Eis uma profissão com futuro, a ter em atenção face ao desemprego crescente no Ocidente: uma vez que o islão alastra por todo o mundo, na Europa a um ritmo alucinante, e que a xariá se vai instalando no seio das comunidades islâmicas europeias, com a criação de tribunais de xariá, os jovens devem ter em consideração esta via profissional:
nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
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20.9.11
5.9.11
MEMRI: anti-semitismo disfarçado de lição de história
MEMRI: uma amostra
Subscreva os boletins do MEMRI que acompanha, traduz e divulga o que se passa nos mass media do Médio Oriente.
O video infra faz uma périplo pelo anti-semitismo islâmico, bem vivo, uma vez que profundamente alicerçado no Alcorão e na Suná.
O video infra faz uma périplo pelo anti-semitismo islâmico, bem vivo, uma vez que profundamente alicerçado no Alcorão e na Suná.
19.11.10
Egipto: perseguição dos coptas pelos muçulmanos
Discriminação e perseguição pelos muçulmanos contra os seus concidadão coptas (não são emigrantes), uma história com 1400 de abrandamentos e exacerbamentos.
Enquanto isso, Hillary Clinton e o bobo que preside os EUA, declaram-se preocupados com a liberdade religiosa na EUROPA!!! por causa das restrições ao uso dos véus islâmicos e à construção de minaretes, esses brutais atentados contra as liberdades dos muçulmanos, ao pé dos quais os raptos e a coacção para a conversão ao islão são brincadeiras de crianças.
Enquanto isso, Hillary Clinton e o bobo que preside os EUA, declaram-se preocupados com a liberdade religiosa na EUROPA!!! por causa das restrições ao uso dos véus islâmicos e à construção de minaretes, esses brutais atentados contra as liberdades dos muçulmanos, ao pé dos quais os raptos e a coacção para a conversão ao islão são brincadeiras de crianças.
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Brilliant new documentary from Swiss television detailing the sadist persecution of christians in Egypt!
The apartheid in Egypt of course makes the South-african seem like disneyland.
Furthermore this documentary is also rich on examples on what seems to amount no less than a return to the Devshirme tax on dhimmis. Father Mathias reports 160 abductions of christian girls, within this year alone. The authorities know where the girls are, but refuses to pursue the cases because its only fair that such a thing happen to "fillthy kuffaar" - Thus leaving the coptic families childless in the sewage they have been forced to live in.
-Of course there is no human rights issue here, everything is running in strict accordance with the Cairo declaration of human rights.
- No news in the MSM either
Lastly, I cannot help but find it interesting that none of the 20 million muslims living in Europe, who knew about christian persecution, cared to tell us...
Preferring instead to whine about how they themselves are being discriminated against.
See more at kitmantv.blogspot.com
See this Amp at http://amplify.com/u/fn4s
14.11.10
Clérigo do Hamas pede para que os muçulmanos sequestrem judeus na Palestina e nos países árabes
Mais um excelente contributo do De Olho Na Jihad na luta contra a ignorância ocidental do que é verdadeiramente o islão: um complexo político-religioso totalitário, que visa, por todos os meios - desde a propaganda (dawa), à dissimulação (taqiyya), até à guerra aberta (jihad) -, o domínio global, sem escrúpulos morais, tal como nós os entendemos.
Veja a referida entrada no blogue mencionado para poder ver o video no qual estas palavras foram registadas.
Veja a referida entrada no blogue mencionado para poder ver o video no qual estas palavras foram registadas.
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Em vídeo que foi ao ar na Al-Aqsa, o clérigo Yunis Al-Astal, clama pelo sequestro dos Judeus nas nações árabes do mundo. Ele diz que já que não é possível sequestrar soldados israelenses, então o combate deve partir contra os Judeus espalhados no mundo, segundo ele ", ainda há cidadãos sionistas, que vivem na Palestina, e que andam despreocupados em muitos países árabes".
O clérigo, que é pregador do Hamas e membro do conselho legislativo da Palestina. ressalta que já que o combate ultrapassou as fronteiras da Palestina, a perseguição contra os Judeus deve-se estender a todo o mundo.
Yunis al-Astal conclui dizendo: "Se os palestinos não são capazes de fazer isso, então torna-se o dever de toda a nação islâmica, porque a causa palestina não é a causa só dos palestinos".
Read more at olhonajihad.blogspot.com
7.11.10
Videoteca do islamismo: «É preciso ensinar os nossos filhos a odiar» (5)
Como dizia o outro: «depois queixam-se que não há paz no mundo».
Child-Preacher Ammar: "A Child Must Be Raised on the Love of Jihad and on the Desire to Be Martyred for the Sake of Allah"
Following are excerpts from a religious program featuring child-preacher Ammar talking about Jihad. The program aired on Al-Rahma TV on October 8, 2010.
Child-preacher Ammar: A child must be raised on the love of Jihad, and on the desire to be martyred for the sake of Allah. The tree of Islam is irrigated with blood, not with water.
Embedding the spirit of Jihad within the soul of the child is one of the most important things that educators should deal with, especially in this day and age, when the law of Islam is absent from the Islamic countries, a time when the sun of the glory of Islam has set, a time when sovereignty is in the hands of the tyrants, when the Islamic Caliphate has been abolished, and when the Islamic countries have become a target for all the greedy people.
Muçulmanos da Bósnia prestam homenagem ao Grande Mufti al-Husseini
Al-Husseini, um reputado anti-semita, aliado dos nacional-socialistas:
Amplify’d from www.jihadwatch.org
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Pamela Geller recalls: "During World War II, the Mufti lived in Berlin, where he met Hitler and traveled in top Nazi circles (he even stayed in Hitler's bunker toward the end of the war). Among his close friends was Adolf Eichmann, who is commonly thought to be the architect of the Holocaust. Journalist Maurice Pearlman, author of the 1947 book The Mufti of Jerusalem, said that the Mufti advised Eichmann on the best ways to persecute Jews. Hitler gave the Mufti a radio station, which al-Husseini used to preach Nazism and genocide in Arabic."
The explanation on this video reads: "This video is a small contribution, and small thanks from Bosniaks to the Grand Mufti of Jerusalem Amin al-Husayni (Let Allah s.w.t be pleased with him) for his spiritual and military leadership against the enemies of the Bosniaks, the faith of Islam and the Homeland."
And yet the Left and its Islamic supremacist allies would have you believe that the anti-jihadists are the ones dallying with Nazism. Yeah, surrre. The real convergence and harmony of views is between Nazis and Islamic supremacists, as this illustrates yet again.
(Video thanks to Newstime.)Read more at www.jihadwatch.org
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2.11.10
Brazil: Islam on the rize in favelas
Hoje recebi um vídeo, que pode ser visto no link abaixo, de um amigo brasileiro também radicado em Portugal. Conhecendo a miséria espiritual que reina nas favelas, onde apenas padres ligados à "teologia da libertação" entram com o intuito de formar massas revolucionárias, posso dizer que o fenómeno retratado possui um potencial gigantesco para nas próximas décadas se transformar num movimento de dimensões consideráveis. Não se pode esquecer também da crescente racialização da sociedade brasileira, que aos poucos vai dividindo o que foi uma nação crescentemente mestiça em duas fracções distintas; brancos e negros, tal e qual nas sociedades coloniais de origem nórdica. É bom lembrar que há quase dois séculos a Bahia, que possuía um enorme contingente de escravos vindos da costa da Guiné, sofreu distúrbios de ordem considerável provocados por islamitas, como a Revolta dos Malês.
Brazil: Islam on the rize in favelas
Não deixe de ler as mensagens agrupadas na etiqueta Para uma verdadeira compreensão do islão: a proibição da música , onde se encontram entradas que tratam do assunto, desde uma análise dos fundamentos teológicos para a dita proibição até a uma série de exemplos da efectiva aplicação da proibição.
Como se pode verificar, os disseminadores do islão não hesitam em omitir aspectos importantes da sua religião, desde que daí resultem vantagens para a expansão do islão, num exemplo de aplicação da taqiyya (também em francês).
P.S: Valeu, Roldão!
27.10.10
«Três coisas sobre o islão»: video
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Do you know anyone who speaks Spanish? The White Roses' video, Three Things About Islam, has been translated into Spanish:
3 cosas del islam que no sabías:
For a detailed list of links and references to support the statements in this video, read an article by Islam Exposed: 3 Things You Should Know About Islam.
Three Things About Islam is now available in German: Drei Dinge über den Islam.
Read a full transcript of the video here.Read more at www.citizenwarrior.com
Find out how, why, and by whom this video was made.
Download a Hi-Res version of the video.
For more information about Islam, read: What Makes Islam So Successful?
See this Amp at http://amplify.com/u/e2ej
26.10.10
15.10.10
Xeque palestiniano incita à jihad e condena as negociações
As palavras do xeque Radhwan, mais concretamente a alusão aos macacos e e aos porcos (1), podem ser mais bem compreendidas no contexto do anti-semitismo islâmico, enraizado no livro islâmico: http://quran.com/2/65, http://quran.com/5/59-60, http://quran.com/7/166 .(2)
Note-se, de resto, que o incitamento à jihad e o enaltecimento do shahid (pseudomartírio) é feito com base nas escrituras islâmicas, Alcorão e ahadith.
(1) - vide comentário de Robert Spencer aos versículos 2:63-66 do Alcorão.
(2) - não deixe de confrontar a versão portuguesa do Alcorão com versões noutras línguas disponíveis no sítio indicado, na coluna da esquerda, por razões que expusemos em entrada recente.
Note-se, de resto, que o incitamento à jihad e o enaltecimento do shahid (pseudomartírio) é feito com base nas escrituras islâmicas, Alcorão e ahadith.
(1) - vide comentário de Robert Spencer aos versículos 2:63-66 do Alcorão.
(2) - não deixe de confrontar a versão portuguesa do Alcorão com versões noutras línguas disponíveis no sítio indicado, na coluna da esquerda, por razões que expusemos em entrada recente.
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Hamas Preacher Sheikh Ismail Aal Radhwan: Those Who Negotiate With Israel Will Be Gathered in the Hellfire, Along With the Apes and Pigs
Following are excerpts from a Hamas Friday sermon delivered by Sheikh Ismail Aal Radhwan in Gaza, which aired on Al-Aqsa TV on September 3, 2010
To view this clip, visit http://www.memritv.org/clip/en/0/0/0/0/0/0/2631.htm.
Ismail Aal Radhwan: "We are here today to salute the mujahideen who rocked the very pillars of the occupation, and retaliated for the crimes of the occupation, in the West Bank – in Hebron and Ramallah. Indeed, we salute and honor those modest hands that proved to all the conspirators, as well as the occupation and its helpers, that they are capable of regaining their vitality. Yes, we salute the mujahideen, who killed the Zionists, who killed the settlers.[...]
"The path to the liberation of Jerusalem and Palestine is through the gun, through Jihad, and through resistance. We say today that we adhere to the option of Jihad and resistance, the option that is ridiculed by Abbas, Fayyad, and conspirators. The path that they mock is the path decreed by Allah: 'Fighting is ordained for you, though it is hateful to you.'
[...]
"The Prophet Muhammad said: 'There will be a hijra after the hijra, so the best on earth are those who keep to the land of the hijra of Ibrahim. Only evil people will remain in the land.' Who are the evil people? Those who negotiate, those who hasten to normalize [relations with Israel], and those who waive [the Palestinian rights]. 'No one will remain but the evil, and the land will spew them out.' That is what is happening today.
"The land will spew them out, the spirit of Allah will sully them, and the Hellfire will gather them, along with the apes and pigs – with the Jews, the Zionists, whom Allah transformed into apes and pigs. They will be gathered in the Hellfire along with those who were loyal to them and stood by them, and who abandoned the cause of the Islamic nation and of Palestine.
"The Prophet Muhammad asked: 'Haven’t I told you about who has the highest standing on Judgment Day?' The people said: 'You have told us.' The Prophet Muhammad said: 'The one with the highest standing on Judgment Day is the man who set out, his horse's reins in his hands, for the sake of Allah. That is the mujahid, the martyrdom seeker, the one who wages resistance.'" [...]
Read more at www.memri.org
See this Amp at http://amplify.com/u/cqaz
29.9.10
Londonistão e resposta
Temos acompanhado a evolução do islão em vários países europeus e na América do Norte.
Eis mais um documento para avaliarmos ao ponto a que este processo chegou.
No final do documentário, faz-se referência à English Defense League (EDL).
Como todas os movimentos que se opõem à islamização da Europa, à conformidade com a sharia e à jihad em curso e em preparação, a EDL é acusada do pior dos males: ser de extrema-direita. O leitor interessado em avaliar a veracidade desta acusação (a qual assume várias formas), pode contar com este artigo/entrevista, publicado no Hudson NY.
Posso adiantar que a EDL, ao contrário do PVV holandês de Wilders e do SD sueco, não é um partido, mas um movimento cívico. Conta com membros de múltiplas etnias e diversas religiões. Tem uma secção judaica, uma sikh, uma feminina e uma homossexual. Para além da influência que adquiriu no Reino Unido, tem inspirado a criação de movimentos semelhantes noutros países europeus.
Um movimento a seguir:
Eis mais um documento para avaliarmos ao ponto a que este processo chegou.
No final do documentário, faz-se referência à English Defense League (EDL).
Como todas os movimentos que se opõem à islamização da Europa, à conformidade com a sharia e à jihad em curso e em preparação, a EDL é acusada do pior dos males: ser de extrema-direita. O leitor interessado em avaliar a veracidade desta acusação (a qual assume várias formas), pode contar com este artigo/entrevista, publicado no Hudson NY.
Posso adiantar que a EDL, ao contrário do PVV holandês de Wilders e do SD sueco, não é um partido, mas um movimento cívico. Conta com membros de múltiplas etnias e diversas religiões. Tem uma secção judaica, uma sikh, uma feminina e uma homossexual. Para além da influência que adquiriu no Reino Unido, tem inspirado a criação de movimentos semelhantes noutros países europeus.
Um movimento a seguir:
28.9.10
Irsi Ali em estúdio com Bill Maher
Ayan Irsi Ali em estúdio com Bill Maher.
Irsi Ali é clara e penetrante; com a sua voz suave e o seu temperamento fleumático, consegue fazer-se ouvir, até pelo mais recalcitrante resistente à sua mensagem.
Quando um animador de televisão progressista diz o que Maher diz neste clip, parece haver razões para ter esperança na possibilidade da opinião pública influenciada pelos media despertar para um conhecimento cabal do islão:
Irsi Ali é clara e penetrante; com a sua voz suave e o seu temperamento fleumático, consegue fazer-se ouvir, até pelo mais recalcitrante resistente à sua mensagem.
Quando um animador de televisão progressista diz o que Maher diz neste clip, parece haver razões para ter esperança na possibilidade da opinião pública influenciada pelos media despertar para um conhecimento cabal do islão:
25.9.10
Lapidação no Afeganistão
Segundo noticia o Al Aan, um canal de televisão pan-árabe sediado no Dubai, o crime cometido por esta mulher foi "ter sido vista com um homem".
Marisol, do Jihad Watch, recorda que estamos perante a aplicação da sharia, sancionada pelo profeta Mafoma, o qual participou em actos semelhantes, de acordo com fontes islâmicas canónicas, como já explicámos noutras ocasiões: «a lapidação é o castigo aplicado aos adúlteros no islão, de acordo com as prescrições recolhidas nas ahadith, ou seja, nos relatos dos ditos e feitos do profeta Mafoma. A prescrição corânica determina a flagelação com cem vergastadas (Alcorão 24,2), mas a hadith de Sahih al-Bukhari (Volume 8, Livro 82, Versículo 816) relata o seu uso na presença e com a aprovação de Mafoma, e deplora o risco da sua aplicação cair em desuso, dado que nenhum versículo alcorânico a prescreve, exortando os muçulmanos a zelar pela continuidade da sua aplicação.»
Quando advertimos os leitores para a absoluta necessidade de oposição a toda e qualquer aplicação da sharia no Ocidente, é também nisto que estamos a pensar. Note-se que atrás de normas aparentemente inócuas, vêm outras mais draconianas.
Com efeito, em relação às reivindicações de aplicação da sharia no Ocidente, sabemos que, num primeiro momento, os muçulmanos reclamam a sua utilização para a resolução de disputas familiares ― como heranças, nas quais as mulheres recebem metade dos seus irmãos ―; depois, pretendem alargar o âmbito de aplicação da sharia à punição de pequenos delitos.
Também faseada é a reivindicação do âmbito de aplicação da sharia: primeiro apenas a quem recorra aos tribunais de sharia voluntariamente (como se as mulheres tivessem alguma hipótese de se recusar, mediante as pressões familiares, sem se tornarem párias); depois, sobre toda a comunidade islâmica de uma região, o que resulta na criação de enclaves muçulmanos, nações em secessão latente.
Sabemos também que, após estes passos, se procurará alcançar objectivo último, ordenado no Alcorão (8:39): «Combatei-os [os incrédulos] até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. (...)»
As imagens, apesar de fracas do ponto de vista técnico, são impressionantes:
Marisol, do Jihad Watch, recorda que estamos perante a aplicação da sharia, sancionada pelo profeta Mafoma, o qual participou em actos semelhantes, de acordo com fontes islâmicas canónicas, como já explicámos noutras ocasiões: «a lapidação é o castigo aplicado aos adúlteros no islão, de acordo com as prescrições recolhidas nas ahadith, ou seja, nos relatos dos ditos e feitos do profeta Mafoma. A prescrição corânica determina a flagelação com cem vergastadas (Alcorão 24,2), mas a hadith de Sahih al-Bukhari (Volume 8, Livro 82, Versículo 816) relata o seu uso na presença e com a aprovação de Mafoma, e deplora o risco da sua aplicação cair em desuso, dado que nenhum versículo alcorânico a prescreve, exortando os muçulmanos a zelar pela continuidade da sua aplicação.»
Quando advertimos os leitores para a absoluta necessidade de oposição a toda e qualquer aplicação da sharia no Ocidente, é também nisto que estamos a pensar. Note-se que atrás de normas aparentemente inócuas, vêm outras mais draconianas.
Com efeito, em relação às reivindicações de aplicação da sharia no Ocidente, sabemos que, num primeiro momento, os muçulmanos reclamam a sua utilização para a resolução de disputas familiares ― como heranças, nas quais as mulheres recebem metade dos seus irmãos ―; depois, pretendem alargar o âmbito de aplicação da sharia à punição de pequenos delitos.
Também faseada é a reivindicação do âmbito de aplicação da sharia: primeiro apenas a quem recorra aos tribunais de sharia voluntariamente (como se as mulheres tivessem alguma hipótese de se recusar, mediante as pressões familiares, sem se tornarem párias); depois, sobre toda a comunidade islâmica de uma região, o que resulta na criação de enclaves muçulmanos, nações em secessão latente.
Sabemos também que, após estes passos, se procurará alcançar objectivo último, ordenado no Alcorão (8:39): «Combatei-os [os incrédulos] até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. (...)»
As imagens, apesar de fracas do ponto de vista técnico, são impressionantes:
24.9.10
«O homem só pode bater na esposa se ela se recusar a dormir com ele»
Afinal, estávamos equivocados: o imã egípcio Sa'd Arafat esclarece que a instituição da sova conjugal do marido muçulmano na sua esposa é uma honra para ela.
Ouviram bem, infiéis?
E onde é que o bom imã terá ido buscar esta ideia? Não deve ter sido ao livro sagrado, pois não?
¹ -Vejam-se outras traduções para o significado da palavra que o tradutor português verteu "castigai-as" (a fim de fazer operações deste género, recomendo aos leitores o Alcorão multilingue; na coluna da esquerda, podemos seleccionar as línguas, entre outras opções):
Ouviram bem, infiéis?
E onde é que o bom imã terá ido buscar esta ideia? Não deve ter sido ao livro sagrado, pois não?
«Os homens são os protectores das mulheres, porque Deus dotou uns com mais (força) do que as outras, e porque estes gastam do seu para sustê-las. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência (do marido), o segredo que Deus ordenou que fosse guardado. Quanto àquelas, de quem suspeitais deslealdade, admoestai-as (na primeira vez), abandonai os seus leitos (na segunda vez) e castigai-as¹ (na terceira vez); porém, se vos obedecerem, não procureis meios contra elas. Sabei que Deus é Excelso, Magnânimo.»
Interviewer: Would you believe that the European women in our times yearns for a husband who would be like a guardian to her. I would like to provide the viewers with some statistics. Ninety percent of British women do not want to marry a weak man, who sits down and cries the moment there is a problem. They say: No, such a man looks more like a woman. We want a manly man.Wife beating is a serious accusation [leveled against Islam]. Let us examine this matter bit by bit.Sa'd Arafat: Allah honored wives by instating the punishment of beatings.Interviewer: Honored them with beatings? How is this possible?!
Sa'd Arafat: The prophet Muhammad said: "Don't beat her in the face, and do not make her ugly." See how she is honored. If the husband beats his wife, he must not beat her in the face. Even when he beats her, he must not curse her. This is incredible! He beats her in order to discipline her.In addition, there must not be more than ten beatings, and he must not break her bones, injure her, break her teeth, or poke her in the eye. There is a beating etiquette. If he beats to discipline her, he must not raise his hand high. He must beat her from chest level. All these things honor the woman.She is in need of discipline. How should the husband discipline her? Through admonishment. If she is not deterred, he should refuse to share the bed with her. If she is not repentant, he should beat her, but there are rules to the beating. It is forbidden to beat her in the face or make her ugly. When you beat her, you must not curse her. Islam forbids this.
Interviewer: With what should be beat her? With his bare hand? With a rod?Sa'd Arafat: If he beats her, the beatings should not be hard, so that they do not leave a mark. He can beat her with a short rod. He must avoid beating her in the face or in places in the head where it hurts. The beatings should be on the body and should not come one right after the other. These are all choices made during the process, but beatings are allowed only as a last resort.[...]The honoring of the wife in Islam is also evident in the fact that the punishment of beating is permissible in one case only: when she refuses to sleep with him.Interviewer: When she refuses to sleep with him?Sa'd Arafat: Yes, because where else could the husband go? He wants her, but she refuses. He should begin with admonishment and threats...Interviewer: Allow me to repeat this. A man cannot beat his wife...Interviewer: ...over food or drink. Beatings are permitted only in this case, which the husband cannot do without. [...]
¹ -Vejam-se outras traduções para o significado da palavra que o tradutor português verteu "castigai-as" (a fim de fazer operações deste género, recomendo aos leitores o Alcorão multilingue; na coluna da esquerda, podemos seleccionar as línguas, entre outras opções):
Sahih International: «Men are in charge of women by [right of] what Allah has given one over the other and what they spend [for maintenance] from their wealth. So righteous women are devoutly obedient, guarding in [the husband's] absence what Allah would have them guard. But those [wives] from whom you fear arrogance - [first] advise them; [then if they persist], forsake them in bed; and [finally], strike them. But if they obey you [once more], seek no means against them. Indeed, Allah is ever Exalted and Grand.»
Italiano: «Gli uomini sono preposti alle donne, a causa della preferenza che Allah concede agli uni rispetto alle altre e perché spendono [per esse] i loro beni. Le [donne] virtuose sono le devote, che proteggono nel segreto quello che Allah ha preservato. Ammonite quelle di cui temete l'insubordinazione, lasciatele sole nei loro letti, battetele. Se poi vi obbediscono, non fate più nulla contro di esse. Allah è altissimo, grande.»
Espanhol: «Los hombres tienen autoridad sobre las mujeres en virtud de la preferencia que Alá ha dado a unos más que a otros y de los bienes que gastan. Las mujeres virtuosas son devotas y cuidan, en ausencia de sus maridos, de lo que Alá manda que cuiden. ¡Amonestad a aquéllas de quienes temáis que se rebelen, dejadlas solas en el lecho, pegadles! Si os obedecen, no os metáis más con ellas. Alá es excelso, grande.»
Francês: «Les hommes ont autorité sur les femmes, en raison des faveurs qu'Allah accorde à ceux-là sur celles-ci, et aussi à cause des dépenses qu'ils font de leurs bien. Les femmes vertueuses sont obéissantes (à leurs maris), et protègent ce qui doit être protégé, pendant l'absence de leurs époux, avec la protection d'Allah. Et quant à celles dont vous craignez la désobéissance, exhortez-les, éloignez-vous d'elles dans leurs lits et frappez-les. Si elles arrivent à vous obéir, alors ne cherchez plus de voie contre elles, car Allah est certes, Haut et Grand !»
Documentário «Islão vs. Islamistas»
Começaria por dizer que este documentário é muito bom para ver e rever, sozinho e acompanhado, e para servir como base de debate.
Depois, há que fazer alguns reparos, começando logo pelo título do documentário: o título transmite a mensagem, sem que qualquer sustentação seja apresentada no decurso do próprio documentário, segundo a qual os moderados representam o islão e os extremistas, designados "islamistas", representam uma facção minoritária e condenada ao ostracismo dentro das suas comunidades.
A ideia com que se fica após ver o documentário na íntegra é justamente a contrária: os moderados parecem estar não apenas em minoria numérica, como ― e este é, porventura, o aspecto mais importante ― bastante desaparelhados para o confronto teológico com os extremistas. Têm do seu lado as conquistas da civilização ocidental, que prezam e defendem, com grande coragem, arriscando vida e património ― a democracia, a liberdade de expressão e de culto, etc. ―, mas os seus oponentes dentro do islão não estão interessados nesses argumentos. Sempre que a discussão se centrar nas fontes islâmicas, os moderados ficarão em desvantagem.
Em suma: o título do filme poderia ser, talvez até com mais propriedade, «Moderados vs. Islão». A opção feita pelos autores é, sem dúvida, menos alarmante, mas, receio, algo enganadora. Os moderados representam, na verdade, aquilo que nós, ocidentais, gostaríamos que o islão fosse; os outros, infelizmente, parecem ser aquilo que o islão é.
Algumas palavra a respeito dos protagonistas, de um e de outro lado.
Da parte dos extremistas ― talvez lhes devêssemos chamar "ortodoxos" ―, apreciei, sobretudo, os momentos de candura, da mais absoluta franqueza, em total contraste com as declarações do imã radicado na Dinamarca, já perto do final, a respeito da crise das caricaturas, onde a duplicidade do discurso ― apaziguador, para consumo ocidental; incendiário, para as massas muçulmanas ― fica bem patente. Agarram-se aos livros, invocam a absoluta soberania de Alá em todos os domínios da existência humana, expõem o seu desejo de cumprir o mandamento divino de implantar a soberania do islão mundialmente, pela força se necessário.
Em relação aos moderados, fica, sobretudo, uma grande simpatia, um sincero afecto por estes homens corajosos, que se propõem a titânica tarefa de compatibilizar o islão com a civilização ocidental moderna, democrática e liberal. Conhecem os riscos, mas afrontam os seus adversários com determinação. Fica-se, infelizmente, com a sensação de que, pelo menos alguns, terão sido educados e apenas conhecem uma versão parcial do islão, e não o islão conquistador, belicoso. Praticam um islão de Meca, alheios ao de Medina, como se a doutrina da Abrogação não determinasse a revogação dos versículos pacíficos e tolerantes por outros, posteriormente revelados ― segundo crêem os muçulmanos ―, agressivos, expansionistas, intolerantes.
Feitas estas ressalvas, resta dizer que este filme é incomensuravelmente superior a qualquer artigo, reportagem ou documentário, apresentado nos nossos media, ao qual tive acesso.
Via Vlad Tepes.
Depois, há que fazer alguns reparos, começando logo pelo título do documentário: o título transmite a mensagem, sem que qualquer sustentação seja apresentada no decurso do próprio documentário, segundo a qual os moderados representam o islão e os extremistas, designados "islamistas", representam uma facção minoritária e condenada ao ostracismo dentro das suas comunidades.
A ideia com que se fica após ver o documentário na íntegra é justamente a contrária: os moderados parecem estar não apenas em minoria numérica, como ― e este é, porventura, o aspecto mais importante ― bastante desaparelhados para o confronto teológico com os extremistas. Têm do seu lado as conquistas da civilização ocidental, que prezam e defendem, com grande coragem, arriscando vida e património ― a democracia, a liberdade de expressão e de culto, etc. ―, mas os seus oponentes dentro do islão não estão interessados nesses argumentos. Sempre que a discussão se centrar nas fontes islâmicas, os moderados ficarão em desvantagem.
Em suma: o título do filme poderia ser, talvez até com mais propriedade, «Moderados vs. Islão». A opção feita pelos autores é, sem dúvida, menos alarmante, mas, receio, algo enganadora. Os moderados representam, na verdade, aquilo que nós, ocidentais, gostaríamos que o islão fosse; os outros, infelizmente, parecem ser aquilo que o islão é.
Algumas palavra a respeito dos protagonistas, de um e de outro lado.
Da parte dos extremistas ― talvez lhes devêssemos chamar "ortodoxos" ―, apreciei, sobretudo, os momentos de candura, da mais absoluta franqueza, em total contraste com as declarações do imã radicado na Dinamarca, já perto do final, a respeito da crise das caricaturas, onde a duplicidade do discurso ― apaziguador, para consumo ocidental; incendiário, para as massas muçulmanas ― fica bem patente. Agarram-se aos livros, invocam a absoluta soberania de Alá em todos os domínios da existência humana, expõem o seu desejo de cumprir o mandamento divino de implantar a soberania do islão mundialmente, pela força se necessário.
Em relação aos moderados, fica, sobretudo, uma grande simpatia, um sincero afecto por estes homens corajosos, que se propõem a titânica tarefa de compatibilizar o islão com a civilização ocidental moderna, democrática e liberal. Conhecem os riscos, mas afrontam os seus adversários com determinação. Fica-se, infelizmente, com a sensação de que, pelo menos alguns, terão sido educados e apenas conhecem uma versão parcial do islão, e não o islão conquistador, belicoso. Praticam um islão de Meca, alheios ao de Medina, como se a doutrina da Abrogação não determinasse a revogação dos versículos pacíficos e tolerantes por outros, posteriormente revelados ― segundo crêem os muçulmanos ―, agressivos, expansionistas, intolerantes.
Feitas estas ressalvas, resta dizer que este filme é incomensuravelmente superior a qualquer artigo, reportagem ou documentário, apresentado nos nossos media, ao qual tive acesso.
23.9.10
«Alá destruirá o Ocidente pelas mãos dos muçulmanos»
Longe de ser uma expressão de extremismo, mais não é do que exteriorização da esperança de ser capaz de cumprir as ordens de Alá e do seu profeta Mafoma: conquistar o mundo ou, pelo menos, submetê-lo ao domínio do islão.
Veja o video.
Via Jihad Watch.
Veja o video.
Egyptian Cleric Salem Abu Al-Futuh: We Will Conquer Italy and the Rest of Europe, as Well as North and South America; The West Will Convert to Islam
Following are excerpts from an interview with Egyptian cleric Salem Abu Al-Futuh, which aired on Al-Nas TV on August 18, 2010:
Salem Abu Al-Futuh: The nation of Islam will return – despite our current crisis and despite the arrogance of the West. The West is bound to be destroyed. Just like Allah destroyed the Byzantine and Persian empires, He will destroy the West at the hands of the Muslims. This is an unequivocal promise. These countries will convert to Islam. Islam will reach these countries.
[...]
Let us examine the divine sequence: First, the Caliphate will return. Then, the Muslims will live in tremendous prosperity. The economy of the Muslims will be the strongest of all. You are probably thinking that I'm not well today if I say such things. By God, there's nothing wrong with me. I am speaking words of truth.
[...]
Great conquests will ensue. We will conquer Italy.
[...]
By Allah, we will conquer Italy. By Allah, we will conquer Italy and move into [the rest] of Europe. Islam will enter that entire region. Even America, you ask? Yes, even America. North or south America? Both North and South America. We will enter all these countries, and people there will be joining Islam in droves.
[...] Read more at www.memritv.org
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18.7.10
Videoteca do islão: «Three Things About Islam»
Via Citizen Warrior. Este video não contém informação nova, mas é um bom instrumento para apresentar o islão a quem começa a interessar-se sobre esta matéria.
Amplify’d from nrubiii.blogspot.com
Three Things About Islam Video
Below is a video about a few basic principles non-Muslims should know about Islam. It is eight minutes, ten seconds long.
See more at nrubiii.blogspot.com
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