Como o leitor sabe, exortar à conversão ao islão não é apenas um acto de piedade religiosa: é o primeiro estádio da jihad.
nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem o abismo, nem qualquer outra criatura
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5.9.11
Proselitismo islâmico em concerto real na Holanda
Um homem, fazendo-se passar pelo apresentador de um concerto realizado dia 3/9/2011, na presença da rainha da Holanda e perante a sua perplexidade e a passividade de todos, exortou os presentes a converter-se ao islão.
Como o leitor sabe, exortar à conversão ao islão não é apenas um acto de piedade religiosa: é o primeiro estádio da jihad.
Como o leitor sabe, exortar à conversão ao islão não é apenas um acto de piedade religiosa: é o primeiro estádio da jihad.
4.1.11
Holanda: coptas na lista de alvos a abater
Como na Alemanha, na Áustria, no Canadá e na Suécia: os cristãos do médio-oriente que procuraram refugiar-se no Ocidente da perseguição de que, nos seus países de origem, são alvo por parte dos seus concidadãos muçulmanos, estão, graças à ingénua passividade e cobarde tolerância das autoridades e dos políticos europeus e norte-americanos, novamente à mercê dos racistas que não podem tolerar que um árabe não seja muçulmano:
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Read more at vladtepesblog.comI very much hope that the powers-that-won’t take this very seriously. If the attack on the Coptic church in Alexandria wasn’t enough for them, and it won’t be, and the attacks that have already happened to Churches in Europe aren’t enough, and they will be dismissed as the work of kids and vandals and petty thugs, then the published lists of Coptic targets in Canada and elsewhere should be enough. Al Qaeda is, as they say, an inch deep and a mile wide at this point. But the selective murder of soft targets is where a mile wide counts.
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7.12.10
Político conservador holandês aconselha judeus a emigrar
Isto porque, com o aumento da população muçulmana — visceralmente anti-semita — na Holanda e com a ineficácia das políticas que visam a sua integração e aceitação dos valores de tolerância holandeses, as vidas dos judeus estão em risco.
Tudo normal!
Tudo normal!
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"No future for Dutch Orthodox Jews,'" from Radio Netherlands Worldwide, December 6 (thanks to Fjordman):
Prominent VVD politician Frits Bolkestein believes there is no future for 'active' Jews in the Netherlands. The conservative politician made his remarks in an interview with freesheet De Pers.
In the interview, Mr Bolkestein says that when he talks about active Jews he means those who are recognisable as such, for instance Orthodox Jews. The former EU Commissioner says there is no future for this group in the Netherlands because of "the anti-Semitism among Dutchmen of Moroccan descent, whose numbers keep growing''.
He feels that this group of Jews should encourage their children to emigrate to either the United States or Israel, because he has little confidence in the effectiveness of the government's proposals for fighting anti-Semitism....
Read more at www.jihadwatch.org"Strongest among men in enmity to the believers wilt thou find the Jews..." -- Qur'an 5:82
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29.11.10
Resistência à islamização da Holanda por parte dos cristãos
Se a Europa vier a resistir à islamização em curso, há-de ser através da afirmação dos seus valores cristãos, e não do multiculturalismo indiferentista.
Veja-se, a este propósito: http://www.zenit.org/article-26656?l=portuguese
Veja-se, a este propósito: http://www.zenit.org/article-26656?l=portuguese
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Dutch News- An orthodox Christian primary school in The Hague on Friday refused to accept a fill-in teacher because she was wearing an Islamic headscarf.Read more at barenakedislam.wordpress.com
School head Teun Klaver said the school had imposed strict rules on clothing around seven years ago. The school bans all religious clothing and attributes unless they relates to the Christian faith.
Orthodox religious schools are run privately but receive government funding. They may only ban religious symbols under very strict circumstances, a spokesman for the equal opportunities commission told the Volkskrant.
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27.11.10
Muçulmanos tentam impor as suas normas nas escolas cristãs
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by David J. Rusin • Nov 26, 2010 at 11:28 am
As Muslim enrollment increases at Christian schools, especially in Europe, so too does interfaith conflict at such institutions. A recent piece in Le Figaro highlights the stresses placed on French Catholic schools in particular. For example, the report describes how one had set up a crib for Advent, but "a Muslim parent demanded its removal, saying 'a Muslim cannot hear that Jesus is the Son of God.'" At another, Muslims walked all over a well-intentioned but hapless administrator:
A headmistress … offered Muslim students a room in which to pray and to help them avoid being caught in rain in the school courtyard. The students have turned it into a prayer room and invite other people who have nothing to do with the school to pray with them. Since then the director has been unable to use this space for other activities.
Of course, Christian schools also share many of the challenges faced by secular ones, such as students refusing to swim during Ramadan due to fear of swallowing water (an old standard). No word from Le Figaro on whether Muslims in French Catholic schools respond to lessons on evolution or the Holocaust any more positively than their public school counterparts do.
A 2008 New York Times article explains that France's hijab ban in state-run classes has pushed Muslims to Catholic schools, which are not bound by this law and must accept students of all faiths to qualify for subsidies. Yet even the less critical Times piece could not ignore the ensuing cultural friction. For example, it relates the story of one Catholic school's headmaster who, after a series of accommodations, finally had to "put his foot down when students asked to remove the crucifix in a classroom they wanted for communal prayers during Ramadan."
Christian schools elsewhere are caught in a similar cycle. NIS News reported in 2008 that "two Amsterdam secondary schools with a Christian basis are to close during [Eid al-Fitr] to accede to their Muslim pupils." A year later, a Dutch Catholic elementary school with a handful of Muslims was planning to serve halal food at a Christmas meal, but officials reversed course following parental outrage. In the UK, bishops have recommended that Catholic schools include prayer rooms and washing facilities for Muslims. The Times of London has also noted that at least one Muslim-heavy Church of England school "no longer observes the requirement to have an act of daily collective worship that is 'consistently and recognizably Christian.'"
Showing more backbone, Catholic schools in Ireland have banned niqabs for pupils, while an English one recently barred a face-covering visitor. The board of Trinity University in Texas, which is affiliated with the Presbyterian Church, also earns credit for resisting demands, initially driven by Muslim students, to remove the phrase "In the Year of Our Lord" from diplomas.
Read more at www.islamist-watch.orgOverall, the situation in many Christian schools resembles David Solway's analogy of the West's multicultural experiment: you welcome a guest into your home, only to watch him "introduce a new set of house rules which you, the proprietor, are expected to abide by." But who really deserves greater blame here: the pushy guest or the owner who is too timid to stand his ground?
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26.11.10
Entrevista de Geert Wilders ao jornal israelita "Yedioth"
Mais um meritório trabalho de tradução para a nossa língua comum vindo do outro lado do Atlântico.
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"Para dizer a verdade, sim, eu temo por minha vida".
"Eu sou apenas um homem. O perigo não vem apenas da Holanda. Ele vem de fora também. Há ameaças muito graves a partir de vários grupos terroristas, e quando alguém está ciente do grau de perigo, é apenas humano a pensar que algo ruim vai acontecer. Mas eu não posso permitir que esses pensamentos afetem meu trabalho. Se eu moderar a minha voz por causa das ameaças, parar de dizer o que está na minha mente, ou deixar de ser um político, aquelas pessoas terão utilizado meios anti-democráticos, ameaças e assassinatos para silenciar outros. Eles vão ganhar. Não os deixarei ganhar"."É triste que, enquanto luto pela liberdade do meu país, eu perdi a minha própria", disse Wilders em uma entrevista especial para o Yedioth. "Eu só tenho a liberdade de expressão e pensamento. Ameaças à minha vida provam que meus argumentos são justos. Eu tenho certeza que se eu falasse com críticas sobre o Cristianismo ou o Judaísmo, não haveria resposta tão radical. Não haveria manifestações no Vaticano. A bandeira holandesa não seria queimada. Um milhão e meio de pessoas que votaram em nós, nas últimas eleições, não me veriam como um fascista ou um racista".
"Israel é o farol e a única democracia nesta parte retrógrada e ditatorial do mundo", ele proclama. "Israel é muito próximo de nós, à nossa identidade europeia. Israel luta a nossa guerra".
Poucos dias atrás, um tribunal holandês decidiu não punir um rapper muçulmano que escreveu em uma de suas músicas que iria atacar Geert Wilders. Em uma de suas músicas, ele dizia: "Geert, isto não é uma brincadeira. Na última noite, eu tive um sonho de arrancar a sua cabeça". Em outra parte, a música diz que "qualquer um que falar de muçulmanos será morto".
Há seis anos atrás, quando o governo holandês já não tinha casas seguras, Geert e sua esposa ficaram na prisão.
"As celas em que nós vivíamos tinha sido anteriormente ocupada por dois agentes líbios, responsáveis por abater o avião "Pan Am". Nós não estávamos lá como prisioneiros, mas como pessoas protegidas. Nós também dormimos em bases militares ao redor da Holanda e aviões militares nos levaram, se necessário fosse, para as nossas reuniões. Foi uma loucura. Houve momentos em que eu tive que colocar uma peruca, um bigode falso, e um par de óculos escuros para evitar que outros me reconhecessem".
Extrema-direita? Fascista? Racista? "Eu sou o oposto direto de tudo isso", protesta Wilders. "Nós usamos somente os meios democráticos. Nós definitivamente não somos racistas; nós não nos importamos com a cor da pele das pessoas. É ridículo afirmar que todos os nossos eleitores são fascistas. É um insulto - não apenas para mim, mas para eles também. Não pode haver tantas pessoas insanas na Holanda. Mas a elite política, que não conseguiu resolver os problemas que falamos abertamente - a imigração em massa, os índices de criminalidade, o islamismo - ainda pensa que não é politicamente correto falar sobre isso. Eles nos vêem recebendo amplo apoio e nos demonizam como resposta".
Wilders diz que os partidos estabelecidos em toda a Europa não têm nenhuma ideia de como tratar partidos como o dele. "Eles tentam colocar todos os tipos de rótulos em nós e, em seguida, copiam o que fazemos. Algumas semanas atrás eu fiz um discurso em Berlim. Eu disse aos alemães "Por favor, esqueçam seu passado. As novas gerações não são responsáveis pelo que aconteceu. Livrem-se do seu passado, porque ele impede que você fale livremente sobre os problemas criados pela imigração em massa e Islão.
Em sua entrevista, Wilders reitera que o Islão não é uma religião
"É uma ideologia totalitária. Nela, não há lugar para nada, a não ser o próprio Islão. Ela quer controlar não apenas a vida privada das pessoas, mas a vida da sociedade também. Se você é um ateu, um cristão ou um judeu vivendo em uma sociedade onde o islamismo é dominante, sua vida é muito difícil. É por isso que comparações devem ser feitas entre o Islã e outras ideologias totalitárias como o comunismo eo fascismo.
"Eu não tenho nada contra os muçulmanos como seres humanos. A maioria deles são pessoas que respeitam a lei como eu e você. Mas sou contra a imigração em massa de países muçulmanos, porque os imigrantes trazem sua cultura para cá, que, se permitida ser dominante, vai mudar a nossa sociedade. Já em países com uma considerável minoria muçulmana, essas mudanças para o pior pode ser vistas".
Wilders também admite a sua grande admiração a Israel e a Ariel Sharon: "Sharon foi demonizado no Ocidente, também, mas ele foi um grande político, e eu o tenho como um exemplo".
"Acredito que o conflito entre Israel e os palestinos não é territorial. Quem afirmar o contrário não tem idéia do que está falando. Se você der a Cisjordânia e Jerusalém Oriental e deixar os palestinos tê-los, isso não acabaria com o conflito. Vai levar algum tempo - um mês, um ano, dez anos - mas eles exigirão o resto do seu país, porque é um conflito ideológico. A solução, portanto, não poderia ser territorial, mas tem que ser ideológica.
"Palestinos acreditam - e esta é a natureza do Islão - que Israel é deles, e através da luta contra Israel eles combatem o ocidente não-muçulmano. A luta contra Israel é a luta contra nós. Nós somos Israel. A razão para o bom sono dos pais holandeses com nenhuma preocupação com os seus filhos é que os pais em Israel passam noites sem dormir porque seus filhos estão no Exército. Isso não significa que Israel não possa ser criticado, mas eu não tenho vergonha de lutar por Israel".
Na conferência, Wilders tentará convencer o público que os palestinos já têm o seu próprio país. "A Jordânia é a Palestina", afirma. "Isso foi verdade no passado, após o acordo Sykes-Picot, e, portanto, é uma solução para o conflito. Mesmo os reis da Jordânia, Abdullah e Hussein, disseram isso no passado. Só depois, quando eles perceberam que essas declarações poderiam pôr em perigo o seu reinado, porque os palestinos são maioria na Jordânia, eles mudaram suas mentes. Eu sou contra a idéia de transferência ou de limpeza étnica, mas se a Jordânia se tornasse a Palestina, seria possível encorajar os palestinos a se mudarem para lá. É claro que não será uma pessoa que decidirá como acabar com este conflito. Israel é uma democracia e decidirá por si próprio qual é a melhor solução para ele. A decisão é sua".
Entrevista completa no blogue de Geert WildersTradução: Mente Conservadora
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23.10.10
Julgamento de Wilders: testemunho de Simon Admiraal
Video da leitura do testemunho de Simon Admiraal ― arabista e estudioso holandês do islão, com uma investigação académica em curso sobre os discursos dos clérigos islâmicos na Holanda ―, no processo contra Geert Wilders.
Como se observa no Gates of Vienna, onde encontrámos estes videos, a leitura pública e transmissão televisiva deste testemunho pode ter um efeito esclarecedor considerável na opinião pública holandesa, a quem são servidos, em doses maciças, como um pouco por todo o mundo ocidental, os refrães do costume: "O islão é uma religião de paz", "o islão é uma religião como as outras", etc.
Veja os videos e divulgue-os.
No Gates of Vienna encontra ainda a transcrição do testemunho, na íntegra.
Como se observa no Gates of Vienna, onde encontrámos estes videos, a leitura pública e transmissão televisiva deste testemunho pode ter um efeito esclarecedor considerável na opinião pública holandesa, a quem são servidos, em doses maciças, como um pouco por todo o mundo ocidental, os refrães do costume: "O islão é uma religião de paz", "o islão é uma religião como as outras", etc.
Veja os videos e divulgue-os.
No Gates of Vienna encontra ainda a transcrição do testemunho, na íntegra.
22.10.10
Julgamento de Wilders anulado, será repetido (2)
Mais dados, por Leon de Winter, holandês que escreve para o Pajamas Media.
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The trial of Dutch MP Geert Wilders will have an encore.
In the conclusion to a bizarre trial — in which the prosecution already called for the acquittal of the defendant — Wilders’ lawyer Abraham Moszkowicz today asked for dismissal of the three judges, and his request was approved by the dismissal commission of the court. Now, the trial will have to start over from the beginning.
Moszkowicz asked for a dismissal after the three judges refused to allow Dr. Hans Jansen to testify regarding a discussion he had with one of the judges of a higher court that ordered the prosecution of Wilders.
In May, Dr. Jansen was invited to attend a dinner party together with one of the higher court judges. This judge started discussing the Wilders trial, and his order to prosecute, with Dr. Jansen. Jansen revealed this on his personal blog last Wednesday. Moszkowicz wanted the judges to hear, in court, Dr. Jansen’s impression of this discussion.
Dr. Jansen had testified earlier in this case in a closed setting. Dr. Jansen is one of the foremost Islam experts in the Netherlands. (As is the case in the U.S., judges are not permitted to discuss a case outside the court — especially with an expert witness for the case.)
The court refused Moszkowicz’ request to hear Dr. Jansen. Moszkowicz subsequently asked for dismissal of this court, and after a short session the dismissal commission agreed with him.
Now the trial has been postponed for several months and the news of the activist judge of the higher court has captured today’s headlines in the Netherlands.Read more at pajamasmedia.com
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Veja a etiqueta Geert Wilders.
Julgamento de Wilders anulado, será repetido
Numa altura em que o desfecho do julgamento de Geert Wilders parecia encaminhar-se para a sua absolvição, depois do ministério público ter retirado todas as queixas, chegam-nos notícias surpreendentes: ao que consta, a pedido da defesa de Wilders, o julgamento vai ser anulado, por questões que se prendem com uma eventual falta de imparcialidade dos juízes que compõem o colectivo que julga este caso, da qual já aqui demos conta. Pode concluir-se que a defesa de Wilders acreditava realmente que o colectivo de juízes, apesar da tomada de posição do ministério público, se preparava para condenar Wilders.
Tudo volta à estaca zero e o julgamento, que teve início em Janeiro, será repetido.
Mas, será possível repetir um julgamento depois do ministério público ter declarado publicamente que não há matéria para acusar Wilders?
Tudo volta à estaca zero e o julgamento, que teve início em Janeiro, será repetido.
Mas, será possível repetir um julgamento depois do ministério público ter declarado publicamente que não há matéria para acusar Wilders?
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A court in the Netherlands has ordered a retrial before a new panel of judges in anti-Islam MP Geert Wilders’ hate speech trial.
Wilders called for the judges to be dismissed after a defence witness alleged improper conduct by a member of an appeals panel directly involved in the case.
A hastily convened panel at the Amsterdam District Court ruled that Wilders’ objections were valid. That means the trial which began in January must be repeated from the beginning with new judges.
Wilders faces charges of inciting hatred against Muslims for many remarks, including some equating Islam with fascism and violence, and others calling for a ban on the Koran and a tax on Muslim headscarves.
Copyright © 2010 The Press Association. All rights reserved.
(UKPA)Read more at vladtepesblog.com
16.10.10
Lições a retirar do processo contra Wilders
Os defensores da liberdade e os opositores à islamização do Ocidente respiram de alívio perante a decisão do Ministério Público holandês de retirar todas as acusações feitas a Geert Wilders e que sobre ele pendem num processo a decorrer num tribunal de Amesterdão.
A notícia é positiva, mas não inspira grandes celebrações.
Em primeiro lugar, o processo ainda não está concluído: prossegue para a semana com as alegações da defesa; e a última palavra caberá, naturalmente, aos juízes, o que, dados os diversos incidentes aqui divulgados ― os quais permitem duvidar da imparcialidade do colectivo de juízes que julga Wilders ―, deixa tudo em aberto.
Em segundo lugar, este processo não tem nada de tranquilizador, desde logo porque nunca deveria ter ocorrido. O Ministério Público, que agora retirou todas as acusações, não queria abrir o processo. A ordem para o fazer veio de um tribunal, ao que parece sensível às pressões políticas do anterior ministro da justiça.
Finalmente, mesmo presumindo que os juízes vão absolver Wilders de todas as acusações, o simples facto de que este processo tenha tido lugar é altamente corrosivo para a liberdade de expressão, em geral, e para a crítica ao islão, em particular.
O simples facto de um cidadão se poder ver envolvido num processo deste tipo, com tudo o que lhe está associado ― detenções, intimações, interrogatórios, apresentações perante a polícia, despesas exorbitantes com advogados, exposição pública com devassa da privacidade (com claros riscos de segurança, uma vez que, ficando a conhecer-se a sua identidade, o acusado fica à mercê do zelo religioso dos defensores do islão e sujeito à acção dos executores da sharia, arriscando-se a ter o mesmo miserável fim de Theo van Gogh, vítima da sharia em solo holandês) ―, a simples existência de um processo judicial para casos destes já tem, para o cidadão comum, um efeito fortemente dissuasor de qualquer acção crítica face ao islão.
Vejam-se, a este propósito, as palavras de Fjordman, no Gates of Vienna, a respeito de um outro caso ocorrido na Holanda, o do caricaturista Gregorius Nekshot:
Convém, finalmente, não esquecer que estamos perante uma ameaça político-religiosa milenar, que não depõe a espada senão temporariamente, enquanto recobra energias para prosseguir a missão estabelecida por Mafoma no Alcorão:
e pelas suas palavras e conduta, exemplo a emular por todos os muçulmanos piedosos:
A notícia é positiva, mas não inspira grandes celebrações.
Em primeiro lugar, o processo ainda não está concluído: prossegue para a semana com as alegações da defesa; e a última palavra caberá, naturalmente, aos juízes, o que, dados os diversos incidentes aqui divulgados ― os quais permitem duvidar da imparcialidade do colectivo de juízes que julga Wilders ―, deixa tudo em aberto.
Em segundo lugar, este processo não tem nada de tranquilizador, desde logo porque nunca deveria ter ocorrido. O Ministério Público, que agora retirou todas as acusações, não queria abrir o processo. A ordem para o fazer veio de um tribunal, ao que parece sensível às pressões políticas do anterior ministro da justiça.
Finalmente, mesmo presumindo que os juízes vão absolver Wilders de todas as acusações, o simples facto de que este processo tenha tido lugar é altamente corrosivo para a liberdade de expressão, em geral, e para a crítica ao islão, em particular.
O simples facto de um cidadão se poder ver envolvido num processo deste tipo, com tudo o que lhe está associado ― detenções, intimações, interrogatórios, apresentações perante a polícia, despesas exorbitantes com advogados, exposição pública com devassa da privacidade (com claros riscos de segurança, uma vez que, ficando a conhecer-se a sua identidade, o acusado fica à mercê do zelo religioso dos defensores do islão e sujeito à acção dos executores da sharia, arriscando-se a ter o mesmo miserável fim de Theo van Gogh, vítima da sharia em solo holandês) ―, a simples existência de um processo judicial para casos destes já tem, para o cidadão comum, um efeito fortemente dissuasor de qualquer acção crítica face ao islão.
Vejam-se, a este propósito, as palavras de Fjordman, no Gates of Vienna, a respeito de um outro caso ocorrido na Holanda, o do caricaturista Gregorius Nekshot:
«[T]he entire process is (...) is deliberately calculated to intimidate the natives — the “persons of Dutch background” — and only them.Da mesma entrada, leia-se o que tem para dizer a este respeito El Inglés:
This technique [is] well-known to totalitarian states. It induces more fear and apathy than straightforward draconian laws, because citizens are compelled to live in a state of continuous anxiety. It’s a very effective tool of control.»
«Lionheart in the UK and Nekschot in the Netherlands are two notable examples of this technique. Citizens are picked up for the most nebulous of thought crimes — “hate speech”, “incitement to ethnic hatred”, “hets mot folkgrupp”, etc. — held for a while, interrogated, and then released with a possible charge pending. They are forced to retain counsel, endure repeated questioning, and undergo stressful official bureaucratic procedures while their case drags on for years.Para além do mais, continua a haver muitas razões para preocupação, nomeadamente processos semelhantes ao de Wilders em curso contra outros cidadãos europeus, como é o caso de Elisabeth Sabaditsch-Wolff, na Áustria.
Then suddenly all the charges are dropped: “You’re free to go, mate, but I’d watch my step if I was you.”»
Convém, finalmente, não esquecer que estamos perante uma ameaça político-religiosa milenar, que não depõe a espada senão temporariamente, enquanto recobra energias para prosseguir a missão estabelecida por Mafoma no Alcorão:
Alcorão 8:39: «Combatei-os [aos incrédulos] até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. (...)»
Alcorão 9:29: «Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem [se] abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.»
Alcorão 9:123: «Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes.»
e pelas suas palavras e conduta, exemplo a emular por todos os muçulmanos piedosos:
Muslim (1:33) - the Messenger of Allah said: I have been commanded to fight against people till they testify that there is no god but Allah, that Muhammad is the messenger of Allah
Bukhari (8:387) - Allah's Apostle said, "I have been ordered to fight the people till they say: 'None has the right to be worshipped but Allah
Muslim (1:149) - "Abu Dharr reported: I said: Messenger of Allah, which of the deeds is the best? He (the Holy Prophet) replied: Belief in Allah and Jihad in His cause..."Muslim (20:4645) - "...He (the Messenger of Allah) did that and said: There is another act which elevates the position of a man in Paradise to a grade one hundred (higher), and the elevation between one grade and the other is equal to the height of the heaven from the earth. He (Abu Sa'id) said: What is that act? He replied: Jihad in the way of Allah! Jihad in the way of Allah!"
Tradução (do inglês):
Só os progressistas holandeses é que continuam abertos a outras culturas:
«Muito interessante: um matadouro islâmico.»
«Muito interessante: um matadouro islâmico.»
Publicado por
Luís Cardoso
sobre:
Decadência ocidental,
Dhimmitude,
Eurábia,
Geert Wilders,
Holanda,
Islamismo,
Jihad,
Liberdade de expressão,
Resistência Ocidental,
Sharia
15.10.10
Ministério público holandês retira todas as queixas contra Wilders
Depois de, há alguns dias ter retirado a queixa de "insulto a um grupo" religioso, o Ministério Público holandês pediu hoje ao colectivo de juízes que preside ao julgamento de Gert Wilders o levantamento das acusações de "incitamento ao ódio" e "incitamento à discriminação racial".
Aguarda-se a resposta do colectivo de juízes.
Aguarda-se a resposta do colectivo de juízes.
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OM asks acquittal for Geert Wilders
Wilders was on trial for “insulting a group of people” and “inciting to hatred and discrimination because of religion and race”. Earlier this week the OM asked acquittal for the first indictment; for the other two they did so today.
The prosecution believes that the PVV leader with some of his statements has called for discrimination against Muslims, but he is not punishable for this, because he made those remarks in the context of the political debate. The prosecutors said Tuesday that Wilders was not punishable for insulting about a group of people, because in his statements he always talks about Islam and not about Muslims.
For all charges the prosecution had established criteria to which the statements made by Wilders should conform to be punishable. Certain statements comply with some of the criteria, but none do so to all of them, according to prosecutors Birgit van Roessel and Paul Velleman.See this Amp at http://amplify.com/u/crlf
For insulting of a group, the prosecutors find that Wilders always clearly talks about Islam and not the believers, the Muslims. In some cases, this is also the case with statements that would incite hatred and discrimination.
7.10.10
Julgamento de Wilders: 2º dia (addendum)
Só agora me dou conta de mais um facto estranho, que pode configurar conflito de interesses, no caso do julgamento de Gert Wilders: o juiz que apreciou incidente de recusa interposto pela defesa logo no primeiro dia deste último conjunto de sessões, pertence a uma associação de apoio aos emigrantes marroquinos:
(...) [The] President of the substitution court is Frans Bauduin (...) is the same judge who refused to give the assassin Volkert van der Graaf who assinated Pim Fortuyn just before the election a life sentence (Bauduin: "he did not disrupt the election process"). He was also one of the few judges who in the past have criticized governmental policies (NL) for fighting Islamic terrorism (NL).Veja:
Bauduin also has a side job: board member of the Morocco fund. Activities of the Morocco fund is for stimulating development aid for Morocco. For this it develops political activities (NL) and organizes Ramadan activities (NL). The foundationmost likelydepends on government funding (Goverment funded NCDO funds the foundation). The funding will becomes less likely when Geert Wilders his PVV party becomes part of government.
Julgamento de Wilders: 3º dia
Klein Versetz é o sítio a seguir para acompanhar o julgamento de Gert Wilders: é holandês, mas escrito em inglês.
Verificou-se mais um episódio que permite duvidar da imparcialidade de um dos juízes do colectivo: quando se preparavam para assistir a uma projecção do filme Fitna, uma assistente da acusação pediu para se retirar, por não querer ver o filme, ao que o juiz respondeu: «percebo-a perfeitamente».
Apesar do protesto do advogado de Wilders, a sessão prosseguiu.
Após a projecção do filme, o juiz colocou uma série de perguntas a Wilders, não obstante a sua decisão de não responder. Entre outras coisas, perguntaram: «Qual foi o seu propósito ao fazer este filme?», «Não haveria outras formas de atingir esses propósitos?», «Era mesmo necessária a comparação do islão com o nacional-socialismo?» e «No filme diz-se que é feito em defesa das nossa liberdades; o que quer dizer com "nossas"?»
Seguiu-se a leitura dos depoimentos das testemunhas ouvidas em sessões anteriores do processo. O colectivo queria apenas ler um resumo, mas a defesa fez questão de que fossem ouvidos na íntegra os depoimentos das três testemunhas de defesa dentre as cerca de 20 arroladas, mas não ouvidas.
Uma das testemunhas, para além de apoiar as afirmações de Wilders que o levaram ao banco dos réus, manifestou a sua perplexidade por um tribunal holandês estar a deliberar em matéria religiosas, o que contraria a separação em Igreja e Estado que devia caracterizar os estados modernos; e por o tribunal se ter colocado na posição de decidir qual é a verdade em matéria de religião, em matéria de islão.
Leia o texto abaixo e siga os nossos resumos.
Verificou-se mais um episódio que permite duvidar da imparcialidade de um dos juízes do colectivo: quando se preparavam para assistir a uma projecção do filme Fitna, uma assistente da acusação pediu para se retirar, por não querer ver o filme, ao que o juiz respondeu: «percebo-a perfeitamente».
Apesar do protesto do advogado de Wilders, a sessão prosseguiu.
Após a projecção do filme, o juiz colocou uma série de perguntas a Wilders, não obstante a sua decisão de não responder. Entre outras coisas, perguntaram: «Qual foi o seu propósito ao fazer este filme?», «Não haveria outras formas de atingir esses propósitos?», «Era mesmo necessária a comparação do islão com o nacional-socialismo?» e «No filme diz-se que é feito em defesa das nossa liberdades; o que quer dizer com "nossas"?»
Seguiu-se a leitura dos depoimentos das testemunhas ouvidas em sessões anteriores do processo. O colectivo queria apenas ler um resumo, mas a defesa fez questão de que fossem ouvidos na íntegra os depoimentos das três testemunhas de defesa dentre as cerca de 20 arroladas, mas não ouvidas.
Uma das testemunhas, para além de apoiar as afirmações de Wilders que o levaram ao banco dos réus, manifestou a sua perplexidade por um tribunal holandês estar a deliberar em matéria religiosas, o que contraria a separação em Igreja e Estado que devia caracterizar os estados modernos; e por o tribunal se ter colocado na posição de decidir qual é a verdade em matéria de religião, em matéria de islão.
Leia o texto abaixo e siga os nossos resumos.
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Today the trial against Geert Wilders continued with the same judges The trial day started with a screening of Fitna.
Before the screening we already had the first incident, a woman (plaintiff) asked if she could leave the room. She did not want to see Fitna she declared. The president of the court answers:"I can imagine"(like: I can understand your feelings)
Wilder lawyer complained, he could not believe what he just had heard (again a value statement of the court).
See incident here:
6.10.10
Decisão de julgar Wilders teve interferência política
A decisão de julgar Wilders resultou da interferência directa do ministro da Justiça cessante Ernst Hirsch Ballin. Ballin deu ordens ao Ministério Público holandês para avançar com o caso, apesar daquela estrutura ter decidido não o fazer. Vem também a lume informação contida em trocas de correspondência electrónica entre procuradores, a qual revela um elevado grau de entusiasmo dos procuradores com a conclusão de um parecer jurídico, segundo o qual haveria bases para avançar com a acusação.
O julgamento de Wilders assume, com estas notícias e com o desenrolar dos acontecimentos na sala de julgamento, contornos marcadamente políticos.
O julgamento de Wilders assume, com estas notícias e com o desenrolar dos acontecimentos na sala de julgamento, contornos marcadamente políticos.
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from De Telegraaf:
Hirsch Ballin was consulted over the trial
by Johan van den Dongen
Outgoing Minister Ernst Hirsch Ballin (Justice) was personally involved at a very early stage in the decision-making on whether or not to prosecute Geert Wilders.
This is evidenced by internal e-mail correspondence from 2008, between the public prosecutor’s office in The Hague (the head of the OM) and the public prosecutor in Amsterdam.
The information has quite a bit of piquancy, because in our country the justice minister habitually keeps a necessary distance to prevent exposing the OM to changing political influences. In addition, with this information a different light is shed on the role of Hirsch Ballin as one of the fiercest CDA opponents of tolerating the support of Wilders’ PVV [for a new coalition government].
On March 14, 2008, the prosecutor-general and the prosecutor in Amsterdam emailed each other on the advice of Rick Lawson, professor of European Law at the University of Leiden. Lawson was asked by the OM for a mapping on whether prosecuting of Wilders would have a chance. On the last page of his ten pages of analysis, Lawson concluded that it is “well-founded to prosecute Wilders”.
This opinion was received with cheers by both prosecutors, as can be established from the email correspondence: “What a superb piece!!!!” And: “Monday there will be a meeting with the Minister of Justice about this advice. We will try with all we have to provide as much input as possible to Harm Brouwer (OM chief) for this conversation. Everything is welcome.”
Wilders’ lawyer Bram Moszkowicz is stunned by the internal information. “From this it shows that not only that at the highest ministerial level the possible prosecution of my client was discussed, but moreover that there has been a substantive degree of political involvement in the decision to prosecute.”
Despite Lawson’s analysis, the prosecutor decided not to prosecute Wilders. The court, however, later ordered it to do so.
According to a spokeswoman for OM, there is nothing strange about the involvement of Hirsch Ballin. “In cases with a social impact, it is very common for the OM to discusses and exchange views with the minister. He is politically responsible for the OM and is regularly called to Parliament to explain why something will or will not be prosecuted. Also, when it concerns a prominent politician. The law provides that if the Minister disagrees with the OM, he may give a directive for an alternative action, which in this case has not happened.”
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Julgamento de Wilders: 2º dia
O segundo dia do julgamento de Gert Wilders consistiu na apreciação e deliberação do incidente de recusa de um dos juízes do colectivo que julga o político holandês, o qual afirmara, na véspera, perante a decisão do réu de não responder às perguntas que lhe sejam colocadas durante o julgamento, em pleno exercício dos seus direitos, que «Wilders é conhecido por fazer afirmações polémicas e depois se recusar a discuti-las». Deste modo, o juiz dá a entender que pretendia discutir com Wilders o conteúdo das suas afirmações, em tribunal, em lugar de fazer o que é a sua função: determinar se Wilders violou alguma lei. Segundo o advogado de Wilders, Bram Moszkowicz, quem quer discutir com Wilders que o faça no parlamento ou nos media, não em tribunal.
O incidente de recusa acabou por ser indeferido, sob a alegação de que «as palavras usadas pelo juiz no primeiro dia do julgamento foram infelizes e deram uma impressão errada». Ainda bem que o juiz que apreciou o incidente de recusa conhece as verdadeiras intenções do colega; nós, não versados nos segredos do Direito, só lhe conhecemos as palavras, e delas, bem ou mal escolhidas, ficamos com a impressão de que o meritíssimo que julga Wilders não é imparcial.
Continuaremos as seguir o caso.
O incidente de recusa acabou por ser indeferido, sob a alegação de que «as palavras usadas pelo juiz no primeiro dia do julgamento foram infelizes e deram uma impressão errada». Ainda bem que o juiz que apreciou o incidente de recusa conhece as verdadeiras intenções do colega; nós, não versados nos segredos do Direito, só lhe conhecemos as palavras, e delas, bem ou mal escolhidas, ficamos com a impressão de que o meritíssimo que julga Wilders não é imparcial.
Continuaremos as seguir o caso.
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The Amsterdam district court rejected a request by Freedom Party Leader Geert Wilders, who is on trial for inciting hatred and insulting Muslims, to replace the judges hearing his case because they may be prejudiced.
“There are no weighty indications that the judges have given the impression of being prejudiced,” Judge Frans Bauduin, who was brought in to rule on the impartiality question, said at the court today. The trial, which was halted yesterday, will continue with the current judges tomorrow at 9 a.m. local time.
Presiding Judge Jan Moors yesterday, on the first day of the trial, told Wilders the court “reads newspapers and watches television” and that Wilders has been blamed by others for being “good in taking a stand and then avoiding a discussion.” By choosing not to testify “it seems you’re doing that today as well.”
Wilders, who has agreed to support the country’s new minority government, challenged the impartiality of the three- judge panel because of what Moors said, claiming “a fair trial isn’t possible anymore.”
“The words used by the presiding judge in that last sentence were chosen unfortunately,” Bauduin said. “They’ve given the requestor a wrong impression.”
Wilders, 47, is being prosecuted after complaints following a 2007 Dutch newspaper editorial he wrote that called the Koran “fascist” and compared it to Adolf Hitler’s book Mein Kampf. A year later, he released the movie “Fitna,” in which he calls on Muslims to rip out “hate-preaching” verses from the book.Read more at vladtepesblog.com
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4.10.10
Julgamento de Wilders: 1º dia
Via Vlad Tepes, ficamos a conhecer algumas vicissitudes do primeiro dia de julgamento: ao que parece, os juízes ficaram desconcertados com a decisão tomada por Wilders, aconselhado pelo seu advogado, de não responder a qualquer pergunta. Ora isso parece ter estragado a estratégia dos meritíssimos, que terão planeado queimar Wilders em lume brando. O descontentamento manifestado pelos juízes terá sido tão flagrante que o advogado de Wilders fez um incidente de recusa de um dos juízes, por desconfiança da sua imparcialidade.
A sessão recomeça amanhã, às 14h.
A sessão recomeça amanhã, às 14h.
Wilders com Robert Spencer
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