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14.2.11

Reino Unido: não magoar os ladrões

A polícia adverte proprietários para não usarem protecções que possa magoar os larápios, não vão estes processá-los.

Este é o resultado de décadas de propaganda desculpabilizadora do crime e de enaltecimento do delinquente, estratégia dos marxistas culturais numa das frentes no seu combate à civilização ocidental, de modo a diminuir a resistência que esta oferece ao marxismo económico-político.
Leia, a este propósito, esta entrada antiga, à volta de textos de Olavo de Carvalho:

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Police have told residents to stop putting wire mesh on their garden shed windows – because they could be sued if a burglar is injured.

Wire over window
By Daily Telegraph Reporter
A spate of thefts in several towns and villages in Kent and Surrey over the past few months led to many householders taking action to protect their property.
Some have been warned by police that using wire mesh to reinforce shed windows was ''dangerous’’ and could lead to criminals claiming compensation if they ''hurt themselves’’.
Thieves target sheds to steal lawnmowers, power drills, bicycles and a variety of DIY tools.
Thomas Cooper, of Tatsfield, Surrey, used wire mesh to protect three of his garden sheds after two break-ins over the past four years. He decided to take action after reports of a rise in garden raids in the area.
Mr Cooper said: “I reinforced my shed windows with wire mesh, but was told by the police I had to be very careful because thieves can actually sue you if they get hurt.
''It is ridiculous that the law protects them even though they are breaking it.”
Last month Samantha Cullum, a mother-of-three, of Brasted, near Sevenoaks in Kent, had her whole shed stolen when thieves lifted it on to a lorry.
She said: “We had some tools stolen every now and again, but this time they took the entire shed – I couldn’t believe it.”
Dave Bishop, of Tatsfield, said: “The law is so stupid, and you never know what decision judges are going to make. People do get fed up with these people trying to help themselves to things which you have worked hard to gather together.”
Pc John Lee, a crime reduction officer for Tandridge, said: “We are constantly advising home owners to protect their property and the contents of their shed or garage, however, a commonsense approach needs to be taken.
“To properly secure your sheds, Surrey Police strongly advises people to invest in items such as good-quality locks and bolts, and not to resort to homemade devices, as this could cause injury.”
A police source added: “Homemade devices can cause injury and there have been cases where criminals have sued for injuries they have suffered while committing a criminal act.
''We are advising people to do whatever they can to protect their property, but wire mesh is not one of the suggestions we would make.”
Read more at www.telegraph.co.uk

12.1.11

«A jihad pelo estupro»

A propósito de notícias recentes que dão conta de abusos e exploração sexual de menores britânicas não-muçulmanas perpetrados por muçulmanos, um apontamento de Robert Spencer sobre o estupro e a escravidão sexual no islão.
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The Rape Jihad
FrontPageMagazine.com | Friday, September 24, 2004
“Each of us was raped by between three and six men….One woman refused to have sex with them, so they split her head into pieces with an axe in front of us.”
This happened in Darfur, from which Sudanese military personnel actually airlifted women to Khartoum to serve as sex slaves.
Meanwhile, Indira Dzetskelova, the mother of one of the child hostages in Beslan, Russia, reports that “several 15-year-old girls were raped by terrorists.” Her daughter “heard their terrible cries and screams when those monsters took them away.”

This indicates that there are two things the massacre in Beslan have in common with the ongoing massacres in Darfur: both, no less than the 9/11 attacks, are examples of Islamic jihad terrorism, and both are characterized by rape.
What does rape, then, have to do with these religious conflicts? Unfortunately, everything. The Islamic legal manual ‘Umdat al-Salik, which carries the endorsement of Al-Azhar University, the most respected authority in Sunni Islam, stipulates: “When a child or a woman is taken captive, they become slaves by the fact of capture, and the woman’s previous marriage is immediately annulled.” Why? So that they are free to become the concubines of their captors. The Qur’an permits Muslim men to have intercourse with their wives and their slave girls: “Forbidden to you are ... married women, except those whom you own as slaves” (Sura 4:23-24).
After one successful battle, Muhammad tells his men, “Go and take any slave girl.” He took one for himself also. After the notorious massacre of the Jewish Qurayzah tribe, he did it again. According to his earliest biographer, Ibn Ishaq, Muhammad “went out to the market of Medina (which is still its market today) and dug trenches in it. Then he sent for [the men of Banu Qurayza] and struck off their heads in those trenches as they were brought out to him in batches.” After killing “600 or 700 in all, though some put the figure as high as 800 or 900,” the Prophet of Islam took one of the widows he had just made, Rayhana bint Amr, as another concubine.
With Muhammad revered throughout the Islamic world as al-insan al-kamil, the perfect man, the rapes of Darfur and Beslan are nothing surprising. What is surprising, or ought to be, is the silence from the Islamic world about the rapes in both cases. Where are the reformers who will dare to say that Muhammad’s example must not be followed in this case? Who will acknowledge that the world has developed principles of human rights that must supercede those forged in seventh-century Arabia? Where are the Western spokesmen who are not so in thrall to multiculturalism that they will condemn rape that is justified according to Islamic religious principles? The much-lionized “Muslim Martin Luther,” Tariq Ramadan, now banned from entering the U.S., can so far only bring himself to call for a moratorium, not a definitive ban, on stoning for adulterers. Rape of captives? His sentiments are not known. Where is the Muslim Solzhenitsyn, who will speak honestly about the aspects of Islam that so desperately need reform, and call for the overhaul that the system so obviously needs?
The whole world is waiting. But for the girls and women of Darfur and Beslan, it is already too late.
Read more at archive.frontpagemag.com

10.1.11

Reino Unido: reportagem e debate sobre a abusos sexuais de muçulmanos sobre raparigas não-muçulmanas

Embora os jornalistas tendam a designar os criminosos pela expressão «asiáticos», os espectadores mais avisados sabem que o que verdadeiramente se quer dizer é «muçulmanos».

No debate, o muçulmano ― que parece pessoa honesta e francamente convencido de que o fenómeno não tem nada a ver com a sua religião ― diz, a dada altura, que está empenhado em lutar contra este problema e afirma que vai à Holanda ver como os holandeses lidaram com a mesmo fenómeno e como conseguiram diminuir ocorrências deste género.
Assim se demonstra, que o problema é mais amplo do que alguns querem fazer crer e que tem havido, efectivamente, um muro de silêncio sobre a matéria, no Reino Unido e, pelo menos, também na Holanda.


8.1.11

Reino Unido: muçulmano apela à sedição

Já o tenho dito: estes muçulmanos, embora mais agressivos, ajudam-nos a compreender melhor e a mostrar mais facilmente aos nossos amigos o islão.
Piores são os dissimuladores, os mestres da taqiyya.

Uma vez mais, peço aos leitores que façam cópias deste tipo de videos, os quais tendem a ser removidos da rede ao fim de alguns dias.


Via Vlad Tepes Blog.

26.12.10

Benedictus XVI: «Excita, Domine, potentiam tuam et veni»

Uma vez mais a todos os leitores do blog os sinceros votos de um Sancto Natal e de um novo ano com esperança. Lede por favor este discurso do Santo Padre, um Papa do Futuro, que recorda a oração da Igreja aquando do desmoronamento do Império Romano, e no-la propõe para melhor ultrapassarmos este fim-de-civilização que vai chegando. Deus abençoe este Papa Bemdicto, que já nos abençoou com ele.


DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
POR OCASIÃO DA TROCA DE VOTOS NATALÍCIOS
COM A CÚRIA ROMANA

« Senhores Cardeais,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Presbiterado,
Amados irmãos e irmãs!



É com vivo prazer que vos revejo, amados Membros do Colégio Cardinalício, Representantes da Cúria Roma e do Governatorato, neste encontro tradicional. Dirijo a cada um a minha cordial saudação, a começar pelo Cardeal Angelo Sodano, a quem agradeço as expressões de estima e comunhão e votos ardentes que me formulou em nome de todos. Prope est jam Dominus, venite, adoremus! Contemplemos como uma única família o mistério do Emanuel, de Deus-connosco, como disse o Cardeal Decano. De bom grado retribuo os votos expressos e desejo agradecer vivamente a todos, incluindo os Representantes Pontifícios espalhados pelo mundo, pela competente e generosa contribuição que cada um presta ao Vigário de Cristo e à Igreja.

«Excita, Domine, potentiam tuam et veni» – com estas e outras palavras semelhantes a liturgia da Igreja reza repetidamente nos dias do Advento. Trata-se de invocações formuladas provavelmente quando o Império Romano estava no seu ocaso. O desmoronamento dos ordenamentos basilares do direito e das atitudes morais de fundo, que lhes davam força, causou a ruptura das margens que até então protegeram a convivência pacífica entre os homens. Um mundo estava no seu ocaso. Frequentes cataclismos naturais aumentavam ainda mais esta experiência de insegurança. E não se vendo qualquer força que pudesse pôr um freio a tal declínio, tanto mais insistente era a invocação da força própria de Deus: que Ele viesse e protegesse os homens de todas estas ameaças.

«Excita, Domine, potentiam tuam et veni». Também hoje temos variados motivos para nos associarmos a esta oração de Advento da Igreja. O mundo, com todas as suas novas esperanças e possibilidades, sente-se ao mesmo tempo angustiado com a impressão de que o consenso moral se esteja a dissolver, um consenso sem o qual as estruturas jurídicas e políticas não funcionam; consequentemente, as forças mobilizadas para a defesa de tais estruturas parecem destinadas ao insucesso.
Excita – a oração lembra o brado dirigido ao Senhor, que estava a dormir na barca dos discípulos fustigada pela tempestade e quase a afundar. Quando a sua palavra potente aplacou a tempestade, Ele censurou os discípulos pela sua pouca fé (cf. Mt 8, 26 e paralelos). Queria dizer: em vós mesmos, adormeceu a fé. E o mesmo nos quer dizer a nós; também em nós, muitíssimas vezes, a fé dorme. Por isso peçamos-Lhe que nos acorde do sono de uma fé que se sente cansada e restitua à fé o poder de mover os montes, isto é, de conferir a ordem justa às coisas do mundo.

«Excita, Domine, potentiam tuam et veni»: nas grandes angústias, a que nos vimos expostos neste ano, voltou-me sem cessar à mente e aos lábios esta oração de Advento. Com grande alegria, tínhamos começado o Ano Sacerdotal e, graças a Deus, pudemos concluí-lo também com imensa gratidão, apesar de se ter desenrolado muito diversamente de como o tínhamos esperado. Em nós, sacerdotes, e nos leigos – concretamente nos jovens – renovou-se a consciência do grande dom que representa o sacerdócio da Igreja Católica, que nos foi confiado pelo Senhor. De novo nos demos conta de como é belo que seres humanos estejam autorizados a pronunciar, em nome de Deus e com pleno poder, a palavra do perdão, tornando-se assim capazes de mudar o mundo, a vida; como é belo que seres humanos estejam autorizados a pronunciar as palavras da consagração, pelas quais o Senhor atrai para dentro de Si um pedaço de mundo, e assim, num determinado lugar, transforma-o na sua substância; como é belo poder estar, com a força do Senhor, junto dos homens nas suas alegrias e sofrimentos, tanto nas horas importantes como nas horas negras da existência; como é belo ter na vida por missão não esta pessoa ou aquela, mas pura e simplesmente o ser mesmo do homem, procurando ajudar para que se abra a Deus e viva a partir de Deus. Com tal consciência, ainda mais atónitos ficámos quando, precisamente neste ano e numa dimensão que não podíamos imaginar, tivemos conhecimento de abusos contra os menores cometidos por sacerdotes, que desvirtuam o Sacramento no seu contrário, sob o manto do sagrado ferem profundamente a pessoa humana na sua infância e causam-lhe um dano para a vida inteira.

Neste contexto, veio-me à mente uma visão de Santa Hildegarda de Bingen, que descreve de modo impressionante o que vivemos neste ano. «No ano de 1170 depois do nascimento de Cristo, estive durante longo tempo doente na cama. Então, física e mentalmente acordada, vi uma mulher de uma beleza tal que a mente humana não é capaz de compreender. A sua figura erguia-se da terra até ao céu. O seu rosto brilhava com um esplendor sublime. O seu olhar estava voltado para o céu. Trajava um vestido luminoso e fulgurante de seda branca e uma manto guarnecido de pedras preciosas. Nos pés, calçava sapatos de ónix. Mas o seu rosto estava salpicado de pó, o seu vestido estava rasgado do lado direito. Também o manto perdera a sua beleza singular e os seus sapatos estavam sujos por cima. Com voz alta e pesarosa, a mulher gritou para o céu: “Escuta, ó céu: o meu rosto está manchado! Aflige-te, ó terra: o meu vestido está rasgado! Treme, ó abismo: os meus sapatos estão sujos!”

E continuou: “Estava escondida no coração do Pai, até que o Filho do Homem, concebido e dado à luz na virgindade, derramou o seu sangue. Com este sangue por seu dote, tomou-me como sua esposa.
Os estigmas do meu esposo mantêm-se em chaga fresca e aberta, enquanto se abrirem as feridas dos pecados dos homens. Este facto de permanecerem abertas as feridas de Cristo é precisamente por culpa dos sacerdotes. Estes rasgam o meu vestido, porque são transgressores da Lei, do Evangelho e do seu dever sacerdotal. Tiram o esplendor ao meu manto, porque descuidam totalmente os preceitos que lhes são impostos. Sujam os meus sapatos, porque não caminham por estradas direitas, isto é, pelas estradas duras e severas da justiça, nem dão bom exemplo aos seus súbditos. Em alguns deles, porém, encontro o esplendor da verdade”.

E ouvi uma voz do céu que dizia: “Esta imagem representa a Igreja. Por isso, ó ser humano que vês tudo isto e ouves as palavras de lamentação, anuncia-o aos sacerdotes que estão destinados à guia e à instrução do povo de Deus, tendo-lhes sido dito, como aos apóstolos: ‘Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho a toda a criatura’ (Mc 16, 15)”» (Carta a Werner von Kirchheim e à sua comunidade sacerdotalPL 197, 269ss).

Na visão de Santa Hildegarda, o rosto da Igreja está coberto de pó, e foi assim que nós o vimos. O seu vestido está rasgado, por culpa dos sacerdotes. Como ela o viu e expressou, assim nós o vimos neste ano. Devemos acolher esta humilhação como uma exortação à verdade e um apelo à renovação. Só a verdade salva. Devemos interrogar-nos sobre o que podemos fazer para reparar o mais possível a injustiça sucedida. Devemos perguntar-nos o que estava errado no nosso anúncio, em todo o nosso modo de configurar o ser cristão, para que pudesse acontecer semelhante coisa. Devemos encontrar uma nova determinação na fé e no bem. Devemos ser capazes de penitência. Devemos esforçar-nos por tentar tudo o possível, na preparação para o sacerdócio, a fim de que uma tal coisa não possa voltar a acontecer. Este é também o lugar para agradecer de coração a todos quantos se empenham por ajudar as vítimas e suscitar neles de novo a confiança na Igreja, a capacidade de acreditar na sua mensagem. Nos meus encontros com as vítimas deste pecado, sempre encontrei também pessoas que, com grande dedicação, estão ao lado de quem sofre e foi lesado. Esta é a ocasião para agradecer também a tantos bons sacerdotes que transmitem, humilde e fielmente, a bondade do Senhor e, no meio das devastações, são testemunhas da beleza não perdida do sacerdócio.

Estamos cientes da particular gravidade deste pecado cometido por sacerdotes e da responsabilidade que nos cabe. Mas não podemos deixar de falar também sobre o contexto do nosso tempo que é testemunha destes acontecimentos. Existe um mercado da pornografia que envolve as crianças, e que de algum modo parece ser considerado cada vez mais pela sociedade como algo normal. A devastação psicológica de crianças, na qual pessoas humanas são reduzidas a um artigo de mercado, é um terrível sinal dos tempos. Continuo a ouvir, de Bispos de países do Terceiro Mundo, que o turismo sexual está a ameaçar toda uma geração e danificá-la na sua liberdade e na sua dignidade humana. O Apocalipse de São João menciona entre os grandes pecados de Babilónia – símbolo das grandes cidades irreligiosas do mundo – o facto de comercializar os corpos e as almas, fazendo deles uma mercadoria (cf. Ap 18, 13). Neste contexto, coloca-se também o problema da droga, que estende fortemente os seus tentáculos como um polvo por todo o globo terrestre – eloquente expressão da ditadura do dinheiro que perverte o homem. Todo o prazer se torna insuficiente e o excesso no engano da alucinação torna-se uma violência que dilacera regiões inteiras, e isto em nome de um equívoco fatal da liberdade, no qual a própria liberdade do homem acaba minada e por fim completamente anulada.

Para nos opormos a estas forças, devemos lançar um olhar sobre os seus alicerces ideológicos. Nos anos Setenta, teorizou-se sobre a pedofilia como sendo algo totalmente consentâneo ao homem e também à criança. Mas isto fazia parte duma perversão fundamental do conceito de vida moral. Defendia-se – mesmo no âmbito da teologia católica – que o mal em si e o bem em si não existiriam. Haveria apenas um «melhor que» e um «pior que». Nada seria em si mesmo bem ou mal; tudo dependeria das circunstâncias e do fim pretendido. Segundo os fins e as circunstâncias, tudo poderia ser bem ou então mal. A moral é substituída por um cálculo das consequências, e assim deixa de existir. Os efeitos de tais teorias são, hoje, evidentes. Contra elas, o Papa João Paulo II, na sua Encíclica Veritatis splendor de 1993, com vigor profético apontou na grande tradição racional da vida moral cristã as bases essenciais e permanentes do agir moral. Hoje, deve-se colocar de novo no centro este texto como caminho na formação da consciência. É nossa responsabilidade tornar de novo audíveis e compreensíveis entre os homens estes critérios como caminhos da verdadeira humanidade, no contexto de preocupação pelo homem em que estamos imersos.

Como segundo ponto, quero dizer uma palavra sobre o Sínodo das Igrejas do Médio Oriente. Teve início com a minha viagem a Chipre, onde pude entregar o Instrumentum laboris do Sínodo aos Bispos daqueles países lá reunidos. Inesquecível foi a hospitalidade da Igreja Ortodoxa, que pudemos experimentar imensamente agradecidos. Embora ainda não nos tenha sido concedida a plena comunhão, todavia constatámos com alegria que a forma basilar da Igreja antiga nos une profundamente uns aos outros: o ministério sacramental dos Bispos enquanto portador da tradição apostólica, a leitura da Escritura segundo a hermenêutica da Regula fidei, a compreensão da Escritura na unidade multiforme centrada em Cristo desenvolvida graças à inspiração de Deus e, por fim, a fé na centralidade da Eucaristia na vida da Igreja. Assim encontrámos ao vivo a riqueza dos ritos da Igreja antiga mesmo dentro da Igreja Católica. Tivemos liturgias com Maronitas e Melquitas, celebrámos em rito latino e tivemos momentos de oração ecuménica com os Ortodoxos e pudemos ver, em manifestações imponentes, a rica cultura cristã do Oriente cristão. Mas vimos também o problema do país dividido. Tornavam-se visíveis culpas do passado e feridas profundas, mas também o desejo de paz e de comunhão como existiram antes. Todos estamos cientes do facto de que a violência não traz qualquer progresso; de facto, foi ela que criou a situação actual. Só com o acordo e a compreensão mútua se pode restabelecer a unidade. Preparar a gente para esta atitude de paz é uma missão essencial da pastoral.

Depois, no Sínodo, o olhar alargou-se sobre todo o Médio Oriente, onde convivem fiéis pertencentes a religiões diversas e também a variadas tradições e diferentes ritos. No caso dos cristãos, há as Igrejas pré-calcedónias e as calcedónias; Igrejas em comunhão com Roma e outras que estão fora desta comunhão, e em ambas existem, um ao lado do outro, variados ritos. Nos tumultos dos últimos anos, foi abalada a história de partilha, as tensões e as divisões cresceram, de tal modo que somos testemunhas sempre de novo e com terror de actos de violência nos quais se deixou de respeitar aquilo que para o outro é sagrado, e, pior ainda, desmoronam-se as regras mais elementares da humanidade. Na situação actual, os cristãos são a minoria mais oprimida e atormentada. Durante séculos, viveram pacificamente juntos com os seus vizinhos judeus e muçulmanos. No Sínodo, ouvimos palavras sábias do Conselheiro do Mufti da República do Líbano contra os actos de violência aos cristãos. Ele dizia: com o ferimento dos cristãos, acabamos feridos nós próprios. Infelizmente, porém, esta e análogas vozes da razão, pelas quais nos sentimos profundamente agradecidos, são demasiado débeis. Também aqui o obstáculo é a ligação entre avidez de lucro e cegueira ideológica. Com base no espírito da fé e na sua razoabilidade, o Sínodo desenvolveu um grande conceito do diálogo, do perdão, do acolhimento recíproco; conceito esse, que agora queremos gritar ao mundo. O ser humano é um só e a humanidade é uma só. Aquilo que é feito em qualquer lugar contra o homem, no fim fere a todos.

Assim, as palavras e os pensamentos do Sínodo devem ser um forte brado, dirigido a todas as pessoas com responsabilidade política ou religiosa, para que detenham a cristianofobia; para que se levantem em defesa dos prófugos e dos atribulados e na revitalização do espírito da reconciliação. Em última análise, a regeneração só pode vir de uma fé profunda no amor reconciliador de Deus. Fortalecer esta fé, alimentá-la e fazê-la resplandecer é a missão principal da Igreja nesta hora.

Deter-me-ia de bom grado a falar detalhadamente da inesquecível viagem à Grã-Bretanha, mas quero limitar-me a dois pontos que estão relacionados com o tema da responsabilidade dos cristãos neste tempo e com a missão eclesial de anunciar o Evangelho. Recordo, antes de mais nada, o encontro com o mundo da cultura na Westminster Hall, um encontro onde a consciência da responsabilidade comum neste momento histórico suscitou grande atenção, que em última análise se concentrou na questão acerca da verdade e da própria fé. Que, neste debate, a Igreja deve prestar a própria contribuição, era evidente para todos. No seu tempo, Alexis de Tocqueville observara que, na América, a democracia se tornara possível e funcionara, porque existia um consenso moral de base que, ultrapassando as diversas denominações, a todos unia. Só se houver um tal consenso acerca do essencial é que podem funcionar as constituições e o direito. Este consenso de fundo proveniente do património cristão está em perigo sempre que no seu lugar, no lugar da razão moral, entra a mera racionalidade dos fins, de que há pouco falei. Combater contra esta cegueira da razão e manter-lhe a capacidade de ver o essencial, de ver Deus e o homem, aquilo que é bom e o que é verdadeiro, é o interesse comum que deve unir todos os homens de boa vontade. Está em jogo o futuro do mundo.

Por fim, queria ainda recordar a beatificação do Cardeal John Henry Newman. Por que motivo foi beatificado? Que tem ele a dizer-nos? A estas perguntas podem-se dar muitas respostas, que foram desenvolvidas no contexto da beatificação. Quero destacar apenas dois aspectos que estão interligados e, no fim de contas, exprimem a mesma coisa. O primeiro é que devemos aprender das três conversões de Newman, porque são passos de um caminho espiritual que nos interessa a todos. Aqui desejo pôr em evidência apenas a primeira: a conversão à fé no Deus vivo. Até àquele momento, Newman pensava como a média dos homens do seu tempo e como a média dos homens também de hoje, que não excluem pura e simplesmente a existência de Deus, mas consideram-na em todo o caso como algo incerto, que não tem qualquer função essencial na própria vida. Como verdadeiramente real apresentava-se-lhe, a ele como aos homens do seu e do nosso tempo, o empírico, aquilo que se pode materialmente agarrar. Esta é a «realidade» segundo a qual nos orientamos. O «real» é aquilo que se pode agarrar, são as coisas que se podem calcular e pegar na mão. Na sua conversão, Newman reconhece precisamente que as coisas estão ao contrário: Deus e a alma, o próprio ser do homem a nível espiritual constituem aquilo que é verdadeiramente real, aquilo que conta. São muito mais reais que os objectos palpáveis. Esta conversão significa uma viragem copernicana. Aquilo que até então lhe apareceu irreal e secundário, revela-se agora como a realidade verdadeiramente decisiva. Onde se dá uma tal conversão, não é simplesmente um teoria que é mudada; muda a forma fundamental da vida. De tal conversão todos nós temos incessante necessidade: então estaremos no recto caminho.

Em Newman, a forma motriz que impelia pelo caminho da conversão era a consciência. Com isto, porém, que se entende? No pensamento moderno, a palavra «consciência» significa que, em matéria de moral e de religião, a dimensão subjectiva, o indivíduo, constitui a última instância de decisão. O mundo é repartido pelos âmbitos do objectivo e do subjectivo. Ao objectivo pertencem as coisas que se podem calcular e verificar através da experiência. Uma vez que a religião e a moral se subtraem a estes métodos, são consideradas como âmbito do subjectivo. Aqui não haveria, em última análise, critérios objectivos. Por isso a última instância que aqui pode decidir seria apenas o sujeito; e é isto precisamente o que se exprime com a palavra «consciência»: neste âmbito, pode decidir apenas o indivíduo, o individuo com as suas intuições e experiências. A concepção que Newman tem da consciência é diametralmente oposta. Para ele, «consciência» significa a capacidade de verdade do homem: a capacidade de reconhecer, precisamente nos âmbitos decisivos da sua existência – religião e moral –, uma verdade, a verdade. E, com isto, a consciência, a capacidade do homem de reconhecer a verdade, impõe-lhe, ao mesmo tempo, o dever de se encaminhar para a verdade, procurá-la e submeter-se a ela onde quer que a encontre. Consciência é capacidade de verdade e obediência à verdade, que se mostra ao homem que procura de coração aberto. O caminho das conversões de Newman é um caminho da consciência: um caminho não da subjectividade que se afirma, mas, precisamente ao contrário, da obediência à verdade que pouco a pouco se abria para ele. A sua terceira conversão, a conversão ao Catolicismo, exigia-lhe o abandono de quase tudo o que lhe era caro e precioso: os seus haveres e a sua profissão, o seu grau académico, os laços familiares e muitos amigos. A renúncia que a obediência à verdade, a sua consciência, lhe pedia, ia mais além ainda. Newman sempre estivera consciente de ter uma missão para a Inglaterra. Mas, na teologia católica do seu tempo, dificilmente podia ser ouvida a sua voz. Era demasiado alheia à forma dominante do pensamento teológico e mesmo da devoção. Em Janeiro de 1863, escreveu no seu diário estas palavras impressionantes: «Como protestante, a minha religião parecia-me miserável, mas não a minha vida. E agora, como católico, a minha vida é miserável, mas não a minha religião». Não chegara ainda a hora da sua eficácia. Na humildade e na escuridão da obediência, ele teve de esperar até que a sua mensagem fosse utilizada e compreendida. Para poder afirmar a identidade entre o conceito que Newman tinha da consciência e a noção subjectiva moderna da consciência, comprazem-se em fazer referência à sua palavra, segundo a qual ele – no caso de ter de fazer um brinde – teria brindado primeiro à consciência e depois ao Papa. Mas, nesta afirmação, «consciência» não significa a obrigatoriedade última da intuição subjectiva; é a expressão da acessibilidade e da força vinculadora da verdade: nisto se funda o seu primado. Ao Papa pode ser dedicado o segundo brinde, porque a sua missão é exigir a obediência à verdade.

Tenho de renunciar a falar das viagens tão significativas a Malta, a Portugal e à Espanha. Nelas, de novo se tornou visível que a fé não é uma realidade do passado, mas um encontro com o Deus que vive e actua agora. Ele chama-nos em causa e opõe-se à nossa preguiça, mas é precisamente assim que nos abre a estrada para a verdadeira alegria.

«Excita, Domine, potentiam tuam et veni». Começámos pela invocação da presença da força de Deus no nosso tempo e pela experiência da sua aparente ausência. Se abrirmos os nossos olhos, precisamente com um olhar retrospectivo sobre o ano que caminha para o seu termo, é possível ver que a força e a bondade de Deus estão presentes de variadas maneiras também hoje. Assim todos nós temos motivos para Lhe dar graças. Com o agradecimento ao Senhor, renovo a minha gratidão a todos os colaboradores. Oxalá Deus nos dê a todos um Santo Natal e nos acompanhe com a sua bondade no próximo ano.

Confio estes votos à intercessão da Vigem Santa, Mãe do Redentor, e de coração concedo a todos vós e à grande família da Cúria Romana a Bênção Apostólica. Feliz Natal! »


Et incarnatus est de Spiritu Sancto ex Maria Virgine
Et homo factus est!

16.12.10

Quatro piedosos presos muçulmanos expancam guarda-prisional após as orações

Depois de prestarem culto ao seu deus maligno, nada melhor que espancar o guarda-prisional para concluir o seu rito para-satânico, a gritos de «Allahu Akbar» e «Morte ao kuffar (incréu)», no zeloso cumprimento das disposições alcorânicas e ahadíticas.
Alcorão 9:123:«Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes.»
Hadith sahih Muslim (1:33): «O Mensageiro de Alá disse: "Foi-me ordenado lutar até que todos testemunhem que não há deus senão Alá e que Mafoma é o seu mensageiro».
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Four young British Muslim extremists chanted religious slogans as they battered a prison officer. The gang chanted "death to the Kuffar" (non-believer) and "Allah Akbar" (God is Great) as they laid into the warder - who is in his 40s - after prayers.
It is believed they were trying to steal his keys to let other inmates out and start a riot at the notorious Feltham Young Offenders' Institute in Middlex.
A fellow officer came to his rescue as he hid under a pool table and used his baton to drive them back.
A source said: "It was a frightening and violent assault. The guard was lucky to escape with his life."
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27.11.10

Reino Unido: taxista muçulmano recusa transportar cegos acomanhados de cão-guia

É o islão, para quem o quer ver!
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The Muslim revulsion for dogs comes from Muhammad: "Ibn Mughaffal reported: The Messenger of Allah (may peace be upon him) ordered killing of the dogs, and then said: What about them, i. e. about other dogs? and then granted concession (to keep) the dog for hunting and the dog for (the security) of the herd, and said: When the dog licks the utensil, wash it seven times, and rub it with earth the eighth time." -- Sahih Muslim 551
Here again, even in the West, non-Muslims must accommodate Muslim mores -- never the other way around.
Sharia Alert from Staffordshire. "Blind couple's anger as taxi refuses guide dog," from the Staffordshire Newsletter, November 25 (thanks to Europe News):
A BLIND couple were "disgusted" to be turned away by a Stafford taxi driver because of their award-winning guide dog.
Doreen and Ernest Dix were refused entry to a cab parked at the pick-up point behind Stafford market last week.
The Great Haywood pensioners claim the driver did not want Blake, the current West Midlands guide dog of the year, in his cab.
This contravenes the Disability Discrimination Act (DDA) 2005 and can land offenders a £1,000 fine unless they certify they have a dog allergy.
Mrs Dix, 71, said this was the first time her golden retriever-labrador cross had been rejected from a taxi.
She said: "I can barely see, but saw the driver wave his hands and say 'no, no, no' as we approached his cab.
"We were both very upset and were made to feel really small, but just got the next taxi in the end. "We're moving to Stafford soon and this is a very poor start indeed." Eight-two-year-old Mr Dix, whose eyesight is worse than his wife's, was "appalled" by the driver's behaviour.
He said: "I've been registered blind for 28 years and have never been discriminated against by a taxi driver before this.
"If he isn't willing to pick up certain people, then he shouldn't be in a queue of taxis earmarked for shoppers.
"The driver we eventually used agreed it was appalling it made me feel like a second-class citizen."...
Get used to it. More is coming.
In recent years, there have been reports of Muslim drivers refusing the blind due to their doctrine's assertion that dogs are unclean.
However, the DDA does not consider this an excuse....
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26.11.10

Sharia numa escola perto de si

Como tornar o mundo um sítio melhor? As opiniões dividem-se de acordo com considerações ideológicas, religiosas ou meramente práticas.
Para os muçulmanos, o mundo será melhor quando todos viverem em concordância com a lei islâmica, a sharia. Para isso, há que ensiná-la aos jovens muçulmanos que hão de guiar os infiéis a uma vida mais conforme aos ensinamentos do islão, até por fim, à submissão total a Alá - significado da palavra "islão".
É isso que acontece nas escolas financiadas pelo governo saudita sitas no Reino Unido.
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Un gay, dice el manual, puede ser lapidado, quemado o empujado por un precipicio. A los judíos se les compara con los cerdos y monos. Y en uno de los textos se anima a hacer una lista con los rasgos más “reprobables” de los judíos.
En el libro de texto, el dibujo explica detalladamente el lugar exacto por el que hay que cortar el pie o la mano del ladrón. Las manos fuera, como castigo por la primera ofensa; el pie después, en el caso de que el delincuente reincida. El texto recuerda a los estudiantes que hay que cauterizar los muñones para que el amputado no se desangre.
El manual no se reparte en una escuela de talibanes en Afganistán o en alguna madrasa integrista de Paquistán. El libro se está utilizando habitualmente en colegios del Reino Unido, donde los niños y niñas de entre 6 y 18 años siguen el programa escolar nacional de Arabia Saudí. Unos 5.000 alumnos británicos están aprendiendo la doctrina de la sharia -ley islámica- en más de 40 centros distribuidos por todo el país. La red es privada y funciona bajo el nombre de Clubs y Escuelas de Estudiantes Saudís en el Reino Unido e Irlanda.
Los chicos y chicas musulmanes aprenden, entre otras muchas cosas, que la homosexualidad es tan abominable que debe castigarse con la pena capital. Los textos explican las diferencias de opiniones existentes sobre cómo llevar a cabo la ejecución. Hay lugares donde el condenado es lapidado, otros donde se le quema vivo o también existe la opción de empujarle al vacío desde un acantilado. El asunto, sin duda, puede dar pie a un animado debate en clase.
Tales aberraciones se han conocido gracias al programa de investigación de la BBC Panorama, que logró infiltrar a un joven saudí en una de las escuelas de Londres. Parte de las consignas que allí se imparten tratan de fomentar el odio hacia los judíos, a los que los libros comparan con «monos» y «cerdos».Los textos para alumnos de 15 años enseñan que los sionistas quieren dominar el mundo y controlar sus fuentes de riqueza, aunque ellos traten de negarlo.
Al infierno
Al ser preguntado sobre el asunto, el ministro de Educación, Michael Gove, respondió que ni el odio a los judíos ni a los homosexuales «parece el tipo de material que deba ser utilizado en las escuelas de Inglaterra. No tengo ningún deseo de intervenir en las decisiones que toma el Gobierno saudí en su propio sistema educativo, pero está claro que no vamos a consentir el uso de material antisemita en las escuelas inglesas», señaló.
El Gobierno saudí asegura que no tiene vínculos oficiales con los centros y no los respalda. En cambio, la BBC, que lleva tres años estudiando el tema, tiene las pruebas de que el edificio donde obtuvo los libros de texto en Londres es propiedad de las autoridades saudís. Los centros integristas en el Reino Unido han escapado a la inspección escolar porque son establecimientos privados, no reciben subvenciones, ni están instalados en edificios públicos. Ahora se estudia controlar las materias.
Una de las preguntas en los libros de texto para los niños de seis años es qué ocurre cuando alguien que no es creyente del islam muere. La respuesta que deben aprender es que van sin remedio al infierno. También se advierte a los chicos de que la sharia permite comportamientos prohibidos por las leyes inglesas, como la poligamia. En las páginas de internet, estos centros muestran claramente cuál es su ideología. «Necesitamos defender a nuestros hijos de la fuerzas del mal y de una cultura, a la que están expuestos, que se opone en casi todo a lo que defiende el islam», explica una de ellas.
Los expertos del gabinete estratégico Policy Exchange han advertido del peligro de que los colegios y clubs religiosos caigan en manos de los extremistas.
Quienes predican principios venenosos parecen estarse aprovechando de la libertad que las autoridades británicas brindan a escuelas y profesores.
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21.11.10

Cammilleri: Cattolici

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CATTOLICI

«…nonostante gli imprigionamenti, le espropriazioni, le torture, le esecuzioni, troppi cattolici continuavano a rimanere tali» in Inghilterra. Moltissimi, anche nobili, erano stati ridotti alla fame per le multe, salatissime, comminate a chi non assisteva alle cerimonie religiose anglicane. Nel 1593, sotto Elisabetta «la Grande», venne emanato il Five Miles Act: a tutti i cattolici, «già privati dei diritti politici e del diritto all’istruzione», fu vietato di «allontanarsi dalla propria dimora per più di cinque miglia», pena l’esilio perpetuo o la morte. Così, il cattolico inglese «era perennemente alla mercé di un corteggiatore respinto, di un rivale invidioso, dello zelota locale, dell’informatore professionista». I cattolici «non potevano ricorrere alla legge quando subivano dei torti, né reclamare la restituzione di denaro dato in prestito. Se ci provavano, erano minacciati di denuncia». Insomma, «puro terrore». (Cfr. E. Sala, Elisabetta “la Sanguinaria”, Ares, pp. 240-241).
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19.11.10

Reino Unido: 5 crianças muçulmanas ameçam colega de morte

Como referimos em entrada anterior [http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/11/new-jersey-estudante-suspenso-por-ferir.html], por manifestar apoio pelas tropas do seu país.
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Segundo o diário Mail Online, na Grã- Betanha, o jovem Darius Gill de 13 anos, escreveu um texto devido ao dia do Armistício, em homenagem aos soldados Ingleses mortos no Afeganistão.
No entanto, seu texto despertou a ira de um grupo de alunos de sua escola, o grupo chamado "Liga de Defesa Muçulmana", já haviam postado em suas páginas no Facebook, textos comemorando a morte de soldados ingleses no conflito afegão.
O grupo de cinco meninos muçulmanos (membros da Liga) e uma menina não muçulmana, iniciou uma campanha de ódio contra o jovem Darius, a campanha rapidamente ganhou um grande números de adeptos, e o garoto passou a ser perseguido.
O grupo ameaçava matá-lo, um dos jovens dizia "vou arrancar sua boca com uma faca, e depois sequestrar um avião e jogar em sua casa". O mesmo jovem ostentava em seu perfil um poema sobre o martírio no sequestro de um avião.
A mãe de Darius, a deputada Clara Allington assutou-se ao verificar o facebook do filho, e o impediu de voltar a escola. "Eles já tinha planejado e iriam atacar meu filho naquele dia, se eu não tivesse o costume de verificar suas mensagens, ele poderiar já não estar aqui", comentou Clara.
A chamada "Liga de Defesa Islâmica" é um grupo formado por alunos da Sidney Stringer Academy, os membros do grupo ostentam em seu perfis referências a Jihad. Um dos alunos diz" Sou um Terrorista" e mostra uma foto em que pousa com uma AK-47.
"Eles podem ser apenas crianças, mas são fanáticos e perigosos, as ameaças devem ser levadas a sério", ressaltou a mãe de Dário.
Após a denúncia a escola iniciou um processo de investigação dos membros da "Liga de defesa Muçulmana" e os jovens podem ser expulsos.
A polícia informou que o fato está sob investigação.
Caso de gangues de jovens muçulmanos com mentalidades jihadistas tem aumentado significamente na Europa e é algo bastante preocupante.
De Olho na Jihad 18/11/2010
Leiam também:
Ataques de Muçulmanos no dia do Armistício InglêsRead more at olhonajihad.blogspot.com

12.11.10

Muçulmanos Ingleses: O Islão irá dominar! Seus mortos (soldados) estão no inferno, nosso mortos estão no paraíso!

Do blogue irmão De olho na Jihad, o qual faz uma extensa cobertura da expansão global do islão e em língua portuguesa.

Infra, um video encontrado no blogue The English Defense League Extra:

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Hoje 11 de novembro é o dia do Armistício, o aniversário simbólico do fim da primeira guerra mundial. A medida que milhões de britânicos faziam silêncio em memória dos soldados britânicos que morreram na guerra, os muçulmanos do país romperam o silêncio com a violência.

Membros de um grupo chamado "Muçulmanos Contra as Cruadas" (Muslims Against Crusades), entraram em confronto com a polícia em Londres. Quando o relógio marcou 11 horas eles começaram a queimar cartazes e gritarem: "Os soldados britânicos queimarão no inferno".

Eles seguravam faixas grandes que diziam: O Islão irá reinar! Nossos mortos estão no paraíso, seus mortos estão no inferno!

Em seu web site o grupo exibe fotos de crianças feridas em guerras e da tortura de presos de Abu Ghraib.

O protesto reuniu cerca de 50 pessoas, enquanto outros que eram contra a ação foram separadas para evitar confrontos.

Abro aqui um parêntese para os trechos: "Os soldados britânicos queimarão no inferno"... "Nossos mortos estão no paraíso, seus mortos estão no inferno!"

Percebam nos trechos em negrito que, mesmo sendo britânicos (alguns naturalizados) estes não se consideram como tal, eles se consideram apenas como muçulmanos, assim como o terrorista Faisal Shahzad que não se considerava paquistanês, muito menos americano, apenas dizia: "Sou um soldado Muçulmano"!

Vejam as fotos:



Fonte: Jornal Britânico Mail Online
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27.10.10

EDL promete pressão se municípios omitirem menções ao Natal

The EDL anti-Islamic extremism activists have vowed to “close down” any town that ditches British traditions and shows favoritism to Muslims. And they don’t give a damn if you call them ‘racists.’
UK DAILY STAR The English Defence League said it has written to every council in the country threatening a mass invasion if they ban the word “Christmas.” It includes using the term “winter festival” in case Christmas upsets Muslims.
EDL leader Stephen Lennon said “working class people” in the UK were “at boiling point” over what he says is the “Islamisation of Britain.”
His declaration comes after yesterday’s Daily Star poll found 98% of readers fear that Britain is becoming a Muslim state.
He said: “If the politicians aren’t going to stick up for us, we will make them, because we will cause so much fuss and so much noise they are going to have to listen.
“We will not back down or be beaten into submission. We don’t care if you call us racists. We are coming anyway. We are going to continue doing it until someone listens.”
The EDL was set up last year after Islamic extremists hijacked a homecoming parade for British troops in Luton, Beds.
On Sunday more than 250 EDL members joined US activist Rabbi Nachum Shifren at an anti-Palestine demo outside the Israeli Embassy in London.Read more at barenakedislam.wordpress.com
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23.10.10

Autoridades britânicas forçam retirada de exaustor devido ao cheiro a bacon

Autoridades dhimmi aplicam a sharia.

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Em Shaw Heat, Manchester, um dono de um café teve que retirar o exaustor devido ao cheiro de bacon que ofendia as células olfativas e as crenças religiosas dos muçulmanos que por ali passavam. Parece anedota mas não é. De facto, os filhos de Alá, conseguiram forçar o dono do café a remover o exaustor. Os oficiais da Câmara local actuaram contra Beverley Akciecek, 49, depois de lhe terem dito que os vizinhos muçulmanos sentiam-se "fisicamente doentes" devido ao "mau odor" do bacon frito. Isto tudo num país que está repleto até ao vómito de burqas, barbas talibans, kebabs, balandraus sujos e mau cheirosos, mesquitas e minaretes. Um inglês teve a coragem, nos dias que correm é preciso ter coragem, de escrever e publicar a sua revolta:
"Enough is enough , if these people do not like what we eat in this country - or anything else for that matter then why don't they just P*SS OFF"
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18.10.10

Islamitas tomam o poder no Reino Unido

Islamitas tomam o poder no Reino Unido por via democrática, não por serem maioria ― ainda não são ―, mas por saberem aproveitar-se dos mecanismos que o sistema democrático põe ao seu dispor, tirando partido da escassa participação de outros grupos no processo eleitoral e usando tácticas de intimidação e difamação ― o que não surpreende, uma vez que a doutrina islâmica da taqiyya lhes permite usar todo o tipo de estratégias dissimulatórias, em completo desprezo pela verdade, desde que em benefício do islão.

Londonistão é cada vez mais uma realidade.

A man with close links to Islamic fundamentalism and the backing of prominent racists could this week be elected as the executive mayor of a council, with almost total control over its £1 billion budget.

The Islamic Forum of Europe is based at the hardline East London Mosque in Tower Hamlets
Lutfur Rahman was sacked by the Labour Party last month as its candidate for mayor of Tower Hamlets amid deep concerns about his links with a Muslim supremacist group, the Islamic Forum of Europe (IFE), and a number of powerful local businessmen.
Mr Rahman also signed up entire families of "sham" paper Labour members – some of whom do not even support the party – to win nomination as Labour's candidate.
Mr Rahman is now running as an independent and his supporters say he is "hopeful" of victory.
Labour sources said the contest between Mr Rahman and their new candidate, Helal Abbas, was "extremely close" and would depend on turnout in Thursday's election.
Unlike a conventional leader, a directly-elected mayor has almost complete power over a council's finances and cannot be controlled, checked or sacked by councillors.
Tower Hamlets extremist vote poses Ed Miliband's first big election test
Tower Hamlets moved from a conventional leader system to a mayoralty this year as a result of a campaign spearheaded by the IFE.
In secret filming earlier this year, Abu Talha, an IFE activist, told an undercover reporter for The Sunday Telegraph and Channel 4's Dispatches: "The mayor is going to have a lot more control. That's why we need to get someone, one of our brothers, in there. Which we will do."
The law says that if 5 per cent of the electorate petition a council, it must hold a referendum on changing to a mayoral system.
Earlier this year another prominent IFE activist, Abjol Miah, organised such a petition.
A total of 99.3 per cent of the signatures were Asian names, in a borough which is only a third Asian.
Council officers found that almost half were "invalid", with entire pages of names and addresses written in the same handwriting and around 5,000 not even appearing on the electoral register.
Nonetheless, enough of the signatures were ruled to be valid.
The mayoral referendum was granted and passed in May after an intensive campaign involving the IFE, Mr Haque and others who have now emerged as backers of Mr Rahman.
The literature advocating a "yes" vote in the referendum campaign used an identical logo and typeface to some of Mr Rahman's leaflets in the mayoral campaign.
Defeat in strongly-Labour Tower Hamlets would be a humiliation for the party's new leader, Ed Miliband, in what is his first electoral test. However, it would also raise even more serious concerns about radical Islam's political power in the UK.
According to one of its own leaflets, the IFE – based at the hardline East London Mosque in Tower Hamlets – wants to change the "very infrastructure of society, its institutions, its culture, its political order and its creed … from ignorance to Islam."