa lista a que chamaram lixionário. Também oferecem CDs para os miúdos aprenderem a escrepver mal.
Publicado por
Francisco Vilaça Lopes
sobre:
Decadência ocidental,
Guerra Cultural,
Literatura
e
Rabo de Peixe, Portugal
24.3.10
De dragone et educatione puerorum
Estreará mais um filme 3D chamado "Como treinares o teu dragão", cujo enredo fantasioso tem lugar no mediævo nórdico. Para Hiccup e os da sua aldeia natal viking atacada repetidas vezes por dragões pirómanos, a maior virtude que um homem pode ter é a de combater aqueles invasores alados. O jovem adolescente, inspirado pelos seus conterrâneos, aspira a demonstrar a sua maioridade exibindo-se na batalha, até que um dia encontra um dragão pacífico, o qual vem a domesticar com amizade. Sendo o ponto de contacto entre as duas espécies, Hiccup tenta pôr fim a uma guerra entre humanos e dragões, para o são convívio de todos.
Veja os trailers português e norte-americano:
Que moral retirar desta história? Um pai que levar o seu filho a ver este filme, que lhe ensinará ele?
O mais biblista verá os sanctos lutando contra os demónios com as armas da fé e dos sacramentos, transmitidos ao longo de sæculos pela tradição da Egreja. Hiccup seria um heresiarca apóstata que pactua com o maligno a fim de conseguir a felicidade mundana para o seu povo, e a condenação eterna.
Já o pai mais positivista, e com queda para a psychanályse, explicará ao seu filho como curar a neurose de que todos nós padecemos, libertando-se dos constrangimentos do super ego e deixando o seu id florescer a seu bel-prazer.
Por outro lado, o leitor mais assíduo deste blog identificará Hiccup com um esquerdista dhimi e naïf, um visionário iluminado e sacrificado (coitadinho...), que não pretende senão uma pás frutuosa com o islão, elucidando o seu povo sobre a sua antiga ignorância e obstinação em aceitar o estranho como sempre bom.
E por aí adiante. Mas o que mais me preocupa (vamos dar de barato a virilização da rapariga) é a desautorização dos pais e o esbater da fronteira entre o bem e o mal. Qual é a ideia de mostrar num filme para putos que gerações consecutivas estiveram erradas e que para se ser feliz mais vale romper com a tradição dos pais do que seguir as suas passadas? Não será antes melhor os filhos seguirem a educação dos pais, que com certeza têm muitos defeitos, do que apagar o papel parental e passar a educação dos filhos para outrém que não a família? Desautorizar os pais é uma característica clássica dos regimes totalitários, desde o mundo antigo até ao hodierno.
Já para não falar de que tal ruptura com a tradição é apresentada como solução para um eventual complexo de inferioridade, o qual como sabemos pode surgir na infância e início da adolescência, fruto da desadaptação da criança ao papel de adulto e da rejeição pelas outras crianças seus pares coætâneos. Até podemos traçar paralelos com a crise de identidade sexual experimentada pelas crianças adolescentes que mais tarde se rendem ao homossexualismo. Se não, leiamos a sinopse oficial:
"Esta divertida aventura que tem lugar no lendário mundo de Vikings corpulentos e dragões ferozes, baseada no livro de Cressida Cowell, conta a história de Hiccup, um jovem Viking que não se encaixa lá muito bem na tradição dos heróicos exterminadores de dragões.
A vida de Hiccup fica de pernas para o ar, quando encontra um dragão que o desafia a ele e a toda a sua tribo, a ver o mundo de uma nova perspectiva."Depois vêm os problemas de consciência que o filme poderá causar. Os miúdos nestas idades precisam de saber que há coisas sempre más, e coisas sempre boas, e que são diferentes umas das outras. Ver um filme destes lança o precedente na cabeça da criança de que o bem nem sempre é bom, e o mal nem sempre é mau, e de que os culpados dos sofrimentos da criança são os erros dos adultos. Claro que nós, adultos de consciência (mais ou menos) bem formada, vamos tendo ao longo da vida essa experiência de aprendizagem, e as grandes questões para nós são as dilemmáticas, em que nem o sim nem o não estão certos, mas antes cabe-nos a nós sujeitos reformularmos a pergunta e encontrarmos uma terceira escolha mais perfeita, baseada no bem que temos por correcto. Mas, para uma criança, estas dúvidas são desestruturantes e nada benéficas. Como será o nosso mundo dentro de duas ou três gerações, se não houver consciência do bem e do mal?...
É óbvio que este filme é mais uma jogada dos revolucionários culturais para demolir a civilização e instaurar um regime tyrânico. Não é só nos filmes porno que se movem, nem nos restantes géneros do cinema, que já quase todos estão contaminados por certa agenda ideológica e política. Também devemos ter cuidado com os filmes para crianças, e sobretudo não dar a comer aos nossos filhos uma comida que não presta. Apelo a que os pais se informem sobre os filmes que deixam os filhos ver, nem os deixem à solta nessa escolha. Para o filme do dragão, poderão visitar os sites oficiais, português e americano.
Mas também para os restantes filmes há recursos úteis. Por exemplo, a Conferência Episcopal Cathólica dos E.U.A. tem um site muito bom com uma breve sinopse, recomendações e classificação etária credível para quase todos os filmes exibidos nos States, tanto de agora como os já passados. Vão publicando à medida que os filmes estreiam. Deixo os elos para os critérios usados pelos censores, para uma lista dos melhores filmes de sempre e por década, e para o juízo emitido sobre este filme (muito menos alarmista que o nosso).
Aconselho ainda o Father Robert Barron, que costuma dar as suas opiniões muito informadas sobre alguns filmes seleccionados. Quiçá se pronuncie sobre a dragonada.
Publicado por
Francisco Vilaça Lopes
sobre:
Cinema,
Decadência ocidental,
Guerra Cultural,
homossexualmente incorrecto,
Igreja,
Marxismo
31.1.10
Mais CDs e menos blogs
«Alfonso X fue calificado con el sobrenombre de "Sabio" merecidamente por su obra excepcional en la historia de Europa como legislador, promotor de las artes, la cultura y las ciencias. Interesado por los cálculos astronómicos, historia, leyes, juegos y poesía, hace traduzir del árabe o del latín todo lo que satisface su universal curiosidad. Durante su reinado se inician o terminan las grandes catedrales góticas de León, Burgos y Toledo, así como innumerables templos en el estilo más propio de su reinado: el mudéjar. De su creación poética, frente a sus poesías profanas, destacan las Cantigas de Santa María, escritas en gallego-portugues, lenguaje lírico de la corte castellano leonesa. La colección de 427 poemas contenidos en las Cantigas de Santa María, por su combinación de música, miniaturas y texto, ha sido considerada por los estudiosos con calificaciones cómo: Bíblia estética del siglo XIII, el repertorio medieval musical más importante de Europa y el cancionero mariano más rico de toda la Edad Media.
Por lá implicación personal y la unidad estilística, las Cantigas parecen obedecer a la mano directa del Rey como autor principal dentro de su "scriptorium", donde se presenta como trovador de la Señora celestial.
Las Cantigas de Santa María se escribieron para ser cantadas e interpretadas por los juglares de la corte, como puede verse en las miniaturas y leerse en sus textos. Música cortesana, también apropiada para ser interpretada en templos e incluso para ser danzadas en ocasiones. Unas dos mil miniaturas en cuatro códices ilustran la vida cotidiana del siglo XIII y nos muetran, entre otros detalles, los aspectos musicales y organológicos, claves para afrontar hoy la interpretación de esta magna obra.
Os que bõa morte morren e son quitos de peccados,
son con Deus e con ssa Madr' e senpre fazen seus mandados.
Desto direi un miragre que mostrou Santa Maria
por un mui bon cavaleiro, que en ela ben creya
e a que seus enemigos quiseron matar un dia,
se ll' ela 'nton non valesse, que val sempr' aos coitados.
El muit' omeziad' era e senpr' apos el andavan
aqueles seus enemigos, porque mata-lo cuidavan;
mas un dia que o soo eno camyno achavan,
a el correr-se leixaron, dando muy grandes braados,
Dizendo-lle: "Morreredes." Mas el nonos asperava,
ca tragia bon cavalo que o deles alongava;
e log' a hua hermida foi da Virgen, u entrava,
que é cabo Pena-Cova, u jazian soterrados
Omees bõos do tempo que sse perdera a terra,
que os mouros gaannaran, e os mataran na guerra.
E ali Santa Maria o anparou, que non erra,
en com' agor' oyredes, se esteverdes calados.
Ele de Santo Domingos de Silos enton sayra,
e quando foi na carreyra e, como vos dixe, vira
seus enemigos pos ele viir e que lles fugira,
entrou naquela ermida dizendo: "Os meus pecados,
Madre de Deus, son tan muitos que, se me non perdõares
tu que o ben fazer podes, ou sse me non anparares
destes que me matar queren, par Deus, muitos de pesares
te farán os malcreentes que andan desasperados."
Enquant' el esto dizia, os cavaleiros mui toste
chegaron polo mataren; mas viron estar grand' oste
ant' a porta da eigreja, que era en u recoste,
e tod' aquel logar cheo era d'omees armados
Que llo defender querian, se ss' eles a el chegassen.
E quand' eles esto viran, med' ouveron que se achassen
mal de Deus e de sa Madre se y mais fazer provassen,
e afastaron-s' afora, ca foron muit' espantados.
Ca ben viron que aqueles que o ajudar veeran,
en como toste chegaron, que deste mundo non eran;
e porende repentidos foron de quanto fezeran
e perdõaran-lle logo, e foron del pedõados,
E de ssuu se tornaron. E pois as gentes souberon
da terra este miragre, muy gran prazer end' ouveron;
e todos comunalmente a Santa Maria deron
loores, porque son senpre os seus por ela guardados.
Santa María, la gran Dama del amor caballaresco del rey trovador Alfonso X, ayuda, aconseja, convierte y salva a los caballeros con problemas que acuden a su amparo.
Un caballero era perseguido por otros caballeros enemigos suyos en venganza, pues había matado a muchos hombres. Un día que le encontraron solo, le persiguieron hasta la ermita de Peñacoba, cerca del monasterio de Santo Domingo de Silos en Burgos. Al entrar en la iglesia asustado pidió a Santa María que le defendiera. Al llegar un poco más tarde los perseguidores encontraron ante la puerta de la iglesia caballeros armados que llenaban el lugar dispuestos a defenderle. Se trataba de buenos cristianos de la época en que se perdió aquella tierra a manos de los moros, que yacían sepultados en la ladera de la iglesia después de muertos en batalla. Los enemigos al darse cuenta de que eran caballeros de otro mundo y ver la protección de Santa María al caballero, se perdonaron mutuamente y se reconciliaron.»
CSM-233 in "Rosa de las Rosas - Cantigas de Santa Maria, Alfonso X el Sabio (1221-1284)", Pneuma. Paula Vega, Patricia Paz: soprano y coro. Luis Vincent: contratenor, coro y canno. Cesar Carazo: tenor, coro y viola de brazo. Gemán Torrelas: bajo y coro. Jaime Muñoz: ajabeba. Enrique Almendros: chorus (dulcimer). Luis Delgado: santur, cántara. Eduardo Paniagua: flauta tenor, címbalos y director del agrupamento "Musica Antigua".
Nossa Senhora dos Mártyres, rogai por nós.
Nossa Senhora dos Mártyres, rogai por nós.
Publicado por
Francisco Vilaça Lopes
sobre:
Al-Andalus,
Cristianismo,
Guerra Cultural,
Igreja,
Islamismo,
Literatura,
Música
29.1.10
Impressionante depoimento de mãe que fez aborto
Publicado por
Francisco Vilaça Lopes
sobre:
Aborto,
Cristianismo,
Cultura da Morte,
Decadência ocidental,
Guerra Cultural,
Igreja,
Mulheres,
Política
29.11.09
The History of Political Correctness - Video
The History of Political Correctness ou do Marxismo Cultural.
Muito instrutivo para perceber, para além do politicamente correcto, o multiculturalismo, o relativismo, os estudos de género, os estudos raciais, os revisionismos históricos à volta do imperialismo, do colonialismo e das religiões, os estudos raciais, a revolução sexual, em suma, os agentes corruptores da cultura ocidental.
31.5.09
Aliança natural - II
Na Grécia repetem-se as manifestações de violento protesto pela alegada profanação de um exemplar do Corão por um agente policial durante uma rusga, uma semana depois das primeiras manifestações.
O que esta notícia da AFP tem de mais interessante é a exposição da aliança natural verde-vermelha, entre o extremismo islâmico e o extremismo de esquerda, ao dar conta do facto dos protestos terem sido convocados por organizações de esquerda e por grupos anti-racistas.
A defesa da liberdade religiosa por parte destas organizações parece inclinar-se para uma religião em particular, o Islão, ou, pelo menos, nunca favorecer qualquer confissão cristã, já para não falar do respeito que estas organizações, em geral, devotam à Bíblia.
Via Jihad Watch, onde se chama a atenção para o modo como os media classificam os cidadãos que se opõem à tomada do poder pelos islamistas, neste caso à tomada das ruas de Atenas: de extrema-direita.
Quem é que se lembra do Eixo-do-Mal?
O Eixo-do-Mal, expressão da administração Bush 43 para designar o complexo informal de terror composto pelo Iraque, Irão e Coreia do Norte, foi motivo de irrisão da parte da intelligentsia mundial, e a portuguesa não foi excepção.
Dados os acontecimentos recentes no Irão e na Coreia do Norte, já para não falar no recrudescimento da violência no Iraque, ninguém quer escarnecer agora da expressão?
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