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21.2.11

Santiago do Cacém: Igreja matriz em destaque em França

Ou muito me engano (espero bem que sim) ou não tardará muito a que alguma organização de defesa dos emigrantes ou das minorias religiosas não-cristãs, ou alguma organização de historiadores progressistas em nome da memória histórica venha a exigir a alteração do brasão da cidade de Santiago do Cacém, por islamófoba, por incitamento à violência racial (sim, racial) e sabe Deus mais o quê, que a imaginação desta gente vai muito além do que o meu pessimismo consegue prever:



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Beja, 21 Fev (Ecclesia) – A igreja matriz de Santiago do Cacém, no litoral alentejano, surgiu em destaque na edição de Janeiro de 2011 da revista de cultura e religião «France Catholique», num artigo dedicado ao tema «Santiago Mata-mouros».
A publicação refere, em particular, o alto-relevo de «Santiago combatendo os Mouros» da igreja matriz, incluindo duas fotografias desta peça e, ainda, a reprodução do brasão da cidade de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal e diocese de Beja.
José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da diocese de Beja, registou “com grande satisfação que tenha sido dado o maior destaque a Santiago do Cacém, cidade já reconhecida pelas instituições francesas como uma referência no Caminho de Santiago”.
“É uma verdadeira vitória para Santiago e para a sua importância histórica a nível mundial", acrescenta, em nota enviada à Agência ECCLESIA.
A diocese tem procurado promover a integração do Alentejo no contexto do Caminho de Santiago, que os peregrinos percorrem até ao santuário galego de Compostela (noroeste espanhol), e chamar a atenção para o centro histórico de Santiago do Cacém, considerado pelos especialistas de grande relevância monumental.
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16.1.11

Elisabeth Sabbatisch-Wolff: julgamento em curso

Vous avez pu découvrir lors des Assises Internationales sur l'Islamisation à Paris le 18 Décembre. Cette fille de diplomate autrichienne subit actuellement un procès pour avir osé parler de l'islam, de sa nature et de ses textes fondamentaux.

Comme Geert Wilders et de nombreux autres avant elle, Elisabeth Sabbatisch-Wolff est victime de la tentative délirante d'une partie de nos élites pour faire taire ceux qui posent ouvertement les questions que tout le monde aurait dû se poser il y a bien longtemps à propos de l'islam, avant qu'il se répande de manière incontrôlée dans tous nos pays.

Mais Elisabeth Sabbatish-Wolff ne fait pas partie de ceux qui courbent l'échine face à la menace et, comme Geert Wilders, elle profite de cette mascarade de justice pour étaler au grand jour la vérité sur l'islam !

Quelle plus parfaite illustration de ce que va être 2011, l'année internationale de la vérité sur l'islam ?

VV&D s'associe à d'autres blogs européens pour porter la voix d'Elisabeth, nous allons participer à la retransmission en direct du procès, le 18 Janvier 2011

Un "live blogging" (blogging en direct) va être publié sur Save free speech, le site de soutien à Elisabeth ansi que sur Tundra Tabloïd.

Il y aura des photos, des commentaires de notre correspondant dans la salle et un résumé de l'audience au fur et à mesure du déroulement du procès. VV&D va assurer la traduction en français de cet évènement.
Pour ceux qui ne connaissent pas encore Elisabeth, la voici lors des Assises à Paris:

Vous avez pu découvrir Elisabeth Sabbatisch-Wolff lors des Assises Internationales sur l'Islamisation à Paris le 18 Décembre. Cette fille de diplomate autrichienne subit actuellement un procès pour avir osé parler de l'islam, de sa nature et de ses textes fondamentaux.

Comme Geert Wilders et de nombreux autres avant elle, ele est victime de la tentative délirante d'une partie de nos élites pour faire taire ceux qui posent ouvertement les questions que tout le monde aurait dû se poser il y a bien longtemps à propos de l'islam, avant qu'il se répande de manière incontrôlée dans tous nos pays.

Mais Elisabeth Sabbatish-Wolff ne fait pas partie de ceux qui courbent l'échine face à la menace et, comme Geert Wilders, elle profite de cette mascarade de justice pour étaler au grand jour la vérité sur l'islam !

Quelle plus parfaite illustration de ce que va être 2011, l'année internationale de la vérité sur l'islam ?

VV&D s'associe à d'autres blogs européens pour porter la voix d'Elisabeth, nous allons participer à la retransmission en direct du procès, le 18 Janvier 2011

Un "live blogging" (blogging en direct) va être publié sur Save free speech, le site de soutien à Elisabeth ansi que sur Tundra Tabloïd.

Il y aura des photos, des commentaires de notre correspondant dans la salle et un résumé de l'audience au fur et à mesure du déroulement du procès. VV&D va assurer la traduction en français de cet évènement.

Pour ceux qui ne connaissent pas encore Elisabeth, la voici lors des Assises à Paris:


Lien: Assises Elisabeth Wolff


15.1.11

França: colunista réu por associar crime e raça

Apesar de estatisticamente ser verdade.

Acompanhe o processo no blogue dos fãs de Eric Zemour.

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An article at François Desouche reviews the story of journalist Eric Zemmour's comments about race and crime, a media event from March 2010 that led to a trial for defamation and racial discrimination. The trial is now in session. The comment that may cost Zemmour some money, if not his personal freedom was:
French immigrants are more closely monitored than others because most drug dealers are blacks or Arabs... It's a fact.
Another comment he had made earlier may also cost him:
Employers have the right to refuse Arabs or blacks.
eric-zemmour.gif
Eric Zemmour
Le Monde posted the following:
SOS-Racism, an anti-racism association, was the first to initiate a lawsuit against the "polemicist".
I have kept the word "polemicist" used by Le Monde, and placed it in quotes, because it does not define Zemmour properly. He simply presents a more realistic point of view, and ipso facto enters into a confrontation. A polemicist is defined as someone who aggressively creates controversy.
According to SOS-Racism, Eric Zemmour's remarks tend to "assimilate the origins of people with criminality," a type of discrimination that carries a criminal sanction. Among the other plaintiffs are MRAP (Movement against Racism and for Friendship among Peoples), LICRA (International League against Racism and Anti-Semitism), UEJF (Union of Jewish Students of France) and J'accuse. Eric Zemmour should be present. He is calling a number of witnesses including deputy Claude Goasguen, journalist Eric Naulleau and Robert Menard, the former general secretary of Reporters Without Borders.
Last March, in a long letter addressed to the president of LICRA, Eric Zemmour said he was sorry his remarks had upset some people, but he stood by them. Eric Zemmour had been supported by the prosecutor (avocat général) of the Paris appeals court, Philippe Bilger, who in turn was summoned to explain himself to the Paris district attorney (procureur général) (...) In a blog entry dated March 17, 2010, Philippe Bilger wrote:
All blacks and Arabs are not drug dealers, but many drug dealers are blacks or Arabs."
He spoke of statistics that attempt "to cover up what is staring you right in the face" and of "censorship that forbids one to clearly broach such subjects.
An Asian association, the JADF (Young Asians of France) has thrown their full support behind Eric Zemmour, as reported by Le Post:
The JADF considers that the anti-racist "associations" should instead revolt against the offenses and unacceptable insults, such as "f... France", and the discriminatory and violent behavior against certain religions. These anti-racist "associations" showed no feelings toward the Chinese community of Paris. (...)
Mr. Zemmour is a scapegoat , a man who kept his freedom of speech and one cannot but respect him for that. France gives her children, at least those who deserve it, the means to succeed without playing the pity and fear card.
The JADF fully supports Mr. Zemmour and hopes to demonstrate that one can perhaps have skin of a different color, be born somewhere other than France, love one's country, and still have an objective vision like that of Mr. Zemmour.
This is a shortened version of a long article on the Zemmour trial. The full version can be read at GalliaWatch
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10.1.11

Reino Unido: reportagem e debate sobre a abusos sexuais de muçulmanos sobre raparigas não-muçulmanas

Embora os jornalistas tendam a designar os criminosos pela expressão «asiáticos», os espectadores mais avisados sabem que o que verdadeiramente se quer dizer é «muçulmanos».

No debate, o muçulmano ― que parece pessoa honesta e francamente convencido de que o fenómeno não tem nada a ver com a sua religião ― diz, a dada altura, que está empenhado em lutar contra este problema e afirma que vai à Holanda ver como os holandeses lidaram com a mesmo fenómeno e como conseguiram diminuir ocorrências deste género.
Assim se demonstra, que o problema é mais amplo do que alguns querem fazer crer e que tem havido, efectivamente, um muro de silêncio sobre a matéria, no Reino Unido e, pelo menos, também na Holanda.


20.12.10

Canal do Palestinian Media Watch reaberto

Ao que parece, após intensa pressão por diversas vias, o YouTube reverteu a sua decisão de fechar o canal do Palestinian Media Watch.
Boas notícias!
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PMW’S PAL-WATCH BACK ONLINE……!


This is a great way to start the week, the Tundra Tabloids has been notified by PMW that its excellent videos highlighting Palestinian extremism is back on YouTube, many thanks to TT readers who notified YT, and if you can, stop by PMW and drop them a few bucks to help out with their work, they are a badly needed organization. KGS
NOTE: PMW’s Itamar Marcus has this to say:
Thanks to everyone!! This was a great case of public pressure and public opinion working. All of your blogs and the news, op eds, the thousands of emails to You Tube. And those who called people they knew at Google. This morning – the “palwatch” account is back up. Much thanks to everyone.
Itamar
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18.12.10

Alemanha: primeira nação ocidental a reprimir os jihadistas sob a acusação de sedição

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Pamela Geller: Atlas Shrugs, 16 de dezembro de 2010
Tradução: Dextra

    Eles podem ter sido os primeiros, mas não vão ser os últimos. Isto acontecerá nos Estados Unidos. Vai ter que ser, mesmo que depois da saída do ocupante sedicioso da Casa Branca. Todos os grupos da Irmandade Muçulmana (CAIR, ISNA, ICNA, etc.) estarão na lista.

    The Local: Batida em grupos islamicos em três cidades alemãs (Obrigado, Sicily - via IBA)
Publicado em 14 de dezembro.
    O governo alemão realizou nesta terça-feira batidas contra dois grupos islâmicos suspeitos de procurarem derrubar o governo e estabelecer um estado religioso, disse o ministro do Interior.
    As buscas visaram casas e escolas religiosas ligadas ao grupo jihadista Convite ao Paraíso (EZP), nas cidades de Braunschweig e Mönchengladbach, no noroeste da Alemanha, e o Centro Cultural Islâmico Bremen (IKZB), na cidade portuária do norte da Alemanha.
    "O EZP e o IKZB são acusados de se oporem à ordem constitucional com o objetivo de substituí-la por um estado religioso islâmico na Alemanha," disse o ministro em um pronunciamento.
    As batidas foram parte de uma investigação há muito tempo em curso sobre os grupos e não teve ligação com os alertas de possíveis ataques terroristas iminentes, emitidos no mês passado pelo ministro do interior Thomas de Maizière, acrescentou ele.
    Os grupos rejeitam a democracia parlamentar e acreditam que a lei islâmica deveria substituir a constituição, disse o ministro.
    "Em uma democracia bem fortalecida, é aconselhável e necessário não esperar pela jihad na forma de luta armada antes de se realizarem ações contra grupos anti-constitucionais," disse o ministro.
    As batidas vão mostrar se as suspeitas do governo a respeito dos grupos se confirmam ou não, acrescentou o pronunciamento.
    Uma autoridade de segurança disse à agência de notícias Associated Press que as autoridades fizeram buscas em dezenas de casas particulares, escolas religiosas, uma pequena editora e uma loja de propriedade do EZP que vende cafetãs e véus.
    Enquanto isto, um líder do EZP em Mönchengladbach condenou a batida, disse a agência de notícias.
    "Estamos tristes com esta batida, não fizemos nada de ilegal," disse Sven Lau.
    Mas o líder da iniciativa anti-salafista "Cidadãos por Mönchengladbach” disse à AP que as buscas eram bem-vindas.
    "Estamos felizes que o ministro do Interior tenha agido tão rápido contra eles e esperamos que não levará muito tempo até que o grupo seja proibido de vez," disse Wilfried Schultz.
    Os moradores de Mönchengladbach frequentemente têm feito protestos contra as tentativas do grupo salafista construir uma escola religiosa lá, cuja severa ideologia islâmica está ligada a várias ações terroristas.
    Sua mensagem é particularmente atraente para muçulmanos imigrantes jovens e convertidos, informa a agência de notícias.
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3.12.10

Parlamentar austríaco responde a embaixador turco

Com mais políticos destes, não estaríamos na situação em que estamos: sabe do que fala e não tem papas na língua.
Haverá ainda esperança para a Europa?
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Does the war with Islam have you down, because of the West’s weak politicians? Well here is morning dose of encouragement. Watch as Eswald Stadler goes off, and tells Turkey they are sick of the one-way street Islam is. Add this guy to the list with Geert Wilders, as the true leaders who are going to save Europe from Islam.
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2.12.10

Robertus Spencer & Petrus Kreeft quærentes: «Omnis perfectus muslimus estne malus muslimus?»

Em boa hora se juntaram estes dois amigos, intelectuais destacados de língua inglesa, cada um na sua área, a convite do Colégio de Artes Liberais de São Thomas Morus, para debaterem sobre se todo o muçulmano praticante tem que ser uma má pessoa, e se a intrusão islâmica no Ocidente será pior do que a secularização selvagem e apóstata da nossa civilização. À direita, pelo sim, Robert Spencer, assídua presença aqui no blog, em palestras e livros sobre o islão e editor do valiosíssimo JihadWatch, de cujo canal YouTube nos servimos para partilhar a conversa seguinte. À esquerda, pelo não, o filósofo ex-calvinista Peter Kreeft, professor de faculdade do 'Bob', e já aqui citado a propósito das Guerras Culturais e dos veros inimigos do Homem.

A sessão é bem audível passados os dois primeiros minutos, e prolonga-se com altíssimo nível por quase duas horas. Toca em muitos temas histórico-theológicos, pelo que se tendes questões ou dúvidas nalgum ponto em concreto fazei favor de comentá-lo, e esforçar-nos-emos por responder. Se puderdes legendar o filme na língua de Camões, força e o nosso agradecimento :)


«Peter Kreeft and Robert Spencer Engage in Lively Debate on Islam

by THOMAS MORE COLLEGE on NOVEMBER 8, 2010
On Nov. 4, 2010, Thomas More College hosted two of the leading writers on religion in the English-speaking world: Philosopher and apologist Peter Kreeft, professor of philosophy at Boston College, and internationally-known scholar and critic of Islam Robert Spencer, director of Jihadwatch. These two eminent thinkers came to the school’s New Hampshire campus on a rainy Thursday night and spoke to a crowd of more than 100 visitors , along with the whole of Thomas More College’s student body, crammed into the Newman Humanities room and spilling out into the hallways, as cameras rolled. The debate was chaired by Thomas More College’s Writer-in-Residence Dr. John Zmirak, author of The Bad Catholic’s Guide to the Seven Deadly Sins (New York: Crossroad Publishing, 2010). Both Spencer and Kreeft contributed essays to Disorientation: How to Go To College Without Losing Your Mind (West Chester, PA: Ascension Press, 2010), which Zmirak edited. Spencer’s essay criticized the anti-Western ideology of Multiculturalism, and Kreeft’s the heresy of Progressivism, or “chronological snobbery.”

Kreeft is author of more than 45 books about faith and philosophy, including such classics as Making Sense of Suffering and The Handbook of Christian Apologetics, and the provocative Ecumenical Jihad: Ecumenism and the Culture War. Spencer, a former philosophy student of Kreeft’s, has written ten books, including New York Times bestsellers The Truth About Muhammad and The Politically Incorrect Guide to Islam (and the Crusades); he also edits the daily news site Jihadwatch, which tracks jihad-related violence and activism around the world, and consults regularly for the FBI and other national security agencies. While Kreeft is widely detested by dissenting Catholics and atheists for his agility at besting them in debates, Spencer is on a list of four Americans targeted by Al-Qaeda for assassination.
The authors came at the invitation of Thomas More College’s Edmund Campion Debate Society, which sponsors regular student debates on philosophical and theological issues—most recently the morality of the 18th (Prohibition) Amendment to the U.S. Constitution, and the “just war” credentials of the American Revolution.
On Nov. 4 the topic was “Is the Only Good Muslim a Bad Muslim?” Mr. Spencer came to argue that Islam as codified in the Q’uran and explicated by all authoritative sources aspires to subjugate and oppress “unbelievers” and impose sharia law throughout the world; because sharia law is inimical to religious freedom and to human dignity, we as Catholics should hope that Muslims are not devout enough to advocate it, (as their own faith says they must) by either warlike or peaceful means.

29.11.10

Resistência à islamização da Holanda por parte dos cristãos

Se a Europa vier a resistir à islamização em curso, há-de ser através da afirmação dos seus valores cristãos, e não do multiculturalismo indiferentista.
Veja-se, a este propósito: http://www.zenit.org/article-26656?l=portuguese

Christian school in The Hague bans teacher in Islamic headbag.

Dutch NewsAn orthodox Christian primary school in The Hague on Friday refused to accept a fill-in teacher because she was wearing an Islamic headscarf.
School head Teun Klaver said the school had imposed strict rules on clothing around seven years ago. The school bans all religious clothing and attributes unless they relates to the Christian faith.
Orthodox religious schools are run privately but receive government funding. They may only ban religious symbols under very strict circumstances, a spokesman for the equal opportunities commission told the Volkskrant.
Read more at barenakedislam.wordpress.com

27.11.10

Resistência pacífica à islamização da França

Em Espanha, não há muito tempo, num lugar «de cujo nome não me quero recordar», um grupo de cidadãos enterrou a carcaça de um porco no terreno oferecido (!) pela autarquia à comunidade islâmica, a fim de que lá fosse construída uma mesquita. O local ficou impuro para os muçulmanos e o projecto foi abortado.

Um pequeno gesto semelhante:
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French Defense League suggests community action

In this new video by the French Defence League, they suggest direct community action. I don’t know who these guys are but it’s always good to see people in Europe actually doing something to remind the political elites that their plans for an utter and complete transformation of their culture, people and lifestyles cannot be accomplished without at least some token opposition.
See more at vladtepesblog.com

21.11.10

Um comentário à entrada anterior

A qual dá conta da constituição de uma Liga de Defesa da França (LDF) que se propõe fazer cumprir a lei francesa no que diz respeito à proibição de ocupar a via pública sem autorização das autoridade, coisa que alguns muçulmanos fazem semanalmente em vários locais de França. Queixam-se que não têm mesquitas suficientes (dá vontade de os mandar de volta para a terra deles: qualquer pessoas que tenha ido a países muçulmanos ter-se-á dado conta de que há mais mesquitas que mercados); e querem construí-las com dinheiros do tesouro francês!

O comentador prevê sarilhos, se realmente os membro da LDF concretizarem as suas intenções.
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A significant event in France.

The French Defence League, clearly an offshoot of the EDL or English Defence League, has issued a direct statement of intent to stop the regular shows of Muslim primacy in the Barbes district in France.
This means that large groups of organized vigilantes are doing something which as far as I know is unprecedented although perhaps not in the American West.
They are planning to actually enforce important laws against invaders and risk the wrath of the state itself for doing the job the state has chosen to consciously and deliberately neglect and ignore. One law specifically mentioned is the law of separation of church and state, the one mentioned is of 1905.
Other more banal laws might be the ones that guarantee French citizens reasonable access to their own roads and highways and access to and from their own homes, which Muslims have been blocking for years now with the flimsy excuse that they need to pray just then and there and for that amount of time.
The state will now likely take direct and harsh action against the LDF while ignoring the law breakers of the Muslim community, exactly as the British government is doing against the EDL and Tommy Robinson while actually financing various radical groups, in the case of Tower Hamlets, hundreds of millions of pounds sterling.
I predict this will be a volatile situation for any nation.
Eeyore for Vlad
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Ligue de Défense Française diz "basta"!

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A COMMUNIQUÉ FROM THE FRENCH DEFENSE LEAGUE LDF: NO MORE MUSLIM STREET PRAYING

There’s a video released by the LDF, but there isn’t any subtitles to it as of yet, so the Tundra Tabloids publishes the translated transcript to the release, and the video when it’s subtitled. It sounds very serious, the LDF is taking a no nonsense approach to the Muslims commandeering the streets of France to show their political weight. Under French law, such taking over the streets for religious display is forbidden. KGS

Communiqué from the LDF:

Warning to Muslims who believe that the public space can be invaded without consequences.
For a number of years, certain of you muslim gentlemen dare to regularly occupy the public space for your prayers.
This occupation, as you well know, is illegal, and is, as we well know, a provocation and a demonstration of force designed to show your domination in certain parts of France and your contempt for our laws and the secular nature of our country.
These politico-cultural demonstrations are in defiance of our institutions and our culture, they put our territorial integrity under pressure with the aim of forcing the construction of mosques, which are often financed by the money of non-muslims who then find themselves victims of gigantic rackets in which our elected officials are complicit.
Muslim militias and certain muslims totally illegally block the streets to non-muslims, preventing the citizens and residents from circulating, returning home or leaving their houses and the mayors say nothing, the police say nothing, the State says nothing.
Thus it remains for the French Nation, to the citizens themselves to take over because all their representatives have spinelessly bent over in the face of intimidation.
The message sent out by the French nation to the “praying” is clear:
Stop praying immediately on the public highway, it is illegal. Pray elsewhere, or don’t pray, we couldn’t care less about that. Nothing gives you the right to occupy our streets, you must respect our laws.
You are extremely lucky that the French (of all confessions and origins) are so patient and indulgent with you but in the face of your arrogant provocations, one day the limit will be reached.
Then there will no longer be time to whine about discrimination. You will have been the sole cause of your inevitable future troubles if you continue to defy our laws.
Who sows the wind reaps the storm. Stop sowing discord in France, stop occupying our streets and our towns with your inopportune prayers.
(1) For example: the Mayor of Paris, Bertrand Delanoë , under muslim pressure spend 20 million Euros of taxpayer money to finance a muslim “cultural centre/mosque” in direct defiance of the law of 1905 which forbids this sort of financing.
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20.11.10

Índia: meninas ensinadas a usar armas para se defenderem dos jihadistas

Eis uma disciplina que se devia introduzir nas nossas escolas: ensinar os garotos a disparar sobre quem os quer matar, não sem antes violar e torturar...
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Una escuela de niñas indias ha recibido fusiles de asalto AK-47, y son entrenadas en el manejo de pequeñas armas, bazocas, artillería, fusiles de asalto y lucha cuerpo a cuerpo para que sean capaces de defenderse de los militantes islámicos.
Todavía puede que usen trenzas, pero viven en el turbulento norte de Jammu y Cachemira, y estas chicas no son ajenas a la violencia. Una de ellas que perdió a su abuela en un ataque de jiyadistas musulmanes está dispuesta a aprender.
“Se nos ha enseñado el uso de armas de asalto y hemos aprendido mucho. Nos pareció muy agradable”. Tropas militares están enseñando a las niñas a defenderse por sí mismas y a sus pueblos de las frecuentes escaramuzas en la disputada región de Cachemira.
“Esto se hace básicamente para proporcionarle capacitación a las niños, especialmente niñas, que viven cerca de la línea de control fronterizo para que sepan utilizar las nuevas armas y también el manejo de fusiles, por lo que si se presenta cualquier tipo de emergencia, las niñas podrían estar listas para defenderse”. El año pasado, una niña en el valle de Cachemira detuvo sin ayuda de nadie a un grupo de milicianos musulmanes que irrumpieron en su casa.
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18.11.10

Merkel: a Alemanhã não tem islão a mais, mas cristianismo a menos

Concordo com a segunda parte da frase e discordo da primeira: o islão é sempre a mais. Por outro lado, se houvesse um pouco mais de cristianismo haveria menos islão.
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merkel
(Photo: Chancellor Angela Merkel in Karlsruhe, 15 Nov 2010/Kai Pfaffenbach)
Chancellor Angela Merkel urged Germans debating Muslim integration to stand up more for Christian values, saying Monday the country suffered not from “too much Islam” but “too little Christianity.”
Addressing her Christian Democratic Union (CDU) party, she said she took the current public debate in Germany on Islam and immigration very seriously. As part of this debate, she said last month that multiculturalism there had utterly failed.
Some of her conservative allies have gone further, calling for an end to immigration from “foreign cultures” — a reference to Muslim countries like Turkey — and more pressure on immigrants to integrate into German society.
Merkel told the CDU annual conference in Karlsruhe that the debate about immigration “especially by those of the Muslim faith” was an opportunity for the ruling party to stand up confidently for its convictions.
“We don’t have too much Islam, we have too little Christianity. We have too few discussions about the Christian view of mankind,” she said to applause from the hall.
Germany needs more public discussion “about the values that guide us (and) about our Judeo-Christian tradition,” she said. “We have to stress this again with confidence, then we will also be able to bring about cohesion in our society.”
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Resistência espontânea ao islão na Grécia

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La resistencia frente a  la ideología totalitaria se organiza en Grecia. Docenas de ciudadanos arrojaron huevos a centenares de violentos musulmanes inmigrantes cuando se reunieron en una céntrica plaza por el Eid al Adha rodeados de un cordón protector de policías antidisturbios.
Grecia, que se ha convertido en la principal puerta de entrada de inmigrantes a la Unión Europea, tiene una creciente comunidad musulmana y las tensiones entre los habitantes locales y los inmigrantes han ido a más en algunas áreas de Atenas como la plaza Attiki, el escenario del incidente del martes.
La comunidad musulmana de Atenas realiza sus reuniones  habitualmente en centros culturales o salones comunitarios o apartamentos privados por toda la ciudad. La comunidad musulmana en Grecia se estima en un millón de personas, en un país donde la mayoría de la población es cristiana ortodoxa griega.
Mientras los musulmanes estaban reunidos, algunas personas gritaron desde sus balcones mientras ondeaban banderas griegas. Folletos con cerdos pintados – un animal que los musulmanes consideran sucio – estaban esparcidos por toda la plaza.
Margarita Vassilatou, de 56 años, que ha vivido en la plaza durante más de 35 años dijo que quería marcharse por culpa de los inmigrantes:
“Esto no es vida… Les tenemos miedo. Muchos de ellos son criminales, llevan cuchillos y comercian con drogas”.
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7.11.10

Spes in iuvenibus

Há umas poucas semanas cruzei-me com um jovem universitário de espírito crítico e moderado, incrédulo de Christo, que me surpreendeu por conhecer cousas tais como a teoria do KGB para a subversão ideológica das nações, a revolução cultural, o polìticamente correcto, a indoutrinação subreptícia praticada no sistema estatal de ensino, a ruína moral (e não só) da sociedade a partir de dentro, o ciclo das civilizações, &c.; tudo isto com um conhecimento bastante salutar da sciência económica e reconhecendo de modo igualmente saudável na religião cristã a inegável defensora da civilização.

Confessou-me querer abandonar o País mais cedo ou mais tarde, por não ver qualquer resistência com pernas para andar... Enfim, um indivíduo que estudou o suficiente, em fontes que não exactamente as nossas, a ponto de perder a esperança humana, o que só mostra que está em óptimas condições para colaborar connosco aqui no nada.

Eis algum do material ao qual cheguei per illum moço.


A juventude nom está perdida!

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós.

27.10.10

EDL promete pressão se municípios omitirem menções ao Natal

The EDL anti-Islamic extremism activists have vowed to “close down” any town that ditches British traditions and shows favoritism to Muslims. And they don’t give a damn if you call them ‘racists.’
UK DAILY STAR The English Defence League said it has written to every council in the country threatening a mass invasion if they ban the word “Christmas.” It includes using the term “winter festival” in case Christmas upsets Muslims.
EDL leader Stephen Lennon said “working class people” in the UK were “at boiling point” over what he says is the “Islamisation of Britain.”
His declaration comes after yesterday’s Daily Star poll found 98% of readers fear that Britain is becoming a Muslim state.
He said: “If the politicians aren’t going to stick up for us, we will make them, because we will cause so much fuss and so much noise they are going to have to listen.
“We will not back down or be beaten into submission. We don’t care if you call us racists. We are coming anyway. We are going to continue doing it until someone listens.”
The EDL was set up last year after Islamic extremists hijacked a homecoming parade for British troops in Luton, Beds.
On Sunday more than 250 EDL members joined US activist Rabbi Nachum Shifren at an anti-Palestine demo outside the Israeli Embassy in London.Read more at barenakedislam.wordpress.com
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22.10.10

Julgamento de Wilders anulado, será repetido (2)

Mais dados, por Leon de Winter, holandês que escreve para o Pajamas Media.
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The trial of Dutch MP Geert Wilders will have an encore.
In the conclusion to a bizarre trial — in which the prosecution already called for the acquittal of the defendant — Wilders’ lawyer Abraham Moszkowicz today asked for dismissal of the three judges, and his request was approved by the dismissal commission of the court. Now, the trial will have to start over from the beginning.
Moszkowicz asked for a dismissal after the three judges refused to allow Dr. Hans Jansen to testify regarding a discussion he had with one of the judges of a higher court that ordered the prosecution of Wilders.
In May, Dr. Jansen was invited to attend a dinner party together with one of the higher court judges. This judge started discussing the Wilders trial, and his order to prosecute, with Dr. Jansen. Jansen revealed this on his personal blog last Wednesday. Moszkowicz wanted the judges to hear, in court, Dr. Jansen’s impression of this discussion.
Dr. Jansen had testified earlier in this case in a closed setting. Dr. Jansen is one of the foremost Islam experts in the Netherlands. (As is the case in the U.S., judges are not permitted to discuss a case outside the court — especially with an expert witness for the case.)
The court refused Moszkowicz’ request to hear Dr. Jansen. Moszkowicz subsequently asked for dismissal of this court, and after a short session the dismissal commission agreed with him.
Now the trial has been postponed for several months and the news of the activist judge of the higher court has captured today’s headlines in the Netherlands.
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Julgamento de Wilders anulado, será repetido

Numa altura em que o desfecho do julgamento de Geert Wilders parecia encaminhar-se para a sua absolvição, depois do ministério público ter retirado todas as queixas, chegam-nos notícias surpreendentes: ao que consta, a pedido da defesa de Wilders, o julgamento vai ser anulado, por questões que se prendem com uma eventual falta de imparcialidade dos juízes que compõem o colectivo que julga este caso, da qual já aqui demos conta. Pode concluir-se que a defesa de Wilders acreditava realmente que o colectivo de juízes, apesar da tomada de posição do ministério público, se preparava para condenar Wilders.
Tudo volta à estaca zero e o julgamento, que teve início em Janeiro, será repetido.
Mas, será possível repetir um julgamento depois do ministério público ter declarado publicamente que não há matéria para acusar Wilders?
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A court in the Netherlands has ordered a retrial before a new panel of judges in anti-Islam MP Geert Wilders’ hate speech trial.
Wilders called for the judges to be dismissed after a defence witness alleged improper conduct by a member of an appeals panel directly involved in the case.
A hastily convened panel at the Amsterdam District Court ruled that Wilders’ objections were valid. That means the trial which began in January must be repeated from the beginning with new judges.
Wilders faces charges of inciting hatred against Muslims for many remarks, including some equating Islam with fascism and violence, and others calling for a ban on the Koran and a tax on Muslim headscarves.
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19.10.10

Reciprocidade em acção

Já por várias vezes defendemos que os países ocidentais abertos à imigração islâmica deviam procurar fazer uma aplicação tão ampla quanto possível do princípio da reciprocidade, segundo o qual as concessões, vantagens ou penalizações aplicadas por um estado aos cidadãos ou entidades colectivas de um outro estado devem merecer deste um tratamento igual a ser prestado aos cidadãos e entidades colectivas daquele.

O princípio é de aplicação complexa, mas qualquer outra solução, nomeadamente a que caracteriza a presente situação, é absurda. Que os cidadãos de um país onde os estrangeiros são segregados por lei, onde não são respeitados os direitos das minorias étnicas e religiosas, possam usufruir de toda a gama de direitos nos países ocidentais para onde emigram é um acto de suicídio cultural e civilizacional ― para além de uma injustiça ―, que se pode perceber melhor com exemplos concretos: se o proselitismo não-islâmico é proibido nos países muçulmanos e é permitido aos muçulmanos islâmico fazer proselitismo nos países ocidentais onde se fixam, o islão, na prática, fica numa posição de privilégio, que facilita a sua expansão; se a construção de templos não islâmicos é proibida ― ou, pelo menos, sujeita a um processo de licenciamento que, na prática, conduz à sua não construção ― nos países muçulmanos e a construção de mesquitas for completamente livre, os islão encontra-se numa posição de privilégio, que facilita a sua implantação.

Dois tipos de argumentos se levantam contra a aplicação do princípio da reciprocidade. A primeira postula que é injusta para os emigrantes, que não são responsáveis pelos quadros legais vigentes nos seus países.
É verdade, mas também é esse o caso de outras áreas das relações entre estados que penalizam os cidadãos. Tratar-se-ia de alargar a aplicação deste princípio, que geralmente é aplicado às relações comerciais, à esfera da liberdade religiosa e de culto.
Uma outra objecção consiste na invocação de uma putativa superioridade moral da civilização ocidental, que nos obrigaria conceder a todos os residentes numa nação os mesmos direitos, tratando-se de direitos humanos, logo inalienáveis. O problema é que os princípios pelos quais nos regemos são sustentáveis apenas num sistema no qual todos os seus agentes os reconhecem como válidos. Se não defendermos a civilização ocidental da investida islâmica, mais tarde ou mais cedo não vai haver direitos humanos para defender, uma vez que serão substituídos pelos direitos reconhecidos na sharia, segundo os países muçulmanos única sede de direitos, provenientes de Alá, como se pode constatar pelo facto de esses países serem signatários de uma declaração de direitos alternativa à Declaração Universal dos Direitos do Homem: a Declaração do Cairo.

O paradoxo é que pode ser necessário limitar direitos humanos para defender a sua existência.

Vem isto a propósito de uma notícia que chega da Noruega (por mais incrível que possa parecer): o governo norueguês não autorizou a construção de uma mesquita financiada com dinheiro saudita, uma vez que os sauditas não permitem a construção de igrejas em seu território. A argumentação usada pelo executivo norueguês assenta na questão financeira, devido à clara proveniência dos fundos, o que lhe confere uma base a partir da qual se pode aplicar o princípio da reciprocidade. Se fosse apenas um grupo de emigrantes, mesmo sauditas, que, com as suas poupanças, quisesse construir um templo, este princípio não seria, provavelmente, aplicado. Trata-se aqui, no fundo, de impedir que um país estrangeiro construa um posto avançado na Noruega, como são tradicionalmente as mesquitas: locais de doutrinação antiocidental, de armazenamento de armas e treino de terroristas (não todas, espero).

Ver Princípio da Reciprocidade e Princípio da Reciprocidade - addendum e Liberdade Religiosa.

Antiga Basílica de Santa Sofia (Istambul, Turquia), transformada em mesquita, hoje um museu.