Mostrar mensagens com a etiqueta Islamismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Islamismo. Mostrar todas as mensagens

17.9.12

Justiça poética (8)

Lahore (NdE: Paquistão): Several Muslim parties and a Christian group held rallies on Sunday to protest against a movie released in America.
Around 10,000 people participated in the main rally organised on The Mall by the Tehreek Hurmat-i-Rasool (THR).
(...)
One of the participants of the rally, Abdullah Ismail, passed away after he was taken to Mayo Hospital. Witnesses said he had complained of feeling unwell from the smoke from US flags burnt at the rally.

In Tundra Tabloids.

20.9.11

Um decapitador e amputador saudita

Eis uma profissão com futuro, a ter em atenção face ao desemprego crescente no Ocidente: uma vez que o islão alastra por todo o mundo, na Europa a um ritmo alucinante, e que a xariá se vai instalando no seio das comunidades islâmicas europeias, com a criação de tribunais de xariá, os jovens devem ter em consideração esta via profissional:





5.9.11

Proselitismo islâmico em concerto real na Holanda

Um homem, fazendo-se passar pelo apresentador de um concerto realizado dia 3/9/2011, na presença da rainha da Holanda e perante a sua perplexidade e a passividade de todos, exortou os presentes a converter-se ao islão.


Como o leitor sabe, exortar à conversão ao islão não é apenas um acto de piedade religiosa: é o primeiro estádio da jihad.

9.5.11

Tailândia: muçulmanos decapitam criança de 9 anos

Depois matam toda a família, decepando os corpos. Eram budistas.
De onde vem esta fúria homicida?
Alcorão 8:12 (http://quran.com/8/12)
(El-Hayek): [Lembra-te] «de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!»

13.4.11

Itália: mais protestos inflamados dos imigrantes árabes

Depois de uma igreja de ter sido queimada por imigrantes árabes em Lampedusa, agora os protestos inflamaram um edifício dos serviços de imigração italianos.
Dá mesmo vontade de não os repatriar... No fundo, são bons rapazes, desde que lhes façam a vontade. Se não...


Via Tundra Tabloids.

5.4.11

Costa do Marfim: muçulmanos matam cristãos

Os media não falam da determinante componente religiosa deste conflito. A suposta legitimidade democrática do presidente eleito chega para quem pretende, por ignorância ou por má-fé, aplicar ao resto do mundo os padrões ocidentais. Com essa postura, fazem vista grossa até a genocídios, se isso entrar em conflito com os seus modelos ideológicos:
En Costa de Marfil comenzó en 2002 el conflicto entre el norte musulmán y el sur cristiano. De acuerdo a las estadísticas del Vaticano, el 17 % de la población de 20,8 millones de personas son católicas.
Las tropas leales a Alassane Ouattara, líder musulmán que ganó las elecciones, se trasladaron al sur de la semana pasada. Mataron más de mil civiles cristianos en la misión salesiana de Santa Teresa del Niño Jesús en l Duekoue la semana pasada. Las víctimas eran en su mayoría hombres que fueron fusilados.
Business Week informó que los asesinatos habían tenido lugar en un solo día, poco después la ciudad cayó a las tropas leales a Alassane Ouattara.
La masacre se produjo pese a la presencia de las tropas de las Naciones Unidas.
El Comité Internacional de la Cruz Roja ha dicho que su personal ha descubierto más de 800 cuerpos de personas que eran claramente civiles locales. La mayoría eran hombres que habían recibido un disparo.
Miles de personas abandonaron sus hogares para escapar de los combates y se estima que 40.000 buscaron refugio en el complejo de una misión católica romana.
Los sacerdotes se están quedando sin alimentos, agua potable y equipos médicos para auxiliar a los refugiados y heridos.
El representante del Vaticano en la Costa de Marfil ha dicho que los sacerdotes católicos han sido blanco de grupos armados musulmanes durante el conflicto actual, pero agregó que “aún espera que la guerra civil a gran escala se puede evitar en este país de África occidental”
Al menos 1.000 cristianos fueron asesinados esta semana en la misión salesiana de  Santa Teresa del Niño Jesús en Duekoue, Costa de Marfil, por las tropas musulmanas leales a Alassane Ouattara.
Al menos 1.000 cristianos fueron asesinados esta semana en la misión salesiana de  Santa Teresa del Niño Jesús en Duekoue, Costa de Marfil, por las tropas musulmanas leales a Alassane Ouattara.
 NOTAS
Read more at www.religionenlibertad.com

25.3.11

Fatwa: Não é permitido que os cristãos construam ou reparem igrejas

Traduzido de al-fath.net, o site do Shaykh Egípcio Sa'id 'Abd-al-'Athim, 7 Dez 2010 (English here):
Título da fatwa: O julgamento sobre a construição e reparação das igrejas para os cristãos que moram nas terras dos muçulmanos 
Fatwa número: 7 
Data da fatwa: 7 Dez 2010 
Pergunta: Que a paz esteja com o senhor, como também a misericordia e benções de Alá. Nosso eminente shaykh, li numa de suas fatwas em este bom e abençoado site da internet, que não é permitido que os cristãos construam ou reparem igrejas. Qual a evidência por isto? Há evidência no Alcorão ou a Sunnah a qual diz que construir as igrejas é proibida, ou será que isto vem só da jurisprudência? 
Resposta: Em nome de Alá, e para Alá vá todo o louvor. Que a paz esteja sobre o Mensageiro de Alá, como também sobre sua família, companheiros, e todo aquele que o segue. 
Isto se explica detalhadamente no livro, "Os Julgamentos para o Povo da Dhimma [i.e. judeos e cristãos]," por Imam Ibn Qayyim. Também lhe basta revisar o meu livro, "Chamando o Povo do Livro para a Religião do Senhor de Toda a Humanidade," pois por dentro dele há coisas beneficiosas. Já respondi a sua pergunta anteriormente, e expliquei para você aquilo que fazem com os muçulmanos em alguns paises europeus como Itália, com respeito a prevenindo-os de construir as mesquitas ali. A Shariah não trata igualmente as coisas que são diferentes, nem trata de forma diferente as coisas que são iguais. Esta é a justícia pelo qual se remove a opressão. Por exemplo, quando uma Pessoa do Livro me felicita por meu dia santo, ele está felicitando a verdade. Mas por outra maneira, quando eu lhe felicito por seu dia santo, estou felicitando a falsidade. Porquanto os infiéis, ainda que tenham que pagar muito dinheiro, gostariam de que os muçulmanos participassem com eles em seus dias santos. Existe o provérbio: "Quem assemelha-se a um povo é um deles," e também, "Quem tem amado um povo será ajuntado com eles." A semelhança por fora conduz à semelhança por dentro...

24.3.11

Egipto: cortam orelha a um cristão

Suposto proxeneta de mulheres, algumas das quais muçulmanas. Se aos ladrões cortam as mãos, por que razão aos putativos proxenetas cortam as orelhas?

Los islamistas siguen actuando a placer en Egipto contra los cristianos y un numeroso grupo le ha cortado la oreja a uno.  

Un grupo de supuestos islamistas radicales, ayudados por varios vecinos, cortaron una oreja a un cristiano al que acusaban de dirigir una red de prostitución en la localidad de Qena, en el sur de Egipto, informó hoy el diario Al Shuruq.
Según el periódico independiente, la Fiscalía de Qena, donde ocurrió el incidente el pasado lunes, pidió ayer que un equipo médico examinara a la víctima y que la policía científica analizara el coche y la casa del supuesto proxeneta, que fueron quemados por el grupo de radicales, según recoge Efe.
La Fiscalía ordenó, asimismo, el arresto inmediato de los autores de la agresión, según los cuales la víctima, identificada como Ayman Anwar Mitri, utilizaba su apartamento como centro de operaciones para dirigir una red de prostitutas, entre las que había musulmanas.
Uno de los vecinos del agredido dijo a Al Shuruq que los agresores no habían actuado antes por miedo al cuerpo especial de la policía encargado de los delitos contra la Seguridad del Estado, pero que ahora, tras su disolución, habían decidido irrumpir en la casa.
"Hubiéramos reaccionado de la misma manera si el dueño de la casa hubiera sido musulmán", dijo el vecino, que el periódico no identifica, ni tampoco aclara si participó en el asalto.
Por su parte, "una fuente cristiana" citada por el rotativo afirmó que miembros de su comunidad denunciaron el incidente porque los islamistas aplicaron una versión estricta de la Sharía (ley islámica) antes de probar que la víctima estaba implicada en la dirección de la supuesta red de prostitución.
A través de la red social de Facebook, numerosos cristianos, que representan un diez por ciento de la población egipcia, de unos ochenta millones de habitantes, condenaron el incidente y pidieron que se presenten a la Justicia a los islamistas implicados en el hecho.
Read more at www.libertaddigital.com
 See this Amp at http://amplify.com/u/bwf5w

21.3.11

O Conselho Europeu para a Fatwa e Pesquisa: "O Apóstata se Mata para Proteger a Religião e a Comunidade"

Traduzido do árabe do Conselho Europeu para a Fatwa e Pesquisa, o qual está ligado à Irmandade Muçulmana, 16 Ago 2008 (see the English here):
Título: Se entende a matança como limitando a liberdade da consciência?
Dato: 16 Ago 2008 
Pergunta: Alguém que se convertiu ao Islã de Polônia, foi perguntado por um ateu perverso sobre a pena por alguém que se apostata da religão de Alá Todopoderoso. Como deve responder? Ele entende a matança como limitando a liberdade da consciência. 
Resposta: A questão de matando o apostáta é uma função do estado. Seu julgamento pertence ao governo Islámico. Esta não é a preocupação das fundações Islámicas, nem das associações ou dos centros. Um grupo dos Salafis e Imãs são da opinião que nem todo apostáta merece a matança, mas só aqueles que abertamente cometem a apostasia, ou chamam pela fitna, ou pronunciam coisas prejudiciais em contra de Alá e seu Profeta (que a paz esteja com ele) e os crentes. [O apostáta] se mata para proteger a religião e a comunidade de sua corrupção, e não para limitar as liberdades, pois ele por sua ação está infringindo nos direitos dos outros. Os interesses do estado e da sociedade vêm em frente do interesse pessoal dos indivíduos. Em verdade, esta questão é parecida do que se chama na lei contemporária como a "alta traição" por causa do dano que causa.

20.3.11

De Gaza: Os Judeus Não Têm Nenhum Direito ao Jerusalém; Os Israelitas Modernos São Somente "Bandos de Crime Organizado, Matança e Racismo Degenerado"

Não constitui grande surpresa ver antisemitismo vindo de Gaza. Este revisionismo histórico para negar qualquer direito que dos judeus em relação à Palestina parece ser muito comúm no mundo árabe. Recorda-me o excelente livro de Nonie Darwish, intitulado "Now They Call Me Infidel" ("Agora Chamam-me de Infiel") no qual ela explica que, durante a sua infância, no Egipto nunca tinha ouvido falar da antiga história dos judeus na Palestina. Todos os jovens egípcios cresceram aprendendo que os judeus não tinham qualquer direito a Jerusalém, ponto de vista expressado no artigo em apreço. Este modo de pensar prepara o caminho para o terrorismo Islâmico contra dos cidadãos israelitas, assim como contra os judeus em todo o mundo.
Veja o árabe original aqui.
See the English translation here.
Judaismo Não É Uma Nacionalidade Distinta, Mas Sim Uma Adquirida
Said Sabah, Donia al-Watan, 8 Dec 2010
Sionismo é uma combinação colonial, pois todas as suas acções, as quais não contribuíram à estabilidade, nem da Palestina, nem da região, foram apoiadas pelos poderes coloniais desde a sua formação. Desde o mandato britânico sobre Palestina, esta terra sagrada não presenciou nada senão traição, engano, malícia, iniquidade, guerra, destruição, matança, agressão e o expulsão de pessoas das suas casas.
A Britânia colonial, em toda a sua generosidade, deu à Palestina um estado para os sioinistas, os quais não estão ligados à religião da Judeia por nenhum vínculo, uma vez que a religião dos filhos de Israel não merece ser manchada pela culpa daqueles traidores, muito distantes daquela raça Israelita antiga que morou, por um tempo curto, numa parte desta terra abençoada.
Palestina não foi uma nação especial para os judeus em tempos antigos, pois quando formaram sua nação, já habitavam nestas terras as tribos árabes, de quem descendem os palestinos e nações vizinhas. A natureza Árabe de Palestina não é discutida, pois o povo cananito-árabe que habitava esta terra antes que existiram os judeus foi uma extensão das tribos árabes que até agora nunca saíram de Palestina.
Sabe-se, através da história antiga como da moderna, que quando os judeus chegaram  à Palestina, se apoderaram pela força de partes dela. Moraram ali por não mais de 7 décadas, ou 70 anos, antes de serem vencidos e dispersos por toda a terra, antes da queda do seu reino e seus templos. Assim o judaísmo passou só um tempo brevíssimo (em Palestina), e não produziu nada de importância. Foi o cristianismo, que apareceu depois do judaismo, que permaneceu até o advento de islão. [...]
...bandos de crime organizado, matança, e racismo degenerado, de várias raças e etnias, e os quais falam as línguas distintas de seus paises nativos, se chegaram a ser uma nação religiosa e racista, em prejuízo do povo palestino. [...]

13.3.11

Em Gaza festeja-se o massacre da família Foegel

Gaza residents from the southern city of Rafah hit the streets Saturday to celebrate the terror attack in the West Bank settlement of Itamar where five family members were murdered in their sleep, including three children. 
Residents handed out candy and sweets, one resident saying the joy "is a natural response to the harm settlers inflict on the Palestinian residents in the West Bank."
Meanwhile, Palestinian Prime Minister Salam Fayyad said he "clearly and firmly denounces the terror attack, just as I have denounced crimes against Palestinians.
"We are against all types of violence," Fayyad said during a tour in Bethlehem. "Our position has not changed. As we have said many times before, we categorically oppose violence and terror, regardless of the identity of the victims or the perpetrators."
(...)
According to an unverified report, Fatah's military wing – the al-Aqsa Martyrs' Brigades – claimed responsibility for the attack. A group spokesman told a Palestinian news agency that a terror cell infiltrated the settlement of Itamar and committed the attack.
The spokesperson stressed that the attack "came as a response to Israel's continues hostile policy toward the Palestinian people."
Os rostos:

Video sobre o massacre da família Foegel removido pelo Youtube e Facebook

Segundo Caroline Glick, o video infra foi removido do Youtube e do Facebook em menos de duas horas (se bem percebo o texto de Glick, que me parece conter uma gralha: «to» em lugar de «two»).
Porquê?
Divulgue-o:

21.2.11

Santiago do Cacém: Igreja matriz em destaque em França

Ou muito me engano (espero bem que sim) ou não tardará muito a que alguma organização de defesa dos emigrantes ou das minorias religiosas não-cristãs, ou alguma organização de historiadores progressistas em nome da memória histórica venha a exigir a alteração do brasão da cidade de Santiago do Cacém, por islamófoba, por incitamento à violência racial (sim, racial) e sabe Deus mais o quê, que a imaginação desta gente vai muito além do que o meu pessimismo consegue prever:



Amplify’d from www.agencia.ecclesia.pt
Beja, 21 Fev (Ecclesia) – A igreja matriz de Santiago do Cacém, no litoral alentejano, surgiu em destaque na edição de Janeiro de 2011 da revista de cultura e religião «France Catholique», num artigo dedicado ao tema «Santiago Mata-mouros».
A publicação refere, em particular, o alto-relevo de «Santiago combatendo os Mouros» da igreja matriz, incluindo duas fotografias desta peça e, ainda, a reprodução do brasão da cidade de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal e diocese de Beja.
José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da diocese de Beja, registou “com grande satisfação que tenha sido dado o maior destaque a Santiago do Cacém, cidade já reconhecida pelas instituições francesas como uma referência no Caminho de Santiago”.
“É uma verdadeira vitória para Santiago e para a sua importância histórica a nível mundial", acrescenta, em nota enviada à Agência ECCLESIA.
A diocese tem procurado promover a integração do Alentejo no contexto do Caminho de Santiago, que os peregrinos percorrem até ao santuário galego de Compostela (noroeste espanhol), e chamar a atenção para o centro histórico de Santiago do Cacém, considerado pelos especialistas de grande relevância monumental.
Read more at www.agencia.ecclesia.pt

16.2.11

Dinamarca: cada vez mais muçulmanos se convertem ao cristianismo

Às notícias de conversões de ocidentais ao islão é dado grande relevo e diz-se ser um fenómeno estatisticamente relevante. Mas ao fenómeno inverso pouca atenção é prestada.
Leia-se a peça infra e note-se que os investigadores e os ex-muçulmanos entrevistados concordam: o contacto com uma sociedade aberta e com uma religião fundamentalmente diferente do islão - contacto só possível se os imigrantes não viverem em guetos - leva os muçulmanos a descobrir uma outra maneira de se relacionar com Deus, pela qual muitos acabam por optar.
Alhamdulillah!

… but of course risk death for doing so, as the Religion of Peace™ does not like apostates. At all.
43-year-old Safiya has taken a controversial decision; in baptism she has taken the final step in putting her Muslim past behind her.
An Iranian, Safiya has joined the ranks of the 100-150 other Muslims in Denmark who will convert to Christianity this year.
Increasing numbers
Priests, ecclesiastical organisations and experts all agree that the number of those who convert from Islam to Christianity has steadily increased in recent years.

“I would say that there are 100-150 Muslims in Denmark who convert each year,” says Intercultural Studies Expert Mogens Mogensen Ph. D.

Mogensen has carried out the most extensive survey ever of conversions from Islam to Christianity in Denmark. The survey concludes that almost 1,000 Muslims converted between 1980 and 2007.

“But in recent years the phenomenon has increased. Probably as a result of the fact that through education and work, Muslims have had much closer contact with Christians in Denmark and their values. We see a clear correlation between integration and the number of conversions,” Mogensen says.
Increased interest
The Ecclesiastical Integration Service (KIT), an umbrella organisation for 230 migrant congregations in Denmark, agrees that there is a considerable increase in the number of conversions.

“My clear feeling is that this has speeded up over the past two years. We get a lot more approaches from Muslims who want to learn more about Christianity,” says KIT Leader Henrik Lund.

One of the congregations that preaches Christianity for former Muslims is the Greater Love congregation at Vigerslev Church in Copenhagen.

“Over the past two years we have had an increasing number of Muslims who come to be embraced by Christianity than all of the previous years put together. They experience religious freedom in Denmark and for the first time many can choose the religion they want,” says Priest Nabil Astafanos.
At home
Back at the Church of Love the 150 of the congregation close their eyes, spread their arms and sway from side to side.

Apart from a few Danes, the congregation is primarily of Afghan and Iranian extraction, with services held alternatively in Danish and Farsi.

Safiya says that she feels ‘at home’ in Christianity.

“More and more people do. I actually came to the church for some years, but it took time to gather courage to take the step to be baptised,” she says.

The founder of the church says he is overwhelmed that more and more Muslims seek out his church.

“Last year we had large baptisms almost every month. I can’t say exactly how many have come over the past couple of years, but it is many,” says Massoud Fouroozandeh, himself a convert.
Tendency will continue
Islamic Researcher Jørgen Bech Simonsen of the Copenhagen University Institute for Cross-cultural and Regional Studies, says the tendency will continue.

“The Muslims who take up residency in Denmark are challenged by another religious understanding and thus ask themselves questions about religion. The world is becoming much more globalised and will result in more people challenging what they come from,” says Simonsen.
They wish you would disbelieve as they disbelieved so you would be alike. So do not take from among them allies until they emigrate for the cause of Allah . But if they turn away, then seize them and kill them wherever you find them and take not from among them any ally or helper. Qur’an 4:89

“When a person who has reached puberty and is sane voluntarily apostatizes from Islam, he deserves to be killed.” Reliance of the Traveller (classic manual of Islamic law), 08:1
The name Safiya is an alias. Politiken has her full identity.
Of course her name is an alias. It has to be. The passage from the Qur’an above is not some anachronistic whimsy. Muslims actively pursue ex-Muslims and often attempt to kill them.

Yet the more Muslims are exposed to a civilised, democratic society (as opposed to living out separate lives in self-segregating immigrant communities) – and given the security to remove the oppressive yoke of a faith, which unlike any other removes the option to leave it under the pain of death – the more they indeed leave.

For just what kind of a ‘faith’ can it be, which forces you to remain within its strictures under pain of death?

Little wonder that we find Danish Muslims increasingly converting (and those lucky enough to be afforded a safe opportunity to do so elsewhere, too).
Read more at womenagainstshariah.blogspot.com

Espanha: muçulmanos de Lérida não querem cães em espaços públicos

Esta não é uma pretensão isolada e espontânea: tem fundamentos na teologia islâmica e casos semelhantes têm ocorrido em diversos países ocidentais. É uma das frentes de aplicação da xariá no Ocidente.
Veja a este respeito as seguintes entradas:

http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/07/aversao-islamica-aos-caes-leva-recusa.html

http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/06/para-uma-verdadeira-compreensao-do_24.html

http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/06/para-uma-verdadeira-compreensao-do.html

http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/11/reino-unido-taxista-muculmano-recusa.html
Consideran que el Consistorio leridano debe regular la presencia de perros en la vía pública y en determinadas instalaciones municipales para “no ofender a los musulmanes”.
Asociaciones islámicas en Lérida han pedido al Ayuntamiento de la ciudad que promulgue una normativa municipal para prohibir la presencia de perros tanto en los autobuses urbanos como en algunas zonas frecuentadas mayoritariamente por musulmanes, al ser considerados “animales impuros” por el islam.
Van más allá incluso al considerar que la presencia junto a ellos de “animales impuros” vulnera la libertad religiosa y el derecho de los islámicos a vivir conforme a las prédicas coránicas.
Read more at www.minutodigital.com

7.2.11

«E se o problema não for o líder, mas o próprio povo?»

Mais um excepcional artigo de Daniel Greenfield.

Alguns destaques:

«59 percent of Egyptians want democracy and 95 percent want Islam to play a large part in politics. (...) 84 percent believe apostates should face the death penalty. That is what Egyptian democracy will look like. A unanimous majority that wants an Islamic state and a bare majority that wants democracy. Which one do you think will win out? A democratic majority of the country supports murdering people in the name of Islam. Mubarak's government does not execute apostates or adulterers. But a democratic Egypt will. Why? Because it's the will of the people.» 
«Handing out democracy like candy does not fix existing cultural problems. It does not end bigotry, free women or stop murder in the name of Allah. Open elections are only as good as the people participating in them. And the 84 percent of Egyptians who want to murder apostates have issues that democracy will not solve. The problem with Egypt is not Mubarak-- but the Egyptians.» 
«Let's take another example. In Jordan, the next target on the freedom tour, King Hussein passed a bill to criminalize the honor killings of women. And their democratically elected parliament voted 60 to 25 to strike the bill down. It took them only 3 minutes. That's what democracy would mean for the Jordanian girls murdered by their husbands, brothers and fathers. The right of the people and their duly elected representatives to legalize the murder of women.» 
«Freedom is culturally determined. It is not the same thing as democracy. Nor is democracy as ubiquitous and universal as its advocates would like us to believe. Like all forms of power, it can only be exercised by those who are ready for it. Much of the world is not ready for it, no more than 12th century Europe was ready for the Constitution. Given the power to choose, they will choose tyranny. They will choose the known over the unknown, the stable over the unstable, and order over freedom.

A society with a social hierarchy embedded in its culture will preserve that hierarchy even with democratic elections Such elections will not give women freedom or rights to religious minorities or freedom of expression to unpopular views. These are things which stem from legal guarantees such as the Constitution, they do not arise out of the natural course of open elections.»
«The United States has freedom due primarily to its culture. Those freedoms were an outgrowth of the rights of Englishmen and the Enlightenment. They cannot be exported to another country-- without also exporting the cultural assumptions that produced them.» 
«The Islamists understand this far better than the neo-conservatives. That is why they campaign so ruthlessly against Western culture. They understand that it is cultural assumptions that dictate behavior, more than any law. While we try to export institutions to the Muslim world, they export Muslim culture to us. And they have had far more luck changing us, than we have had changing them. Institutions are shaped by culture, but cultures are not shaped by institutions. Export every aspect of American government to Egypt, and it will run along Egyptian lines, not American ones. And within a year, Egypt's government will run the same way it does today. Only the window dressing will be different.»